29 maio, 2010

A Mensagem nº 129 de 29 de Maio de 2010


29 de Maio de 2010




A MÃE CAMINHA CONNOSCO


PELAS RUAS


DA NOSSA COMUNIDADE

VIRGEM MARIA E A SANTA ESCRAVIDÃO DO AMOR


O que é a Santa Escravidão de amor?


A total consagração à Nossa Senhora, ou a santa escravidão de amor é a entrega de tudo que somos e possuímos à Santíssima Virgem para que através dela possamos mais perfeitamente pertencer a Deus.
A finalidade desta total entrega a Nossa Senhora é nos unir a Jesus Cristo e nos fazer crescer em sua graça. Nos entregamos totalmente a Nossa Senhora para que ela nos ensine a cumprir em nossa vida a Santíssima vontade de Deus. São Luís Maria de Montfort chama a Santa Escravidão de Amor de “A Verdadeira Devoção”,simplesmente porque ela nos mostra quem é Nossa Senhora, qual seu lugar no plano de salvação e sua missão na vida da Igreja e de cada um de nós. A doutrina da Santa escravidão nos faz ver e compreender que Jesus nos deu Maria como verdadeira mãe, mestra e educadora, e ao mesmo tempo nos convida e nos faz lançar aos cuidados desta boníssima Senhora atendendo ao mandato de Jesus que olhando para nós nos diz: “Eis aí tua mãe”. Assim pela total consagração de nós mesmos à Santíssima Virgem estamos dizendo nosso sim a Jesus que no-la deu por mãe, a fim de que Ela nos ensine a fazer tudo que Ele mandou. Do ponto de vista pastoral a necessidade e eficácia da total consagração a Nossa Senhora são sempre actuais, uma vez que esta consagração e devoção não são mais que a perfeita renovação das promessas do nosso santo baptismo. De fato os concílios assim como muitos Papas falaram sobre a necessidade de se recordar os cristãos os votos de seu baptismo e de seu estado de pertença a Deus, assim pela Total Consagração, nós agora por nós mesmos, renovamos nossas promessas baptismais, recuperando a consciência de nosso estado de pertença a Deus. Tudo isso através de Maria, como quer Jesus, para que Ela nos ensine a sermos fiéis a nossa adesão a Cristo bem como da renúncia de todo mal. 2- O que acontece connosco, quando nos consagramos como Maria, Escravos por Amor? Nós confirmamos a soberania de Deus e da Santíssima Virgem em nossas vidas, entregando TUDO que somos e temos a Jesus pelas mãos de Maria. Aqui, TUDO quer dizer TUDO. Nosso corpo com todos os nossos bens materiais e nossa alma com todas as nossas riquezas espirituais, nossos pensamentos, nossos desejos e quereres. Assim, mesmo os méritos de nossas orações, sacrifícios e boas obras passam a pertencer a Maria Santíssima para que Ela possa usá-los como lhe aprouver. Pela Santa Escravidão de Amor passamos a não possuir mais nada. Tudo passa ser de Maria, para que deste modo tudo possa ser de Deus. Quando fazemos esta consagração e a vivemos obtemos um aumento admirável em nosso “Capital de Graças”, e por isso nos santificamos mais rapidamente e de maneira mais perfeita e segura. Com efeito, Maria Santíssima é um caminho fácil, curto, seguro e perfeito para nos unirmos a Jesus e crescermos em sua graça.
Santo Agostinho, diz que Maria é o molde de Cristo (forma DEI). Por sua vez, diz São Thomas de Aquino, que a nossa vida cristã consiste em refazer em nós a imagem e semelhança de Deus perdida pelo pecado, ou seja, devemos nos tornar semelhantes a Jesus em nossa maneira de ser, pensar e agir. Devemos imprimir em nossa alma a fisionomia de Nosso Senhor, para amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou, viver como Jesus viveu...etc. Para isto nada mais oportuno do que esta consagração, uma vez que Maria Santíssima é o grande molde no qual foi formado Jesus. Assim, todo aquele que se lançar e desmanchar dentro deste molde sairá com as feições de Jesus. A consagração é a maneira pela qual nos lançamos neste molde perfeito e a vivência dessa devoção é a maneira pela qual nos desmanchamos no mesmo molde, ou seja quando nos entregarmos totalmente a Maria, Ela nos ensinará a ser, pensar e viver como Jesus. 3- Quem pode fazer esta total consagração, e como fazê-la? Todos os que querem viver o seu baptismo podem e devem fazer esta consagração, ou seja, todos os que querem ser santos, que acreditam em Jesus Cristo e em toda sua doutrina, tal qual, nos transmite a Santa Igreja. Quem faz restrições a doutrina de Jesus Cristo ensinada pela Santa Igreja, ou quem não pode (ou não quer) viver em comunhão eucarística não pode fazer esta consagração. 4 – Como fazer esta consagração? Para se fazer esta consagração é necessário primeiro conhecê-la; lendo e estudando o Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem, escrito por São Luís de Montfort, e outros livros que falem sobre a Santa Escravidão, como “O Livro de Ouro ao Alcance de todos” ouvindo palestras e participando de encontros e retiros sobre o tema. Assim, após se ter consciência do que é esta Consagração e de como deve vivê-la pode se marcar uma data e fazer os exercícios preparatórios que durarão um mês. Estes exercícios são meditações diárias que podem ser encontradas no livro “Consagração a Nossa Senhora” de Dom Antônio Maria Alves de Siqueira. A seqüência de preparação é a seguinte:


I - Doze dias preliminares- Para desapego do espírito do mundo a aquisição do Espírito de Deus. Onde se medita nossa vocação à santidade, desprendendo-se de tudo que possa nos atrapalhar a sermos santos para irmos para o céu.
II - Primeira semana- Para o conhecimento de si mesmo. Trata-se de um período para fazermos um profundo exame de consciência a partir do que devemos nos aperfeiçoar, buscando em tudo sermos agradáveis a Deus.
III - Segunda semana- Para o conhecimento da Santíssima Virgem, de sua pessoa, sua missão, das graças das quais Ela é repleta, de suas sublimes virtudes, de seus privilégios, etc. De forma que conhecendo-a melhor, possamos amá-la mais e honrá-la como Ela merece ser honrada.
IV - Terceira semana- Para o conhecimento de Jesus Cristo nosso Fim Último, nosso Grande Deus e Senhor. Aqui devemos meditar no Mistério da vinda, da vida, paixão, morte e Glorificação de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Devemos contemplar a encantadora vida de Jesus, sua pessoa e sua doutrina, para que assim possamos crer nele com profunda convicção, amá-lo com amor abrasado, de forma, a despertar em nós um grande desejo de fazê-lo conhecido, amado e adorado, por todos.
Durante esta preparação de um mês (ou 33 dias), faz-se uma confissão geral e no dia escolhido (de preferência uma festa Mariana) participasse do Santo Sacrifício da Missa e se recebe Jesus no Santíssimo Sacramento. Depois da Ação de Graças (e como Ação de Graças) se recita a fórmula da Consagração que deve estar previamente copiada (de preferência de próprio punho) e se assina. Quando o sacerdote tem conhecimento da consagração e apóia, pode-se pedir que ele assine a folha como diretor espiritual e abençoe as correntes (se forem ser utilizadas).
5- Como deve viver um consagrado e quais suas obrigações?
Prática interior – O essencial desta devoção consiste em fazer todas as coisas por Maria, com Maria, em Maria e para Maria, para mais perfeitamente fazê-las por Jesus, com Jesus, em Jesus e para Jesus. Viver num estado de abandono e confiança para com Nossa Senhora, confiando a ela todas as nossas necessidades, problemas, sofrimentos, alegrias, decisões, negócios... etc. Como uma criança pequenina, segurar nas mãos desta boa mãe e deixar-se conduzir por ela. Em tudo recorrer a Ela. Fazer tudo do jeito dela. Louvar a Deus e adorá-lo com o coração dela.
Práticas exteriores – Também devemos cantar as glórias de Maria, honrá-la com todo amor, anunciando sua dignidade e seus privilégios, ensinando a todos e em todo lugar o que é a verdadeira devoção a Ela.
Devemos contemplar os mistérios do Santo Rosário, participar de suas festas, inscrever-se em suas confrarias, fazer e renovar sempre a Consagração a Ela e levar as pessoas a fazerem o mesmo. Usar as pequenas cadeias de ferro ou correntes como sinal de nosso amor e de nossa consagração, etc. É preciso entretanto observar que estas práticas não são essenciais, mas são utilíssimas para exteriorizar nosso amor a Jesus e Maria e edificar nosso próximo.
6- A difusão e a prática generalizada da Santa Escravidão de Amor levará ao Triunfo da Santíssima Virgem, e ao reinado de Jesus.
Por fim, é importante lembrar que a Santa Escravidão de Amor, no pensamento e na doutrina de São Luís de Montfort, não é “mais uma devoção”, e muito menos “uma devoção qualquer”, é sim, o meio que a providência divina escolheu para estabelecer no mundo o triunfo de Maria e em conseqüência o reinado de Jesus. Se, portanto queremos que venha logo o prometido Triunfo do Coração de Maria e o Império de Jesus sobre toda humanidade, procuremos todos fazer, viver e propagar a Santa Escravidão de Amor.


Autor: Pe. Rodrigo Maria

Com Interesse


SANTUÁRIO DE FÁTIMA TEMA DO ANO 2010:
"Reparte com alegria,
como a Jacinta"

Pobreza e riqueza são temas recorrentes da comunicação social: na literatura, no cinema ou na informação dos períodos do Natal, do Verão, das épocas de lazer.
A literatura cor de rosa recorre ao mundo do sonho, onde milionários em grandes mansões e rodeados de luxo parecem os mais felizes, ou então, nos lugares mais paradisíacos, já não parecem criaturas deste mundo, mas semi-deuses inundados de felicidade.
Na literatura de viagens e nos documentários publicitários, a pobreza é espectáculo. Na Índia superpovoada, na selva sul-americana, no continente africano ou nas ruas escuras das metrópoles ocidentais onde as pequenas bolsas de miséria tendem a aumentar, há bons cenários para a fotografia artística, para as cores dramáticas ou para o refinado a preto e branco.
Os objectivos são variados, mas denotam uma relativização do essencial do ser humano; as abordagens desviam o olhar daquilo que ele é para aquilo que ele tem. Se o homem tem uma vida económica segundo os padrões da normalidade, passa despercebido; se é extremamente rico ou pobre – supermilionário ou miserável - tem tratamento noticioso.
Tornou-se lugar-comum a pergunta acerca das razões da pobreza e da miséria de uma parte significativa dos habitantes do planeta. Se há recursos para a humanidade inteira, por que razão se morre de fome? Será um problema de carácter administrativo ou uma incapacidade logística de organização para uma adequada distribuição? Será que a mesma humanidade que conseguiu progredir nas tecnologias e nas ciências, que debelou tantas doenças antes incuráveis, conquistou o espaço, explicou muitos mistérios da vida, não é capaz de levar uns camiões de arroz às zonas de fome? E, no que toca à pobreza espiritual, à solidão e abandono, indiferença e maus tratos? Não haverá solução no coração de uma humanidade dotada de consciência e razão?
Crescemos, mas ficámos crianças em humanidade; aumentou o cérebro, mas o coração ficou pequeno; construímos cidades, mas excluímos alguns para as selvas e as ruas sem-abrigo; criámos pão em abundância que mata uns de fartura e outros de fome; admitimos uns ao convívio feliz das nossas relações e deixamos outros às portas da solidão.
Entre os muitos problemas que afectam a humanidade, o da justiça e equidade na distribuição dos bens da terra, juntamente com o da partilha dos recursos espirituais, são, sem dúvida, dos mais importantes, que não se resolvem com leis adequadas, mesmo que elas sejam de suma importância. A outra parte está em cada pessoa, no modo como se encaram os bens, a vida e os outros; está no coração onde se jogam sentimentos e atitudes variadas, que vão do egoísmo e do ódio à dádiva e ao amor.
O Santuário de Fátima pretende, este ano de 2010, dar um contributo a todos os que se pretendem pôr a caminho na mudança cultural que se impõe. “Reparte com alegria, como a Jacinta” é a frase-chave, que encerra uma proposta de reflexão, oração, celebração e catequese a partir do décimo mandamento do Decálogo e do testemunho da Beata Jacinta Marto.
No mandamento que ordena “não cobiçar as coisas alheias” temos um sinal da pedagogia de Deus, que situa no interior do ser humano a origem de todos as tentações e males que nos afectam. O respeito pelos outros e por aquilo a que têm direito é regra de ouro da sã convivência, é preceito elementar da justiça. A mensagem cristã, no testemunho e nas palavras de Jesus quis explicitar este mandamento com as referências ao amor e à caridade até ao sacrifício de si mesmo.
Na vida da beata Jacinta Marto temos um dos mais belos exemplos de generosidade, amor e partilha. Jacinta vai ao essencial, pois partilha o que tem, mesmo que insignificante no seu valor material, e partilha o que é, num dom total de si mesma a Deus e ao próximo. É uma vida tocante pela sua autenticidade e mais ainda por provir de uma criança, tão pequena na idade e tão grande nos sentimentos. Belo testemunho a arrastar-nos para a cultura da vida como dom.
P. Virgílio Antunes, reitor do Santuário de Fátima(editorial da "Voz da Fátima" de 13 de Janeiro de 2010)

23 maio, 2010

A Mensagem nº 128 de 23 de Maio de 2010




EVANGELHO – Jo 20,19-23




Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes:
«A paz esteja convosco».
Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo:
«A paz esteja convosco.
Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes:
«Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes serão retidos



ALGUMAS SUGESTÕES
PRÁTICAS PARA
O DOMINGO DE PENTECOSTES

(adaptadas de “Signes d’aujourd’hui”


)
A PALAVRA MEDITADA AO LONGO DA SEMANA.
Ao longo dos dias da semana anterior ao Domingo de Pentecostes, procurar meditar a Palavra de Deus deste domingo. Meditá-la pessoalmente, uma leitura em cada dia, por exemplo… Escolher um dia da semana para a meditação comunitária da Palavra: num grupo da paróquia, num grupo de padres, num grupo de movimentos eclesiais, numa
comunidade religiosa… Aproveitar, sobretudo, a semana para viver em pleno a Palavra de Deus.
MANIFESTAR A DIVERSIDADE DAS LÍNGUAS.
Poderá ser interessante manifestar a diversidade das línguas durante a celebração. Se
houver comunidades estrangeiras na assembleia, pode-se pedir para preparar uma invocação para o momento penitencial, uma intenção da oração universal ou ainda uma curta acção de graças depois da comunhão… cada uma na própria língua.
ORAÇÃO NA LECTIO DIVINA.
Na meditação da Palavra de Deus (lectio divina), pode-se prolongar o acolhimento das
leituras com a oração.
No final da primeira leitura:
Deus criador, nós Te bendizemos pelo dom do teu Espírito, que Tu nos revelas como um sopro e um fogo e que concedes profusamente à tua Igreja e a cada um dos seus membros, nas nossas celebrações. Espírito Santo, nós Te pedimos: dá às Igrejas as línguas adaptadas para que elas possam fazer compreender a todos os povos as maravilhas de Deus.
No final da segunda leitura:
Pai santo, nós Te damos graças porque nos deste o teu Espírito. Ele faz de nós teus filhos e tuas filhas; movidos por Ele, nós Te gritamos “Abba”, Pai! Nós Te pedimos por todo o povo cristão: que cada um de nós se deixe conduzir pelo teu Espírito.
No final do Evangelho:
Nós Te bendizemos pelo teu Espírito de verdade, o defensor, que Tu nos enviaste e que está connosco para sempre. Nós Te damos graças pelo amor com que nos amas, a ponto de vir morar junto de nós. Erguemos para Ti as nossas mãos e Te pedimos: venha a nós o teu Espírito, Ele que falou pelos profetas; que Ele nos faça recordar todas as palavras do teu Filho.
BILHETE DE EVANGELHO.
Por vezes, é preciso coragem para dizer a verdade e para ser verdadeiro. Jesus sabia que os seus discípulos encontrariam muitos obstáculos para O testemunhar, Ele que é a Verdade. Então Ele promete um Defensor, Alguém que os inspirará, que lhes soprará as palavras que é preciso dizer, que respirará neles o sopro do amor, que os levará a agir em seu Nome, que os animará para fazer memória d’Ele. Este Defensor é o Espírito de Verdade, precisa Jesus, o seu Espírito. Será, pois, o seu modo de estar sempre com eles; assim, não nos deixa órfãos. São necessários sinais para manifestar esta presença do Espírito do ressuscitado. No Pentecostes, evoca-se o fogo, porque o Espírito Santo vai “queimar” a Igreja, a fim de que ela abrase o mundo para o aquecer e iluminar com o seu Amor… Evoca-se o vento, porque o Espírito vai soprar como uma tempestade e, então, transformar, refrescar… Evoca-se a multiplicidade das línguas, porque o Espírito é dado a todos numa Igreja que se diz universal… No Pentecostes, passa-se qualquer coisa. Mas o Pentecostes é hoje!

( In página dos Dehonianos)



Uma história sobre o verdadeiro amor







Um professor encontrou-se com um grupo de jovens que falava contra o casamento. Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimónio.O mestre disse que respeitava sua opinião mas contou-lhes a seguinte história:Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarte. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando levou-a até ao carro.Conduziu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.Durante o velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.Na hora de sepultar minha Mãe , meu Pai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:— Meus filhos, foram 55 bons anos...Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou:— Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal, e perdoamos nossos erros...Filhos, agora ela foi-se e estou contente. E vocês sabem por quê?Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso.Eu amo-a tanto que não gostaria que sofresse assim...Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: 'Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam. O verdadeiro amor revela-se nos pequenos gestos, dia-a-dia e por todos os dias. O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.
Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe

Com Interesse


SANTA MISSA
HOMILIA DO PAPA BENTO XVI (Avenida dos Aliados) Sexta-feira, 14 de Maio de 2010
Amados Irmãos e Irmãs,
Esta escrito no Livro dos Salmos: […] receba outro o seu cargo. E necessário, portanto, que […] um se torne connosco testemunha da ressurreição (Act 1, 20-22).Assim falou Pedro, lendo e interpretando a palavra de Deus no meio de seus irmãos, reunidos no Cenáculo depois da Ascensão de Jesus ao Céu. O escolhido foi Matias, que tinha sido testemunha da vida publica de Jesus e do seu triunfo sobre a morte, permanecendo-Lhe fiel ate ao fim, não obstante a debandada de muitos. A desproporção de forças em campo, que hoje nos espanta, já hà dois mil anos admirava os que viam e ouviam a Cristo. Era Ele apenas, das margens do Lago da Galileia as praças de Jerusalém, so ou quase so nos momentos decisivos: Ele em união com o Pai, Ele na força do Espírito. E todavia aconteceu que por fim, pelo mesmo amor que criou o mundo, a novidade do Reino surgiu como pequena semente que germina na terra, como centelha de luz que irrompe nas trevas, como aurora de um dia sem ocaso: E Cristo
ressuscitado. E apareceu aos seus amigos, mostrando-lhes a necessidade da cruz para chegar a ressurreição.
Uma testemunha de tudo isto, procurava Pedro naquele dia. Apresentadas duas, o Ceu designou Matias, que foi agregado aos onze Apóstolos (Act 1, 26). Hoje celebramos a sua memoria gloriosa nesta Cidade Invicta, que se vestiu de festa para acolher o Sucessor de Pedro. Dou graças a Deus por me trazer ate ao vosso meio, encontrando-vos a volta do altar. A minha cordial saudação para vos, irmãos e amigos da cidade e diocese do Porto, vindos da província eclesiástica do norte de Portugal e mesmo da vizinha Espanha, e quantos mais estão em comunhão física ou espiritual com esta nossa assembleia litúrgica. Saúdo o Senhor Bispo do Porto, Dom Manuel Clemente, que
desejou com grande solicitude a minha visita, me acolheu com grande afecto e se fez interprete dos vossos sentimentos no inicio desta Eucaristia. Saúdo seus Predecessores e demais Irmãos no episcopado, os sacerdotes, os consagrados e consagradas, e os fieis leigos, com um pensamento particular para quantos estão envolvidos na dinamização da Missão Diocesana e, mais concretamente, na preparação desta minha Visita. Sei que a mesma pode contar com a real colaboração do Presidente da Cámara do Porto e de outras Autoridades públicas, muitas das quais me honram com a sua presença, aproveitando este momento para as saudar e lhes desejar, a elas e a quantos representam e servem, os melhores sucessos a bem de todos. É necessário que um se torne connosco testemunha da ressurreição: dizia Pedro. E o seu Sucessor actual repete a cada um de vós: Meus irmãos e irmãs, e necessário que vos torneis comigo testemunhas da ressurreição de Jesus. Na realidade, se não fordes vos as suas testemunhas no próprio ambiente, quem o será em vosso lugar? O cristão é, na Igreja e com a Igreja, um missionário de Cristo enviado ao mundo. Esta é a missão inadiável de cada comunidade eclesial: receber de Deus e oferecer ao mundo Cristo ressuscitado, para que todas as situações de definhamento e morte se transformem, pelo Espírito, em ocasiões de crescimento e vida. Para isso, em cada celebração eucarística, ouviremos mais atentamente a Palavra de Cristo e saborearemos assiduamente o Pão da sua presença. Isto fará de nos testemunhas e, mais ainda, portadores de Jesus ressuscitado no mundo, levando-O para os diversos sectores da sociedade e quantos neles vivem e trabalham, irradiando aquela vida em abundância (Jo, 10, 10) que Ele nos ganhou com a sua cruz e ressurreição e que sacia os mais legítimos anseios do coração humano. Nada impomos, mas sempre propomos, como Pedro nos recomenda numa das suas cartas: Venerai Cristo Senhor em vossos corações, prontos sempre a responder a quem
quer que seja sobre a razão da esperança que há em vós (1 Ped 3, 15). E todos afinal no-la pedem, mesmo quem pareça que não. Por experiencia própria e comum, bem sabemos que e por Jesus que todos esperam. De facto, as expectativas mais profundas do mundo e as grandes certezas do Evangelho cruzam-se na irrecusável missão que nos
compete, pois sem Deus, o ser humano não sabe para onde ir e não consegue sequer compreender quem seja. Perante os enormes problemas do desenvolvimento dos povos, que quase nos levam ao desanimo e a rendição, vem em nosso auxilio a palavra do Senhor Jesus Cristo que nos torna cientes deste dado fundamental: “Sem Mim, nada
podeis fazer” (Jo 15, 5), e encoraja: “Eu estarei sempre convosco ate ao fim do mundo” (Mt 28, 20) (Bento XVI, Enc. Caritas in veritate, 78). Mas, se esta certeza nos consola e tranquiliza, não nos dispensa de ir ao encontro dos
outros. Temos de vencer a tentação de nos limitarmos ao que ainda temos, ou julgamos ter, de nosso e seguro: seria morrer a prazo, enquanto presença de Igreja no mundo, que aliás só pode ser missionaria, no movimento expansivo do Espírito. Desde as suas origens, o povo cristão advertiu com clareza a importância de comunicar a Boa Nova de
Jesus a quantos ainda não a conheciam. Nestes últimos anos, alterou-se o quadro antropológico, cultural, social e religioso da humanidade; hoje a Igreja e chamada a enfrentar desafios novos e esta pronta a dialogar com culturas e religiões diversas, procurando construir juntamente com cada pessoa de boa vontade a pacifica convivência dos povos. O campo da missão das gentes apresenta-se hoje notavelmente alargado e não definível apenas segundo considerações geográficas; realmente aguardam por nós não apenas os povos não-cristãos e as terras distantes, mas também os âmbitos sócio-culturais e sobretudo os corações que são os verdadeiros destinatários da actividade missionaria do povo de Deus. Trata-se de um mandato cuja fiel realização deve seguir o mesmo caminho de Cristo: o
caminho da pobreza, da obediência, do serviço e da imolação própria ate a morte, de que Ele saiu vencedor pela sua ressurreição . Sim! Somos chamados a servir a humanidade do nosso tempo, confiando unicamente em Jesus, deixando-nos iluminar pela sua Palavra: Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto
permaneça (Jo 15, 16). Quanto tempo perdido, quanto trabalho adiado, por inadvertência deste ponto! Tudo se define a partir de Cristo, quanto a origem e a eficácia da missão: a missão recebemo-la sempre de Cristo, que nos deu a conhecer o que ouviu a seu Pai, e somos nela investidos por meio do Espírito na Igreja. Como a própria Igreja, obra de Cristo e do seu Espírito, trata-se de renovar a face da terra a partir de Deus, sempre e so de Deus! Queridos irmãos e amigos do Porto, levantai os olhos para Aquela que escolhestes como padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição. O Anjo da anunciação saudou Maria como cheia de graça, significando com esta expressão que o seu coração e a sua vida estavam totalmente abertos a Deus e, por isso, completamente invadidos pela sua graça.
Que Ela vos ajude a fazer de vos mesmos um ≪sim≫ livre e pleno a graça de Deus, para poderdes ser renovados e renovar a humanidade pela luz e a alegria do Espírito Santo.

15 maio, 2010

A Mensagem nº 127 de 16 de Maio de 2010







EVANGELHO – Lc 24,46-53






Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois testemunhas disso. Eu vos enviarei Aquele que foi prometido por meu Pai. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos com a força do alto». Depois Jesus levou os discípulos até junto de Betânia e, erguendo as mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, afastou-Se deles e foi elevado ao Céu. Eles prostraram-se diante de Jesus, e depois voltaram para Jerusalém com grande alegria.
E estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus.






ALGUMAS SUGESTÕES PRÁTICAS
PARA O DOMINGO DA ASCENSÃO
(adaptadas de “Signes d’aujourd’hui”)

A PALAVRA MEDITADA AO LONGO DA SEMANA.
Ao longo dos dias da semana anterior ao Domingo da Ascensão, procurar meditar a Palavra de Deus deste domingo. Meditá-la pessoalmente, uma leitura em cada dia, por
exemplo… Escolher um dia da semana para a meditação comunitária da Palavra: num
grupo da paróquia, num grupo de padres, num grupo de movimentos eclesiais, numa
comunidade religiosa… Aproveitar, sobretudo, a semana para viver em pleno a Palavra de Deus.
ASCENSÃO… TRABALHAR A VERTICIALIDADE.
Para dar um tom mais específico a esta Solenidade, pode-se utilizar elementos para acentuar a verticalidade. Exemplos: colocar um recipiente com incenso, em frente ao altar, com o fumo do incenso a subir para o céu; levar o círio pascal na procissão de entrada e mantê-lo erguido durante todo o cântico de entrada, antes de o colocar no respectivo suporte; utilizar lamparinas (ou pequenas velas) durante a liturgia da Palavra. Antes da primeira leitura, um grupo de jovens com lamparinas acompanha o leitor e fica à volta do círio pascal. No fim da leitura, o presidente da assembleia acende uma pequena vela no círio pascal e comunica a luz às lamparinas dos jovens. Ficam com as lamparinas acesas durante o restante tempo da liturgia da Palavra. No Evangelho, ficam à volta daquele que lê o Evangelho e erguem as lamparinas no momento do Aleluia.
ORAÇÃO NA LECTIO DIVINA.
Na meditação da Palavra de Deus (lectio divina), pode-se prolongar o acolhimento das
leituras com a oração.
No final da primeira leitura:
Pai, que diriges o mundo na tua liberdade soberana, nós Te bendizemos pela presença do teu Filho Jesus nas nossas assembleias e nas nossas famílias, pelo ensinamento da tua Palavra, pelo banquete da Eucaristia e pelo dom do teu Espírito. Nós Te pedimos por todas as comunidades cristãs: abre os nossos corações ao teu Espírito, que os cristãos sejam testemunhas de Cristo até aos confins da terra.
No final da segunda leitura:
Cristo ressuscitado, nós Te aclamamos como o grande sacerdote por excelência. Nós Te pedimos pelos corações feridos e os espíritos abatidos pela culpabilidade e o remorso, que eles encontrem confiança no teu perdão.
No final do Evangelho:
Pai, nós Te damos graças por toda a obra cumprida pelo teu Filho Jesus no meio dos homens, segundo as Escrituras, a sua fé em Ti no meio dos sofrimentos, a sua ressurreição e a conversão proclamada em seu nome em todas as nações. Nós Te pedimos, ó Pai: envia sobre nós o teu Espírito Santo, força do alto, que nos prometeste e o teu Filho nos revelou. Envia-nos a testemunhar a tua obra de salvação

( In página dos Dehonianos)



Mulherão
Peça a um homem descrever um mulherão.
Ele imediatamente vai falar no tamanho dos seios, na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas, e cor dos olhos. Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1,80 sorriso Colgate. Etc. etc.
Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas. Mas mesmo assim existem por aí algumas. Agora pergunte a uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma em cada esquina.
Mulherão é aquela que apanha dois autocarros para ir para o trabalho e mais dois para voltar, e quando chega em casa encontra um tanque cheio de roupa para lavar e uma família morta de fome.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de Segunda a Sexta, e uma família todos os dias da semana.
Mulherão é aquela que volta do supermercado trazendo várias sacas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulherão é aquela que leva os filhos á escola, vai buscar os filhos á escola, leva os filhos á natação, vai busca os filhos á natação, leva os filhos para cama, conta histórias, dá um beijo e apaga a luz.
Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, preparando o pequeno almoço.
Mulherão é aquela que dá aulas em troca de um salário pouco mais que o mínimo ás vezes a muitos kilometros de casa, é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uvas, e quem opera pacientes, e quem lava roupa para fora, e quem põe a mesa, cozinha os alimentos e ainda trabalha atrás de um balcão.
Mulherão é quem cria filhos sozinha, quem trabalha oito horas por dia, é quem enfrenta menopausa, e menstruação, e da á luz os filhos.
Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio para azia, diarreia e dores de cabeça
Isto é ser MULHERÂO



As outras podem até ser lindas de morrer.



Mas MULHERÃO NÃO

Com Interesse


A Origem do Papado

O Sistema Católico Romano começou a tomar forma quando o Imperador Constantino, convertido ao Cristianismo presidiu o l.o Concílio das Igrejas no ano 313. No Século IV construíram a primeira basílica em Roma.As Igrejas eram livres, mas começaram a perder autonomia com Inocéncio I, ano 402 que, dizendo-se "Governante das Igrejas de Deus exigia que todas as controvérsias fossem levadas a ele."Leão I, ano 440, aumentou sua autoridade; alguns historiadores viram nele o primeiro papa. Naqueles tempos ninguém supunha que "S. Pedro foi papa", fora casado e não teve ambições temporais.O poder dos pretensos papas cresceu ainda mais quando o Imperador Romano Valentiniano III, ano 445, bajulado, reconheceu oficialmente a pretensão do papa de exercer autoridade sobre as Igrejas. O papado surgiu das rumas do Império Romano desintegrado no ano 476, herdando dele o autoritarismo e o latim como língua, embora o primeiro papa, oficialmente falando, foi Gregório no ano 600 d.C. A palavra "papa" significa pae, até o ano 500 todos os bispos ocidentais foram chamados assim: aos poucos, restringiram esse tratamento aos bispos de Roma, que valorizados, entenderam que a Capital do império desfeito deveria ser Sede da Igreja.Nicolau l, ano 858, foi o primeiro papa a usar Coroa. Usou um "Documento Conciliar falso (espúrio) dos Séculos 2.o e 3.o que exaltava o poder do papa e impôs autoridade plena r Assim, o "Papado que era recente, tomou-se coisa antiga." Quando a farsa foi descoberta Nicolau já não existia!O Vaticano projetou-se quando recebeu de Pepino, o Breve, ano 756, vastos territórios; essa doação foi confirmada pôr Carlos Magno, ano 774, quando ocupava o trono papal Adriano I. (Taglialatela, II pág. 44).Carlos Magno elevou o papado a posição de poder mundial, surgindo o "Santo Império Romano" que durou 1.100 anos. Mais tarde, Carlos Magno arrependeu-se pôr doar terras aos papas. No seu leito de morte sofreu "horríveis pesadelos". Agonizando, lastimava-se assim: "Como me justificarei diante de Deus pelas guerras que irão devastar a Itália, pois os papas serão ambiciosos, eis porque se me apresentam imagens horríveis e monstruosas que me apavoram devo merecer de Deus um severo castigo" (Piliati, Tomo I, ano 1776, Edson Thompson, Londres).O Vaticano derramou muito sangue, até ser invadido pôr Napoleão Bonaparte, em 1806. O papa foi preso e perdeu suas terras; tentou reagir mais tarde, mas Vítor Emanuelli, ano 1870. derrotou novamente as "tropas do papa" tomando-se o primeiro Rei da Itália.Assim caiu o "Santo Império Romano"! O Papa vencido advertia: "Não somos simples mortais" Ocupamos na terra o lugar de Deus, estamos acima dos anjos e somos superiores a Maria, mãe de Deus, porque ela deu a luz a um Cristo somente, mas nós, podemos fazer quantos Cristos Referia-se a transubstanciação. (Gazzeta da Alemanha n.o 21 ano 1870).Até 1929, os papas ficaram confinados no Vaticano quando Mussoline e Pio XI legalizaram com o tratado de Latrão esse pequeno Estado religioso que atualmente é "controlado pela Cúria Romana, mas governado pôr 18 velhos Cordiais, que controlam a carreira dos bispos e monsenhores, o papa fica fora dessa pirâmide". (Est. S. Paulo 28-3-82).
Fonte (http://www.cacp.org.br/index.html)

09 maio, 2010

A Mensagem nº 126 de 09 de Maio de 2010







EVANGELHO – Jo 14,23-29






Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quem Me ama guardará a minha palavra e meu Pai o amará; Nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada. Quem Me não ama não guarda a minha palavra.
Ora a palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que Me enviou.
Disse-vos estas coisas, estando ainda convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse.
Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como a dá o mundo.
Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes o que Eu vos disse: Vou partir, mas voltarei para junto de vós. Se Me amásseis, ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu. Disse-vo-lo agora, antes de acontecer, para que, quando acontecer, acrediteis



ALGUMAS SUGESTÕES PRÁTICAS
PARA O 6º DOMINGO
DO TEMPO PASCAL
(adaptadas de “Signes d’aujourd’hui”)
1. A PALAVRA MEDITADA AO LONGO DA SEMANA.

Ao longo dos dias da semana anterior ao 6º Domingo do Tempo Pascal, procurar
meditar a Palavra de Deus deste domingo. Meditá-la pessoalmente, uma leitura em cada dia, por exemplo… Escolher um dia da semana para a meditação comunitária da
Palavra: num grupo da paróquia, num grupo de padres, num grupo de movimentos eclesiais, numa comunidade religiosa… Aproveitar, sobretudo, a semana para viver
em pleno a Palavra de Deus.
FAVORECER O ACOLHIMENTO DA BOA NOVA.
Como no domingo passado, a riqueza do Evangelho é grande: será suficiente uma única audição? Pode-se valorizar e fazer eco da Boa Nova durante toda a celebração:
na palavra de acolhimento à celebração, podem-se inserir já algumas frases da Boa Nova; no momento da proclamação do Evangelho, o presidente procurará ler o texto sem se apressar, com um tom meditativo, fazendo breves pausas; no momento do gesto de paz, o padre (ou o diácono) pode recordar que é a paz do Senhor que é «oferecida – “deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz”; depois da comunhão, algumas frases do Evangelho poderão ainda ajudar à meditação…
ORAÇÃO NA LECTIO DIVINA.
Na meditação da Palavra de Deus (lectio divina), pode-se prolongar o acolhimento das
leituras com a oração.
No final da primeira leitura:
Nosso Pai, nós Te damos graças pelo teu Espírito Santo, que Tu comunicaste generosamente aos Apóstolos e, por eles, às tuas Igrejas, para orientar, guiar, sustentar e encorajar o teu povo na fidelidade à tua vontade. Nós Te pedimos pela Igrejas que estão em sínodo e por todas as equipas pastorais: pelo teu Espírito, ilumina-as na tomada de decisões!
No final da segunda leitura:
Deus Pai, estás presente em todas as assembleias de oração, por mais modestas que sejam, até nas nossas famílias, para aí revelar a Jerusalém celeste e a nova terra que
desejas criar connosco. Bendito sejas! Nós Te pedimos pelas paróquias e pelas comunidades que constroem, decoram ou reparam as suas igrejas. Que o teu Espírito as oriente nas suas escolhas.
No final do Evangelho:
Pai de Jesus Cristo e nosso Pai, nós Te damos graças pela tua presença fiel no teu Povo, primeiro pelo teu Filho, que habitou no meio dos discípulos, em seguida pelo teu Espírito, o Defensor, que habita connosco. Nós Te pedimos: mantém-nos fiéis à tua Palavra, dá-nos a paz, a tua paz, aquela de que o mundo tem necessidade. O teu Espírito de Paz.
(IN página dos Dehonianos)



PARE, POR FAVOR


Um jovem e bem sucedido executivo conduzia pela vizinhança, andando um bocado depressa demais no seu novo Jaguar. Observando crianças brincando entre os carros estacionados, diminuiu um pouco a velocidade, quando achou ter visto algo. Enquanto passava, foi olhando mas nenhuma criança apareceu.
De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral do Jaguar! travou bruscamente e fez marcha atrás até o lugar de onde teria vindo o tijolo. Saltou do carro e agarrou bruscamente uma criança, empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou: -"Por que fizeste isso? Quem és tu ? Que palermice pensas que estás fazendo?, és maluco ?Este é um carro novo e caro, aquele tijolo atiraste vai custar-me muito dinheiro. Por que fizeste isto?"- Por favor, senhor, me desculpe, eu não sabia o que fazer mais!Ninguém estava disposto a parar e me ajudar..." neste momento, lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados."Meu irmão desceu sem travão e caiu de sua cadeira de rodas e eu não consigo levantá-lo sozinho.Soluçando, o menino perguntou ao executivo:- O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está magoado e é muito pesado para mim.Comovido internamente muito além das palavras, o jovem motorista, engolindo um "Não" dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o na sua cadeira de rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.- Obrigado, e que Deus possa abençoá-lo. --- A criança disse-lhe. O homem então viu o menino se distanciar, empurrando o irmão em direcção a casa. Foi um longo caminho de volta para o Jaguar, um longo e lento caminho de volta. Ele nunca mandou consertar a porta amassada. Deixou-a amassada para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, e que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção.
Autor desconhecido

Está a decorrer na nossa comunidade
(o mês de Maria) Terço diário,
de Domingo a Sexta na capela ABC ás 21,30h
Sábados capela Nª Srª da Lapa após a celebração da Eucaristia.
A distribuição pelos grupos é a seguinte:
01 a 07 =(Coro)
08 a 14=Luzeiros :
15 a 21 =(Grupo de Leitores) :
22 a 28=(Catequese)
30 e 31=(Obra ABC.
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Procissão dia : 29 de Maio
Inicio 21,30h seguida de Eucaristia no pavilhão da Obra ABC.
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JUNHO
Dia 20 haverá teatro no pavilhão da obra ( O chã das quatro), seguido de lanche partilhado.
O preço será simbólico e oportunamente será anunciado
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O nosso blogue (http://mensagemmedancelhe.blogspot.com/) atingiu as 13.000 visitas,
Será que já visitaram também ?.

Continuamos á espera de sugestões para a nossa folha (A Mensagem) se não quiserem não precisam de se identificarem ao sugerir, escrevam-nas num papel e façam-nas chegar ao Sr. Padre Amaro.
Esperamos por elas A Mensagem é de TODOS

04 maio, 2010

A Mensagem nº 125 de 02 de Abril de 2010








EVANGELHO – Jo 13,31-33a.34-35




Quando Judas saiu do cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos:
«Agora foi glorificado o Filho do homem e Deus glorificado n’Ele.
Se Deus foi glorificado n’Ele, Deus também O glorificará em Si mesmo
e glorificá-l’O-á sem demora.
Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco.
Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros.
Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos:
se vos amardes uns aos outros».



ALGUMAS SUGESTÕES PRÁTICAS
PARA
O 5º DOMINGO DO TEMPO PASCAL
(adaptadas de “Signes d’aujourd’hui”)
A PALAVRA MEDITADA AO LONGO DA SEMANA.


Ao longo dos dias da semana anterior ao 5º Domingo do Tempo Pascal, procurar meditar a Palavra de Deus deste domingo. Meditá-la pessoalmente, uma leitura em cada dia, por exemplo… Escolher um dia da semana para a meditação comunitária da Palavra: num grupo da paróquia, num grupo de padres, num grupo de movimentos eclesiais, numa comunidade religiosa… Aproveitar, sobretudo, a semana para viver em pleno a Palavra de Deus.
O ACOLHIMENTO FRATERNO.
Neste domingo, em que o Ressuscitado nos dá o mandamento novo, não seria uma boa ocasião, para aqueles que preparam a liturgia, de verem se a comunidade está suficientemente atenta ao acolhimento fraterno de todos e de cada um no seio da celebração? As maneiras de fazer podem ser diversas, mas a exigência é a mesma:
«Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».
ORAÇÃO NA LECTIO DIVINA.
Na meditação da Palavra de Deus (lectio divina), pode-se prolongar o acolhimento das leituras com a oração.
No final da primeira leitura:
Deus, Pai do teu novo Povo, nós Te bendizemos por toda a obra que cumpriste com Paulo e Barnabé. Através deles, abriste às nações pagãs, de quem descendemos, a porta da fé.
Nós Te pedimos pelos pastores das Igrejas, a fim de que cheguem a designar “anciãos” como guias em todas as tuas comunidades.
No final da segunda leitura:
Deus que estás sentado no trono e que fazes novas todas as coisas, Pai do teu Povo, nós Te louvamos pela nova Jerusalém, a tua morada no meio dos homens, que se realiza cada vez que Te rezamos.
Nós Te confiamos os nossos irmãos e irmãs que estão em provação: que chegue o dia em que Tu lhes enxugarás as lágrimas dos seus olhos dissipando toda a tristeza.
No final do Evangelho:
Guiados pelo teu Espírito, nós Te glorificamos, Pai, com o teu Filho Jesus. Nós Te bendizemos pela teu glória, que é a tua presença vivificante, e na qual Tu comunicas connosco pela Palavra e pelo Pão. Nós Te pedimos: que o teu Espírito nos fortaleça, para que possamos viver segundo o mandamento novo que nos deste pela palavra e pela vida do teu Filho Jesus.

( In página dos Dehonianos)




A chamada no meio da noite



Todos sabemos o que é um daqueles telefonemas no meio da noite. E naquela noite não foi diferente.Acordada de repente com o barulho, olhei para os números brilhantes do meu relógio. Pensamentos de pânico me ocorreram ao pegar o telefone estremunhada. "Está?" Meu coração disparou, apertei o telefone ao ouvido e olhei para meu marido, que agora se virava na cama. "Mãe?" mal conseguia escutar o sussurro . Mas imediatamente pensei na minha filha. Quando o som de uma jovem chorando desesperadamente se tornou claro através da linha, chamei o meu marido e apertei o seu pulso. "Mãe, sei que já é tarde. Mas não... não diga nada até eu terminar. E antes que me pergunte, andei a beber sim. Quase me despistei alguns quilómetros atrás e..."Comecei a respirar rápido e breve, soltei meu marido e coloquei a mão na testa. O sono ainda entorpecia a minha mente, e tentei lutar contra o pânico. Algo não estava bem. "Fiquei com tanto medo. Eu só conseguia pensar na dor que seria se um policia aparecesse na sua porta para dizer que eu estava morta. Quero... voltar para casa. Sei que fugir não foi certo. Sei que você está muito preocupada. Deveria ter ligado há alguns dias, mas estava com medo... medo..." Soluços de emoção profunda passaram pelo telefone e foram direto ao meu coração. Imediatamente imaginei o rosto da minha filha e minha mente turvada começou a clarear. "Acho...""Não! Por favor, me deixe terminar! Por favor!" implorou ela, não com raiva, mas cheia de desespero. Fiz uma pausa e tentei imaginar o que dizer. Antes que eu pudesse começar, ela continuou. "Estou grávida, mãe. Sei que não deveria beber .especialmente estando assim, mas estou com medo, mãe. Com muito medo!" A voz pausou novamente e mordi meus lábios, sentindo meus próprios olhos se encherem d'água. Olhei para o meu marido que dizia, "Quem é?" Sacudi a cabeça e como não pude responder, ele saltou da cama e saiu do quarto, voltando poucos segundos depois com o telefone móvel no ouvido. Ela deve ter ouvido o clique na linha porque continuou: "Você ainda está me ouvindo? Por favor, não desligue. Preciso de você. Eu me sinto tão sozinha." Apertei o telefone e olhei para o meu marido, pedindo sua orientação. "Estou aqui, eu não desligaria," disse eu. "Eu devia ter lhe contado, mãe. Sei que devia ter lhe contado. Mas quando conversamos, você não pára de me dizer o que fazer. Você lê todos esses panfletos sobre como conversar sobre sexo e coisas assim, mas só você fala. Você não me escuta. Nunca me deixa falar e dizer como me sinto. É como se meus sentimentos não fossem importantes. Você acha que sabe todas as respostas só porque é minha mãe. Mas às vezes eu não preciso de respostas. Só quero alguém que me escute." Engoli em seco o nó que tinha preso à garganta e olhei para os panfletos sobre como conversar com as crianças. "Estou escutando", sussurrei. "Sabe, lá atrás na estrada, depois que perdi o controle do carro, comecei a pensar no bébé e em cuidar dele. Então vi esta cabine telefónica e foi como se estivesse a ouvi-la pregando sobre como as pessoas não devem beber e conduzir. Então chamei um táxi. Quero ir para casa." "Que bom, querida", disse eu, sentindo uma enorme sensação de alívio no peito. Meu marido chegou mais perto, sentou-se ao meu lado e entrelaçou seus dedos nos meus. "Mas sabe, acho que posso conduzir agora." "Não!" disse eu bruscamente. Meus músculos se enrijeceram, apertei a mão do meu marido. "Por favor, espere o táxi. Não desligue até o táxi chegar aí." "Eu só quero ir para casa, mãe." "Eu sei. Mas faça isso pela sua mãe. Espere o táxi, por favor." Escutei o silêncio temerosa. Como não ouvi a resposta, mordi meus lábios e fechei os olhos. De alguma forma eu tinha que impedi-la de conduzir. "O táxi está a chegar agora." Só quando eu ouvi alguém ao fundo perguntando se foi dali que pediram um táxi é que senti a tensão passar. "Estou indo para casa, mãe." Clique e o telefone emudeceu. Saindo da cama, com lágrimas nos olhos, fui até o corredor e fiquei parada no quarto da minha filha de 16 anos. O silêncio era pesado. Meu marido veio atrás, colocou seus braços ao meu redor e apoiou seu queixo no topo da minha cabeça. Enxuguei as lágrimas do meu rosto. "Temos que aprender a escutar",disse-lhe eu Ele me virou para que eu olhasse em seus olhos. "Vamos aprender. Vais ver." Ele então me tomou em seus braços e enterrei a cabeça em seus ombros largos.Deixei que ele me abraçasse por um bom tempo, então virei-me e voltei a olhar para a cama. Ele me observou por um segundo e então perguntou, "Será que ela algum dia vai saber que marcou o número errado?"Olhei para a nossa filha dormindo na sua cama e depois voltei a olhar para ele. "Talvez não tenha sido o número errado afinal de contas.""Mãe, pai, o que estão fazendo?" a voz abafada da jovem saiu de debaixo dos cobertores.Fui de encontro à minha filha, que estava agora sentada olhando no meio da escuridão. "Estamos praticando", respondi eu."Praticando o quê?" disse ela voltando a deitar-se, com os olhos já fechados de sono.




"A Escutar"……………… sussurrei passando a mão em seu rosto.

Mãe




Mãe está sempre presente



A revolta, raiva ou indignação comuns de quem perdeu um filho não fazem parte dos sentimentos de Graziela Gilioli. O sentimento desta mãe que perdeu um filho na luta contra o cancro é de «saudade» e «muito orgulho» em ter sido mãe de Alexandre.
Seis anos após a morte do filho, Graziela passa para as páginas de um livro a história do filho, da luta contra a doença e de como a família se ajustou à perda. Uma morte «silenciosa e quieta», como contou em entrevista à TVI.
Alexandre tinha 12 anos quando surgiram os primeiros sinais da doença. No final de uma corrida de kart, a mãe reparou que Alê, como tratava o filho, não estava feliz, apesar da vitória. Surgiram as primeiras queixas: dores nas costas, a que se seguiu sangue na urina.
Inicialmente pensaram tratar-se de uma infecção urinária, mas mais tarde o diagnóstico revelou-se bem mais preocupante. Alexandre tinha um cancro na glândula supra-renal esquerda.
Mais tarde surgiu um novo tumor perto do pulmão. «A respiração dele passou a ser muito suave, muito lenta e quase inaudível. A última vez que ele deu um suspiro foi muito leve e por isso eu digo que foi uma morte suave», explica Graziela.
«Alê, a mamã está aqui»
E o último suspiro de Alexandre foi dado ao lado da mãe. «Cheguei perto dele e disse "Alê, a mamã está aqui" e é como se num passo de mágica ele parasse de respirar, como se me tivesse ouvido», conta Graziela Gilioli.
A perda de um filho após uma doença prolongada é comparada pela autora de «O Meu Pequeno Médico» com a maternidade, na qual a mãe só materializa a ideia do filho ser um ser autónomo após o parto. «Durante a doença é como se fosse uma gestação. Fica-se aguardando o momento que vai ter um fim, mas quando isso se realiza você não consegue quase que acreditar», explica.
Vai fazer em Agosto sete anos que Alexandre morreu. «Revolta, raiva e uma certa indignação com a vida nunca tive», esclarece.
«Na verdade eu tenho muito orgulho em ter sido a mãe do Alexandre, porque ele me ajuda a ser uma pessoa melhor», acrescenta.
O nome do livro deve-se a tudo o que Gabriela aprendeu com o filho: «Ele é o meu pequeno médico porque me ensinou muita coisa. Eu estudei sociologia, administração de marketing, fiz MBA, mas tudo o que aprendi com o Alexandre em 20 meses de hospital não se compara com todos esses anos de estudo que tive».
Ainda presente todos os dias
A existência deste livro dá um novo sentido à vida de Graziela. «Cada pessoa que lê o livro conhece o meu filho. Então se as pessoas conhecem o Alexandre, mesmo através das minhas palavras, é como se ele estivesse mais neste mundo do que no outro», explica.
Para as outras mães que podem viver a situação da doença prolongada de um filho, Graziela deixa um conselho sábio: «Não economize os beijos, os abraços, as conversas, o ficar acordada a noite inteira. E deve aproveitar a parte boa da doença, que é a intimidade, a cumplicidade, e que é realmente conhecer o seu filho de uma maneira muito intensa e muito profunda».
Já para quem perde um filho, esta mãe que viveu esta experiência deixa palavras reconfortantes: «Pense sempre nele, porque assim ele vai estar sempre com você».

24 abril, 2010

A Mensagem nº 124 de 25 de Abril de 2010







EVANGELHO – Jo 10,27-30








Naquele tempo, disse Jesus:
«As minhas ovelhas escutam a minha voz.
Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me.
Eu dou-lhes a vida eterna e nunca hão-de perecer e ninguém as arrebatará da minha mão.
Meu Pai, que Mas deu, é maior do que todos e ninguém pode arrebatar nada da mão do Pai.
Eu e o Pai somos um só»