30 julho, 2009

Com Interesse


DIA DE SANTA ANA E SÃO JOAQUIM PAIS DE MARIA E AVÓS DE JESUS
Os estudiosos e historiadores, afirmam com base em documentos antigos, que Joaquim, cujo nome vem do hebraico e significa: preparação de Javé era um homem de posses, descendente directo do rei Davi e parente próximo de São José, que veio a ser esposo de Maria e pai terreno de Jesus.
Joaquim pode servir de exemplo para os esposos de hoje, por amar Ana com tal zelo que suportou por 40 anos toda espécie de humilhações por sua esposa não poder dar-lhe filhos.
Era ponto de honra, na época, um homem possuir herdeiros e uma esposa fértil. Considerada infértil Ana fazia recair sobre o esposo a vergonha e o estigma de ser amaldiçoado por Deus.
Por ser um homem de oração e temente a Deus, sempre fazia ofertas no templo, e como possuía muitos rebanhos, levou uma novilha ao sacerdote, mas este, considerando a oferta vinda de mãos indignas não a aceitou.
Em profunda tristeza, São Joaquim retirou-se para o deserto por 40 dias para orar, jejuar e fazer penitência, rogando a Deus um filho, um milagre! Fez o que hoje Maria nos pede em Medjugorje (oração, jejum, penitência) e pela sua fé, Deus enviou-lhe um anjo que o avisou que já poderia retornar à sua casa porque lhe seria concedido um (a) filho (a) como bênção do Senhor!
Ana, cujo nome também vem do hebraico e significa graça, angustiada pelo sumiço do marido, rezou a Deus implorando que a fizesse fértil a fim de retirar a humilhação que pesava sobre o esposo tão bondoso e amado por ela.
Viu também um anjo que a disse que teriam um (a) filho (a) e este (a) seria honrado (a) e louvado (a) em todo o mundo!
Ela respondeu: “Se Deus vive e se eu conceber um filho ou filha, será um dom do meu Deus e eu servirei a Ele toda a minha vida!”.
Ana já tinha 39 anos, idade avançada para uma primeira gravidez, mas, Deus a abençoara. Já não suportava mais as cobranças e humilhações até mesmo por parte de seu Pai, um judeu chamado Akar que tinha vindo morar em Nazaré com ela e sua mãe.
Quando Maria nasceu era dia 5 de Agosto. Essa data foi dita por Nossa Senhora aos videntes também em Medjugorje durante uma aparição, em Agosto de 1984. Nessa ocasião disse que faria 2000 anos e que gostaria que fizessem um tríduo de orações pelas suas intenções antes do dia 5. Pediu que rezassem terços. Portanto, este ano Maria Santíssima fará 2023 anos.
Com a idade de 3 anos ,Sant’Ana levou sua filha Maria ao templo, como prometera a Deus e lá a mesma permaneceu até a idade de 12 anos.
O nome Maria, também de origem hebraica significa: senhora da luz.
São Joaquim e Santa Ana viveram até que vissem o nascimento de Jesus e o avô faleceu logo após a apresentação do neto ao templo com 12 anos.
Há muitas lendas e especulações a respeito dos citados santos. Sant’ Ana, e por muitas vezes confundida com a filha Maria, por sua imagem assemelhar-se a de Nossa Senhora aparecendo em Paris-França (onde se apresentou com o título de Nossa Senhora das Graças), à Santa Catarina Labouré, sentada na famosa poltrona da capela do convento das Filhas de Caridade, da Rue du Bac (onde também nos presenteou com a medalha milagrosa, sinal de fé através da qual Maria nos oferece abundantes graças).
Maria descende de uma família santa, exemplo de fé, oração, paciência e amor a Deus. É no seio desta família que são alicerçadas suas conhecidas virtudes.
Reze hoje por seus avós, se já partiram desta vida, ofereça-lhes uma missa, se estão pertinho de você, aproveite para dizer-lhes que os ama e peça à Deus que derrame sobre eles Suas graças e que possam preparar-se para um futuro encontro com Deus, fim dos que crêem e dos que não crêem.
Sant'Ana e São Joaquim, Rogai por nós!

20 julho, 2009

A Mensagem nº 83 de 19 de Julho de 2009


Mc 6,30-34


Os apóstolos voltaram e contaram a Jesus tudo o que tinham feito e ensinado. Havia ali tanta gente, chegando e saindo, que Jesus e os apóstolos não tinham tempo nem para comer. Então ele lhes disse: - Venham! Vamos sozinhos para um lugar deserto a fim de descansarmos um pouco. Então foram sozinhos de barco para um lugar deserto. Porém muitas pessoas os viram sair e os reconheceram. De todos os povoados, muitos correram pela margem e chegaram lá antes deles. Quando Jesus desceu do barco, viu a multidão e teve pena daquela gente porque pareciam ovelhas sem pastor. E começou a ensinar muitas coisas.

Reflectindo


O sumário da missão de Jesus


Marcos apresenta, neste texto, mais um sumário da missão de Jesus, agora também registando o retorno dos apóstolos que haviam sido enviados. Estes sumários de missão, que indicam o bom andamento do ministério de Jesus, mostram Jesus cuidando de seus discípulos e em contacto com as multidões carentes, atento às suas necessidades e procurando libertá-las de suas carências e opressões, dirigindo-lhes a palavra. Os Doze, que tinham sido enviados, retornam e contam a Jesus tudo o que fizeram e ensinaram. "Fazer e ensinar" é o próprio estilo de Jesus e sua proposta para a prática missionária. Marcos retoma, então, a observação de que o assédio da multidão não deixava tempo nem para comer (cf. 3,20). Jesus preocupa-se com a recuperação dos discípulos, em lugar que ofereça repouso, depois da fadiga da missão, na oração e na comunicação da palavra. O tema do "comer" prepara também o tema do "pão", que virá a seguir. O "barco" associado à missão é também utilizado para a busca do devido repouso. Marcos, com um texto expressivo, acentua a insistência da multidão: partindo de todas as cidades correram a pé e chegaram antes deles! E diante desta multidão excluída pela classe dirigente do sistema teocrático da Judéia, Jesus enche-se de terna compaixão. Marcos usa a palavra ochlós, que designa o grande número de excluídos e marginalizados, uma confusa maioria de anónimos que se diferenciam da classe dirigente. Eram pessoas prejudicadas pelo sistema político-religioso, tanto do templo de Jerusalém como do Império Romano, que agiam como "pastores que destroem e dispersam o rebanho da minha pastagem" (primeira leitura). Estas pessoas empobrecidas, excluídas das sinagogas e das elites sociais, buscam acolhida em Jesus, que, com sua palavra amorosa, dá-lhes esperança e ânimo. Ele é o bom pastor, que traz a paz e acolhe as multidões sem discriminar ninguém

Para Meditar


O Orgulho de Satanãs


Conta-se que um dia satanás, cheio de orgulho das suas conquistas, prometeu a um católico
de uma destas teologias da libertação que falaria a verdade se ele o acompanhasse num passeio
para conhecer suas obras e suas conquistas.
Então ele iria provar que a Igreja já estava destruída e que o mundo inteiro já era dele.
O dito católico aceitou. Foi assim:
Iam os dois passeando pela rua, quando o católico viu dez demónios, que vinham conversando
pela rua fora. Pareciam muito contentes e entusiasmados! Que tem eles, que parecem tão felizes, perguntou o católico? Há, disse o maligno, estes dez são meus seguidores mais ladinos.São os meus doutores em “teologia”.
Eles estão regressando da reunião onde foi feito o novo catecismo da Igreja Católica.
Deu tudo certo! Acabamos com aquele maldito e antigo “Meu Pequeno Catecismo”e introduzimos um “novo”.
Ficou agora com muito mais aulas de sexo, Educação Cívica e Estatística do que de religião.
Fala mais de amizade, que de Jesus e... daquela Senhora. Fala menos de Jesus Eucarístico e mais delibertação e cidadania. As crianças vão continuar a comungar só aos 12 anos e não aos 7 como devia ser.
Uma grande vitória! Tem até três aulas de ecologia. Há! Há! Há! Riu o maligno! Seguiram adiante! Logo encontraram outros três demónios e estes não pareciam assim tão satisfeitos! Que se passou com estes, perguntou o católico? Ah! Estes estão regressando da reunião onde aprovaram o texto da Via Sacra deste ano.
Eles estão furiosos, porque não conseguiram tirar aquela velha e surrada jaculatória do início de cada estação.
“Nós vos adoramos...Senhor” ! E que tem isso a ver? É que eu não aceito que se diga isso. Eu não quero que adorema Deus mas a mim.
Já o resto inteiro ficou bom. Fala em desempregados, em milhares de mortos, em “sem terra”, em “sem casa”
e tudo o mais. Lá eles tratam apenas dos problemas do bairro que se deveria até discutir nas associações de moradores.
Isso quer dizer que eles vão lá na frente de Cristo contar os seus pecados como se Deus fosse o culpado deles
E não o inverso. Eles deviam é ir lá chorar amargamente todos os seus próprios pecados, pelos quais Cristo morreu.
E isso faz Jesus sofrer ainda mais! Tá Ótimo! Seguindo foram visitar algumas igrejas. Na primeira delas, uma multidão de pessoas, ouvia-se discursos inflamados,
aplausos... mas estranhamente havia apenas um velho demónio fumando cachimbo lá no alto da torre da Igreja. Porque, só um demónio e tão tranquilo, se há tanta gente rezando? Que rezando que nada! Esse é o pessoal de uma tal teologia revolucionária discutindo se vão ou não fazer greve,
e manifestação. Eles só discutem “neoliberalismo” e “política excludente”. Eles só sabem falar mal
e axincalhar os outros, mas salvar almas, nada. Esse pessoal é político partidário, e Jesus nunca foi político.
Ele sempre expulsou nos meus farisesus, saduceus e zelotes... que tanto me ajudaram! E afinal, elespróprios não passam de fariseus, porque falam, falam, mas não fazem nada! Vivem todos gordos e bem alimentados...
instigando os outros procurar conflitos no trabalho exiginda o que ás vezes nem são seus direitos.. Não pode ser eu estou ouvindo eles falarem em Jesus!
Que Jesus, coisa nenhuma! Esse Jesus que eles falam é um revolucionário anti-cristão. Um sujeito
que é capaz de pegar numa foice e sair matando gente numa invasão de terra. Se Jesus tivesse aprovadotal aberração doutrinária, eu já teria degolado todos os homens da terra e levado o mundo inteiro para a minha casa! Então para que é aquele velho diabo lá na torre? Simples precaução! Apenas para evitar que alguém tenha amaldita idéia de rezar um Pai Nosso no começo ou no fim de uma reunião destas! Se alguém dali quiser rezar,
ele tira-lhe logo essa ideia da cabeça! Mas tem gente boa no meio deles! Sim, mas tem muito mais gente manipulada e iludida pelos meus. Veja que um dos seus expoentes é um
padre falido, que largou a batina para viver amantizado. Como é que eles podem achar que este homem
é uma árvore de bons frutos? Veja o anel preto que eles usam nos dedos. Este é o anel da opção pelo mundo.
Da opção deles pelo meu Reino, porque aqui mando eu! Eles, de certa forma, trabalham é para mim.Há, Há, Há! Então foram a outra Igreja. Quando lá chegaram havia um milhão de demónios voando ao redor, todos espavoridos
e gritando desesperados... Que é isso, perguntou o católico, e porque gritam tanto? Arre, disse o maligno, isso é por causa de uma velhinha que está lá rezando o Terço diante do Sacrário.
E a cada vez que essa velha pronuncia o nome de Jesus e... da tal Senhora, , então meus galfarros tem que
gritar assim apavorados, pois essa oração é a que mais nos mete medo. Assim não dá, disse o maligno! Temos que fazer esta velha parar de rezar,
Porque senão ela acaba com o meu reino neste mundo!

Com Interesse


Igreja da Santíssima Trindade vence prémio internacionalSantuário felicita Eng. Mota Freitas e equipa projectista


A Igreja da Santíssima Trindade, do Santuário de Fátima, recebeu o prémio «Outstanding Structure 2009» (Excelente Estrutura 2009), atribuído pela Associação Internacional para a Engenharia de Pontes e Estruturas (IABSE), que junta 4 mil membros de 100 países e é considerado como o Nobel da Engenharia Civil, por representar o reconhecimento das mais notáveis, inovativas, criativas ou estimulantes estruturas nos últimos anos.
A cerimónia de entrega do galardão ao responsável pelo projecto de estrutura, engenheiro José Mota Freitas (na foto), e à sua equipa, terá lugar a 9 de Setembro, na cerimónia de abertura do 33º Congresso da IABSE, em Banguecoque, Tailândia.


25 e 26 de JulhoDia de S. Joaquim e de Santa Ana, avós de Jesus, celebrado em Fátima


- Dia dos Avós celebrado em Fátima - Para celebrar a festa litúrgica de S. Joaquim e Santa Ana, pais de Nossa Senhora, avós de Jesus, no dia 26 de Julho, o Santuário de Fátima, com a colaboração do Movimento da Mensagem de Fátima, prepara a realização de um encontro-peregrinação no santuário, no fim-de-semana de 25 e 26.
O programa é aberto à participação de todos os avós e netos, e gratuito. Está a ser preparado e incluiu vários momentos de reflexão e celebrações litúrgicas, a saber:
Dia 25 - Sábado15:00 – Filme na Casa de Nossa Senhora das Dores (Santuário) e reflexão.17:00 – Sacramento da Reconciliação21:30 – Rosário na Capelinha e procissão de velas.
Dia 26 - Domingo08:30 – Adoração ao Santíssimo.10:00 – Rosário e missa no Recinto do Santuário, presidida por D. Augusto César
Em caso de necessidade, e consoante a disponibilidade, aceitam-se inscrições para alojamento e/ou refeição no Santuário, que serão pagos. Nestes casos, a inscrição deve ser efectuada através do contacto com o Secretariado do Movimento da Mensagem de Fátima (mmf@fatima.pt Tel. /fax 249 539 679).
Sugestão, para a Tarde - Avós e Netos juntos no Museu
Para o resto da tarde de domingo o Santuário sugere a participação dos avós e dos netos em uma iniciativa de âmbito mais cultural e lúdico, organizada pelo Museu de Arte Sacra e Etnologia, em Fátima: “Dia dos Avós – Avós e Netos juntos no Museu”.
Com sessões gratuitas, num dos seguintes horários: 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, segundo anuncia este museu propriedade do Instituto da Consolata, “os avós e netos que visitarem juntos o museu na tarde de domingo 26 de Julho, terão à sua espera um Teatro de Fantoches, um filme animado sobre a vida dos avós de Jesus, Santa Ana e São Joaquim”, entre outras iniciativas.
(Página oficial do Santuário)

Lembramos que na capela do ABC temos como Padroeiro (S. Joaquim)

11 julho, 2009

A Mensagem nº 82 de 12 de Julho de 2009







Evangelho ( SM 6,7-13)






Naquele tempo, 7Jesus chamou os doze, e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros.8Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. 9Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. 10E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. 11Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!” 12Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. 13Expulsavam muitos demónios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.

Reflectindo

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO
- Jesus prepara os discípulos para missão
Os evangelistas mencionam, com frequência, o ensino de Jesus. No Evangelho de Marcos, este ensino não é tanto com palavras, mas sim com o próprio testemunho de vida de Jesus. Com seu "ensino", Jesus prepara os discípulos (Mc 6,6). Em seguida, envia-os. Testemunho e envio estão intimamente ligados. E, após o envio, os discípulos "saíram para proclamar". Contudo, a proclamação é acompanhada de gestos concretos de libertação. Marcos destaca o poder sobre os espíritos impuros. É o espírito da sinagoga que dominava um homem, tendo sido este libertado por Jesus (Mc 1,23). Jesus, progressivamente, inclui os discípulos no seu ministério. O despojamento deles não tem o carácter de um ascetismo heróico. Significa o testemunho da confiança na bondade humana. É um ousado testemunho que, certamente, toca os corações. A segurança vem da confiança no amor, e não no poder da riqueza. O testemunho de Jesus não é o de austeridade pela austeridade, mas sim o do desprendimento e da confiança em Deus e no próximo: os discípulos devem se entregar, com confiança, aos cuidados daqueles que encontrarem no caminho. Confiam na acolhida e na capacidade de partilha de cada um. Este ato de entrega e confiança liberta nas pessoas seu potencial de acolhida, solidariedade e amor. O missionário, de maneira profética, denuncia a opressão e a violência dos poderosos, como o profeta Amós (primeira leitura), e anuncia a projecto de Deus de nos adoptar como filhos, nos comunicando sua vida através da encarnação de seu Filho, Jesus (segunda leitura). A ação missionária, restaurando nas pessoas sua dignidade e capacidade de amar, as liberta da opressão, dando-lhes sentido à vida.

Oração
Pai, coloca-me no caminho da verdadeira piedade, a qual me leve a estar em perfeita sintonia contigo, realizando aquilo que, de fato, é do teu agrado.

Laços de Comunidade

A Nossa Comunidade em Festa

Confesso que fui tentado a colocar como título deste artigo (Comunidade Orgulhosa), mas lembrando de palavras ditas pela Angelita (O Orgulho é dos maiores pecados), optei por não o fazer.
Mas a verdade é que nossa comunidade deve estar agradecida a Deus e sua Mãe Maria Santíssima, por ter tido o privilégio de contar durante muito tempo com a presença da Angelita, onde deixou algumas de suas raízes, (Mãe, Irmãos e Tia), quem não se lembra dela ainda estudante durante a semana correr manhã cedo para a capela do ABC assistir á eucaristia celebrada pelo saudoso Padre Luís Sabini, acabada esta ir a correr para a faculdade, Angelita sempre com um sorriso e uma palavra amiga para todos.
A Angelita não tem parado, através da Aliança de Santa Maria por todo o País e outras partes do Mundo, anunciando a Mensagem de Fátima, Agora distinguida com a honra de vice postulante para a canonização dos pastorinhos, que ela tanto ama, partilhamos com ela esta alegria e de certeza que a iremos acompanhar com nossas orações.
(Existe na nossa comunidade um grupo de oração ligado á Aliança de Santa Maria (Luzeiro de Santa Maria)
Angelita, obrigado pelo que é e pelo que faz.

(A Redacção de A Mensagem)



Nova responsável pela canonização dos pastorinhos Francisco e Jacinta Marto
A religiosa Ângela de Fátima Coelho, da congregação Aliança de Santa Maria, foi nomeada adjunta, com direito a sucessão, do vice-postulador da Causa de Canonização de Francisco e Jacinta Marto, anunciou hoje a Diocese de Leiria-Fátima.
Segundo o decreto de nomeação, a responsável vai partilhar estas funções com o padre Luís Kondor, de 81 anos, que desde 1960 é responsável por este trabalho e se encontra doente há vários meses.
À Agência Lusa, a religiosa, de 38 anos, disse que “a primeira meta” do seu trabalho é a canonização dos videntes de Fátima.
“A prioridade é chegar à canonização de Francisco e Jacinta Marto”, sublinhou Ângela de Fátima Coelho, acrescentando que, para tal, “é necessário promover, cada vez mais, o culto da vida e da piedade cristã dos pastorinhos”.
Afirmando-se “surpresa” pelo convite endereçado pelo postulador da Causa da Canonização de Francisco e Jacinta Marto, padre Paolo Molinari, e pelo bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, a religiosa adiantou que vai continuar o trabalho de “divulgação” da vida dos videntes e de “dinamização” da causa.
A freira, superiora da comunidade de Fátima da Aliança de Santa Maria, congregação que tem como “carisma evangelizar através do Imaculado Coração de Maria, difundindo a mensagem de Fátima”, considerou a este propósito que a nomeação “é a cereja em cima do bolo”.
A responsável explicou que já “colaborava pontualmente” com o sacerdote Luís Kondor, sobretudo na “orientação de graças” que chegavam à Vice-postulação, sediada em Fátima.
As novas funções da religiosa incluem também a responsabilidade directa pelo “Secretariado dos Pastorinhos”, no qual passa por orientar uma equipa de colaboradores cuja missão é promover no mundo o conhecimento e a devoção aos videntes de Fátima, informou ainda a Diocese de Leiria-Fátima.
De acordo com a diocese, a Vice-Postulação tem como missão promover o processo de canonização, recolhendo testemunhos e divulgando a devoção aos beatos.
Já o trabalho do vice-postulador passa por estudar a vida dos candidatos à canonização, a sua fama de santidade e a sua intercessão por meio das graças alcançadas, sendo nas causas de canonização ou beatificação, o mais importante colaborador do bispo e do Vaticano.
Natural de Baião, Ângela de Fátima Coelho licenciou-se em Medicina, no Porto, e depois tirou o curso de Ciências Religiosas em Madrid, tendo entrado para a congregação da Aliança de Santa Maria em 1995.
A religiosa é médica no Hospital de Santo André, em Leiria, e professora na diocese e em Aveiro.
Os videntes Francisco e Jacinta Marto foram beatificados em Maio do ano 2000, em Fátima, pelo Papa João Paulo II.
Esta cerimónia acabou por desencadear o processo de canonização, na sequência da suposta cura milagrosa de uma criança que padecia de diabetes.
Na ocasião, a mãe, emigrante portuguesa na Suíça, segurou o filho enquanto assistia, pela televisão, às cerimónias de beatificação.
Contudo, com base no “parecer dos médicos da Congregação para a Causa dos Santos, [a cura] não pode ser considerada um milagre”, declarou, em Maio do ano passado o responsável da congregação, D. José Saraiva Martins, em Fátima.

Breve entrevista à Irmã Ãngela"

É uma alegria poder trabalhar naquilo que é o coração do carisma da minha congregação
Em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, a Irmã Ângela Coelho fala sobre as novas responsabilidades que esta nomeação lhe trará. Sobre Francisco e Jacinta Marto, sublinha ser fundamental continuar-se a recolha de testemunhos e a promoção da devoção aos Beatos de Fátima, salientando a sua importância para a piedade dos cristãos
1. Como acolheu esta nomeação?
Acolhi com surpresa, com alegria e com sentido de responsabilidade.
Com surpresa porque, na verdade, não estava absolutamente à espera desta nomeação.
Com alegria porque amo os Bem-aventurados Francisco e a Jacinta, uma vez que o carisma da minha congregação, Aliança de Santa Maria, é cooperar na nova evangelização através do Coração Imaculado de Maria, difundindo a Mensagem de Fátima. E os Pastorinhos são parte integrante da Mensagem de Fátima. Logo, é uma alegria poder trabalhar naquilo que é o coração do carisma da minha congregação.
Com sentido de responsabilidade porque sei que muito me é confiado, quer por parte do Sr. Bispo D. António Marto, quer pelo Postulador em Roma.
2. Já colaborava no Secretariado dos Pastorinhos. Como é trabalhar com o Sr. P. Kondor?
De facto, colaboro com o Sr. P. Kondor desde há 9 anos. Ao longo deste tempo pude testemunhar a sua entrega incansável à Causa do Francisco e da Jacinta e pude aprender da sua muita experiência acumulada ao longo de mais de 40 anos. Talvez a nomeação seja fruto desta colaboração, onde tomei conhecimento dos processos e da forma de se trabalhar numa causa de canonização.
3. Em que fase está o processo? Quais os próximos passos?
Após a beatificação, que, como sabemos, ocorreu em 2000, o objectivo seguinte é a canonização. Para isso, é necessário um milagre. Este é o passo mais concreto a dar. Contudo, paralelamente, e para alcançar essa finalidade, é necessário dinamizar a divulgação da vida dos Pastorinhos, das suas virtudes, daquilo que foram e que os torna modelos de vida cristã, para os adultos e para as crianças. É fundamental recolher testemunhos e promover a devoção aos Beatos Francisco e Jacinta Marto, salientando a sua importância para a piedade dos cristãos.
4. O secretariado pretende dar continuação ao trabalho da divulgação da Mensagem de Fátima?
Claro que sim. A vida da Francisco e da Jacinta e a Mensagem de Fátima são como que duas faces de uma só moeda. Uma não se entende sem a outra!
Divulgar a Mensagem de Fátima é a melhor forma de dar a conhecer a vida do Francisco e da Jacinta. É, pois, de todo o interesse, a difusão das Memórias da Ir. Lúcia, do Boletim dos Pastorinhos e de todas as publicações que formos considerando importantes neste âmbito.
5. Como encara esta novidade na sua vida religiosa, médica, conferencista, formadora e agora vice-postuladora?Bem, o facto de ser religiosa de uma congregação cujo carisma é precisamente a Mensagem de Fátima é providencial. Por outro lado, as conferências que tenho feito ao longo dos anos, na sua maioria são acerca da Mensagem de Fátima e dos Videntes, o que me permite já ter algum conhecimento e experiência, que serão importantes para o trabalho nesta Causa. Por outro lado, a medicina é sempre uma mais valia num trabalho deste género. Enfim, o saber que fui acumulando ao longo dos 10 anos de formadora também me ajudou a ser um pouco do que sou como religiosa. E confio à intercessão do Francisco e da Jacinta todo o trabalho na Causa… penso que eles ainda estão mais interessados do que eu no seu bom andamento!

(Página Oficial do Santuário )

06 julho, 2009

A Mensagem nº 81 de 05 de Julho de 2009







EVANGELHO Mc 6, 1-6



Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se à sua terra e os discípulos acom¬panharam-n’O. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Os numerosos ouvintes estavam admirados e diziam: «De onde Lhe vem tudo isto? Que sabedoria é esta que Lhe foi dada e os prodigiosos milagres feitos por suas mãos? Não é Ele o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? E não estão as suas irmãs aqui entre nós?». E ficavam perplexos a seu respeito. Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra, entre os seus parentes e em sua casa». E não podia ali fazer qualquer milagre; apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. Estava admirado com a falta de fé daquela gente. E percorria as aldeias dos arredores, ensinando.

Reflectindo

O texto do Evangelho repete uma ideia que aparece também nas outras duas
leituras deste domingo: Deus manifesta-Se aos homens na fraqueza e na
fragilidade. Normalmente, Ele não se manifesta na força, no poder, nas qualidades
que o mundo acha brilhantes e que os homens admiram e endeusam; mas, muitas
vezes, Ele vem ao nosso encontro na fraqueza, na simplicidade, na debilidade, na
pobreza, nas situações mais simples e banais, nas pessoas mais humildes e
despretensiosas… É preciso que interiorizemos a lógica de Deus, para que não
percamos a oportunidade de O encontrar, de perceber os seus desafios, de
acolher a proposta de vida que Ele nos faz…
¨ Um dos elementos questionantes no episódio que o Evangelho deste domingo nos
propõe é a atitude de fechamento a Deus e aos seus desafios, assumida pelos
habitantes de Nazaré. Comodamente instalados nas suas certezas e preconceitos,
eles decidiram que sabiam tudo sobre Deus e que Deus não podia estar no
humilde carpinteiro que eles conheciam bem… Esperavam um Deus forte e
majestoso, que se havia de impor de forma estrondosa, e assombrar os inimigos
com a sua força; e Jesus não se encaixava nesse perfil. Preferiram renunciar a
Deus, do que à imagem que d’Ele tinham construído. Há aqui um convite a não
nos fecharmos nos nossos preconceitos e esquemas mentais bem definidos e
arrumados, e a purificarmos continuamente, em diálogo com os irmãos que
partilham a mesma fé, na escuta da Palavra revelada e na oração, a nossa
perspectiva acerca de Deus.
¨ Para os habitantes de Nazaré Jesus era apenas “o carpinteiro” da terra, que nunca
tinha estudado com grandes mestres e que tinha uma família conhecida de todos,
que não se distinguia em nada das outras famílias que habitavam na vila; por isso,
não estavam dispostos a conceder que esse Jesus – perfeitamente conhecido,
julgado e catalogado – lhes trouxesse qualquer coisa de novo e de diferente… Isto
deve fazer-nos pensar nos preconceitos com que, por vezes, abordamos os
nossos irmãos, os julgamos, os catalogamos e etiquetamos… Seremos sempre
justos na forma como julgamos os outros? Por vezes, os nossos preconceitos não
nos impedirão de acolher o irmão e a riqueza que Ele nos traz?
¨ Jesus assume-Se como um profeta, isto é, alguém a quem Deus confiou uma
missão e que testemunha no meio dos seus irmãos as propostas de Deus. A
nossa identificação com Jesus faz de nós continuadores da missão que o Pai Lhe
confiou. Sentimo-nos, como Jesus, profetas a quem Deus chamou e a quem
enviou ao mundo para testemunharem a proposta libertadora que Deus quer
oferecer a todos os homens? Nas nossas palavras e gestos ecoa, em cada
momento, a proposta de salvação que Deus quer fazer a todos os homens?
¨ Apesar da incompreensão dos seus concidadãos, Jesus continuou, em absoluta
fidelidade aos planos do Pai, a dar testemunho no meio dos homens do Reino de
Deus. Rejeitado em Nazaré, Ele foi, como diz o nosso texto, percorrer as aldeias
dos arredores, ensinando a dinâmica do Reino. O testemunho que Deus nos
chama a dar cumpre-se, muitas vezes, no meio das incompreensões e
oposições… Frequentemente, os discípulos de Jesus sentem-se desanimados e
frustrados porque o seu testemunho não é entendido nem acolhido (nunca
aconteceu pensarmos, depois de um trabalho esgotante e exigente, que estivemos
a perder tempo?)… A atitude de Jesus convida-nos a nunca desanimar nem
desistir: Deus tem os seus projectos e sabe como transformar um fracasso num
êxito.
( In Pagina dos Dehonianos)

Para Meditar


A caixinha dourada
(Autor: desconhecido)


Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina a embrulhar uma caixinha com aquele papel dourado e a colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse: "Isto é para ti, Papá!"
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reacção, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou e disse: "Tu não sabes que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?"
A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse: "Oh Papá, não está vazia. Eu soprei beijinhos para dentro da caixa. Todos para ti, Papá".
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, pegava na caixa e tirava um beijo imaginário, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos dos nossos pais, filhos, irmãos e amigos...
Ninguém tem uma propriedade ou posse mais bonita que esta.

Com Interesse

AS CORES DOS PARAMENTOS LITÚRGICOS E SEU SIGNIFICADO

A liturgia sagrada da Igreja tem uma linguagem simbólica muito expressiva, através das cores. As cores propriamente litúrgicas são seis: branco, vermelho, verde, roxa, rosáceo e preto. Em alguns lugares, por privilégio, usa-se o azul celeste na festividade da Imaculada Conceição.
BRANCA - Resultado de todas as cores juntas, simboliza a pureza e a alegria. É usada em todas as festividades de Nosso Senhor (excetuadas as da Paixão), que é a Luz do mundo; nas festas de Nossa Senhora, dos anjos e dos santos não-mártires.
VERDE - Simboliza a esperança. É adotada nos domingos que seguem a festa da Epifania, até à Setuagésima; e após o Pentecostes, até o Advento.
VERMELHA - Simboliza o fogo do amor, da caridade ou do martírio (lembrando o sangue dos Márties). É adotada nas festividades do Espírito Santo da Santa Cruz e dos Santos Mártires, bem como no Domigo da Paixão e Sexta-Feira Santa. (Antigamente, na Sexta-Feira Santa usava-se o preto, que hoje está em desuso
ROXA - Simboliza a penitência e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento.

Trinta e oito Legionários de Cristo ordenados diáconos em Roma,
Provenientes de 9 países
na Capela do Centro de Estudos Superiores de Roma, realizou-se a celebração para a ordenação diaconal de 38 Legionários de Cristo. O rito foi presidido por Dom Mauro Piacenza, Secretário da Congregação para o Clero. Como concelebrantes, entre outros, o Padre Álvaro Corcuera, L.C., Diretor Geral dos Legionários de Cristo e do movimento Regnum Christi, e o seu Vigário Geral Padre Luis Garza, L.C.Os novos diáconos são provenientes de 9 Países: Brasil (2), Canadá (2), República Tcheca (1), Espanha (6), Itália (1), México (19), Estados Unidos (5), Venezuela (1) e Vietnã (1). Entre eles há dois médicos, três engenheiros, um jornalista, um doutor em Bioética e um especialista nas obras de Tolkien. Jiři Brabec será o primeiro diácono da Congregação dos Legionários de Cristo originário da República Tcheca. Outros Legionários de Cristo foram ordenados diáconos nas últimas semanas em várias cidades do México, dos Estados Unidos, da Espanha e da Alemanha. Em breve haverá outras ordenações diaconais também na França e na América do Sul. Atualmente, a Congregação dos Legionários di Cristo è presente in 22 Países, com 800 sacerdotes e 2600 seminaristas. Conta com 127 casas religiosas e dirige mais de 240 centros educativos. (S.L.) (Agência Fides 30/6/2009)

MAIS UM PASSO RUMO À BEATIFICAÇÃO DE JPII
Cidade do Vaticano, 03 jul (RV) - Uma comissão de teólogos aprovou na última terça-feira, a chamada ‘Positio super virtutibus' (posição sobre as virtudes do fiel) do Papa João Paulo II, o que representa mais um passo no processo de beatificação de Karol Wojtyla.

OBAMA: PAPA É MUITO MAIS QUE UM CHEFE DE ESTADO
Washington, 03 jul (RV) - "Bento XVI é muito mais que um chefe de Estado." Palavras do presidente norte-americano, Barak Obama, em entrevista concedida na Casa Branca a um restrito grupo de jornalistas, entre os quais uma correspondente da Rádio Vaticano.

29 junho, 2009

A Mensagem nº 80 de 28 de Junho de 2009







EVANGELHO – Mc 5, 21-24.35b-43






Naquele tempo, depois de Jesus ter atravessado de barco para a outra margem do lago, reuniu-se uma grande multidão à sua volta, e Ele deteve-Se à beira-mar. Chegou então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Ao ver Jesus, caiu a seus pés e suplicou-Lhe com insistência: «A minha filha está a morrer. Vem impor-lhe as mãos, para que se salve e viva». Jesus foi com ele, seguido por grande multidão, que O apertava de todos os lados. Entretanto, vieram dizer da casa do chefe da sinagoga: «A tua filha morreu. Porque estás ainda a importunar o Mestre?». Mas Jesus, ouvindo estas palavras, disse ao chefe da sinagoga: «Não temas; basta que tenhas fé». E não deixou que ninguém O acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Quando chegaram a casa do chefe da sinagoga, Jesus encontrou grande alvoroço, com gente que chorava e gritava. Ao entrar, perguntou-lhes: «Porquê todo este alarido e tantas lamentações? A menina não morreu; está a dormir». Riram-se d’Ele. Jesus, depois de os ter mandado sair a todos, levando consigo apenas o pai da menina e os que vinham com Ele, entrou no local onde jazia a menina, pegou-lhe na mão e disse: «Talita Kum», que significa: «Menina, Eu te ordeno: Levanta-te». Ela ergueu-se imediatamente e começou a

Reflectindo


Breve meditação: Jesus, Fonte de Vida. Jesus passou à outra margem,
uma grande multidão reuniu-se à sua volta. Chega um chefe de sinagoga…
Para Ti, Senhor, a multidão não é uma massa anónima a quem se dirige uma
mensagem impessoal…Para Ti, Senhor, trata-se de pessoas concretas, com rostos
particulares. Chamas cada um pelo seu nome.
Tu sabes escutar, estar atento, permanecer disponível. Vens dizer a todos e a cada um:
Eu vim para que todos os homens tenham vida… em abundância.
As multidões reúnem-se à tua volta porque, talvez inconscientemente, encontraram em Ti
a verdadeira fonte de vida.
É o caso de Jairo: Vem impor-lhe as mãos para que ela viva!
É o caso da mulher: Se chegar a tocar-Lhe, serei salva!
Tu vais ajudá-los a crescer na fé…
A mulher, humanamente incurável: ousou violar a lei que a proibia de tocar alguém.
Ela quer ser curada a todo o custo.
Ao tocar as tuas vestes, é a fonte da vida que ela atinge. Desde então, está curada.
Mas Tu não és um mágico que faz prodígios sem o saber. Viras-Te para ela: queres
fazê-la progredir na sua fé. Ela, que esperava uma cura corporal, encontra em Ti a Salvação,
a Vida em plenitude.
Jairo acaba de saber da morte da sua filha.
Tu apoia-lo na sua caminhada: Não temas, crê somente! Segue-lo até à sua casa…
Aproximas-Te do seu filho inerte, toma-la pela mão: Levanta-te!
É a palavra da ressurreição… e a fonte de vida corre de novo nela: a jovem começou a andar.
Ele disse-lhes para lhe darem de comer.
Manténs os pés bem assentes na terra, Senhor!
Os pais, abalados, não pensavam que a sua filha tinha fome!
É a nós que Tu Te diriges também
convidando-nos para a tua Eucaristia:
Tomai, todos, e comei: isto é o meu corpo entregue por vós!
Quem me come viverá!
Na escuta da Palavra… Eis Jesus mergulhado no barulho e nos apertos da
multidão. Para mais, circula o rumor: Jesus vai fazer um milagre, curar a jovem filha de
Jairo! A multidão esmaga Jesus. E eis que uma mulher quer aproximar-se de Jesus, a
todo o custo, para tocar ao menos as suas vestes. Ela quer ser também beneficiária
do poder do homem de Deus, ser, enfim, curada da sua doença que dura há doze
anos. Ela chega por detrás, toca as suas vestes. Conhecemos o diálogo que se
segue… O mesmo acontece com Jairo que se aproxima… No meio da multidão, Jesus
está atento a estas pessoas concretas, manifesta uma disponibilidade extraordinária,
está extremamente atento à sua presença. No meio da multidão, Jesus está atento a
cada um. Ninguém fica anónimo aos olhos de Jesus. Está habitado pelo amor de Deus
para com os seus filhos. No Coração do Pai, Jesus é capaz de uma atenção extrema a
cada angústia do ser humano. Não interessa quem possa vir junto d’Ele, não interessa
qual é a situação: ele será sempre acolhido, Jesus dará sempre a sua atenção como
se cada um estivesse sozinho no mundo com Ele. Isto continua a ser verdadeiro,
agora que Jesus está na plenitude da glória do seu Pai. Se eu também começasse a
fazer silêncio em mim para melhor escutar Jesus, através da sua Palavra, se eu
tivesse tempo para a oração interior, para aprofundar o meu silêncio interior…
certamente ficaria mais disponível, mais atento aos outros. Senhor Jesus, dá-me a
graça do silêncio interior que escuta e que ama.
(In página dos Dehonianos )

Para Meditar


Dizem que o burro é o animal mais burro de todos, porém esta afirmação nem sempre foi verdade !
A história do Burro.
Um dia, o burro de um agricultor caiu em um poço seco. O animal chorava e urrava bem alto durante horas, enquanto que o seu dono procurava uma maneira para o retirar do buraco.
Como não conseguia solução o agricultor vendo que o burro já estava velho e o poço estava seco e precisava ser enterrado para não provocar outro acidente como este com um cavalo mais valioso, decidiu enterrar o poço com o burro dentro ainda vivo, já que o burro não valeria o esforço para resgatá-lo do buraco, pelo menos assim o bicho pararia de urrar.
Ele chamou todos os seus vizinhos para vir ajudar enterrar o poço. Cada um levou sua pá e começaram a encher o buraco de terra. O burro percebeu o que estava acontecendo e disparou a urrar e saltar dentro do poço. A terra caia em cima do burro e ele a sacudia e saltava, de forma que o poço se foi enchendo e o burro foi subindo, para surpresa de todos, depois de algumas pás de terra o burro calou-se e pensaram que ele tinha aceitado o seu destino insólito e decidira morrer em silêncio.
O agricultor olhou para o fundo do poço e foi surpreendido com o que viu… Com cada pá de terra atirada, o burro estava fazendo algo incrível: Ele sacudia a terra e dava um passo para cima da Terra. Em breve todos se ficaram surpresos quando o burro chegou à boca do poço, subiu acima do aro e saiu trotando satisfeito….
A vida vai atirar terra em cima de ti, todos os tipos de dificuldades… O truque para não te deixares enterrar é movendo-te,“virando-te como puderes” e usares as dificuldades para dar um passo para cima. Cada um dos nossos problemas deve ser um passo para cima. Não podemos deixar que os mais difíceis obstáculos nos impeçam de subir e nos livrar-mos das dificuldades…
Usa a terra que jogam em cima de ti para alcançar a vitória e a liberdade!

O Bicho pode até ser um burro, mas tem muita gente que demosntra menos inteligência se deixando vencer pelo mau e as dificuldades da vida, burrice mesmo é cometer um ato de desespero sem procurar primeiro a soluçaão naquele que é capaz de nos salvar de todos os problemas da vida.

Com Interesse


Um dia em peregrinação» em Fátima
Sem qualquer necessidade de marcação prévia por parte dos interessados em participar, decorre, a partir de 16 de Julho, no Santuário de Fátima, mais uma edição do programa "Um dia em peregrinação".
Trata-se de uma iniciativa desenvolvida pelo Serviço de Peregrinos através da secção Acolhimento e Informações, realizada entre o período de 16 de Julho e 15 de Setembro, de segunda a sábado, excepto dias 12, 13 e 15 de Agosto e 13 de Setembro.
Com início marcado para o "coração" do Santuário de Fátima, a Capelinha das Aparições, este programa assume-se como um convite aos peregrinos que pretendam conhecer de forma acompanhada os locais, a história e a mensagem de Fátima.
Este projecto de acolhimento, além da exibição de vídeos e da visita aos principais locais relacionados com as aparições, contempla também vários momentos de oração.
De Segunda a Sexta-feira
10:15 - Saudação a Nossa Senhora, na Capelinha.
10:30 - Encontro (junto à Azinheira Grande) e visita ao Santuário.
12:00 - Rosário, na Capelinha.
12:30 - Missa, na Capelinha.
15:00 - Vídeo (por baixo da Colunata Norte).
16:00 - Partida (frente ao Posto de Socorros), em autocarro; visita aos Valinhos e Aljustrel.
18:00 - Regresso, com passagem pela Rodoviária.
21:30 - Rosário, na Capelinha, e procissão de velas.
Sábado
10:00 - Rosário, na Capelinha.
11:00 - Missa internacional, na Igreja da Santíssima Trindade.
12:15 - Encontro (frente à porta principal da Igreja da Santíssima Trindade) e visita ao Santuário.
15:00 - Vídeo (por baixo da Colunata Norte).
16:00 - Partida (frente ao Posto de Socorros), em autocarro; visita aos Valinhos e Aljustrel.
18:00 - Regresso, com passagem pela Rodoviária.
21:30 - Rosário, na Capelinha, e procissão de velas.

Ano Sacerdotal é oportunidade e urgência para toda a Igreja
D. Manuel Clemente recorda obediência, celibato e desprendimento como verdades fundamentais do sacerdócio
Uma oportunidade e uma urgência. É assim que D. Manuel Clemente, bispo do Porto, reconhece o Ano sacerdotal, convocado por Bento XVI e que tem início esta Sexta-feira, dia 19.
Será uma oportunidade para reflectir "sobre o sentido sacerdotal da existência e o sacerdócio ministerial na Igreja" e uma urgência "como tudo o que é cristão, da Igreja para o mundo", indica o bispo numa mensagem sobre o Ano sacerdotal.
O ano sacerdotal chama para "avivar e aprofundar" as verdades "fundamentais e constitutivas da vida da Igreja e do seu serviço ao mundo". Verdades para os sacerdotes que D. Manuel indica serem a obediência, o celibato e desprendimento.
D. Manuel Clemente, desde a sua tomada de posse em 2007, ordenou apenas um padre secular e deixou de contar com "uma dezena, por morte ou outras causas". Em breve, a diocese do Porto vai assistir a três ordenações mas "contaremos previsivelmente com menos padres, dada a alta média etária do presbitério".
A diocese do Porto prevê a ordenação, dentro de dois anos, de mais diáconos permanentes, que irão permitir que os sacerdotes se "aplicarem com mais disponibilidade ao que lhes é próprio e definidor, sobretudo no acompanhamento espiritual das comunidades, em torno da Palavra, da Eucaristia, da Reconciliação e do acolhimento, retomando o exemplo de São João Maria Vianney, o Santo Cura d'Ars, em quem este ano sacerdotal se inspira".

D. Jorge Ortiga pede maior escuta da Palavra
Os fiéis devem parar para escutar a Palavra de Deus e depois comunicá-la sem ter medo nem vergonha, tal como fez S. João Baptista. Esta foi a principal mensagem deixada ontem pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, na missa campal que decorreu de manhã em S. João da Ponte, no âmbito das solenidades religiosas em honra daquele santo.


( In Eclésia )

21 junho, 2009

A Mensagem nº 79 de 21 de Junho de 2009







Evangelho S. Marcos 4,35-41




35Naquele dia, ao cair da tarde, Jesus disse a seus discípulos: “Vamos para a outra margem!”36Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo, assim como estava, na barca. Havia ainda outras barcas com ele. 37Começou a soprar uma ventania muito forte e as ondas se lançavam dentro da barca, de modo que a barca já começava a se encher. 38Jesus estava na parte de trás, dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e disseram: “Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?”39Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar: “Silêncio! Cala-te!” O vento cessou e houve uma grande calmaria. 40Então Jesus perguntou aos discípulos: “Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?”41Eles sentiram um grande medo e diziam uns aos outros: “Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?”

A Palavra


ANO B – XII Domingo do Tempo Comum


«Quem é este homem, que até o vento e o mar Lhe obedecem?»
Deus preocupa-se com os dramas dos homens? Onde está Ele nos momentos de sofrimento e de dificuldade que enfrentamos ao longo da nossa vida? A liturgia do 12º Domingo do Tempo Comum diz-nos que, ao longo da sua caminhada pela terra, o homem não está perdido, sozinho, abandonado à sua sorte; mas Deus caminha ao seu lado, cuidando dele com amor de pai e oferecendo-lhe um caminho.
São tempos difíceis estes: as “tempestades” e as incompreensões inundam o ambiente. No mar da vida surge o perigo. A barca é frágil. Como será o futuro?
A fé de muitos naufraga diante das ameaças, dos problemas e das dificuldades da vida. Jesus navega com os seus e nele todos podemos encontrar alento para vencer todas as tempestades, porque vencedores na fé em Cristo, fortalecidos pela sua presença e o seu amor. Para nos questionarmos também hoje: quem é este homem que até o vento e o mar lhe obedecem?
Convivemos diariamente com realidades positivas e negativas, com “luzes” e “sombras”. Normalmente, as “sombras” marcam-nos muito e constituem uma fonte de preocupação e de inquietação… O terrorismo e a violência trazem-nos sofrimento e insegurança; as novas doenças geram medo e inquietação; as catástrofes naturais fazem-nos sentir impotentes e indefesos; as injustiças e arbitrariedades provocam revolta e descontentamento; o desmoronamento de velhas estruturas políticas e sociais provocam anarquia e caos; o fabrico e o comércio de armas de destruição em massa trazem-nos ansiosos e preocupados… Confusos e desorientados, viramo-nos para Deus… Por vezes, criticamos a sua indiferença face aos dramas do mundo; outras vezes, sentimos a tentação de Lhe mostrar, de forma clara e lógica, como é que Ele devia actuar para que o mundo fosse melhor… A leitura do Livro de Job que hoje nos é proposta convida-nos, antes de mais, a não nos pormos em bicos de pés e a não exigirmos a Deus que actue segundo as nossas lógicas humanas.
Levantou-se então uma grande tormenta e as ondas eram tão altas que enchiam a barca de água. Jesus, à popa, dormia com a cabeça numa almofada. Eles acordaram-n’O e disseram: «Mestre, não Te importas que pereçamos?».
O lago a que chamavam “mar” recebeu a tempestade da noite. Na fragilidade da situação recorrem ao Salvador que adormecido parece distante da realidade que vivem. Acordam-no e apresentam os seus temores: “não te importas que pereçamos”? Só o medo pode fazer dizer estas coisas... já que os discípulos eram pescadores experimentados. E pensar que essa barca é símbolo da comunidade nascente…
No contexto do evangelho de Marcos, a barca representa esta comunidade nascente desamparada por tantas situações de perseguição e angústia. E este adormecer de Jesus torna-se momento pedagógico de contemplação: é confiança profunda, é certeza do seu ser, é a verdade de Deus ali presente. Tantas vezes na barca da nossa vida qualquer tempestade parece afundar-nos quando longe andamos da verdade de Jesus e da sua presença. Porque não confiar? Porque não depositar tudo em Jesus para que seja solução connosco de tudo o que nos atormenta? Porque perder a calma, se Jesus está por nós?

ORAÇÃO
É tarde a noite por onde navegamos. Sós e desamparados nada somos. Só por ti somos capazes de esperança. Só por ti somos capazes de ir mais longe. Só por ti podemos vencer. Contigo nenhuma tempestade nos desalenta. Por isso, sê bonança do nosso ser e existir. Sê paz no nosso caminhar. Sê certeza na nossa dúvida. Força no nosso desalento. Sê, Senhor, tudo em nós.

Padre Amaro Jorge scj

Para Meditar


A Pressa ás vezes tem razão de ser


António, um pai de família, certo dia, quando voltava do trabalho, conduzindo num trânsito bastante congestionado, deparou-se com um senhor que conduzia apressadamente. Vinha ultrapassando todos os que seguiam á sua frente, quando se aproximou do carro de António, deu-lhe uma tremenda gaitada, já que precisava atravessar para a outra pista de rodagem. Naquele momento, a vontade de António foi de insulta-lo e impedir sua passagem, mas pensou:
- Coitado! Se ele está tão nervoso e apressado assim... se calhar está com algum problema sério e está precisando chegar depressa ao seu destino, pensando assim, foi diminuindo a velocidade e deixou-o passar. Quando chegou a casa, António recebeu a notícia de que seu filho de três anos tinha sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa. Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranquilizou dizendo:
- Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo. António, aliviado, pediu que sua esposa o levasse ao médico para lhe agradecer.
Qual não foi sua surpresa quando verificou que o médico era aquele senhor apressado a quem ele havia dado passagem!

Com Interesse


Como se vestir para ir à Santa Missa?

Muitos hoje se perguntam qual é a melhor forma de se vestirem para participar do Santo Sacrifício da Missa. Alguns procuram responder à estes afirmando que "tanto faz, pois o que importa é o coração". Mas o que dizem os documentos oficiais da nossa Santa Mãe Igreja à respeito disso?
O Catecismo da Igreja Católica (n. 1387) afirma, sobre o momento da Sagrada Comunhão: "A atitude corporal - gestos, roupa - há de traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo se torna nosso hóspede."
Para compreender o porquê o Catecismo afirma isto à respeito das vestes, é importante compreender o que é a Santa Missa: ela é a renovação do Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo, que sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, pagou pelos nossos pecados na cruz. Tal Sacrifício se torna presente na Santa Missa no momento em que o pão e vinho tornam-se verdadeiramente o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor (Catecismo da Igreja Católica, 1373-1381). O Santo Sacrifício da Missa é incruento (ou seja, sem sofrimento nem derramamento de sangue), ou seja, é o mesmo e único Sacrifício do Calvário, tornando-se verdadeiramente presente na Santa Missa para que possamos receber os seus frutos e nos alimentar da Carne e do Sangue de Nosso Senhor. Por isso o Sagrado Magistério nos ensina que "o sacrifício de Cristo e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício." (Catecismo da Igreja Católica, 1367)
É preciso evitar, então, primeiramente as roupas que expõe o corpo de forma escandalosa, como decotes profundos, shorts curtos ou blusas que mostrem a barriga. Mas convém que se evite também tudo o que contraria, como afirma o Catecismo, a alegria, a solenidade e o respeito - isto é, banaliza o momento sagrado.
O bom senso nos mostra, por exemplo, que partindo do princípio da solenidade, é melhor que se use uma calça do que uma bermuda. Ora, na nossa cultura, não se vai a um encontro social solene usando uma bermuda!
O bom senso nos mostra também que, partindo do princípio do respeito e da não-banalização do sagrado, é melhor que se evite roupas que chamam atenção para o corpo ou para elementos não relacionados com a Sagrada Liturgia. É melhor que uma mulher, por exemplo, utilize uma blusa com mangas do que uma blusa de alcinha; é melhor que utilize uma calça discreta, saia ou vestido do que uma calça estilo "mulher-gato" (isto é, apertadíssima); também é melhor que se utilize, por exemplo, uma camisa ou camiseta discreta do que uma camiseta do Internacional ou do Grêmio.
A questão se reveste de uma seriedade ainda maior quando se trata daqueles que exercem funções litúrgicas, tais como os leitores e músicos. Pois estes, além de normalmente estarem mais expostos ao público que os demais, acabam por serem também modelos.
É de acordo com este senso que até a pouco tempo atrás era comum se utilizar a expressão popular "roupa de Missa" ou "roupa de Domingo" como sinônimo da melhor roupa que se tinha. Quanto bem faria aos católicos se esta expressão fosse restaurada!
Quanto aos que afirmam que "o que importa é o coração", vale lembrar que aqui não cabe a aplicação deste princípio, pois isso implicaria colocar-se em contraposição com grandes parte das normas litúrgicas da Santa Igreja, bem como com os diversos sinais e símbolos litúrgicos (paramentos, velas, incenso, gestos do corpo, etc), que partem da necessidade de se manifestar com sinais externos a fé católica à respeito que acontece no Santo Sacrifício da Missa, bem como manifestar externamente a honra devida a Deus. A atitude interna é fundamental, mas desprezar as atitudes externas é um erro.
A este respeito, escreveu o saudoso Papa João Paulo II: "De modo particular torna-se necessário cultivar, tanto na celebração da Missa como no culto eucarístico fora dela, uma consciência viva da Presença Real de Cristo, tendo o cuidado de testemunhá-la com o tom da voz, os gestos, os movimentos, o comportamento no seu todo. (...) Numa palavra, é necessário que todo o modo de tratar a Eucaristia por parte dos ministros e dos fiéis seja caracterizado por um respeito extremo." (Mane Nobiscum Domine, 18)
Concluímos com as palavras de São Josemaria Escrivá em uma de suas fantásticas homilias, recordando seus tempos de infância: "Lembro-me de como as pessoas se preparavam para comungar: havia esmero em arrumar bem a alma e o corpo. As melhores roupas, o cabelo bem penteado, o corpo fisicamente limpo, talvez até com um pouco de perfume. Eram delicadezas próprias de gente enamorada, de almas finas e retas, que sabiam pagar Amor com amor." Afirma ainda: "Quando na terra se recebem pessoas investidas em autoridade, preparam-se luzes, música e vestes de gala. Para hospedarmos Cristo na nossa alma, de que maneira não devemos preparar-nos?" ("Homilias sobre a Eucaristia", Ed. Quadrante)

13 junho, 2009

A Mensagem nº 78 de 14 de Junho de 2009




Caminhar em Comunidade







Evangelho S.Marcos (4,26-34)



Naquele tempo, 26Jesus disse à multidão: “O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra. 27Ele vai dormir e acorda, noite e dia, e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece. 28A terra, por si mesma, produz o fruto: primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga e, por fim, os grãos que enchem a espiga. 29Quando as espigas estão maduras, o homem mete logo a foice, porque o tempo da colheita chegou”. 30E Jesus continuou: “Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? 31O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. 32Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”.33Jesus anunciava a Palavra usando muitas parábolas como estas, conforme eles podiam com­preender. 34E só lhes falava por meio de parábolas, mas, quando estava sozinho com os discípulos, explicava tudo.

A Palavra


A liturgia do 11º Domingo do Tempo Comum convida-nos a olhar para a vida e para o mundo com confiança e esperança. Deus, fiel ao seu plano de salvação, continua, hoje como sempre, a conduzir a história humana para uma meta de vida plena e de felicidade sem fim.
A referência – mil vezes repetida ao longo da Bíblia – à tal “estranha lógica” de Deus, que se serve do que é débil e frágil para concretizar os seus projectos de salvação, convida-nos a mudar os nossos critérios de avaliação e a nossa atitude face ao mundo e face aos que nos rodeiam. Por um lado, ensina-nos a valorizar aquilo e aquelas pessoas que o mundo, por vezes, marginaliza ou despreza; ensina-nos, por outro lado, que as grandes realizações de Deus não estão dependentes das grandes capacidades dos homens, mas antes da vontade amorosa de Deus; ensina-nos ainda que o fundamental, para sermos agentes de Deus, não é possuir brilhantes qualidades humanas, mas uma atitude de disponibilidade humilde que nos leve a acolher os apelos e desafios de Deus.
A cultura actual é uma cultura do provisório, que dá prioridade ao que é efémero sobre as realidades perenes com a marca da eternidade: propõe que se viva ao sabor do imediato e do momento, e subalterniza as opções definitivas e os valores duradouros. É também uma cultura do bem-estar material: ao seduzir os homens com o brilho dos bens perecíveis, ao potenciar o reinado do “ter” sobre o “ser”, escraviza o homem e relativiza a sua busca de eternidade. É ainda uma cultura da facilidade, que ensina a evitar tudo o que exige esforço, sofrimento e luta: produz pessoas incapazes de lutar por objectivos exigentes e por realizar projectos que exijam esforço, fidelidade, compromisso, sacrifício. Neste contexto, a palavra de Paulo aos cristãos de Corinto soa a desafio profético: é necessário que tenhamos sempre diante dos olhos a nossa condição de “peregrinos” nesta terra e que aprendamos a dar valor àquilo que tem a marca da eternidade. É nos valores duradouros – e não nos valores efémeros e passageiros – que encontramos a vida plena. O fim último da nossa existência não está nesta terra; o nosso horizonte e as nossas apostas devem apontar sempre para o mais além, para a vida plena e definitiva.


Padre Amaro Jorge SCJ

Para Meditar


Escuta, filhinho.

Esta noite, vendo-te adormecer com a mãozinha no rosto e os cachos espalhados pela fronte, sinto-me horrivelmente envergonhado. Por isso é que fugi para o teu quarto, para estarmos sozinhos, os dois... Ainda há pouco eu estava a ler o jornal na sala, quando de repente me senti sacudido por uma espécie de remorso, e vim, como um criminoso, para aqui, perto da tua cama. Sabes o que pensava, meu bem? Em todas essas coisas que hoje me irritaram tanto. Esta manhã, quando tu te preparavas para a escola, eu te repreendi severamente porque tu lavaras o rosto como um gato. Depois, eu te pus de joelhos porque não tinhas engraxado os sapatos. E fiz um escândalo porque derrubas-te no chão qualquer coisa... Na hora do almoço, ainda encontrei alguma coisa para te censurar: "Tu vais entornar o copo de leite... Não ponhas os cotovelos na mesa... Estás a por muita manteiga no pão..." Pouco depois, quando eu entrava no carro, tu, da porta, abanas-te a mãozinha, dizendo: "Até logo, pai!" E eu soube dizer-te: "Fica com os ombros direito. assim acabas corcunda!" E a coisa continuou. Pois de tarde, vendo-te jogar bola com os companheiros no pátio, olhei os teus joelhos: Tu tinhas rasgado as calças! Aproveitei a oportunidade para te humilhar diante dos amiguinhos, ordenando-te que fosses andando na minha frente, para casa.”“ Roupa custa caro... Se tivesses de pagá-las, terias mais cuidado...”Imagina, meu bem, da parte de um pai, que lógica mais estúpida. E esta noite ( lembras-te?), enquanto eu estava lendo, apareces-te, timidamente, na porta da sala, com uma carinha triste... Eu levantei os olhos do jornal, aborrecido por me interromperem. Tu hesitas-te um instante.” O que é que ainda queres comigo?”Resmunguei. Tu respondes-te:” Nada, pai!”E então te atiras-te para meu colo, e passas-te os bracinhos em torno do meu pescoço, e me beijas-te uma, duas, três vezes... não sei mais... com um amor que só Deus te podia ter posto no coração, e que só teu coraçãozinho seria capaz de o fazer com tamanha ternura. E logo te foste, escada acima. Pois bem, meu filho, só alguns minutos mais tarde foi que o jornal me caiu das mãos, e senti aquele arrepio no coração, e tomei consciência do meu terrível egoísmo. Que foi que o hábito fez de mim? O mau hábito de queixar-me, de reclamar, de repreender, e tudo isso porque tu és apenas uma criança! No entanto, não era por falta de amor; mas porque eu esperava demais da tua idade! Eu te media com a escala da minha, e estou bem triste comigo, podes crer.
Eu te prometo que, a partir de amanhã, nem minha impaciência, nem meu nervosismo, nem meus aborrecimentos, virão mudar todo o amor que eu te tenho.


Perdão, filhinho. Boa noite, meu bem.

Com Interesse

OBJETOS LITÚRGICOS




O Altar
- É a mesa onde se celebra o Santo Sacrifício da Missa. É "a mesa do Senhor". (1 Cor. 10,21). O altar representa Nosso Senhor Jesus Cristo, pedra fundamental da Igreja. No centro do altar há uma pequena cavidade, onde se coloca uma pedra, comumente de mármore, denominada Pedra d'ara, que encerra dentro de si relíquias de santos mártires, recordando o costume primitivo cristão de celebrar o Santo Sacrifício sobre o túmulo dos mártires e suas preciosas relíquias. Durante a Missa, o cálice e a Hóstia devem pousar sobre a pedra d'ara. As toalhas do altar são três, feitas de linho ou de cânhamo, devendo ser bentas pelo Sr. Bispo ou por um sacerdote por ele delegado. As toalhas do altar simbolizam os lençóis com que foi amortalhado o Corpo de Jesus.
O Sacrário - É o lugar onde se guardam as Hóstias Consagradas, posicionado na parte anterior e central em relação ao altar.
O Missal - É o livro litúrgico oficial da Igreja. Contém normais gerais sobre o cerimonial litúrgico, bem como as leituras e orações apropriadas para a Santa Missa de todos os dias e festas do ano litúrgico. O Missal Romano é obrigatório para toda a Igreja Latina. A Santa Sé, entretanto, respeitando antiquíssimas tradições peculiares e algumas Ordens Religiosas ou regiões, permite algumas exceções quanto às orações e cerimonial.
Cálice - Usado por Jesus Cristo na última ceia , a primeira Missa, o cálice é um dos mais santos objetos sagrados. Deve ser consagrado pelo Bispo, a fim de poder receber o Sangue divino de Jesus. Se não for possível que o cálice todo, ou a copa, sejam de ouro ou de prata, pelo menos o interior da copa deve ser dourado.
O Sanguíneo - ou purificador, é uma toalhinha de Linho, com o qual o sacerdote limpa os dedos, os lábios, a patena e o cálice, depois de comungar o Corpo e o Sangue de Jesus.
Patena - Toda de ouro, ou dourada em sua parte côncava, a Patena é um pratinho redondo, em que o sacerdote coloca a Hóstia. Serve também para recolher as partículas de Hóstia consagrada que ficarem sobre o corporal, após a comunhão do celebrante.
A Pala - É uma toalhinha branca, quadrada ou redonda, de linho engomado e duro. Serve para cobrir o cálice e resguardar a hóstia.
O Corporal - É uma toalhinha branca de linho engomado, que o sacerdote estende sobre a pedra d'ara, no centro do altar, já desde o início da Missa, e sobre a qual coloca o Cálice e a Hóstia. Recordando o sudário em que foi envolvido o corpo de Jesus.
O Véu do Cálice - É um pano da mesma cor e tecido que a casula, com o qual o sacerdote cobre o cálice, desde o início da Santa Missa até o Ofertório, e, novamente, depois da comunhão.
A Bolsa dos Corporais - É feita de papelão recoberto de pano da mesma cor e tecido que a casula. Serve para guardar os corporais, que o sacerdote há de estender sobre o altar, no início da Missa.
Estante - Serve para acomodar o Missal e é colocado sobre o Altar em posição de leitura.
Galhetas - Servem para se ministrar o vinho e a água destinados ao santo Sacrifício.
Píxide - Conhecida também com os nomes de âmbula ou cibório, é destinada a guardar o "Pão da Vida" - as Hóstias consagradas, dentro do Sacrário. Na forma atual, existe desde o século XIII.
Custódia - ou Ostensório destina-se a expor aos fiéis a Santa Hóstia, nas bênção solenes do Santíssimo Sacramento. A Hóstia, em tamanho maior, é vista através do vidro redondo, no centro da Custódia, estando numa pecinha de duas lâminas, de ouro ou prata, em forma de duas meias-luas, chamada "luneta".
Sineta - Objeto contendo pequenos sinos de uso manual destinado a anunciar o transporte da Hóstia consagrada e, durante a Missa, alertar aos cristãos a se ajoelharem no momento da consagração e durante a elevação da Hóstia e Cálice consagrados.
Matraca - Instrumento de madeira firmado por tabuinhas movediças que se agitam manualmente durante as cerimônias quaresmais.
Umbela - Espécie de pálio redondo, semelhante a um guarda-sol destinado a cobrir o sacerdote que, em procissão, leva o sacramento da Eucaristia de um ponto a outro, dentro das igrejas e outros recintos, e que é conduzido por uma só pessoa.
Turíbulo- Utensílio próprio para incensar, também designado incensário ou incensório, utilizado em celebrações solenes da Igreja.

11 junho, 2009

A Mensagem nº 78-A de 11 de Junho de 2009


Caminhar em Comunidade




Evangelho (S. Marcos 14,12-16.22-26)






12No primeiro dia dos Ázimos, quando se imolava o cordeiro pascal, os discípulos disseram a Jesus: “Onde queres que façamos os preparativos para comeres a Páscoa?”13Jesus enviou então dois dos seus discípulos e lhes disse: “Ide à cidade. Um homem carregando um jarro de água virá ao vosso encontro. Segui-o 14e dizei ao dono da casa em que ele entrar: ‘O Mestre manda dizer: onde está a sala em que vou comer a Páscoa com os meus discípulos?’ 15Então ele vos mostrará, no andar de cima, uma grande sala, arrumada com almofadas. Aí fareis os preparativos para nós!”16Os discípulos saíram e foram à cidade. Encontraram tudo como Jesus havia dito, e prepararam a Páscoa. 22Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o e entregou-lhes, dizendo: “Tomai, isto é o meu corpo”. 23Em seguida, tomou o cálice, deu graças, entregou-lhes, e todos beberam dele. 24Jesus lhes disse: “Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos. 25Em verdade vos digo, não beberei mais do fruto da videira, até o dia em que beberei o vinho novo no Reino de Deus”. 26Depois de ter cantado o hino, foram para o monte das Oliveiras.

Com Interesse

Corpo de Deus
A Igreja celebra Corpus Christi (Corpo de Deus) como festa de contemplação, adoração e exaltação, onde os fiéis se unem em torno de sua herança mais preciosa deixada por Cristo, o Sacramento da sua própria presença.
A solenidade do Corpo de Deus remonta o século XII, quando foi instituída pelo Papa Urbano IV em 1264, através da bula “Transiturus”, que prescreveu esta solenidade para toda a Igreja Universal.
A origem da festa deu-se por um fato extraordinário ocorrido ao ano de 1247, na Diocese de Liége – Bélgica. Santa Juliana de Cornillon, uma monja agostiniana, teve consecutivas visões de um astro semelhante à lua, totalmente brilhante, porém com uma incisão escura. O próprio Jesus Cristo a ela revelou que a lua significava a Igreja, a sua claridade as festas e, a mancha, sinal da ausência de uma data dedicada ao Corpo de Cristo. Santa Juliana levou o caso ao bispo local que, em 1258, acabou instituindo a festa em sua Diocese.
O fato, na época, havia sido levado também ao conhecimento do bispo Jacques de Pantaleón que, quase duas décadas mais tarde, viria a ser eleito Papa (Urbano IV), ou seja, ele próprio viria a estender a solenidade a toda a Igreja Universal. O fator, que deflagrou a decisão do Papa, e que viria como que a confirmar a antiga visão de Santa Juliana, deu-se por um grande milagre ocorrido no segundo ano de seu pontificado: O milagre eucarístico de Bolsena, no Lácio, onde um sacerdote tcheco, Padre Pietro de Praga, colocando dúvidas na presença real de Cristo na Eucaristia durante a celebração da santa Missa, viu brotar sangue da hóstia consagrada. (Semelhante ao milagre de Lanciano, ocorrido no início do Século VIII). O fato foi levado ao Papa Urbano IV, que encarregou o bispo de Orvietro a levar-lhe as alfaias litúrgicas embebidas com o Sangue de Cristo. Instituída para toda a Igreja, desde então, a data foi marcada por concentrações, procissões e outras práticas religiosas, de acordo com o modo de ser e de viver de cada país, de cada localidade.
. Lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com o maná no deserto e hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo. Durante a missa, o celebrante consagra duas hóstias, sendo uma consumida e a outra apresentada aos fiéis para adoração, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja

Para Reflectir

Os católicos tem plena convicção da presença real de Cristo na Eucaristia. Jesus está verdadeiramente presente, de dia e de noite, em todos os Sacrários do mundo inteiro. Contudo, nos parece que esta certeza já não reside com tanta intensidade no coração do homem moderno. O maior Tesouro que existe sobre a terra, "que possui o valor do próprio Deus", a Eucaristia, Cristo a deixou para os homens .... de graça! Se mesmo na condição de pecadores, assombramo-nos com o descaso a tão valioso Sacramento, impossível assimilar o sentimento de Deus ante a indiferença dos homens com a Eucaristia.
Ao contrário do que se imagina, a Igreja está mais preocupada em pregar e difundir a Sã Doutrina, do que com o número de ovelhas em seu aprisco. A Igreja não trabalha baseada em dados estatísticos, mas com a difusão do Evangelho. Nesse sentido, lembremos que houve debandada geral da turba quando Jesus revelou publicamente: "Minha carne é verdadeiramente comida e meu Sangue, verdadeiramente bebida". Ao ouvir isto, o povo escandalizado deu as costas à Jesus; todos evadiram-se, restando apenas doze. Jesus não deu maiores explicações, nem correu atrás da multidão desolada, pelo contrário, simplesmente perguntou aos doze: "Quereis vós também retirar-vos?". No que São Pedro respondeu: "A quem iríamos nós, Senhor? Só Tu tens palavras de vida eterna" (Cf. Jo 6, 52 - 68). Portanto, é absolutamente claro que: "Jesus não depende das multidões, as multidões é que dependem d'Ele", assim como "A Igreja de Cristo não depende dos fiéis, os fiéis é que dependem dela para chegarem a Cristo" (Livro Oriente)
Ao aproximarmo-nos do Santo Sacrário, tenhamos a confiança de dizer "Meu Senhor e meu Deus", certos de que Ele está ali, Vivo, Real e Verdadeiro a ouvir nossas preces e a contemplar nossa fé. E esta fé, é uma formidável bem-aventurança que recebemos de Jesus, por intermédio das dúvidas levantadas por São Tomé, a quem o Mestre disse: "Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!" (Jo 21, 29)
"Eu creio, Senhor, mas aumentai a minha fé"
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Convocado pelo papa, ano sacerdotal terá como tema “fidelidade de cristo, fidelidade do sacerdote”
A partir do próximo dia 19 até junho de 2010, a Igreja no mundo celebra o Ano Sacerdotal convocado pelo papa Bento XVI. Com o tema “Fidelidade de Cristo, Fidelidade do sacerdote”, a convocação acontece por ocasião do 150º aniversário da morte do padre francês, São João Maria Vianney, hoje padroeiro dos párocos, e a partir do dia 19, proclamado pelo papa, padroeiro dos sacerdotes de todo o mundo.

Para a abertura, no dia 19, está prevista uma celebração, em Roma, presidida pelo papa Bento XVI. Neste dia a Igreja comemora a solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia de Santificação Sacerdotal.

Maditando


Caminhar em Comunidade
Caminhar em comunidade, como já devem ter reparado a nossa (A Mensagem) mudou um pouco sua cara, mas os objectivos continuam a ser os mesmos (A união das pessoas da nossa comunidade).
Se repararem a palavra comunidade tem sido sempre uma constante em nossas mensagens, sim porque somos uma comunidade cristã, mesmo que um pequeno ramo da comunidade da Paróquia de Rio Tinto, que por sua vez é ramo da Diocese, esta do Patriarcado que é ramo de Roma, e todos juntos formamos uma grande comunidade de Cristãos.
Claro que não devemos pensar em tamanho pequeno, ou seja limitarmo-nos á comunidade de medancelhe e isolarmo-nos do resto da comunidade Cristã no mundo, isso seria egoísta e não seguia de maneira nenhuma os ensinamentos que recebemos de Jesus através dos apóstolos e seus descendentes, mas pergunto muitas vezes a mim próprio: como podemos estar unidos mundialmente á comunidade cristã se em nossa pequena comunidade quase não nos conhecemos, somos (Irmãos em Cristo), mas: Irmãos que não se conhecem, que não sabem nem partilham os problemas uns dos outros, muitas das vezes nem o nome conhecem, como pode uma comunidade destas se chamar (Cristã?).
Queridos irmão é necessário rever-mos nossa posição em relação às nossas atitudes como cristãos na comunidade, todos nós fomos chamados a ser missionários a dar testemunho de nossa vida cristã, e por onde começar?
1. Família =
· como somos em Família?, conhecemos bem nossos Filhos? nossos Pais?, nosso Conjugue ? sabemos dos problemas deles? ou pensamos que conhecemos?
2. Comunidade Cristã =
· como vivemos na comunidade? conhecemos pelo menos os que frequentam as nossas capelas?, conhecemos seus problemas? sabemos se precisam de ajuda? Procuramos ajudar? ou estamos á espera que nos procurem? se formos á eucaristia, ao terço e ás manifestações de fé que se efectuem, mas se não fazemos nada para conhecer nosso irmão de comunidade , que ás vezes até mora no mesmo prédio, e que apenas dizemos bom dia ou boa tarde, como podemos ajudar ?. Estaremos a ser Cristãos ? estaremos a Caminhar em Comunidade?
A Nossa folhinha Dominical passa a partir de hoje a ter além do titulo ( A Mensagem) o Sub titulo (Caminhar em Comunidade), será que nos vai tirar do marasmo do Deixa andar? Se alguns de nós começarmos a caminhar em comunidade mesmo que sejamos poucos, já valeu a pena.


Eu vou tentar e tu ?

06 junho, 2009

A Mensagem nº 77 de 07 de Junho de 2009









Evangelho Mt 28, 16-20

Naquele tempo, os onze discípulos partiram para a Galileia, em direcção ao monte que Jesus lhes indicara. Quando O viram, adoraram-n´O; mas alguns ainda duvidaram. Jesus aproximou-Se e disse-lhes:
“Todo o poder Me foi dado no Céu e na terra. Ide e fazei discípulos todas as nações, baptizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a cumprir tudo o que vos mandei. Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos”.