A Trindade
A festa da TRINDADE convida-nos a refletir sobre o Mistério de Deus que se revela como família, comunidade perfeita que é a fonte transbordante do Amor. Deus revela-se como Pai, Filho e Espírito Santo. Deus, que conduz nossa história, nos faz seus filhos e está conosco para sempre.
A 1ª Leitura convida Israel a contemplar a história e o contínuo empenho do Senhor no sentido de oferecer ao seu povo a Vida e a Salvação. E dá pistas para reconhecer o verdadeiro rosto de Deus.
É um Deus que estabelece COMUNHÃO e familiaridade com seu Povo. Vem ao encontro dos homens, fala com eles, indica-lhes caminhos seguros de liberdade e de vida, está sempre atento aos problemas dos homens, intervém no mundo para nos libertar de tudo aquilo que nos oprime e para nos oferecer perspectivas de vida plena e verdadeira.
Na 2ª Leitura, S. Paulo ressalta que mediante o Espírito podemos chamar Deus de "Abba", "PAI".
No Evangelho, Jesus envia os discípulos em Missão para pregar o Evangelho e Batizar em nome da TRINDADE. Ser baptizado é estabelecer uma relação pessoal com a comunidade trinitária.
Os discípulos recebem a missão de introduzir todos os homens na família de Deus.
A celebração da festa da Trindade não é um convite para decifrar o Mistério de um Deus em três pessoas, mas um convite para contemplar Deus que é AMOR e vive em comunhão de pessoas e nos convida a participar da vida íntima de Deus.
Por que é Cristo nos revelou esse Mistério?
Porque Deus nos ama e quer que participemos ainda mais de perto de sua vida de amor.
O próprio Cristo nos apontou o modo:
"Se alguém me ama, guardará as minhas palavras;
e meu Pai o amará e nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada..."
Cada um de nós é Templo da Trindade...
- Em nós está o PAI, que nos chamou do nada, insuflou-nos o sopro da vida, deu-nos um nome, confiou-nos uma missão.
- Em nós está o FILHO, que entregou sua vida por nós, imagem do Filho de Deus a ser imitada e reproduzida por todos nós.
- Em nós está o ESPÍRITO SANTO, que nos ilumina e fortalece nos caminhos de Deus.
+ A Santíssima Trindade é a melhor Comunidade.
Nela somos chamados a renovar o nosso compromisso baptismal, sinais de comunhão, partilha e esperança, num mundo tão dividido, individualista e desesperado.
Crer na Trindade é viver a fé profundamente e experimentar pessoalmente o Amor do Pai. Quem crê na Trindade é também solidário com todos os homens.
Que todos quantos nos encontrarem nesta semana, após este nosso encontro com Deus nesta celebração, possam ver em nós, alguém que também se encontrou com o seu Deus...
Padre Amaro Jorge SCJ
06 junho, 2009
Com Interesse

PARAMENTOS OU VESTES LITÚRGICAS
Amito - É um lenço de linho, branco, que recobre as costas, os ombros e o pescoço do sacerdote. Era a peça do vestuário que os povos antigos usavam para cobrir a cabeça, quando saíam ao ar livre. Recorda o pano com que os soldados vendaram os olhos de Jesus, para melhor ludibriarem-No. Simboliza o capacete da fé, com o qual venceremos os nossos inimigos. Ao vesti-la, o sacerdote faz a seguinte oração: "Colocai, Senhor, sobre a minha cabeça, o capacete da salvação, para que eu possa resistir às ciladas do demônio".
Alva - Esta palavra vem do vocábulo "albus", que significa branco. É uma túnica talar, de linho branco, que recobre todo o corpo. Era usada pelos nobres gregos e romanos, e também pelos povos de climas quentes, como se vê, ainda hoje, em alguns países do Oriente tropical. Recorda a túnica branca de escárnio com que Herodes mandou vestir Jesus. Simboliza a pureza do coração. Ao vesti-la, o sacerdote reza: "Fazei-me puro, Senhor, e santificai o meu coração, para que , purificado com o Sangue do Cordeiro, mereça fruir as alegrias eternas".
Cíngulo - É um cordão branco ou da cor dos paramentos, de seda, linho ou algodão, com que o sacerdote se cinge à cintura. Os antigos o usavam para maior comodidade, a fim de que a alva, comprida, não os estorvasse nos trabalhos ou nas longas caminhadas. Recorda as cordas com que Jesus foi atado pelos algozes. Simboliza o combate às paixões e a pureza do coração. Ao cingir-se com o cíngulo, o sacerdote reza: "Cingi-me, Senhor, com o cíngulo da pureza e extingui em meu coração o fogo da concupiscência, para que floresça em meu coração a virtude da caridade".
Manípulo - É uma faixa de pano, do mesmo tecido e cor da casula. Tem uns 40 cm de comprimento e uns 12 de largura. É preso ao braço esquerdo. Antigamente, servia para limpar o pó ou suor da fronte durante as caminhadas e trabalhos, ou ainda, com suas dobras, fazia-se as vezes de algibeira. Recorda as cordas com que Jesus foi manietado. Simboliza o amor ao trabalho, ao sacrifício e às boas obras. Ao acomodá-la ao braço, o sacerdote reza: "Que eu mereça, Senhor, trazer este manípulo de dor e penitência, para que possa, com alegria, receber os prêmios dos meus trabalhos".
Estola - É uma faixa de pano, do mesmo tecido e cor da casula e do manípulo. Mede uns oito palmos de comprimento e uns 12 cm de largura. Dá a volta ao pescoço, cruzando ao peito e passando sob o cíngulo, à altura da cintura. Os antigos a usavam como sudário ou como símbolo de autoridade e condecoração honorífica. Recorda as cordas com que Jesus foi puxado ao Calvário. Simboliza o poder espiritual do sacerdote, bem como a nossa dignidade de cristão e penhor de imortalidade. Ao vesti-la, o sacerdote reza: "Restituí-me, Senhor, a estola da imortalidade que perdi pelo pecado dos nossos primeiros pais; e ainda que eu seja indigno de acercar-me aos vossos Santos Mistérios, possa, contudo, merecer a felicidade eterna.
Casula - É a última veste que o sacerdote usa, por cima de todas as outras. Tem, geralmente, atrás, uma grande Cruz. Os antigos a usavam como uma capa, nas estações chuvosas. Casula, em latim, significa "pequena casa". Recorda a túnica inconsútil de Nosso Senhor, tecida, segundo a tradição, por Nossa Senhora. No Calvário, os soldados não quiseram retalhá-la, mas sortearam-na entre si. Simboliza o suave jugo da Lei de Deus que devemos levar, e que se torna leve para as almas generosas. Ao vesti-la, o sacerdote reza: "Ó Senhor, que dissestes: ' o meu jugo é suave e o meu fardo é leve' (Mt 11, 30); fazei que eu possa levar a minha cruz de tal modo que possa merecer a vossa graça".
Dalmática - É uma túnica originária da Dalmácia. É usada pelo diácono nas Missas solenes. O subdiácono usa, nas Missas solenes, a tunicela, bastante parecida com a dalmática, mas que deve ser um pouco mais curta e menos adornada que esta.
Pluvial - É uma capa comprida, usada pelos antigos em tempos de chuva, como indica o seu mesmo nome. Atrás, em cima. há uma dobra ou capucho, com que os antigos se cobriam a cabeça, à semelhança de algumas capas impermeáveis modernas. O sacerdote a usa nas Bênçãos do Santíssimo Sacramento, nas procissões e outras funções litúrgicas solenes.
Batina ou hábito- Veste talar dos abades, padres e religiosos, cujo uso diário é aconselhado pelo Vaticano. Alguns sacerdotes fazem o uso do Clerical ou "Clericman" como meio de identificação, sendo esta uma peça única de vestuário, ou seja, um colarinho circular que envolve o pescoço com uma pequena faixa branca central.
Tonsura - Corte circular, rente, do cabelo, na parte mais alta e posterior da cabeça, que se faz nos clérigos, também denominado cercilho ou coroa, em desuso. A "Prima Tonsura" consiste em cerimônia religiosa em que o prelado, conferindo ao ordinando o primeiro grau de clericato, lhe dá a tonsura.
Para Meditar
As três peneiras.
Olavo foi transferido para novo serviço. Logo no primeiro dia, para fazer bonito com o chefe, saiu-se com esta:Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...Nem chegou a terminar a frase, o chefe interrompeu:Espera um pouco, Olavo. O que me vais contar já passou pelo crivo das três peneiras?Peneiras? Que peneiras, chefe?A primeira, Olavo, é a da VERDADE. tens certeza de que esse facto é absolutamente verdadeiro?Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. - Então sua história já vazou a primeira peneira.
Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que me vais contar, gostarias que os outros também dissessem a teu respeito?Claro que não! Nem pensar, Chefe.Então, tua história vazou a segunda peneira.
Vamos ver a terceira peneira que é a NECESSIDADE.
Achas mesmo necessário contar-me esse facto?Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar.Pois é Olavo. Já pensaste como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? - diz o chefe sorrindo e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submete-o ao crivo dessas três peneiras: VERDADE, BONDADE, NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS;
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS;
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
Olavo foi transferido para novo serviço. Logo no primeiro dia, para fazer bonito com o chefe, saiu-se com esta:Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...Nem chegou a terminar a frase, o chefe interrompeu:Espera um pouco, Olavo. O que me vais contar já passou pelo crivo das três peneiras?Peneiras? Que peneiras, chefe?A primeira, Olavo, é a da VERDADE. tens certeza de que esse facto é absolutamente verdadeiro?Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. - Então sua história já vazou a primeira peneira.
Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que me vais contar, gostarias que os outros também dissessem a teu respeito?Claro que não! Nem pensar, Chefe.Então, tua história vazou a segunda peneira.
Vamos ver a terceira peneira que é a NECESSIDADE.
Achas mesmo necessário contar-me esse facto?Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar.Pois é Olavo. Já pensaste como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? - diz o chefe sorrindo e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por ai, submete-o ao crivo dessas três peneiras: VERDADE, BONDADE, NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS;
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS;
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
Pela Comunidade

RECONHECIMENTO
Na Vida existem datas extremamente importantes, o Nascimento é a primeira data pois dá inicia a nossa vida, depois para nós católicos são os SACRAMENTOS, começando no Baptismo, o mais importante de todos não tirando importância aos outros, este é o que nos faz nascer para a vida Cristã, é a partir daqui que somos chamados a ser Santos, a aprender e a divulgar os ensinamentos de Jesus Nosso Mestre, depois seguem-se os outros mas antes que chegue o último ( Extrema Unção)
Chega um sacramento que é importante por várias razões, primeiro porque é uma opção que tomamos, a de constituir família, com todas as obrigações Cristãs que isso obriga, um passo muito importante em nossa vida, mas que marca muito pela certeza de que estamos a dar continuidade ao Mandamento de Deus, ( Dar continuidade á Família de Nazaré )
A Manuela que esteve muito tempo ao serviço desta mensagem desde a origem,
Na Vida existem datas extremamente importantes, o Nascimento é a primeira data pois dá inicia a nossa vida, depois para nós católicos são os SACRAMENTOS, começando no Baptismo, o mais importante de todos não tirando importância aos outros, este é o que nos faz nascer para a vida Cristã, é a partir daqui que somos chamados a ser Santos, a aprender e a divulgar os ensinamentos de Jesus Nosso Mestre, depois seguem-se os outros mas antes que chegue o último ( Extrema Unção)
Chega um sacramento que é importante por várias razões, primeiro porque é uma opção que tomamos, a de constituir família, com todas as obrigações Cristãs que isso obriga, um passo muito importante em nossa vida, mas que marca muito pela certeza de que estamos a dar continuidade ao Mandamento de Deus, ( Dar continuidade á Família de Nazaré )
A Manuela que esteve muito tempo ao serviço desta mensagem desde a origem,
Vai Casar
Por tudo o que fez com amor nesta comunidade, pelo que é , pela sua maneira de ser sempre disponível para os outros.
A Redacção de A Mensagem, deseja-lhe as maiores bênções do CÉU
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Capela de Nª Srª da Lapa
Nos Meses de JULHO E AGOSTO , não haverá celebração da Eucaristia ( Missa)
Por tudo o que fez com amor nesta comunidade, pelo que é , pela sua maneira de ser sempre disponível para os outros.
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Capela de Nª Srª da Lapa

Nos Meses de JULHO E AGOSTO , não haverá celebração da Eucaristia ( Missa)
02 junho, 2009
A Mensagem nº 76 A de 31 de Maio de 2009

EVANGELHO Jo 20, 19-
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes:
«A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado.
Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo:
«A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes serão retidos».
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes:
«A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado.
Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo:
«A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes serão retidos».
Para Meditar

Testemunho de Arlindo Leonardo Chaves
Fui chamado para terminar a construção da capela de Nossa Senhora da Piedade, no Vale da Imaculada Conceição.
Foi um trabalho diferente de todos os outros que eu havia realizado, pois sentia a presença de Deus do começo ao fim do trabalho.
Uma das primeiras coisas que me tocaram quando cheguei ao Vale da Imaculada, foi que recebi de Deus a força e a coragem para o trabalho, pois me encontrava doente e sem forças para a lida do dia a dia, e também o fato de saber que ali era um lugar escolhido por Deus, com uma Comunidade formada por Ele, a exemplo de Jesus, guiada pelo Espírito Santo, através da Virgem Maria.
Assim assumi a minha missão de pedreiro e, embora muitas vezes tivesse de trabalhar sozinho, fazendo massa e levando-a para cima, eu estava feliz por trabalhar na Casa de Deus.
Já estávamos no término da Capela quando Nossa Senhora foi abençoá-la. Ainda havia restos de material espalhados, andaimes erguidos e retoques a serem feitos.
No momento desta primeira mensagem, pensando no engradamento, encostei-me na parede e olhei de baixo para cima o andaime que muitas vezes subi e desci. Neste momento notei bem no alto, próximo ao andaime, uma pessoa ajoelhada, olhando para baixo. Ainda sem entender comecei a chorar e as lágrimas se tornaram incontroláveis.
Notando minha emoção, muitos me olhavam, e uma senhora perguntou-me se eu estava bem, ou se via alguma coisa. Com voz trêmula respondi-lhe: Eu estou vendo uma pessoa lá em cima do andaime! Jesus não pode ser, porque aparenta mais idade e é meio calvo, veste uma túnica comprida e marrom!
Tomada pelo Espírito Santo, a mesma senhora me disse confiante: É SÃO JOSÉ!!! Porque São José foi um operário e agora ele acompanhou Nossa Senhora, e veio abençoá-lo.
No silêncio, meu coração confirmava: É São José realmente! Ele veio com Nossa Senhora!
A mensagem chegou ao fim. E São José se foi, não o vi mais. Afirmo com toda sinceridade, com toda fé, com toda minha alma: Eu vi São José abençoar a Capela, na primeira mensagem que lá foi dada.
Nos dois últimos dias fiz pequenos acabamentos na Capela. Tocou o sino para a refeição. Pedi a um dos companheiros que tirasse minha marmita, que eu ficaria terminando o restinho do serviço. Fiquei sozinho na Capela. Lá em cima, bem no alto do andaime, fui surpreendido por uma voz que disse: "Desça daí!"
Olhei em todas as direções e não vi ninguém. Mas a voz suave repetiu: "Desça que está na hora!"
Um pouco assustado, obedeci. Quando cheguei no primeiro degrau do andaime, minha cabeça rodou, fiquei tonto e senti faltarem as minhas forças. Vagarosamente fui para a primeira casa que avistei, a do Sr. Zico, deitei-me e adormeci.
Ao meditar em tudo que me aconteceu, refleti que só podia ter sido Nossa Senhora que me disse para descer. Se eu ficasse tonto lá em cima do andaime, iria cair e certamente morrer. Eu estava humanamente sozinho e sem socorro. A voz tão doce e meiga levou-me a obedecer.
Refletindo, depois, cheguei à conclusão de que não estamos sozinhos.
A voz angelical era sobrenatural, e compreendi que era a Mãe do Céu a me proteger. Por isso, consagro minha vida e minha alma de todo coração a Nossa Senhora da Piedade. Ela salvou a minha vida.
No começo guardei tudo em meu coração, sem coragem de testemunhar o que vi e ouvi, com receio das críticas, calúnias e perseguições. Mas hoje, bem mais fortalecido e preparado, afirmo com toda sinceridade e honestidade: Vi São José, no momento da mensagem de Nossa Senhora na nova capela, que hoje é consagrada a Jesus, Maria e José. E ouvi a voz angelical da Mãe do Céu, cheia de cuidados, me protegendo das ciladas do inimigo.
No Vale de Nossa Senhora, Deus plantou a fé em meu coração. Aprendi a viver e dar testemunho de Deus para os irmãos. Vim a este Vale servir e servido por Deus eu fui, ouvindo suas Palavras de Salvação trazidas por Nossa Senhora. Ela nos fala a verdade e nos leva a ser o que Deus quer que sejamos, filhos fiéis ao seu amor.
Já construí outras igrejas, mas esta foi totalmente diferente das outras. Em cada tijolo, um pouco de amor. A cada dia a alegria e a paz aumentavam.
Neste Vale da Imaculada Conceição - em Piedade dos Gerais - fui libertado, acabaram-se os sofrimentos exagerados, os pecados que carregava. Acabou o ódio, a inveja, e nada me falta. Procuro levar uma vida simples e santa, feliz com Deus e com os irmãos.
Quando parti o meu maior cuidado foi conservar este tesouro em meu coração. Graças a Deus, depois disso nada me faltou.
Não é de se estranhar, mas ao término da Capela não tive mais vontade de voltar para Barbacena. Mas, graças a Deus, tenho uma bela família para cuidar e queria levar meu testemunho a todos, para que este acontecimento em Piedade dos Gerais pudesse mudar a vida de todos e os levasse a amarem mais a Deus, pois as mensagens de Nossa Senhora nos falam deste amor, do grande amor de Deus por seus filhos, e o amor se fazendo presente no meio de nós.
Como uma criança desmamada, fui embora chorando, com a lembrança de todos que lá vivem, da acolhida e do carinho recebido de cada um que se fez irmão, das mensagens trazidas pela Mãezinha do Céu. Mas fui com o coração sereno, cheio de paz e todo transformado.
Outro fato interessante aconteceu pouco tempo depois que voltei para minha cidade de Barbacena. Num belo dia, eu estava como de costume indo trabalhar. Adoentado, sem ânimo, sentindo a caminhada longa e um peso exagerado das ferramentas.
Apareceu uma pessoa em uma escada, no barranco em que eu ia atravessando e esta pessoa falou assim: “Moço, espere aí! “
Coloquei as ferramentas no chão e esperei. Voltando-se para mim, perguntou: “Onde você vai tão cansado, tão esgotado? E o que vai fazer? Volte, vá descansar!”
Respondi: Preciso trabalhar para ganhar um trocadinho. E o Senhor, perguntei curioso: O senhor trabalha?
Ele disse: “Trabalho! Muito! “
Como eu nunca tinha visto aquela pessoa antes (e nem tornei a vê-la) ousei fazer outra pergunta: O senhor mora por aqui?
“Não.” Respondeu ele sereno e sem se ofender, e prosseguiu:
“Eu moro lá em cima e trabalho lá em cima.” (apontando o dedo indicador para o infinito)
Confesso que fiquei meio admirado naquele momento e pensei: Como pode? Eu não o conheço e ele sabe tudo que se passa comigo? Como pode ser isso? Só pode ser um enviado de Deus.
E continuei meu trajeto, porém, minhas ferramentas ficaram leves e a caminhada menos penosa.
Costumeiramente, ao chegar no trabalho fiz minhas orações, e, começando a trabalhar, não senti mais nada. Tudo que eu estava sentido de cansaço desapareceu. Quem era? Quem foi? Reafirmo que depois que conheci o Vale da Imaculada Conceição nada me faltou.
Por ser vicentino, senti vontade de partilhar este acontecimento com meus irmãos de caminhada. E todos permaneceram em silêncio, mudos diante das maravilhas que Deus opera a cada dia.
Piedade dos Gerais tem um tesouro escondido, um Vale. Um Vale da Fé e da Espiritualidade, um Vale que vai crescendo. É de onde se leva ao mundo o tesouro que é a Palavra de Deus. Um tesouro que vai crescendo e crescendo, e nunca vai se acabar. Porque é dando que se recebe, e uma obra de Deus não tem fim! Lá no meio dos montes, longe do progresso, é o caminho para se chegar à salvação.
Sou muito vivido e viajado. Nunca vi em toda minha vida, ao longo dos meus 64 anos, um lugar santo, que bem mais que as grandezas do mundo se busca a simplicidade de Deus, formando com Maria, a Mãe de Jesus, o povo escolhido.
Nos seus pedidos se encontram os segredos da santidade, reafirmando os sacramentos deixados por Jesus. Mesmo havendo muitos que não acreditam nesta verdade, Deus fala com seu povo, por meio da sua serva Maria. Eu creio e afirmo que é a verdade bendita no meio de nós. E só não a enxergam os piores cegos: os cegos que não querem ver!
Faço um apelo a Deus, por meio de São José, que tire esta cegueira dos homens, principalmente dos sacerdotes, para que no Vale tenhamos o complemento das riquezas celestes: A Eucaristia.
Lá vivem muitas crianças que foram abandonadas pelo mundo, muitos jovens que buscam a Deus com sede de santidade e muitas famílias que lutam pela paz. Mas é preciso que a Igreja Católica Apostólica Romana abrace esses filhos. Jesus veio ao mundo para todos! Muitos peregrinos sentem necessidade de confissão, de absolvição e só por meio dos sacerdotes esta conversão poderá crescer e acontecer. As muitas conversões que a cada dia aumentam no Vale carecem de um acompanhamento da Igreja Católica para que perseverem.
Padres, por amor a Deus, tomem esta responsabilidade de viverem como Cristo viveu, acolhendo sem distinção a todos os filhos de Deus.
E vocês, que ainda não conhecem esta fonte de água viva, não deixem mais faltar a verdadeira paz em seus corações. Vão até o Vale da Imaculada Conceição se fartarem das Divinas Bênçãos. Tenho certeza de que lá é um coração sempre aberto, uma fonte cristalina que jorra sem cessar! É um vale de Paz.
Arlindo Leonardo ChavesVale Da Imaculada Conceição, 29 De Dezembro De 1997.
Foi um trabalho diferente de todos os outros que eu havia realizado, pois sentia a presença de Deus do começo ao fim do trabalho.
Uma das primeiras coisas que me tocaram quando cheguei ao Vale da Imaculada, foi que recebi de Deus a força e a coragem para o trabalho, pois me encontrava doente e sem forças para a lida do dia a dia, e também o fato de saber que ali era um lugar escolhido por Deus, com uma Comunidade formada por Ele, a exemplo de Jesus, guiada pelo Espírito Santo, através da Virgem Maria.
Assim assumi a minha missão de pedreiro e, embora muitas vezes tivesse de trabalhar sozinho, fazendo massa e levando-a para cima, eu estava feliz por trabalhar na Casa de Deus.
Já estávamos no término da Capela quando Nossa Senhora foi abençoá-la. Ainda havia restos de material espalhados, andaimes erguidos e retoques a serem feitos.
No momento desta primeira mensagem, pensando no engradamento, encostei-me na parede e olhei de baixo para cima o andaime que muitas vezes subi e desci. Neste momento notei bem no alto, próximo ao andaime, uma pessoa ajoelhada, olhando para baixo. Ainda sem entender comecei a chorar e as lágrimas se tornaram incontroláveis.
Notando minha emoção, muitos me olhavam, e uma senhora perguntou-me se eu estava bem, ou se via alguma coisa. Com voz trêmula respondi-lhe: Eu estou vendo uma pessoa lá em cima do andaime! Jesus não pode ser, porque aparenta mais idade e é meio calvo, veste uma túnica comprida e marrom!
Tomada pelo Espírito Santo, a mesma senhora me disse confiante: É SÃO JOSÉ!!! Porque São José foi um operário e agora ele acompanhou Nossa Senhora, e veio abençoá-lo.
No silêncio, meu coração confirmava: É São José realmente! Ele veio com Nossa Senhora!
A mensagem chegou ao fim. E São José se foi, não o vi mais. Afirmo com toda sinceridade, com toda fé, com toda minha alma: Eu vi São José abençoar a Capela, na primeira mensagem que lá foi dada.
Nos dois últimos dias fiz pequenos acabamentos na Capela. Tocou o sino para a refeição. Pedi a um dos companheiros que tirasse minha marmita, que eu ficaria terminando o restinho do serviço. Fiquei sozinho na Capela. Lá em cima, bem no alto do andaime, fui surpreendido por uma voz que disse: "Desça daí!"
Olhei em todas as direções e não vi ninguém. Mas a voz suave repetiu: "Desça que está na hora!"
Um pouco assustado, obedeci. Quando cheguei no primeiro degrau do andaime, minha cabeça rodou, fiquei tonto e senti faltarem as minhas forças. Vagarosamente fui para a primeira casa que avistei, a do Sr. Zico, deitei-me e adormeci.
Ao meditar em tudo que me aconteceu, refleti que só podia ter sido Nossa Senhora que me disse para descer. Se eu ficasse tonto lá em cima do andaime, iria cair e certamente morrer. Eu estava humanamente sozinho e sem socorro. A voz tão doce e meiga levou-me a obedecer.
Refletindo, depois, cheguei à conclusão de que não estamos sozinhos.
A voz angelical era sobrenatural, e compreendi que era a Mãe do Céu a me proteger. Por isso, consagro minha vida e minha alma de todo coração a Nossa Senhora da Piedade. Ela salvou a minha vida.
No começo guardei tudo em meu coração, sem coragem de testemunhar o que vi e ouvi, com receio das críticas, calúnias e perseguições. Mas hoje, bem mais fortalecido e preparado, afirmo com toda sinceridade e honestidade: Vi São José, no momento da mensagem de Nossa Senhora na nova capela, que hoje é consagrada a Jesus, Maria e José. E ouvi a voz angelical da Mãe do Céu, cheia de cuidados, me protegendo das ciladas do inimigo.
No Vale de Nossa Senhora, Deus plantou a fé em meu coração. Aprendi a viver e dar testemunho de Deus para os irmãos. Vim a este Vale servir e servido por Deus eu fui, ouvindo suas Palavras de Salvação trazidas por Nossa Senhora. Ela nos fala a verdade e nos leva a ser o que Deus quer que sejamos, filhos fiéis ao seu amor.
Já construí outras igrejas, mas esta foi totalmente diferente das outras. Em cada tijolo, um pouco de amor. A cada dia a alegria e a paz aumentavam.
Neste Vale da Imaculada Conceição - em Piedade dos Gerais - fui libertado, acabaram-se os sofrimentos exagerados, os pecados que carregava. Acabou o ódio, a inveja, e nada me falta. Procuro levar uma vida simples e santa, feliz com Deus e com os irmãos.
Quando parti o meu maior cuidado foi conservar este tesouro em meu coração. Graças a Deus, depois disso nada me faltou.
Não é de se estranhar, mas ao término da Capela não tive mais vontade de voltar para Barbacena. Mas, graças a Deus, tenho uma bela família para cuidar e queria levar meu testemunho a todos, para que este acontecimento em Piedade dos Gerais pudesse mudar a vida de todos e os levasse a amarem mais a Deus, pois as mensagens de Nossa Senhora nos falam deste amor, do grande amor de Deus por seus filhos, e o amor se fazendo presente no meio de nós.
Como uma criança desmamada, fui embora chorando, com a lembrança de todos que lá vivem, da acolhida e do carinho recebido de cada um que se fez irmão, das mensagens trazidas pela Mãezinha do Céu. Mas fui com o coração sereno, cheio de paz e todo transformado.
Outro fato interessante aconteceu pouco tempo depois que voltei para minha cidade de Barbacena. Num belo dia, eu estava como de costume indo trabalhar. Adoentado, sem ânimo, sentindo a caminhada longa e um peso exagerado das ferramentas.
Apareceu uma pessoa em uma escada, no barranco em que eu ia atravessando e esta pessoa falou assim: “Moço, espere aí! “
Coloquei as ferramentas no chão e esperei. Voltando-se para mim, perguntou: “Onde você vai tão cansado, tão esgotado? E o que vai fazer? Volte, vá descansar!”
Respondi: Preciso trabalhar para ganhar um trocadinho. E o Senhor, perguntei curioso: O senhor trabalha?
Ele disse: “Trabalho! Muito! “
Como eu nunca tinha visto aquela pessoa antes (e nem tornei a vê-la) ousei fazer outra pergunta: O senhor mora por aqui?
“Não.” Respondeu ele sereno e sem se ofender, e prosseguiu:
“Eu moro lá em cima e trabalho lá em cima.” (apontando o dedo indicador para o infinito)
Confesso que fiquei meio admirado naquele momento e pensei: Como pode? Eu não o conheço e ele sabe tudo que se passa comigo? Como pode ser isso? Só pode ser um enviado de Deus.
E continuei meu trajeto, porém, minhas ferramentas ficaram leves e a caminhada menos penosa.
Costumeiramente, ao chegar no trabalho fiz minhas orações, e, começando a trabalhar, não senti mais nada. Tudo que eu estava sentido de cansaço desapareceu. Quem era? Quem foi? Reafirmo que depois que conheci o Vale da Imaculada Conceição nada me faltou.
Por ser vicentino, senti vontade de partilhar este acontecimento com meus irmãos de caminhada. E todos permaneceram em silêncio, mudos diante das maravilhas que Deus opera a cada dia.
Piedade dos Gerais tem um tesouro escondido, um Vale. Um Vale da Fé e da Espiritualidade, um Vale que vai crescendo. É de onde se leva ao mundo o tesouro que é a Palavra de Deus. Um tesouro que vai crescendo e crescendo, e nunca vai se acabar. Porque é dando que se recebe, e uma obra de Deus não tem fim! Lá no meio dos montes, longe do progresso, é o caminho para se chegar à salvação.
Sou muito vivido e viajado. Nunca vi em toda minha vida, ao longo dos meus 64 anos, um lugar santo, que bem mais que as grandezas do mundo se busca a simplicidade de Deus, formando com Maria, a Mãe de Jesus, o povo escolhido.
Nos seus pedidos se encontram os segredos da santidade, reafirmando os sacramentos deixados por Jesus. Mesmo havendo muitos que não acreditam nesta verdade, Deus fala com seu povo, por meio da sua serva Maria. Eu creio e afirmo que é a verdade bendita no meio de nós. E só não a enxergam os piores cegos: os cegos que não querem ver!
Faço um apelo a Deus, por meio de São José, que tire esta cegueira dos homens, principalmente dos sacerdotes, para que no Vale tenhamos o complemento das riquezas celestes: A Eucaristia.
Lá vivem muitas crianças que foram abandonadas pelo mundo, muitos jovens que buscam a Deus com sede de santidade e muitas famílias que lutam pela paz. Mas é preciso que a Igreja Católica Apostólica Romana abrace esses filhos. Jesus veio ao mundo para todos! Muitos peregrinos sentem necessidade de confissão, de absolvição e só por meio dos sacerdotes esta conversão poderá crescer e acontecer. As muitas conversões que a cada dia aumentam no Vale carecem de um acompanhamento da Igreja Católica para que perseverem.
Padres, por amor a Deus, tomem esta responsabilidade de viverem como Cristo viveu, acolhendo sem distinção a todos os filhos de Deus.
E vocês, que ainda não conhecem esta fonte de água viva, não deixem mais faltar a verdadeira paz em seus corações. Vão até o Vale da Imaculada Conceição se fartarem das Divinas Bênçãos. Tenho certeza de que lá é um coração sempre aberto, uma fonte cristalina que jorra sem cessar! É um vale de Paz.
Arlindo Leonardo ChavesVale Da Imaculada Conceição, 29 De Dezembro De 1997.
A Mensagem nº76 de 30 de Maio de 2009
Cada nação possui na sua história uma qualquer referência histórica a Maria. Não há povo que não tenha recebido uma graça pelas mãos de Nossa Senhora. E Santuários, Catedrais, Igrejas, Capelas, locais das aparições ou de devoção a Maria cobrem toda a superfície terrestre, nos cinco continentes.A história de Portugal é profundamente marcada pela vivência mariana. O santuário de Nossa Senhora de Nazaré, é sem dúvida, o mais antigo santuário Mariano português, que existe desde bem antes da fundação do reino; a estátua de Maria, lá existente, remonta à época da passagem dos Espanhóis pela região, ainda antes da invasão árabe.A devoção de Portugal à Maria foi acentuada no momento da fundação da nacionalidade, quando D. Afonso Henriques, fundador do reino e primeiro Rei de Portugal, coloca o país sob a protecção de Nossa Senhora, por meio de uma promessa solene, feita com o consentimento de seus vassalos e assinada na Catedral de Lamego, no dia 28 de Abril de 1142. Esta data é considerada como a do baptismo de Portugal, que a partir deste dia passa a ser chamado de "Terra de Santa Maria".Todas as conquistas do rei-fundador foram realizadas sob os auspícios de Maria e em cada cidade recuperada do domínio Mouro, a Virgem passa a ser entronizada como Padroeira e o povo constrói uma igreja com o seu nome: disso são exemplo as mais antigas igrejas de Lisboa, entre outras, Nossa Senhora dos Mártires e Nossa Senhora da Enfermaria, o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, construído em agradecimento pela reconquista da cidade de Santarém aos Mouros.Na Batalha, já no século XIV, em sinal de reconhecimento por parte de Portugal, o rei D. João I mandou construir uma igreja imensa dedicada a Maria, sob o vocábulo de Nossa Senhora das Vitórias, comemorando a grande batalha ganha contra o invasor espanhol, em 14 de Agosto de 1385.Em 25 de Março de 1646, um decreto do rei D. João IV, ratificou a decisão das Cortes de Lisboa de 1645-1646 e coroou Nossa Senhora da Imaculada Conceição como Rainha e Protectora de Portugal, em agradecimento à independência da nação conquista em 8 de Dezembro de 1640, data em que terminou o domínio da Dinastia Filipina. Desde então, aproximadamente dois séculos antes da proclamação do Dogma pela Igreja, todas as grandes instituições portuguesas, incluindo as universidades, decidiram defender o dogma da Imaculada Conceição. A devoção à Mãe de Deus, sob o título de Imaculada Conceição, entrou profundamente na devoção popular em todo o país. O Solar da Padroeira, como é chamado o santuário de Vila Viçosa, continua a ser um local de peregrinação, sobretudo no dia 8 de Dezembro, tendo inclusivamente sido visitado pelo Papa João Paulo II, que no dia 14 de Maio de 1982 peregrinou até Vila Viçosa e se ajoelhou em oração diante da veneranda imagem da Padroeira.Na actualmente, e após as aparições do início do Século XX, o santuário de Nossa Senhora de Fátima é o centro de atracção mariano mais célebre e mais frequentada do país. Santuário de renome mundial, nele a Santíssima Virgem solicitou essencialmente três coisas: a devoção ao seu Coração Imaculado para preservar os pecadores do inferno e para a paz; a consagração ao seu Imaculado Coração para a conversão da Rússia; a comunhão reparadora no primeiro sábado de cada mês. Os acontecimentos de Fátima provocaram o fervor Mariano da nação! Todos os guias espirituais de Portugal reconhecem que graças à protecção milagrosa de Maria e à profunda piedade mariana de seus filhos portugueses, a nação ficou fora da última guerra mundial causadora de tantos estragos no resto da Europa cristã!Em 1946, o Papa Pio XII coroou a estátua de Nossa Senhora de Fátima, e afirmou: "A guerra mais terrível que devastou o mundo esteve, durante quatro longos anos, rondando vossas fronteiras, sem jamais conseguir atravessá-las; vos deveis este milagre a Nossa Senhora, que, de seu trono de misericórdia [...], situado em Fátima, no centro de vosso país, velava por vós e por vossos governantes..."Por ocasião destas festas da coroação de Nossa senhora de Fátima, a Virgem peregrina esteve em todas as paróquias do país durante 32 dias e grandes multidões vinham aclamá-la ao longo das estradas: "Dir-se-ia que o país inteiro tinha-se transformado numa imensa catedral sem muralhas que limitassem a assistência. Literalmente, as cidades e aldeias, para estar diante da Virgem Peregrina, se despojavam com um mesmo elã", escreveu o Padre José de Oliveira Dias, SJ. E continuou: "Era, geralmente, nas câmaras municipais que a Virgem era acolhida e lá passava a noite. Fazia-se, então, a vigília eucarística, durante a qual as autoridades civis se habituaram, com frequência, [...] a consagrar, solenemente, suas autarquias ao Coração Imaculado de Maria."Após este acontecimento, Lúcia, vidente de Fátima, concebeu o projecto de organizar a caminhada de Nossa Senhora pelo mundo inteiro, e, desde 1947 esta peregrinação mundial tem acontecido. Em toda a Europa e em todos os continentes da Terra, um sem-número de paróquias acolheram a Imaculada Virgem de Fátima! João Paulo II, visitou Portugal, pela primeira vez, de 12 a 15 de Maio de 1982, visita essa que ocorreu um ano após o atentado de que foi vítima em 13 de Maio de 1981. Nesta visita o Papa João Paulo II depositou a bala do atentado sofrido no ano anterior em plena Praça de São Pedro no altar da Nossa Senhora de Fátima. Esta bala hoje encontra-se na coroa de Nossa Senhora de Fátima no Santuário de Fátima.Em 14 de Maio de 1982, por ocasião da sua segunda visita a Portugal, deslocou-se ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, em Vila Viçosa, tendo no dia 15 de Maio de 1982 visitado o Santuário de Nossa Senhora do Sameiro em Braga.Em 12 e 13 de Maio de 2000, o Papa João Paulo II deslocou-se a Portugal, tendo beatificado os videntes de Fátima.fonte:MSM
Em Honra de Nossa Senhora

HINO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Em transportes de amor e de gozo,das cidades, da serra e do vale,todo o povo aqui vem pressuroso,vosso povo fiel – Portugal Aos pastores, a Virgem Maria quis rasgar dos Mistérios o véue, hoje, em Fátima, a Cova da Iriaé um lindo cantinho do Céu.Aqui vimos, ó doce Maria,terno preito render-vos de amor,suspirando, de noite e de dia,refrigério na mágoa e na dor. Aqui vimos com alma contrita,suplicar ao Divino Jesuso perdão para a culpa maldita,mil tesouros de graça e de luz.O romeiro debalde procuraentre os homens a paz descobrir:nossos almas só acham venturanesse vosso tão meigo sorrir.
MARIA Ó consolo na desdita,ó dos órfãos Mãe bendita,dos aflitos lenitivo,dos enfermos medicina,de todos conforto e luz,rogamos-Te, ó Mãe amável,com fervor insuperável,sejas sempre um facho vivoque nos guie, qual luz divina,sem perigo ao teu Jesus.Ámen.
Para Meditar

Eis um fato ocorrido em 1894, narrado por Mons. Bruguière, vigário apostólico de Tchen-Ting-Fu. Na sua simplicidade, o fato aterrador é prova da bondade de Maria.Ia eu crismar numa aldeia do meu vicariato. À minha chegada, os poucos cristãos prestavam-me todas as honras possíveis: "É o grande chefe dos cristãos, é o excelso mandarim que passa" ─ murmuravam os habitantes. Ao meio dia, no momento de tomar uma parca refeição, chegou correndo uma mulher pagã. Apresentou-se de repente, inclinando-se até o chão e cumprimentando-me com os títulos pomposos de grande homem, grande mandarim.Conhecendo perfeitamente o pouco valor dessas demonstrações exageradas da civilidade chinesa, fiquei desconfiado:─ Que queres? ─ perguntei-lhe, com semblante severo.─ Grande chefe, peço-vos o favor de ser admitida na catequese dos cristãos.─ O que te levou a tomar esta decisão?─ Gastaria muito tempo para contar-vos ─ Respondi.─ Não faz mal. Tenho muito tempo para escutar-te.A mulher, de compleição doentia, tinha por marido um sujeito brutal, que estava resolvido a deixá-la morrer, apesar de tudo quanto pudesse acontecer. Abandonou-a, vindo apenas de longe em longe para ver os progressos da doença. A mulher ficou na cama, e acabados os mantimentos e remédios, à sua fraqueza juntou-se o tormento da fome, e aos sofrimentos um isolamento duro e cruel.Descorçoada e nas portas da morte, amaldiçoou a sua sorte, seu marido e até seus próprios pais. Uma cristã da aldeia levou-lhe um dia uns docinhos e algumas palavras de consolo:─ Amiga, se ao menos você fosse cristã. Veja, a dor não pode desanimar-nos, pois sabemos que Deus vê nossos padecimentos e nos recompensará. Também podemos recorrer à Santíssima Virgem, dizendo-lhe: Santíssima Virgem, socorrei-me; Vós, que tanto padecestes, tende dó de mim.A doente repetiu essas palavras. A caridosa vizinha, antes de voltar para casa, como penhor de amizade, dependurou-lhe ao pescoço o bentinho que trazia:─ Olhe, guarde isto. É o vestido de Nossa Senhora, e há de atrair sobre você graças e proteção.Ficando sozinha, a doente repetia com freqüência: "Santíssima Virgem, socorrei-me". De repente, uma Senhora vestida de branco apareceu-lhe na pobre choupana, servindo-lhe de enfermeira. Voltou seguidamente vários dias, para prestar-lhe serviços e sem dar-se a conhecer. Seus cuidados, sua bondade, seu brando sorriso reanimaram pouco a pouco a alma e o corpo da infeliz mulher. Restabelecida a doente, a Senhora despediu-se, dizendo:─ Vou deixar-te, porque um negócio urgentíssimo me chama à cidade. Toma este remédio, e quando sarares de todo, vem ter comigo. Encontrar-me-ás na igreja da matriz.A doente tomou o remédio e sarou logo. Era o dia 5 de janeiro, dia da minha chegada à aldeia. Esta mulher pagã falava-me de um modo tão sincero, que não duvidei de suas palavras e aceitei-a na catequese da cidade. Não tinha sossego, tão aflita estava por tornar a ver a sua bela benfeitora. No Sábado de Aleluia, os catecúmenos foram introduzidos na Igreja. Acabava eu de rezar o Gloria in excelsis Deo, os sinos repicavam com alegria, e as imagens já estavam descobertas.─ Ei-la! Ei-la! ─ gritou uma mulher, adiantando-se de braços erguidos. ─ Eis a Senhora que me curou.Os vizinhos lhe disseram:─ Você não pode entrar no santuário. Pare aí.De mãos postas e olhos fitos na imagem, ela ajoelhou-se, soluçando de alegria. Hoje é uma das mais fervorosas devotas de Nossa Senhora.("Maria ensinada à mocidade" - Livraria Francisco Alves, 1915)
23 maio, 2009
A Mensagem nº 75 de 24 de Maio de 2009

EVANGELHO Mc 16, 15-20
Naquele tempo, Jesus apareceu aos Doze e disse-lhes:
«Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem acreditar e for baptizado será salvo; mas quem não acreditar será condenado. Eis os milagres que acompanharão os que acreditarem:
expulsarão os demónios em meu nome; falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem veneno, não sofrerão nenhum mal; e quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados».
E assim o Senhor Jesus, depois de ter falado com eles, foi elevado ao Céu e sentou-Se à direita de Deus. Eles partiram a pregar por toda a parte e o Senhor cooperava com eles, confirmando a sua palavra com os milagres que a acompanhavam.
Para Meditar

Amor de Mãe
Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus: Dizem-me que estou sendo enviado à terra amanhã... Como vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?E Deus disse:
Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para ti. Estará te esperando e tomará conta de ti.Criança: Mas diz-me: Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?Deus: Teu anjo cantará e sorrirá para ti... a cada dia, a cada instante, tu sentirás o amor do teu anjo e serás feliz.Criança:Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?Deus: Com muita paciência e carinho, teu anjo te ensinará a falar.Criança:E o que farei quando eu quiser falar contigo?Deus:Teu anjo juntará tuas mãos e te ensinará a rezar.Criança:Eu ouvi dizer que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?Deus:Teu anjo te defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.Criança:Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.Deus:Teu anjo sempre te falará sobre Mim, te ensinará a maneira de vir a Mim, e eu estarei sempre dentro de ti.Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da terra já podiam ser ouvidas. A criança apressada, pediu suavemente:Oh Deus se eu estiver quase a ir agora, diz-me por favor, o nome do meu anjo.E Deus respondeu:-
Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para ti. Estará te esperando e tomará conta de ti.Criança: Mas diz-me: Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?Deus: Teu anjo cantará e sorrirá para ti... a cada dia, a cada instante, tu sentirás o amor do teu anjo e serás feliz.Criança:Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?Deus: Com muita paciência e carinho, teu anjo te ensinará a falar.Criança:E o que farei quando eu quiser falar contigo?Deus:Teu anjo juntará tuas mãos e te ensinará a rezar.Criança:Eu ouvi dizer que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?Deus:Teu anjo te defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.Criança:Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.Deus:Teu anjo sempre te falará sobre Mim, te ensinará a maneira de vir a Mim, e eu estarei sempre dentro de ti.Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da terra já podiam ser ouvidas. A criança apressada, pediu suavemente:Oh Deus se eu estiver quase a ir agora, diz-me por favor, o nome do meu anjo.E Deus respondeu:-
Tu chamarás a teu anjo.....MÃE
16 maio, 2009
A Mensagem nº 74 de 17 de Maio de 2009

EVANGELHO Jo 15, 9-17
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecej no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. E este o meu mandamento:
que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecej no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. E este o meu mandamento:
que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».
A Palavra

Nos dias de hoje, a palavra amor pode confundir-se nas nossas mentes, uma vez que há tantas formas de amar: desde o simples desejo de amar ao amor desinteressado; do amor materialista ao mais espiritual; do amor a si mesmo… O convite é a andarmos mais além: as palavras que Jesus dirige aos seus discípulos são palavras dirigidas também a nós, ao nosso tempo. Por iniciativa de Deus que imprimiu e fez sentir o amor ao longo da história humana é o mesmo amor concretizado em Jesus que nos deixa o seu mandamento: continuar a amar à maneira de Deus, como Ele amou, até ao dom total de si mesmo.
Jesus sabe que dentro de nós, trazemos uma grande necessidade de amor: necessidade de sermos acolhidos como somos, de nos perdermos nos braços da ternura quando estamos longe de casa, de sermos acompanhados com estima e simpatia principalmente quando caminhamos nas perigosas encruzilhadas da vida; necessidade de autêntico afecto, sem medida e sem interesse. Unirmo-nos a Ele, no amor do Pai, é permancermos unidos à videira, à vida que nos unifica por dentro, que sacia a nossa sede e fome de verdade e justiça.
Hoje permaneçerei no sorriso que faço, na escuta atenta das alegrias e tristezas das pessoas que comigo se encontram; hoje permaneçerei na serenidade do diálogo e na partilha da vida que me habita.
Hoje, apostarei numa presença que irradia alegria. Farei de cada instante, não um momento de alegria vã, ilusória e baloufa que derivam do egoísmo e da procura do próprio interesse, mas um momento de manifestação de Deus.
Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai.
Não somos servos ao serviço de um patrão, que não conhecem o projecto ou só externamente o sabem e limitam-se a executar ordens. Somos amigos, confidentes, que vivemos a comunhão de vida e partilha de projectos. Jesus chama-nos amigos porque nos revelou o projecto do Pai e nos chama a colaborar com Ele na realização do mesmo. O amigo não pede o que não dá primeiro, não manda sem que não tenha feito a experiência. Olhando para Jesus conhecemos o Caminho da verdadeira relação com Deus e entre nós.
O que Vos mando é que vos ameis uns aos outros.
O amor é dado de mãos cheias para que cada um de nós encontre em Jesus a plenitude da vida.
«O amor de Deus não conhece limites e confins de qualquer espécie, mas supera o tempo e espaço. Ultrapassa qualquer barreira de raça, de cultura, de nação e de fé. O amor é eterno: tudo passa, mesmo a esperança e a fé, mas o amor permanece sempre. Nem mesmo a morte o pode apagar, pois este é mais forte que ela.»
O convite é sempre antigo e sempre novo: viver a partir do Amor. A capacidade de olhar o outro/ o irmão nos olhos e dizer-lhe «Quero-te bem» mesmo quando não estamos de acordo sobre pensamentos e modos de fazer, é sinal de quanto nos sentimos amados.
Amar, é capacidade de sairmos dos nossos esquemas e dos nossos pontos de vista… amar é procurar e desejar o bem do outro. É uma experiência que nos leva a transformar os inimigos em amigos, a ser e a viver em comunhão com toda a criatura. «Quem não ama permanece na morte» (1Jo 3, 14) e não «na casa» que é Cristo. A nossa fé manifesta-se no amor por Deus e pelos irmãos. Se o amor não gera alegria não vem de Deus, fecha-se em si mesmo e não cria reciprocidade e fraternidade. Se como cristãos deixamos morrer o fogo do amor que Deus acendeu em nossos corações, o mundo morrerá de frio! Então será bom questionarmo-nos: O que entendi do mandamento do amor? Como o vivo?
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar

Ensina-lhes a Pescar
Um Mestre de sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita...
Durante o percurso falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprender que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando, constatou a pobreza do lugar, caminho em terra, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas.
Então aproximou-se do homem, aparentemente o pai daquela família, e perguntou:
"Neste lugar não há sinais de comércio e de trabalho. Como é que o senhor e sua família sobrevivem aqui?"
E o homem calmamente respondeu:
"Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros géneros alimentícios e com a outra parte nós produzimos queijo, manteiga, etc., para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo."
O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois despediu-se e foi embora.
Mais á gfrente no caminho, voltou-se para o seu fiel discípulo e ordenou:
"Aprendiz, pegua na vaquinha, leva-a ao precipício ali na frente empurra-a, lá para baixo."
O jovem arregalou os olhos espantado e lembrou ao mestre o facto da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim empurrou a vaquinha ribanceira abaixo e viu-a morrer.
Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos e, um belo dia, ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los.
Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o terreno para sobreviver. Alargou o passo e, chegando lá, logo foi recebido por um caseiro muito simpático, e perguntou sobre a família que ali morava ha uns quatro anos, e o caseiro respondeu:
"Continuam a morar aqui..."
Espantado ele entrou correndo , e já na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao homem (o dono da vaquinha):
"Como é que o senhor melhorou este sítio e está tão bem na vida?"
E o homem, entusiasmado, respondeu:
"Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos.
A ssim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram
Será que nós estamos acomodados?
Será que nós estamos acomodados?
09 maio, 2009
A Mensagem nº 73 de 10 de Maio de 2009

EVANGELHO Jo 15, 1-8
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
«Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que está em Mim e não dá fruto e limpa todo aquele que dá fruto, para que dê ainda mais fruto.
Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos anunciei. Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. Se alguém não permanece em Mim, será lançado fora, como o ramo, e secará. Esses ramos, apanham-nos, lançam-nos ao fogo e eles ardem. Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tomareis meus discípulos».
A Palavra

«Quem permanece em Mim dá muito fruto»
Os gestos e as palavras de Jesus, deste domingo, representam as suas últimas indicações, o seu "testamento". Os discípulos recebem, aqui, as coordenadas para poderem continuar no mundo a missão de Jesus.
Neste texto de São João, o evangelista serve-se de elementos simbólicos como a videira, os ramos, o agricultor e o fruto. Com estes elementos simbólicos o evangelista põe em realce a relação entre Jesus-videira, Pai-agricultor e a comunidade dos discípulos como os ramos.
A vinha é a planta pela qual o agricultor tem mais predilecção porque dessa produz o vinho da alegria. Jesus retoma a imagem do antigo testamento para recordar que na antiga aliança Deus vinha apresentado como o dono da vinha e no novo testamento Cristo identifica-se com a videira: «Eu sou a verdadeira vide». Deus vive no meio de nós não como patrão mas como seiva vital. Jesus é a seiva vital do mundo, que dá vida!
«Eu sou a verdadeira vide»: uma afirmação semelhante a tantas outras como: «Eu sou o verdadeiro pão do céu», «eu sou a luz do mundo». Estas afirmações têm um denotado tom polémico mas em todas, Jesus revela-se a si próprio como aquele que está disposto a dar-se totalmente.
«para que dê ainda mais fruto». Aqui está o centro da mensagem de hoje. Deus chama-nos a frutificar, a dar fruto. Ele para nós tem um projecto de salvação, ele conta connosco, ele precisa de nós aqui e agora. Sou chamado assim a dar fruto porque os ramos da vinha, os ramos das árvores dão fruto. Dar fruto exige também deixar-se cultivar, deixar que o agricultor prepare tudo para a produção. Neste sentido a mensagem oferecida na simbologia da poda.
Ajuda-nos Senhor a descobrir que de vez em quando temos que “podar” a nossa vida e recomeçar de novo da verdadeira vide. Ajuda-nos Senhor a descobrir-te nosso agricultor e ajuda-nos a descobrir em ti a verdadeira cepa que nos leva a dar frutos.
«para que dê ainda mais fruto». Este é também o objectivo das grandes empresas que apostam seriamente em crescer, que reflectem com balanços e novos projectos. Porque não reflectir hoje sobre o meu projecto pessoal de vida, que é aquela bússola que orienta o meu caminho? Se já reflecti no passado sobre o meu projecto posso fazer uma revisão deste, senão é uma boa oportunidade para começar a elaborar o projecto pessoal de vida à luz da fé.
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar

Palavras Sábias
Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados ao seu serviço. Tinha um único filho, um único herdeiro, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe entravam nos ouvidos a 100k á hora e saiam a 200k.
Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados que construíssem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para nunca mais desprezares as palavras de eu pai".
Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse: "- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, Tu tomarás conta de tudo o que é meu, e sei qual será o teu futuro...
Tu vais deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irás gastar todo o dinheiro com teus amigos, irás vender os animais e os bens para te sustentares, e quando não tiveres mais dinheiro, teus amigos vão se afastar de ti. E quando não tiveres mais nada, vais te arrepender amargamente de não me ter dado ouvidos.
E por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para ti, e quero que me prometas que se acontecer o que eu disse, te enforcarás nela".
O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito, começou a reflectir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:
- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido teus conselhos, mas agora é tarde, tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.
A passos lentos dirigiu-se até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:
- Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegra-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me restas mais nada.
Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse: - Ah se eu tivesse uma nova oportunidade...
Então saltou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz então caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes.
A forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia:
- Essa é a tua nova oportunidade, eu te Amo muito Teu Pai
NUNCA DESPERDICES AS PALAVRAS SÁBIAS DO TEU PAI !!!
Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados ao seu serviço. Tinha um único filho, um único herdeiro, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe entravam nos ouvidos a 100k á hora e saiam a 200k.
Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados que construíssem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para nunca mais desprezares as palavras de eu pai".
Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse: "- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, Tu tomarás conta de tudo o que é meu, e sei qual será o teu futuro...
Tu vais deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irás gastar todo o dinheiro com teus amigos, irás vender os animais e os bens para te sustentares, e quando não tiveres mais dinheiro, teus amigos vão se afastar de ti. E quando não tiveres mais nada, vais te arrepender amargamente de não me ter dado ouvidos.
E por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para ti, e quero que me prometas que se acontecer o que eu disse, te enforcarás nela".
O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito, começou a reflectir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:
- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido teus conselhos, mas agora é tarde, tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.
A passos lentos dirigiu-se até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:
- Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegra-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me restas mais nada.
Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse: - Ah se eu tivesse uma nova oportunidade...
Então saltou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz então caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes.
A forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia:
- Essa é a tua nova oportunidade, eu te Amo muito Teu Pai
NUNCA DESPERDICES AS PALAVRAS SÁBIAS DO TEU PAI !!!
04 maio, 2009
A Mensagem nº 72 de 03 de Abril de 2009

EVANGELHO Jo 10, 11-18
Naquele tempo, disse Jesus: «Eu sou o Bom Pastor.
O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa.
O mercenário não se preocupa com as ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o mandamento que recebi de meu Pai».
Naquele tempo, disse Jesus: «Eu sou o Bom Pastor.
O bom pastor dá a vida pelas suas ovelhas. O mercenário, como não é pastor, nem são suas as ovelhas, logo que vê vir o lobo, deixa as ovelhas e foge, enquanto o lobo as arrebata e dispersa.
O mercenário não se preocupa com as ovelhas. Eu sou o Bom Pastor: conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai; Eu dou a vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil e preciso de as reunir; elas ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só Pastor. Por isso o Pai Me ama: porque dou a minha vida, para poder retomá-la. Ninguém Ma tira, sou Eu que a dou espontaneamente. Tenho o poder de a dar e de a retomar: foi este o mandamento que recebi de meu Pai».
Para Meditar
ocasião especial
Um amigo meu abriu a gaveta da cómoda de sua esposa e pegou num pequeno pacote embrulhado com papel de seda: "Isto , disse ele não é um simples pacote".Tirou o papel que o envolvia e observou a bonita caixa, que continha uma linda langerie"Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos.Nunca a usou. Estava guardado para uma ocasião especial. Bem, creio que esta é a ocasião".Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária.Sua esposa tinha acabado de morrer.Virando-se para mim, disse: "Não guardes nada para uma ocasião especial.Cada dia que se vive é uma ocasião especial".Ainda estou pensando nestas palavras... E já mudaram minha vida.Agora estou a ler mais e a limpar menos.Sento-me no terraço e admiro a vista sem me preocupar com as pragas, fico mais tempo com minha família e menos tempo no trabalho.Compreendi que a vida deve ser uma fonte de experiências a desfrutar, não para sobreviver.Já não guardo nada. Uso meus copos de cristal todos os dias.Coloco uma roupa nova para ir ao supermercado, se me der vontade.Já não guardo meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho vontade.Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero ver, escutar ou fazer agora.Não estou certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não estaria aqui para a próxima manhã que todos nós ignoramos.Creio que teria chamado seus familiares e amigos mais próximos.Talvez chamasse alguns amigos antigos para se desculpar e fazer as pazes por possíveis desgostos do passado.Gosto de pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita.São estas pequenas coisas deixadas por fazer que me fariam desgostoso se eu soubesse que minhas horas estão limitadas.Desgostoso, porque deixaria de ver amigos com quem me iria encontrar.Cartas... cartas que pensava escrever "qualquer dia destes".Desgostoso e triste, por que não disse a meus irmãos e meus filhos, com suficiente frequência, que os Amo.Agora, tento não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas.E, cada manhã, digo a mim mesmo :
Este será um dia especial.Cada dia, cada hora, cada minuto é especial.
Um amigo meu abriu a gaveta da cómoda de sua esposa e pegou num pequeno pacote embrulhado com papel de seda: "Isto , disse ele não é um simples pacote".Tirou o papel que o envolvia e observou a bonita caixa, que continha uma linda langerie"Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos.Nunca a usou. Estava guardado para uma ocasião especial. Bem, creio que esta é a ocasião".Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária.Sua esposa tinha acabado de morrer.Virando-se para mim, disse: "Não guardes nada para uma ocasião especial.Cada dia que se vive é uma ocasião especial".Ainda estou pensando nestas palavras... E já mudaram minha vida.Agora estou a ler mais e a limpar menos.Sento-me no terraço e admiro a vista sem me preocupar com as pragas, fico mais tempo com minha família e menos tempo no trabalho.Compreendi que a vida deve ser uma fonte de experiências a desfrutar, não para sobreviver.Já não guardo nada. Uso meus copos de cristal todos os dias.Coloco uma roupa nova para ir ao supermercado, se me der vontade.Já não guardo meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho vontade.Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero ver, escutar ou fazer agora.Não estou certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não estaria aqui para a próxima manhã que todos nós ignoramos.Creio que teria chamado seus familiares e amigos mais próximos.Talvez chamasse alguns amigos antigos para se desculpar e fazer as pazes por possíveis desgostos do passado.Gosto de pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita.São estas pequenas coisas deixadas por fazer que me fariam desgostoso se eu soubesse que minhas horas estão limitadas.Desgostoso, porque deixaria de ver amigos com quem me iria encontrar.Cartas... cartas que pensava escrever "qualquer dia destes".Desgostoso e triste, por que não disse a meus irmãos e meus filhos, com suficiente frequência, que os Amo.Agora, tento não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas.E, cada manhã, digo a mim mesmo :
Este será um dia especial.Cada dia, cada hora, cada minuto é especial.
A Mensagem nº 71

EVANGELHO – Lc 24,35-48Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São LucasNaquele tempo,os discípulos de Emaúscontaram o que tinha acontecido no caminhoe como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão.Enquanto diziam isto,Jesus apresentou-Se no meio deles e disse-lhes:«A paz esteja convosco».Espantados e cheios de medo, julgavam ver um espírito.Disse-lhes Jesus:«Porque estais perturbadose porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações?Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo;tocai-Me e vede: um espírito não tem carne nem ossos,Como vedes que Eu tenho».Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os pés.E como eles, na sua alegria e admiração,não queriam ainda acreditar,perguntou-lhes:«Tendes aí alguma coisa para comer?»Deram-Lhe uma posta de peixe assado,que Ele tomou e começou a comer diante deles.Depois disse-lhes:«Foram estas as palavras que vos dirigi,quando ainda estava convosco:‘Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeitona Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’».Abriu-lhes então o entendimentopara compreenderem as Escriturase disse-lhes:«Assim está escrito que o Messias havia de sofrere de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia,e que havia de ser pregado em seu nomeo arrependimento e o perdão dos pecadosa todas as nações, começando por Jerusalém.Vós sois as testemunhas de todas estas coisas».
Para Meditar

Um Recado de ALGUÉM!
Tu és muito importante para mim.
Tu corres, almoças, trabalhas, cantas, choras e amas.
Tu sorris, mas nunca me chamas.
Tu entristeces-te, depois acalmas, mas nunca me agradeces.
Tu caminhas, sobes, desces escadas e não te preocupas comigo.
Tu tens tudo e não me dás nada.
Tu sentes amor, ódio, sentes tudo menos a minha presença.
Tu tens os sentidos perfeitos, mas nunca os usas por mim.
Tu estudas e não me entendes, ganhas e não me ajudas, cantas e não me alegras.
Tu és tão inteligente e não entendes nada de mim.
Tu reclamas dos maus tratos, mas não dás valor ao que eu faço por ti.
Se estás triste, culpas-me por isso, mas se estás alegre não me deixas participar de tua felicidade.
Tu conheces tanta gente importante, mas não me conheces a mim que te considero muito importante.
Tu fazes o que outros ordenam, mas não fazes o que te peço com humildade.
Se subiste na vida, pisas nos menos favorecidos, se não subiste, descarregas sobre mim toda a tua ira.
Tu não tens tempo para nada, nem mesmo para mim.
Tu quebras tantos galhos para os amigos, mas não tiras um espinho da minha testa.
Tu reclamas tanto da vida, mas não sabes que a minha é triste por tua causa.
Tu baixas os olhos quando um superior te fala, mas não levantas esses mesmos olhos quando te falo do meu amor.
Tu falas das pessoas e não sabes que conheço toda a tua vida.
Tu enfrentas muitos obstáculos na vida, és forte, mas que pena, embora não admitas, sei que tens medo de mim.
Tu defendes teu clube, seus jogadores, mas não me defendes no meio de teus amigos.
Tu não sentes vergonha de te despires diante de alguém mas, sentes vergonha de tirar tua máscara diante de mim.
Tu corres com teu carro, mas nunca corres para meus braços.
Tu costumas "às vezes" falar do que fiz, mas nunca me deste oportunidade de falar do que fizeste.
Tu és um corpo no mundo e eu um mundo em teu corpo ...
Eu sou alguém que todos os dias bate a tua porta e pergunta:
- Tens lugar para mim, na tua casa, na tua vida, no teu coração ?
- EU SOU JESUS CRISTO:
QUERO SIMPLESMENTE QUE ME ACEITES.
A Mensagem nº 70

EVANGELHO Jo 20. 19-31
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes serão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa, e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe:
«Meu Senhor e meu Deus!» Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste:
felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes serão retidos». Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa, e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe:
«Meu Senhor e meu Deus!» Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste:
felizes os que acreditam sem terem visto». Muitos outros milagres fez Jesus na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.
Para Meditar
Valorizar Qualidades
"Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia.
Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes disseram-lhe que teria que renunciar porque fazia demasiado barulho; e além do mais, passava o tempo todo a dar pancadas.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir alguma coisa.
Perante o ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira converteu-se num lindo móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembleia reactivou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes.
Todos reflectiram e chegaram á seguinte conclusão:
O martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e alizar, e o metro era preciso e exacto.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.
Acontece o mesmo com os seres humanos.
Basta observar e comprovar. Quando uma pessoa procura defeitos na outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando procura com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, --------qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades----------Isto é para os sábios!
"Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembleia.
Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes disseram-lhe que teria que renunciar porque fazia demasiado barulho; e além do mais, passava o tempo todo a dar pancadas.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir alguma coisa.
Perante o ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira converteu-se num lindo móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembleia reactivou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes.
Todos reflectiram e chegaram á seguinte conclusão:
O martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e alizar, e o metro era preciso e exacto.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.
Acontece o mesmo com os seres humanos.
Basta observar e comprovar. Quando uma pessoa procura defeitos na outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando procura com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, --------qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades----------Isto é para os sábios!
10 abril, 2009
A Mensagem nº 69 de 12 de Abril de 2009

EVANGELHO – Jo 20,1-9
No primeiro dia da semana,Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcroe viu a pedra retirada do sepulcro.Correu então e foi ter com Simão Pedroe com o discípulo predilecto de Jesuse disse-lhes:«Levaram o Senhor do sepulcroe não sabemos onde O puseram».Pedro partiu com o outro discípuloe foram ambos ao sepulcro.Corriam os dois juntos,mas o outro discípulo antecipou-se,correndo mais depressa do que Pedro,e chegou primeiro ao sepulcro.Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou.Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira.Entrou no sepulcroe viu as ligaduras no chãoe o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus,não com as ligaduras, mas enrolado à parte.Entrou também o outro discípuloque chegara primeiro ao sepulcro:viu e acreditou.Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura,segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.
A Palavra

Ressuscitou
É a Páscoa do Senhor! Ressuscitou! Vive! E porque vive, enche de entusiasmo o nosso existir. Anima-nos à esperança. Anima-nos ao testemunho. Anima-nos à fé. É a festa da vida. Do encontro. Da partilha. Em Jesus ressuscitado somos convidados para o encontro com o Evangelho da verdade. Somos comunidade. Somos de Cristo. De Cristo vivo. Feliz Páscoa!
O Domingo da Ressurreição, primeiro dia da semana é o começo de uma vida nova; uma nova criação; a libertação definitiva! Tempos novos! Sentido novo! Homem novo! Maria madalena, discípula do Senhor, não se conforma com a sua ausência. Vai procurá-Lo, prestar-Lhe homenagem, movida pela força do amor! Porque procurou, apesar da noite escura da ausência e da frieza do sepulcro, constatou a novidade: o sepulcro aberto e vazio! Jesus não estava lá! Afinal, a morte não é a última realidade!
Cada Páscoa, esta Páscoa, pode ser “um primeiro dia” na nossa vida. O início de uma vida diferente, porque marcada pelo sentido novo da Ressurreição. Apesar do escuro da nossa pouca fé, apesar do escuro de uma cultura do evidente e palpável, somos convidados à experiência de vislumbrar sinais de ressurreição anunciadores de uma vida nova! Com e como Maria Madalena e todos os apaixonados pelo Senhor, deixemo-nos mover pela fé e pela sede de Deus! Procuremos o Senhor vivo em nós, nos nossos ambientes, na Igreja, no mundo! Ele está vivo entre nós!
“Disseram-nos, Senhor, que estavas morto há três dias, guardado por soldados, e que ninguém podia remover a pedra do sepulcro! …surpreendido, o mundo viu nascer o dia do Senhor.
Não há ressurreição sem haver morte, nem triunfo se não houver batalha: saibamos nós morrer em cada dia e ser o homem novo!”(da liturgia do tempo pascal- Hino de laudes)
Maria Madalena deixa-se tocar pela novidade do túmulo vazio! Corre a levar a mensagem e partilha o facto com os discípulos mais próximos do Mestre. Não sabe ainda o que aconteceu! Apenas testemunha o vazio do sepulcro. Antevê algo de grandioso que não pode guardar para si. Não se fecha ou intimida; mas corre, comunica, para que outros que partilhavam com ela a dor da morte de Jesus possam gozar deste momento de esperança!
Também pela nossa vida e pelo nosso mundo correm mensageiros do Senhor, anunciadores do “sepulcro vazio”, da vitória do amor e da vida. Gente que O procura de coração, que chora e sofre a Sua ausência, que lamenta o lugar que não Lhe é dado! Vamos nós acolher estes mensageiros da Ressurreição. E, consequentemente, seremos também outros mensageiros que correm a levar a mesma notícia, a mesma experiência aos nossos familiares, amigos, colegas, a conhecidos e desconhecidos! Sejamos mensageiros do Senhor ressuscitado, com a vida e com a palavra.
“Testemunhas da Verdade, não podeis ficar calados: ide proclamar bem alto o Senhor ressuscitado.
Sois na terra a luz de Cristo, vós que fostes baptizados: o nosso mundo tem sede das águas da vida eterna.
Jesus Cristo é a Passagem para um mundo de esperança: com Jesus Ressuscitado, em vós nasce o homem novo” (da liturgia do tempo pascal- Hino a hora intermédia)
Numa conversa, num encontro, num SMS, num e-mail…vou ser mensageiro da vitória do amor, mensageiro da Ressurreição do Senhor, expressão da Sua presença viva em mim e entre nós.
O Domingo da Ressurreição, primeiro dia da semana é o começo de uma vida nova; uma nova criação; a libertação definitiva! Tempos novos! Sentido novo! Homem novo! Maria madalena, discípula do Senhor, não se conforma com a sua ausência. Vai procurá-Lo, prestar-Lhe homenagem, movida pela força do amor! Porque procurou, apesar da noite escura da ausência e da frieza do sepulcro, constatou a novidade: o sepulcro aberto e vazio! Jesus não estava lá! Afinal, a morte não é a última realidade!
Cada Páscoa, esta Páscoa, pode ser “um primeiro dia” na nossa vida. O início de uma vida diferente, porque marcada pelo sentido novo da Ressurreição. Apesar do escuro da nossa pouca fé, apesar do escuro de uma cultura do evidente e palpável, somos convidados à experiência de vislumbrar sinais de ressurreição anunciadores de uma vida nova! Com e como Maria Madalena e todos os apaixonados pelo Senhor, deixemo-nos mover pela fé e pela sede de Deus! Procuremos o Senhor vivo em nós, nos nossos ambientes, na Igreja, no mundo! Ele está vivo entre nós!
“Disseram-nos, Senhor, que estavas morto há três dias, guardado por soldados, e que ninguém podia remover a pedra do sepulcro! …surpreendido, o mundo viu nascer o dia do Senhor.
Não há ressurreição sem haver morte, nem triunfo se não houver batalha: saibamos nós morrer em cada dia e ser o homem novo!”(da liturgia do tempo pascal- Hino de laudes)
Maria Madalena deixa-se tocar pela novidade do túmulo vazio! Corre a levar a mensagem e partilha o facto com os discípulos mais próximos do Mestre. Não sabe ainda o que aconteceu! Apenas testemunha o vazio do sepulcro. Antevê algo de grandioso que não pode guardar para si. Não se fecha ou intimida; mas corre, comunica, para que outros que partilhavam com ela a dor da morte de Jesus possam gozar deste momento de esperança!
Também pela nossa vida e pelo nosso mundo correm mensageiros do Senhor, anunciadores do “sepulcro vazio”, da vitória do amor e da vida. Gente que O procura de coração, que chora e sofre a Sua ausência, que lamenta o lugar que não Lhe é dado! Vamos nós acolher estes mensageiros da Ressurreição. E, consequentemente, seremos também outros mensageiros que correm a levar a mesma notícia, a mesma experiência aos nossos familiares, amigos, colegas, a conhecidos e desconhecidos! Sejamos mensageiros do Senhor ressuscitado, com a vida e com a palavra.
“Testemunhas da Verdade, não podeis ficar calados: ide proclamar bem alto o Senhor ressuscitado.
Sois na terra a luz de Cristo, vós que fostes baptizados: o nosso mundo tem sede das águas da vida eterna.
Jesus Cristo é a Passagem para um mundo de esperança: com Jesus Ressuscitado, em vós nasce o homem novo” (da liturgia do tempo pascal- Hino a hora intermédia)
Numa conversa, num encontro, num SMS, num e-mail…vou ser mensageiro da vitória do amor, mensageiro da Ressurreição do Senhor, expressão da Sua presença viva em mim e entre nós.
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar

Um Cachorrinho
Diante de uma montra atractiva, um menino pergunta o preço dos filhotes de cachorro que estão à venda. “Entre 30 e 50 €”, respondeu o dono da loja. O menino puxou por uns trocos do bolso e disse: “Eu só tenho 2,37 €, mas eu posso ver os filhotes?” O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou? “O que é que há com ele?” O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre iria mancar e andaria devagar. O menino se animou e disse: “Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!” O dono da loja respondeu: “Não, tu não vais querer comprar esse. Se realmente quiseres ficar com ele, eu dou-te de presente”. O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com seu dedo apontado, disse-lhe:: “Eu não quero que você mo dê. Aquele cachorrinho vale tanto como qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu dou-lhe 2,37 € agora e 50 cêntimos por mês, até completar o preço total”. O dono da loja contestou: “Tu não podes querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar contigo e com os outros cachorrinhos. Aí, o menino abaixou-se e puxou a perna esquerda das calças para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: “Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso”.
Diante de uma montra atractiva, um menino pergunta o preço dos filhotes de cachorro que estão à venda. “Entre 30 e 50 €”, respondeu o dono da loja. O menino puxou por uns trocos do bolso e disse: “Eu só tenho 2,37 €, mas eu posso ver os filhotes?” O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou? “O que é que há com ele?” O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre iria mancar e andaria devagar. O menino se animou e disse: “Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!” O dono da loja respondeu: “Não, tu não vais querer comprar esse. Se realmente quiseres ficar com ele, eu dou-te de presente”. O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com seu dedo apontado, disse-lhe:: “Eu não quero que você mo dê. Aquele cachorrinho vale tanto como qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu dou-lhe 2,37 € agora e 50 cêntimos por mês, até completar o preço total”. O dono da loja contestou: “Tu não podes querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar contigo e com os outros cachorrinhos. Aí, o menino abaixou-se e puxou a perna esquerda das calças para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: “Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso”.
03 abril, 2009
Reflectindo

• Celebrar a paixão e a morte de Jesus é abismar-se na contemplação de um Deus a quem o amor tornou frágil… Por amor, Ele veio ao nosso encontro, assumiu os nossos limites e fragilidades, experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu a mordedura das tentações, experimentou a angústia e o pavor diante da morte; e, estendido no chão, esmagado contra a terra, atraiçoado, abandonado, incompreendido, continuou a amar. Desse amor resultou vida plena, que Ele quis repartir connosco “até ao fim dos tempos”: esta é a mais espantosa história de amor que é possível contar; ela é a boa notícia que enche de alegria o coração dos crentes.• Contemplar a cruz onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus significa assumir a mesma atitude que Ele assumiu e solidarizar-Se com aqueles que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade… Olhar a cruz de Jesus significa denunciar tudo o que gera ódio, divisão, medo, em termos de estruturas, valores, práticas, ideologias; significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens; significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor… Viver deste jeito pode conduzir à morte; mas o cristão sabe que amar como Jesus é viver a partir de uma dinâmica que a morte não pode vencer: o amor gera vida nova e introduz na nossa carne os dinamismos da ressurreição.• Um dos elementos mais destacados no relato marciano da paixão é a forma como Jesus Se comporta ao longo de todo o processo que conduz à sua morte… Ele nunca Se descontrola, nunca recua, nunca resiste, mas mantém-Se sempre sereno e digno, enfrentando o seu destino de cruz. Tal não significa que Jesus seja um herói inconsciente a quem o sofrimento e a morte não assustam, ou que Ele Se coloque na pele de um fraco que desistiu de lutar e que aceita passivamente aquilo que os outros Lhe impõem… A atitude de Jesus é a atitude de quem sabe que o Pai Lhe confiou uma missão e está decidido a cumprir essa missão, custe o que custar. Temos a mesma disponibilidade de Jesus para escutar os desafios de Deus e a mesma determinação de Jesus em concretizar esses desafios no mundo?• A “angústia” e o “pavor” de Jesus diante da morte, o seu lamento pela solidão e pelo abandono, tornam-n’O muito “humano”, muito próximo das nossas debilidades e fragilidades. Dessa forma, é mais fácil identificarmo-nos com Ele, confiar n’Ele, segui-l’O no seu caminho do amor e da entrega. A humanidade de Jesus mostra-nos, também, que o caminho da obediência ao Pai não é um caminho impossível, reservado a super-heróis ou a deuses, mas é um caminho de homens frágeis, chamados por Deus a percorrerem, com esforço, o caminho que conduz à vida definitiva.• A solidão de Jesus diante do sofrimento e da morte anuncia já a solidão do discípulo que percorre o caminho da cruz. Quando o discípulo procura cumprir o projecto de Deus, recusa os valores do mundo, enfrenta as forças da opressão e da morte, recebe a indiferença e o desprezo do mundo e tem de percorrer o seu caminho na mais dramática solidão. O discípulo tem de saber, no entanto, que o caminho da cruz, apesar de difícil, doloroso e solitário, não é um caminho de fracasso e de morte, mas é um caminho de libertação e de vida plena.• A figura do jovem que, no jardim das Oliveiras, deixou o lençol que o cobria nas mãos dos soldados e fugiu pode ser figura do discípulo que, amedrontado e desiludido, abandonou Jesus. Já alguma vez virámos as costas a Jesus e ao seu projecto, seduzidos por outras propostas? O que é que nos impede, por vezes, de nos mantermos fiéis ao projecto de Jesus?
( In página dos Dehonianos )
Quem é Jesus ?


QUEM É JESUS ?
Para o cego, Jesus é luz.Para o faminto, Jesus é o pão.Para o sedento, Jesus é a fonte.Para o morto, Jesus é a vida.Para o enfermo, Jesus é a cura.Para o prisioneiro, Jesus é a liberdade.Para o solitário, Jesus é o companheiro.Para o mentiroso, Jesus é a Verdade.Para o viajante, Jesus é o caminho.Para o visitante, Jesus é a porta.Para o sábio, Jesus é a sabedoria.Para a medicina, Jesus é o médico dos médicos.Para o réu, Jesus é o advogado. Para o advogado, Jesus é o Juiz.Para o Juiz , Jesus é a justiça. Para o cansado, Jesus é o alívio.Para o medroso, Jesus é a coragem.Para o agricultor, Jesus é a árvore que dá fruto.Para o pedreiro, Jesus é a pedra principal.Para o jardineiro, Jesus é a rosa de Sharon.Para o floricultor, Jesus é o lírio dos vales.Para o tristonho, Jesus é a alegria.Para o leitor, Jesus é a palavra. Para o pobre, Jesus é o tesouro. Para o devedor, Jesus é o perdão.Para o aluno, Jesus é o MESTRE.Para o professor, Jesus é o mestre.Para o fraco, Jesus é a força.Para o forte, Jesus é o vigor.Para o inquilino, Jesus é a morada.Para o incrédulo, Jesus é a prova.Para o fugitivo, Jesus é o esconderijo.Para o obstinado, Jesus é o conselheiro.Para o navegante, Jesus é o capitão.Para a ovelha, Jesus é o bom pastor.Para o problemático, Jesus é a solução.Para o holocausto, Jesus é o cordeiro.Para o sábado/o domingo, Jesus é o Senhor.Para o astrônomo, Jesus é a estrela da manhã.Para os magos, Jesus é a estrela do oriente.Para o mundo, Jesus é o salvador.Para Judas, Jesus é inocente.Para os demônios, Jesus é o santo de Deus. Para o tempo, Jesus é o relógio de Deus.Para o relógio, Jesus é a última hora.Para Israel, Jesus é o Messias.Para as nações, Jesus é o desejado.Para a Igreja, Jesus é o noivo amado.Para o vencedor, Jesus é a coroa.Para a gramática, Jesus é o verbo.
Para o cego, Jesus é luz.Para o faminto, Jesus é o pão.Para o sedento, Jesus é a fonte.Para o morto, Jesus é a vida.Para o enfermo, Jesus é a cura.Para o prisioneiro, Jesus é a liberdade.Para o solitário, Jesus é o companheiro.Para o mentiroso, Jesus é a Verdade.Para o viajante, Jesus é o caminho.Para o visitante, Jesus é a porta.Para o sábio, Jesus é a sabedoria.Para a medicina, Jesus é o médico dos médicos.Para o réu, Jesus é o advogado. Para o advogado, Jesus é o Juiz.Para o Juiz , Jesus é a justiça. Para o cansado, Jesus é o alívio.Para o medroso, Jesus é a coragem.Para o agricultor, Jesus é a árvore que dá fruto.Para o pedreiro, Jesus é a pedra principal.Para o jardineiro, Jesus é a rosa de Sharon.Para o floricultor, Jesus é o lírio dos vales.Para o tristonho, Jesus é a alegria.Para o leitor, Jesus é a palavra. Para o pobre, Jesus é o tesouro. Para o devedor, Jesus é o perdão.Para o aluno, Jesus é o MESTRE.Para o professor, Jesus é o mestre.Para o fraco, Jesus é a força.Para o forte, Jesus é o vigor.Para o inquilino, Jesus é a morada.Para o incrédulo, Jesus é a prova.Para o fugitivo, Jesus é o esconderijo.Para o obstinado, Jesus é o conselheiro.Para o navegante, Jesus é o capitão.Para a ovelha, Jesus é o bom pastor.Para o problemático, Jesus é a solução.Para o holocausto, Jesus é o cordeiro.Para o sábado/o domingo, Jesus é o Senhor.Para o astrônomo, Jesus é a estrela da manhã.Para os magos, Jesus é a estrela do oriente.Para o mundo, Jesus é o salvador.Para Judas, Jesus é inocente.Para os demônios, Jesus é o santo de Deus. Para o tempo, Jesus é o relógio de Deus.Para o relógio, Jesus é a última hora.Para Israel, Jesus é o Messias.Para as nações, Jesus é o desejado.Para a Igreja, Jesus é o noivo amado.Para o vencedor, Jesus é a coroa.Para a gramática, Jesus é o verbo.
E PARA VOCÊ, QUEM É JESUS ?
Para Meditar

O peso da cruz
Um homem – cheio de fé cristã – fez um pedido e prometeu que carregaria uma cruz sobre os seus ombros, até a cidade mais próxima, afim de obter a graça. O nosso Amigo comprou madeira, fez a sua cruz e iniciou a jornada. Quando ia a meio do caminho, quase já sem forças e com os ombros ensanguentados, parou num vilarejo e viu uma pequena carpintaria que anunciava fabricar cruzes. Entrou e perguntou ao proprietário:- O senhor faz trocas?O fabricante, quase sem pensar, respondeu-lhe que não era habitual mas, dependendo das circunstâncias, poderiam fazer trocas.O nosso cristão disse:- É que eu já não consigo aguentar o peso da minha cruz e, se não se importa, gostaria de experimentar algumas das suas...O fabricante concordou e o nosso Amigo começou a deambular pela fábrica experimentando cruzes e mais cruzes… umas eram mais pesadas, outras eram muito grandes e vistosas, outras ainda eram muito pequenas e outras havia que apesar de serem leves, não encaixavam perfeitamente nos ombros….Passado um bom par de horas o homem gritou:- Achei finalmente! Encontrei a cruz ideal! Quanto lhe devo meu bom amigo?O fabricante, que tinha acompanhado toda a procura do cristão, responde-lhe com voz suave e com um pequeno sorriso:- Você não me deve nada meu amigo... O cristão interrompe-o e diz-lhe, ainda eufórico:- Ora essa? Eu não estou a entender, porque o senhor teve trabalho e eu tenho que remunerá-lo por isso!O fabricante, ainda com o sorriso no rosto, diz:- Amigo, cada um tem a cruz que deve carregar e Deus sabe bem o peso que cada uma delas deve ter. Quando você começou a experimentar cruzes, deixou de lado a sua e, no meio da confusão e da procura na minha fábrica, você acabou por optar por esta cruz que, simplesmente, é a cruz que você trazia apoiada nos seus ombros quando aqui chegou...
Caríssimos Amigos...Às vezes também acontece o mesmo connosco e nem precisamos fazer promessas. Há pessoas que se queixam da (cruz da) vida e vão fazendo incessantes buscas na ansia de encontrarem outras cruzes mais ajustadas, experimentando até outras mais leves, mais pequenas ou mais belas, às quais nunca se irão adaptar. Outras vezes essas buscas distraídas não nos deixam ser agradecidos pela ajuda que vamos recebendo dos “cireneus” que estão ao nosso lado e nos ajudam a suportar o peso da nossa cruz ao longo da jornada: o cireneu pai ou mãe, esposa ou marido, o cireneu Amigo... Eu tenho plena certeza de que o “fabricante” nos deixa escolher e até, às vezes, experimentar outras cruzes para no final acabarmos por aceitar com a ajuda dos “cireneus” suportar o peso (muito ou pouco) da nossa cruz – Ele também a aceitou!Antes que a jornada acabe, saibamos agradecer a ajuda que gratuitamente recebemos para suportar a cruz de todos os dias...A todos, uma Santa Páscoa.
Um homem – cheio de fé cristã – fez um pedido e prometeu que carregaria uma cruz sobre os seus ombros, até a cidade mais próxima, afim de obter a graça. O nosso Amigo comprou madeira, fez a sua cruz e iniciou a jornada. Quando ia a meio do caminho, quase já sem forças e com os ombros ensanguentados, parou num vilarejo e viu uma pequena carpintaria que anunciava fabricar cruzes. Entrou e perguntou ao proprietário:- O senhor faz trocas?O fabricante, quase sem pensar, respondeu-lhe que não era habitual mas, dependendo das circunstâncias, poderiam fazer trocas.O nosso cristão disse:- É que eu já não consigo aguentar o peso da minha cruz e, se não se importa, gostaria de experimentar algumas das suas...O fabricante concordou e o nosso Amigo começou a deambular pela fábrica experimentando cruzes e mais cruzes… umas eram mais pesadas, outras eram muito grandes e vistosas, outras ainda eram muito pequenas e outras havia que apesar de serem leves, não encaixavam perfeitamente nos ombros….Passado um bom par de horas o homem gritou:- Achei finalmente! Encontrei a cruz ideal! Quanto lhe devo meu bom amigo?O fabricante, que tinha acompanhado toda a procura do cristão, responde-lhe com voz suave e com um pequeno sorriso:- Você não me deve nada meu amigo... O cristão interrompe-o e diz-lhe, ainda eufórico:- Ora essa? Eu não estou a entender, porque o senhor teve trabalho e eu tenho que remunerá-lo por isso!O fabricante, ainda com o sorriso no rosto, diz:- Amigo, cada um tem a cruz que deve carregar e Deus sabe bem o peso que cada uma delas deve ter. Quando você começou a experimentar cruzes, deixou de lado a sua e, no meio da confusão e da procura na minha fábrica, você acabou por optar por esta cruz que, simplesmente, é a cruz que você trazia apoiada nos seus ombros quando aqui chegou...
Caríssimos Amigos...Às vezes também acontece o mesmo connosco e nem precisamos fazer promessas. Há pessoas que se queixam da (cruz da) vida e vão fazendo incessantes buscas na ansia de encontrarem outras cruzes mais ajustadas, experimentando até outras mais leves, mais pequenas ou mais belas, às quais nunca se irão adaptar. Outras vezes essas buscas distraídas não nos deixam ser agradecidos pela ajuda que vamos recebendo dos “cireneus” que estão ao nosso lado e nos ajudam a suportar o peso da nossa cruz ao longo da jornada: o cireneu pai ou mãe, esposa ou marido, o cireneu Amigo... Eu tenho plena certeza de que o “fabricante” nos deixa escolher e até, às vezes, experimentar outras cruzes para no final acabarmos por aceitar com a ajuda dos “cireneus” suportar o peso (muito ou pouco) da nossa cruz – Ele também a aceitou!Antes que a jornada acabe, saibamos agradecer a ajuda que gratuitamente recebemos para suportar a cruz de todos os dias...A todos, uma Santa Páscoa.
01 abril, 2009
A Mensagem nº 67 de 29 de Março de 2009


EVANGELHO Jo 12. 20-33
Naquele tempo, alguns gregos que tinham vindo a Jerusalém para adorar nos dias da festa, foram ter com Filipe, de Betsaida da Galileia, e fizeram-lhe este pedido:
«Senhor, nós queríamos ver Jesus». Filipe foi dizê-lo a André; e então André e Filipe foram dizê-lo a Jesus. Jesus respondeu-lhes:
«Chegou a hora em que o Filho do homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade vos digo:
Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto.
Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem despreza a sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém Me quiser servir, que Me siga, e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. E se alguém Me servir, meu Pai o honrará. Agora a minha alma está perturbada. E que hei-de dizer? Pai, salva-Me desta hora? Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora. Pai, glorifica o teu nome».
Veio então do Céu uma voz que dizia:
«Já O glorifiquei e tornarei a glorificá-l’O». A multidão que estava presente e ouvira dizia ter sido um trovão.
Outros afirmavam: «Foi um Anjo que Lhe falou». Disse Jesus:
«Não foi por minha causa que esta voz se fez ouvir; foi por vossa causa.
Chegou a hora em que este mundo vai ser julgado. Chegou a hora em que vai ser expulso o príncipe deste mundo. E quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim».
Falava deste modo, para indicar de que morte ia morrer.
Naquele tempo, alguns gregos que tinham vindo a Jerusalém para adorar nos dias da festa, foram ter com Filipe, de Betsaida da Galileia, e fizeram-lhe este pedido:
«Senhor, nós queríamos ver Jesus». Filipe foi dizê-lo a André; e então André e Filipe foram dizê-lo a Jesus. Jesus respondeu-lhes:
«Chegou a hora em que o Filho do homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade vos digo:
Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto.
Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem despreza a sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém Me quiser servir, que Me siga, e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. E se alguém Me servir, meu Pai o honrará. Agora a minha alma está perturbada. E que hei-de dizer? Pai, salva-Me desta hora? Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora. Pai, glorifica o teu nome».
Veio então do Céu uma voz que dizia:
«Já O glorifiquei e tornarei a glorificá-l’O». A multidão que estava presente e ouvira dizia ter sido um trovão.
Outros afirmavam: «Foi um Anjo que Lhe falou». Disse Jesus:
«Não foi por minha causa que esta voz se fez ouvir; foi por vossa causa.
Chegou a hora em que este mundo vai ser julgado. Chegou a hora em que vai ser expulso o príncipe deste mundo. E quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim».
Falava deste modo, para indicar de que morte ia morrer.
Para Meditar

A Atitude é Tudo!
Na vida temos que ter atitude.
O João era o tipo de homem que qualquer pessoa gostaria de conhecer. Estava sempre de bom humor e tinha sempre qualquer coisa de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como estava, a resposta seria logo: - Cada dia melhor ... !!!
Era um gerente especial, os empregados seguiam-no de restaurante em restaurante, só por causa da sua atitude. Era um motivador nato: se um colaborador tinha um mau dia, o João dizia-lhe sempre para ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com o seu estilo de vida. que um dia perguntei-lhe: - João, como podes ser uma pessoa tão positiva o tempo todo? Como é que consegues isso? Respondeu-me: - Cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: "João, hoje tens duas escolhas, podes ficar de bom humor ou de mau humor, e escolho ficar de bom humor." Cada vez que algo de mau acontece, posso escolher fazer-me de vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido: escolho aprender algo. Sempre que alguém reclama, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. Nunca mais me esqueci do que o João me disse, e lembrava-me sempre dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde soube que o João cometera um erro, deixando pela manhã a porta de serviço aberta, e foi surpreendido por assaltantes. Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, a mão, tremendo com o nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico, dispararam e atingiram-no. Por sorte, foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta, ainda com fragmentos de balas alojadas no corpo.
Encontrei-o mais ou menos por acaso passado um tempo, e quando lhe perguntei como estava, logo me respondeu com o seu habitual ar bem disposto: - Óptimo, se melhorar estraga!
Contou-me o que tinha acontecido, e perguntou se queria ver as suas cicatrizes. Recusei-me a ver os seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que lhe tinha passado pela cabeça na ocasião do assalto.- A primeira coisa que pensei foi que devia ter trancado a porta das traseiras. Respondeu: - Então, deitado no chão, ensanguentado, lembrei-me que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver!! - Não tiveste medo? -perguntei- Olha, os paramédicos foram óptimos, diziam-me que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando cheguei à sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado: nas expressões deles eu lia claramente: Esse aí já era...- Decidi que tinha de fazer algo. - E o que fizeste?? perguntei:
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi que sim. Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: "Sou alérgico a balas!!" Entre a risota geral, disse-lhes: "Eu escolho viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto!!" O João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas, também graças à sua atitude. Aprendi que todos os dias temos a opção de viver plenamente e tomar decisões, pois serão essas atitudes que trarão benefícios agora e para a eternidade.
Afinal de contas ...... A ATITUDE É TUDO
Na vida temos que ter atitude.
O João era o tipo de homem que qualquer pessoa gostaria de conhecer. Estava sempre de bom humor e tinha sempre qualquer coisa de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como estava, a resposta seria logo: - Cada dia melhor ... !!!
Era um gerente especial, os empregados seguiam-no de restaurante em restaurante, só por causa da sua atitude. Era um motivador nato: se um colaborador tinha um mau dia, o João dizia-lhe sempre para ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com o seu estilo de vida. que um dia perguntei-lhe: - João, como podes ser uma pessoa tão positiva o tempo todo? Como é que consegues isso? Respondeu-me: - Cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: "João, hoje tens duas escolhas, podes ficar de bom humor ou de mau humor, e escolho ficar de bom humor." Cada vez que algo de mau acontece, posso escolher fazer-me de vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido: escolho aprender algo. Sempre que alguém reclama, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. Nunca mais me esqueci do que o João me disse, e lembrava-me sempre dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde soube que o João cometera um erro, deixando pela manhã a porta de serviço aberta, e foi surpreendido por assaltantes. Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, a mão, tremendo com o nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico, dispararam e atingiram-no. Por sorte, foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital.Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta, ainda com fragmentos de balas alojadas no corpo.
Encontrei-o mais ou menos por acaso passado um tempo, e quando lhe perguntei como estava, logo me respondeu com o seu habitual ar bem disposto: - Óptimo, se melhorar estraga!
Contou-me o que tinha acontecido, e perguntou se queria ver as suas cicatrizes. Recusei-me a ver os seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que lhe tinha passado pela cabeça na ocasião do assalto.- A primeira coisa que pensei foi que devia ter trancado a porta das traseiras. Respondeu: - Então, deitado no chão, ensanguentado, lembrei-me que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver!! - Não tiveste medo? -perguntei- Olha, os paramédicos foram óptimos, diziam-me que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando cheguei à sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado: nas expressões deles eu lia claramente: Esse aí já era...- Decidi que tinha de fazer algo. - E o que fizeste?? perguntei:
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi que sim. Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: "Sou alérgico a balas!!" Entre a risota geral, disse-lhes: "Eu escolho viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto!!" O João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas, também graças à sua atitude. Aprendi que todos os dias temos a opção de viver plenamente e tomar decisões, pois serão essas atitudes que trarão benefícios agora e para a eternidade.
Afinal de contas ...... A ATITUDE É TUDO
21 março, 2009
A Mensagem nº 66 de 22 de Março de 2009

EVANGELHO Jo 3. 14-21
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos:
«Assim como Moisés elevou a serpente no deserto, também o Filho do homem será elevado, para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna.
Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. Quem acredita n’Ele não é condenado, mas quem não acredita já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus. E a causa da condenação é esta:
a luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque eram más as suas obras.
Todo aquele que pratica más acções odeia a luz e não se aproxima dela, para que as suas obras não sejam denunciadas.
Mas quem pratica a verdade aproxima-se da luz, para que as suas obras sejam manifestas, pois são feitas em Deus.
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