Na reflexão, considerar os seguintes pontos:• João é o evangelista abismado na contemplação do amor de um Deus que não hesitou em enviar ao mundo o seu Filho, o seu único Filho, para apresentar aos homens uma proposta de felicidade plena, de vida definitiva; e Jesus, o Filho, cumprindo o mandato do Pai, fez da sua vida um dom, até à morte na cruz, para mostrar aos homens o “caminho” da vida eterna… O Evangelho deste domingo convida-nos a contemplar, com João, esta incrível história de amor e a espantar-nos com o peso que nós – seres limitados e finitos, pequenos grãos de pó na imensidão das galáxias – adquirimos nos esquemas, nos projectos e no coração de Deus.• O amor de Deus traduz-se na oferta ao homem de vida plena e definitiva. É uma oferta gratuita, incondicional, absoluta, válida para sempre e que não discrimina ninguém. Aos homens – dotados de liberdade e de capacidade de opção – compete decidir se aceitam ou se rejeitam o dom de Deus. Às vezes, os homens acusam Deus pelas guerras, pelas injustiças, pelas arbitrariedades que trazem sofrimento e morte que pintam as paredes do mundo com a cor do desespero… O nosso texto, contudo, é claro: Deus ama o homem e oferece-lhe a vida. O sofrimento e a morte não vêm de Deus, mas são o resultado das escolhas erradas feitas pelo homem que se obstina na auto-suficiência e que prescinde dos dons de Deus.• Neste texto, João define claramente o caminho que todo o homem deve seguir para chegar à vida eterna: trata-se de “acreditar” em Jesus. “Acreditar” em Jesus não é uma mera adesão intelectual ou teórica a certas verdades da fé; mas é escutar Jesus, acolher a sua mensagem e os seus valores, segui-l’O nesse caminho do amor e da entrega ao Pai e aos irmãos. Passa pelo ser capaz de ultrapassar a indiferença, o comodismo, os projectos pessoais e pelo empenho em concretizar, no dia a dia da vida, os apelos e os desafios de Deus; passa por despir o egoísmo, o orgulho, a auto-suficiência, os preconceitos, para realizar gestos concretos de dom, de entrega, de serviço que tragam alegria, vida e esperança aos irmãos que caminham lado a lado connosco. Neste tempo de caminhada para a Páscoa, somos convidados a converter-nos a Jesus e a percorrer o mesmo caminho de amor total que Ele percorreu.• Alguns cristãos vivem obcecados e assustados com esse momento final em que Deus vai julgar o homem, depois de pesar na balança as suas acções boas e as suas acções más… João garante-nos que Deus não é um contabilista, a somar os débitos e os créditos do homem para lhes pagar em conformidade… O cristão não vive no medo, pois ele sabe que Deus é esse Pai cheio de amor que oferece a todos os seus filhos a vida eterna. Não é Deus que nos condena; somos nós que escolhemos entre a vida eterna que Deus nos oferece ou a eterna infelicidade.
(In Eclésia)
21 março, 2009
Para Meditar

(História Brasileira)
O Bem-aventurado João Haroldo narra a história de um homem que vivia continuamente em pecado mortal.
Sua mulher, pessoa de angélica piedade, não podendo conseguir que ele mudasse de vida, obteve, à força de pedidos e súplicas, que rezasse uma Ave-Maria cada vez que encontrasse na estrada uma imagem da Santíssima Virgem. Mais por agradar do que por devoção, aquele desgraçado prometeu e cumpriu sua promessa.Um dia, quando ia para uma orgia, viu brilhar uma luz a pouca distância. Aproximou-se, como que impelido por mão invisível e misteriosa, e logo se lhe deparou uma estátua de Maria com Jesus nos braços. Segundo o seu costume, rezou a Ave-Maria. Mas quando ia acabar, reparou que o Menino Jesus estava coberto de feridas, das quais o sangue corria abundantemente. E pensou:— Ai de mim! São meus pecados que abriram estas chagas em meu divino Redentor.Estas reflexões arrancaram-lhe dos olhos lágrimas amargas. Mas o Menino Jesus desviou dele seu olhar. Então o pecador, com grande vergonha e confusão, dirigiu-se a Maria:— Mãe de misericórdia, vosso Filho me rejeita. Intercedei por mim, pois vós sois meu único refúgio.— Oh! Pecador ingrato! — respondeu-lhe Maria. — Chamais-me de mãe de misericórdia e me tornais a mais miserável das mães, renovando a Paixão de meu Filho e as angústias que nela sofri.Contudo, como Maria não pode despedir ninguém sem consolação, pôs-se a pedir a seu Filho por aquele pecador contrito. Jesus mostrava-se pouco disposto a perdoar. Então a Virgem compassiva, depondo o Menino Jesus no chão e ajoelhando-se a seus pés, disse:— Oh! Meu Filho! Não me levantarei enquanto não houver obtido o perdão para este infeliz.— Minha Mãe, nada posso negar-vos. Que este pecador chegue-se mais perto e venha beijar minhas chagas.Aquele homem, derramando lágrimas e arrebatado pela gratidão, aproximou-se do Divino Menino, cujas chagas se fechavam à medida que ele ia encostando nelas os lábios. Jesus dignou-se abraçá-lo, como sinal de reconciliação.A conversão daquele pobre pecador foi sincera e duradoura. Passou ele o resto da vida na prática de todas as virtudes cristãs e salientou-se por uma afetuosa gratidão para com Aquela que lhe restituíra, por um modo tão imprevisto, a amizade de seu Deus.
(Fonte: "Maria ensinada à mocidade" - Livraria Francisco Alves, Rio, 1915) narra a história de um homem que vivia continuamente em pecado mortal.Sua mulher, pessoa de angélica piedade, não podendo conseguir que ele mudasse de vida, obteve, à força de pedidos e súplicas, que rezasse uma Ave-Maria cada vez que encontrasse na estrada uma imagem da Santíssima Virgem. Mais por agradar do que por devoção, aquele desgraçado prometeu e cumpriu sua promessa.Um dia, quando ia para uma orgia, viu brilhar uma luz a pouca distância. Aproximou-se, como que impelido por mão invisível e misteriosa, e logo se lhe deparou uma estátua de Maria com Jesus nos braços. Segundo o seu costume, rezou a Ave-Maria. Mas quando ia acabar, reparou que o Menino Jesus estava coberto de feridas, das quais o sangue corria abundantemente. E pensou:— Ai de mim! São meus pecados que abriram estas chagas em meu divino Redentor.Estas reflexões arrancaram-lhe dos olhos lágrimas amargas. Mas o Menino Jesus desviou dele seu olhar. Então o pecador, com grande vergonha e confusão, dirigiu-se a Maria:— Mãe de misericórdia, vosso Filho me rejeita. Intercedei por mim, pois vós sois meu único refúgio.— Oh! Pecador ingrato! — respondeu-lhe Maria. — Chamais-me de mãe de misericórdia e me tornais a mais miserável das mães, renovando a Paixão de meu Filho e as angústias que nela sofri.Contudo, como Maria não pode despedir ninguém sem consolação, pôs-se a pedir a seu Filho por aquele pecador contrito. Jesus mostrava-se pouco disposto a perdoar. Então a Virgem compassiva, depondo o Menino Jesus no chão e ajoelhando-se a seus pés, disse:— Oh! Meu Filho! Não me levantarei enquanto não houver obtido o perdão para este infeliz.— Minha Mãe, nada posso negar-vos. Que este pecador chegue-se mais perto e venha beijar minhas chagas.Aquele homem, derramando lágrimas e arrebatado pela gratidão, aproximou-se do Divino Menino, cujas chagas se fechavam à medida que ele ia encostando nelas os lábios. Jesus dignou-se abraçá-lo, como sinal de reconciliação.A conversão daquele pobre pecador foi sincera e duradoura. Passou ele o resto da vida na prática de todas as virtudes cristãs e salientou-se por uma afetuosa gratidão para com Aquela que lhe restituíra, por um modo tão imprevisto, a amizade de seu Deus.
(Fonte: "Maria ensinada à mocidade" - Livraria Francisco Alves, Rio, 1915)
(Fonte: "Maria ensinada à mocidade" - Livraria Francisco Alves, Rio, 1915) narra a história de um homem que vivia continuamente em pecado mortal.Sua mulher, pessoa de angélica piedade, não podendo conseguir que ele mudasse de vida, obteve, à força de pedidos e súplicas, que rezasse uma Ave-Maria cada vez que encontrasse na estrada uma imagem da Santíssima Virgem. Mais por agradar do que por devoção, aquele desgraçado prometeu e cumpriu sua promessa.Um dia, quando ia para uma orgia, viu brilhar uma luz a pouca distância. Aproximou-se, como que impelido por mão invisível e misteriosa, e logo se lhe deparou uma estátua de Maria com Jesus nos braços. Segundo o seu costume, rezou a Ave-Maria. Mas quando ia acabar, reparou que o Menino Jesus estava coberto de feridas, das quais o sangue corria abundantemente. E pensou:— Ai de mim! São meus pecados que abriram estas chagas em meu divino Redentor.Estas reflexões arrancaram-lhe dos olhos lágrimas amargas. Mas o Menino Jesus desviou dele seu olhar. Então o pecador, com grande vergonha e confusão, dirigiu-se a Maria:— Mãe de misericórdia, vosso Filho me rejeita. Intercedei por mim, pois vós sois meu único refúgio.— Oh! Pecador ingrato! — respondeu-lhe Maria. — Chamais-me de mãe de misericórdia e me tornais a mais miserável das mães, renovando a Paixão de meu Filho e as angústias que nela sofri.Contudo, como Maria não pode despedir ninguém sem consolação, pôs-se a pedir a seu Filho por aquele pecador contrito. Jesus mostrava-se pouco disposto a perdoar. Então a Virgem compassiva, depondo o Menino Jesus no chão e ajoelhando-se a seus pés, disse:— Oh! Meu Filho! Não me levantarei enquanto não houver obtido o perdão para este infeliz.— Minha Mãe, nada posso negar-vos. Que este pecador chegue-se mais perto e venha beijar minhas chagas.Aquele homem, derramando lágrimas e arrebatado pela gratidão, aproximou-se do Divino Menino, cujas chagas se fechavam à medida que ele ia encostando nelas os lábios. Jesus dignou-se abraçá-lo, como sinal de reconciliação.A conversão daquele pobre pecador foi sincera e duradoura. Passou ele o resto da vida na prática de todas as virtudes cristãs e salientou-se por uma afetuosa gratidão para com Aquela que lhe restituíra, por um modo tão imprevisto, a amizade de seu Deus.
(Fonte: "Maria ensinada à mocidade" - Livraria Francisco Alves, Rio, 1915)
16 março, 2009
A Mensagem nº 65 de 15 de Março de 2009

EVANGELHO Jo 2, 13-25
Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. Encontrou no templo os vendedores de bois, de ovelhas e de pombas e os cambistas sentados às bancas. Fez então um chicote de cordas e expulsou-os a todos do templo, com as ovelhas e os bois; deitou por terra o dinheiro dos cambistas e derrubou-lhes as mesas; e disse aos que vendiam pombas:
«Tirai tudo isto daqui; não façais da casa de meu Pai casa de comércio». Os discípulos recordaram-se do que estava escrito:
«Devora-me o zelo pela tua casa». Então os judeus tomaram a palavra e perguntaram-Lhe:
«Que sinal nos dás de que podes proceder deste modo?» Jesus respondeu-lhes:
«Destruí este templo e em três dias o levantarei». Disseram os judeus:
«Foram precisos quarenta e seis anos para se construir este templo e Tu vais levantá-lo em três dias?»
Jesus, porém, falava do templo do seu corpo. Por isso, quando Ele ressuscitou dos mortos, os discípulos lembraram-se do que tinha dito e acreditaram na Escritura e nas palavras que Jesus dissera. Enquanto Jesus permaneceu em Jerusalém pela festa da Páscoa, muitos, ao verem os milagres que fazia, acreditaram no seu nome.
Mas Jesus não se fiava deles, porque os conhecia a todos e não precisava de que Lhe dessem informações sobre ninguém:
Ele bem sabia o que há no homem.
A Palavra

Costumamos limpar frequentemente as nossas casas. Assim, de vez em quando sentimos a necessidade de uma limpeza geral... lavamos as paredes... o tecto... os vidros... para tirar o mofo que foi se acumulando...
A Quaresma também é um tempo de purificação propício para renovar nossa vida cristã e purificar o nosso coração daquelas impurezas que foram se acumulando ao longo do tempo.
As leituras bíblicas tratam de dois pontos fundamentais da religião judaica: a Lei de Deus e o Templo, que, com o passar do tempo, também estavam a precisar de uma purificação...
Na 1a Leitura Deus proclama a LEI, como parte de uma Aliança.
- É um momento fundamental na história da Salvação. Deus apresenta-se desde o começo como Libertador:"Eu sou o Senhor teu Deus que te tirou da escravidão do Egipto"
Os 10 mandamentos brotavam do amor de um Deus "Libertador", que depois de ter libertado seu povo da escravidão material do Egito, queria libertá-lo também da escravidão moral das paixões e do pecado.
Os 10 mandamentos brotavam do amor de um Deus "Libertador", que depois de ter libertado seu povo da escravidão material do Egito, queria libertá-lo também da escravidão moral das paixões e do pecado.
- Os Mandamentos indicavam o caminho seguro para ser feliz e ser o Povo da Aliança, colaborador de Deus no Plano da Salvação…
- Mas Israel não foi fiel a esse compromisso: muitos abusos e desvios esvaziaram o verdadeiro sentido do decálogo…
- Era necessário restaurar a antiga Lei, completá-la, aperfeiçoá-la…sobretudo no sentido do amor e da interioridade…libertando-a de todo formalismo.
Os 10 Mandamentos não são toda a Lei, apontam para o mínimo indispensável.
Precisava uma NOVA ALIANÇA… É o que Cristo veio realizar:
"Não vim suprimir a Lei… mas completar, aperfeiçoar…"
Na 2ª Leitura, São Paulo sugere uma conversão à lógica de Deus.Seu projeto de Salvação passa pela morte na cruz."Nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e
loucura para os gentios" (1Cor 1,22-25)
No Evangelho, Jesus se apresenta como o novo TEMPLO… (Jo 2,13-25)
O Templo era um lugar muito sagrado para os judeus. Todo judeu devia ir ao templo ao menos uma vez por ano para oferecer um sacrifício a Deus.
Estas ofertas para os sacrifícios faziam girar muito dinheiro... e provocavam abusos e exploração.
O gesto ousado de Cristo não é apenas zelo de purificação do templo.
É o grande sinal da morte e Ressurreição de Jesus. É anúncio da abolição do velho templo e do culto aí celebrado. O antigo templo já tinha concluído a sua função.
Surgirá um novo templo.
Jesus é agora o "lugar" onde Deus reside, onde se encontra com os homens.
É através de Jesus que o Pai oferece aos homens o seu amor e a sua vida.
Nós somos as pedras vivas desse Novo Templo.
- O nosso testemunho é sinal de Deus para os irmãos que caminham connosco?
- As nossas comunidades dão testemunho da vida de Deus?
- Qual é o verdadeiro "Culto" que Deus aprecia?
Certamente é uma vida vivida na escuta de suas propostas e traduzida em gestos concretos de doação, de entrega, de serviço simples e humilde aos irmãos.
- Jesus purificou o templo de seus profanadores e convida-nos a purificar também o templo do nosso coração…
A Campanha da Fraternidade lembra-nos outro templo sagrado, muitas vezes profanado pela VIOLÊNCIA, ou pela ganância dos "vendilhões" de hoje.
A Pessoa humana é esse lugar sagrado, onde Deus quer ser respeitado…
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar

A águia e a renovação
A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie.Chega a viver 70 anos. Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo curva-se. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é muito difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: morrer... ou ...enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher num ninho próximo a um paredão onde ela nãonecessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico numa parede até conseguir arrancá-lo, sem contar a dor que irá ter que suportar. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vaidepois arrancar as suas velhas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos. Na nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nosdesprender de lembranças, costumes, e, outras tradições que nos causam dor.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz
08 março, 2009
A Mensagem nº 64 de 08-03-2009

EVANGELHO Mc 9, 2-10
Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar retirado num alto monte e transfigurou-Se diante deles. As suas vestes tomaram-se resplandecentes, de tal brancura que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia assim branquear. Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. Pedro tomou a palavra e disse a Jesus:
«Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas:
uma para Ti, outra para Moisés, outra para Elias». Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados. Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra e da nuvem fez-se ouvir uma voz:
«Este é o meu Filho muito amado: escutai-O». De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles. Ao descerem do monte, Jesus ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, enquanto o Filho do homem não ressuscitasse dos mortos. Eles guardaram a recomendação, mas perguntavam entre si o que seria ressuscitar dos mortos.
A Palavra
"Escutai-o"
As leituras bíblicas de hoje nos apresentam dois exemplos na CAMINHADA DA FÉ: a fé de Abraão e a fé dos Apóstolos.
A 1a Leitura fala da fé de Abraão.
A narrativa faz parte das "tradições patriarcais", sem caráter histórico. Destina-se a apresentar Abraão como MODELO DE FÉ:
- O chamamento: "Sai de tua terra, vai... farei de ti o pai de um grande povo..."
- Ele parte para o desconhecido... apoiado apenas na palavra de Deus...
- Prova sua fé, sobretudo no dramático sacrifício de Isaac...
Ele soube ESCUTAR Deus e seguir a sua Palavra sem condições: renunciou o PASSADO, quando deixou sua terra e sua gente; agora estava disposto a sacrificar também o FUTURO, oferecendo o filho Isaac, depositário das promessas. Percebe o plano de Deus e o segue de todo o coração.
Sua obediência tornou-se uma fonte de vida para ele, para a sua família e para todos os povos...
Na 2a Leitura, São Paulo retoma a figura de Isaac, subindo o monte Moriá, com a lenha do sacrifício às costas, como imagem de Cristo que também sobe o monte Calvário, carregando às costas o lenho da Cruz.
O fundamento da nossa fé é o amor fiel e incondicional.
O Evangelho fala da fé dos Apóstolos:
Na caminhada para Jerusalém, o 1º Anúncio da Paixão e Morte de Jesus abalou profundamente a fé dos apóstolos. Desmoronaram seus planos de glória e de poder.
Para fortalecer essa fé ainda tão frágil… Cristo subiu ao Monte Tabor e "transfigurou-se…"
- Proposta de Pedro: "É bom estar aqui! Vamos fazer três tendas..."
- Proposta de Deus: "Este é o meu Filho amado, ESCUTAI-O!".
Ao transfigurar-se aos discípulos, Jesus revela a glória da Ressurreição, e atesta que ele é o FILHO AMADO DE DEUS, apesar da Cruz que se aproxima.
Na nossa caminhada para a Páscoa,
somos também convidados a subir com Jesus a montanha e, na companhia dos 3 discípulos, viver a alegria da comunhão com ele. As dificuldades da caminhada não podem nos desanimar.
No meio dos conflitos, o Pai mostra-nos desde já sinais da ressurreição e do alto daquele monte ele continua a gritar:
"Este é o meu Filho amado, ESCUTAI-O".
Tu tens fé? O que é ter fé? O que é mesmo a fé? É apenas uma aceitação de algumas verdades, que decoramos na catequese? É mais...
A FÉ É:
É acolher Deus que quer fazer a sua história na nossa história
É fazer a vontade de Deus... (tanto no Tabor, como no Calvário)
É um Dom gratuito de Deus (Não foi Abraão que tomou a iniciativa)
A FÉ EXIGE:
Uma Resposta da pessoa a uma palavra, a uma Promessa...
Um Serviço pronto e generoso na Obra de Deus...
Uma Ruptura: Deixar a terra dos ídolos que nos prendem…e abraçar o desconhecido…
Escutar atentamente tudo o que Jesus diz, seguindo seus passos com confiança total, mesmo nos momentos difíceis e incompreensíveis…
Reconhecer esse Cristo desfigurado, presente na pessoa dos irmãos... sobretudo nos excluídos... nos oprimidos pela violência... É fácil reconhecer o Cristo transfigurado no Tabor…mais difícil é reconhecê-lo desfigurado no Monte Calvário… mais difícil é descer o monte, ir ao encontro do Cristo desfigurado na pessoa do irmão…
Padre Amaro Jorge scj
As leituras bíblicas de hoje nos apresentam dois exemplos na CAMINHADA DA FÉ: a fé de Abraão e a fé dos Apóstolos.
A 1a Leitura fala da fé de Abraão.
A narrativa faz parte das "tradições patriarcais", sem caráter histórico. Destina-se a apresentar Abraão como MODELO DE FÉ:
- O chamamento: "Sai de tua terra, vai... farei de ti o pai de um grande povo..."
- Ele parte para o desconhecido... apoiado apenas na palavra de Deus...
- Prova sua fé, sobretudo no dramático sacrifício de Isaac...
Ele soube ESCUTAR Deus e seguir a sua Palavra sem condições: renunciou o PASSADO, quando deixou sua terra e sua gente; agora estava disposto a sacrificar também o FUTURO, oferecendo o filho Isaac, depositário das promessas. Percebe o plano de Deus e o segue de todo o coração.
Sua obediência tornou-se uma fonte de vida para ele, para a sua família e para todos os povos...
Na 2a Leitura, São Paulo retoma a figura de Isaac, subindo o monte Moriá, com a lenha do sacrifício às costas, como imagem de Cristo que também sobe o monte Calvário, carregando às costas o lenho da Cruz.
O fundamento da nossa fé é o amor fiel e incondicional.
O Evangelho fala da fé dos Apóstolos:
Na caminhada para Jerusalém, o 1º Anúncio da Paixão e Morte de Jesus abalou profundamente a fé dos apóstolos. Desmoronaram seus planos de glória e de poder.
Para fortalecer essa fé ainda tão frágil… Cristo subiu ao Monte Tabor e "transfigurou-se…"
- Proposta de Pedro: "É bom estar aqui! Vamos fazer três tendas..."
- Proposta de Deus: "Este é o meu Filho amado, ESCUTAI-O!".
Ao transfigurar-se aos discípulos, Jesus revela a glória da Ressurreição, e atesta que ele é o FILHO AMADO DE DEUS, apesar da Cruz que se aproxima.
Na nossa caminhada para a Páscoa,
somos também convidados a subir com Jesus a montanha e, na companhia dos 3 discípulos, viver a alegria da comunhão com ele. As dificuldades da caminhada não podem nos desanimar.
No meio dos conflitos, o Pai mostra-nos desde já sinais da ressurreição e do alto daquele monte ele continua a gritar:
"Este é o meu Filho amado, ESCUTAI-O".
Tu tens fé? O que é ter fé? O que é mesmo a fé? É apenas uma aceitação de algumas verdades, que decoramos na catequese? É mais...
A FÉ É:
É acolher Deus que quer fazer a sua história na nossa história
É fazer a vontade de Deus... (tanto no Tabor, como no Calvário)
É um Dom gratuito de Deus (Não foi Abraão que tomou a iniciativa)
A FÉ EXIGE:
Uma Resposta da pessoa a uma palavra, a uma Promessa...
Um Serviço pronto e generoso na Obra de Deus...
Uma Ruptura: Deixar a terra dos ídolos que nos prendem…e abraçar o desconhecido…
Escutar atentamente tudo o que Jesus diz, seguindo seus passos com confiança total, mesmo nos momentos difíceis e incompreensíveis…
Reconhecer esse Cristo desfigurado, presente na pessoa dos irmãos... sobretudo nos excluídos... nos oprimidos pela violência... É fácil reconhecer o Cristo transfigurado no Tabor…mais difícil é reconhecê-lo desfigurado no Monte Calvário… mais difícil é descer o monte, ir ao encontro do Cristo desfigurado na pessoa do irmão…
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar
A promessa
Jonas era um menino pobre que vivia numa pequena vila. Seu maior sonho era estudar artes na Capital.
Um dia apareceu na vila um bem sucedido homem de negócio. Ele conheceu Jonas e ficaram amigos.
Duas semanas depois o senhor de negócios foi embora, mas antes prometeu a Jonas que retornaria em breve e o levaria para estudar na Capital.
Como era um homem muito atarefado, logo se esqueceu da promessa.
Anos depois, no seu leito de morte, o senhor se lembrou do prometido, mas infelizmente era tarde demais.
Jonas não sabendo da morte do amigo, continuou esperando.
O que é uma simples promessa para quem promete, pode ser um sonho de vida para que espera.
Faça sem prometer.
Jonas era um menino pobre que vivia numa pequena vila. Seu maior sonho era estudar artes na Capital.
Um dia apareceu na vila um bem sucedido homem de negócio. Ele conheceu Jonas e ficaram amigos.
Duas semanas depois o senhor de negócios foi embora, mas antes prometeu a Jonas que retornaria em breve e o levaria para estudar na Capital.
Como era um homem muito atarefado, logo se esqueceu da promessa.
Anos depois, no seu leito de morte, o senhor se lembrou do prometido, mas infelizmente era tarde demais.
Jonas não sabendo da morte do amigo, continuou esperando.
O que é uma simples promessa para quem promete, pode ser um sonho de vida para que espera.
Faça sem prometer.
02 março, 2009
A Mensagem nº 63 de 01-03-2009

EVANGELHO Mc 1, 12-15
Naquele tempo, o Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto.
Jesus esteve no deserto quarenta dias e era tentado por Satanás.
Vivia com os animais selvagens e os Anjos serviam-n’O.
Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia
e começou a pregar o Evangelho, dizendo:
«Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus.
Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».
Naquele tempo, o Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto.
Jesus esteve no deserto quarenta dias e era tentado por Satanás.
Vivia com os animais selvagens e os Anjos serviam-n’O.
Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia
e começou a pregar o Evangelho, dizendo:
«Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus.
Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».
A Palavra

O início deste tempo da Quaresma propõe-nos as tentações de Jesus no deserto como primeira etapa de preparação para a Páscoa. A proximidade do Reino de Deus é certeza de caminho novo a ser percorrido. O tempo oportuno é este. Não há outro tempo. Esta é a oportunidade que não pode ser desperdiçada. Por isso, “arrependei-vos e acreditai no Evangelho”.
O deserto é o lugar do encontro com Deus; foi no deserto que o Povo experimentou o amor e a solicitude de Jahwéh e foi no deserto que Jahwéh propôs a Israel uma Aliança. Contudo, o deserto é também o lugar da “prova”, da “tentação”; foi no deserto que Israel foi confrontado com opções e foi no deserto, também, que Israel sentiu, várias vezes, a tentação de escolher caminhos contrários aos propostos por Deus… O “deserto” para onde Jesus “vai” é, portanto, o “lugar” do encontro com Deus e do discernimento dos seus projectos; e é o “lugar” da prova, onde se é confrontado com a tentação de abandonar Deus e de seguir outros caminhos.
Nesse “deserto”, Jesus ficou “quarenta dias”. O número “quarenta” é bastante frequente no Antigo Testamento. Muitas vezes refere-se ao tempo da caminhada do Povo de Israel pelo deserto, desde que deixou a terra da escravidão, até entrar na terra da liberdade; mas também é usado para significar “toda a vida” (a esperança média de vida, na época, rondava os quarenta anos). Deve ser entendido com o sentido de “toda a vida” ou, então, “todo o tempo que durou a caminhada”.
Durante esse tempo, Jesus foi “tentado por Satanás”. A palavra “satanás” designava, originalmente, o adversário que, no contexto do julgamento, apresentava a acusação. Mais tarde, a palavra vai passar a designar uma personagem que integrava a corte celeste e que acusava o homem diante de Deus.
Na época de Jesus, “satanás” já não era considerado uma personagem da corte celeste, mas um espírito mau, inimigo do homem, que procurava destruir o homem e frustrar os planos de Deus. É neste sentido que ele vai aparecer aqui… “Satanás” representa um personagem que vai tentar levar Jesus a esquecer os planos de Deus e a fazer escolhas pessoais, que estejam em contradição com os projectos do Pai.
O quadro da “tentação no deserto” diz-nos que Jesus, ao longo do caminho que percorreu no meio dos homens, foi confrontado com opções, escolhas difíceis. Ele teve de escolher entre viver na fidelidade aos projectos do Pai e fazer da sua vida um dom de amor, ou seguir por um caminho de egoísmo, de poder, de orgulho. Jesus escolheu viver – de forma total, absoluta, até ao dom da vida – na obediência às propostas do Pai. Os discípulos de Jesus, os que querem ser verdadeiramente cristãos, são confrontados a toda a hora com as mesmas opções. Seguir Jesus é perceber os projectos de Deus e cumpri-los fielmente, fazendo da própria vida uma entrega de amor e um serviço aos irmãos. Estou disposto a percorrer este caminho? De certeza? Como é que o tenho feito? E isso é suficiente? Para Deus não existe a expressão: “já fiz o suficiente
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar

O TAMANHO DA CRUZ
Um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súditos. Certa vez ele prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança. Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias. Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fraquinhos. Um deles, revoltado, resolveu dar um "jeitinho": pegou a sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade. Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo. Foi quando um dos caminhantes teve a idéia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio. Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exatamente o da distância de uma margem a outra. Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida. Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela correnteza do rio. A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.
Um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súditos. Certa vez ele prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança. Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias. Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fraquinhos. Um deles, revoltado, resolveu dar um "jeitinho": pegou a sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade. Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo. Foi quando um dos caminhantes teve a idéia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio. Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exatamente o da distância de uma margem a outra. Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida. Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela correnteza do rio. A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.
22 fevereiro, 2009
A Mensagem nº 62 de 22 -Fevereiro-2009

EVANGELHO (Mc 2, 1-12)
Quando Jesus entrou de novo em Cafarnaum e se soube que Ele estava em casa, juntaram-se tantas pessoas que já não cabiam sequer em frente da porta; e Jesus começou a pregar-lhes a palavra.
Trouxeram-Lhe um paralitico, transportado por quatro homens; e, como não podiam levá-lo até junto d’Ele, devido à multidão, descobriram o tecto por cima do lugar onde Ele Se encontrava e, feita assim uma abertura, desceram a enxerga em que jazia o paralítico. Ao ver a fé daquela gente, Jesus disse ao paralítico:
«Filho, os teus pecados estão perdoados». Estavam ali sentados alguns escribas, que assim discorriam em seus corações:
«Porque fala Ele deste modo? Está a blasfemar. Não é só Deus que pode perdoar os pecados?» Jesus, percebendo o que eles estavam a pensar, perguntou-lhes:
«Porque pensais assim nos vossos corações? Que é mais fácil?
Dizer ao paralítico ‘Os teus pecados estãô perdoados’ ou dizer ‘Levanta-te, toma a tua enxerga e anda’? Pois bem. Para saberdes que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados, ‘Eu to ordeno — disse Ele ao paralítico — levanta-te, toma a tua enxerga e vai para casa’». O homem levantou-se, tomou a enxerga e saiu diante de toda a gente, de modo que todos ficaram maravilhados e glorificavam a Deus, dizendo:
«Nunca vimos coisa assim».
Quando Jesus entrou de novo em Cafarnaum e se soube que Ele estava em casa, juntaram-se tantas pessoas que já não cabiam sequer em frente da porta; e Jesus começou a pregar-lhes a palavra.
Trouxeram-Lhe um paralitico, transportado por quatro homens; e, como não podiam levá-lo até junto d’Ele, devido à multidão, descobriram o tecto por cima do lugar onde Ele Se encontrava e, feita assim uma abertura, desceram a enxerga em que jazia o paralítico. Ao ver a fé daquela gente, Jesus disse ao paralítico:
«Filho, os teus pecados estão perdoados». Estavam ali sentados alguns escribas, que assim discorriam em seus corações:
«Porque fala Ele deste modo? Está a blasfemar. Não é só Deus que pode perdoar os pecados?» Jesus, percebendo o que eles estavam a pensar, perguntou-lhes:
«Porque pensais assim nos vossos corações? Que é mais fácil?
Dizer ao paralítico ‘Os teus pecados estãô perdoados’ ou dizer ‘Levanta-te, toma a tua enxerga e anda’? Pois bem. Para saberdes que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados, ‘Eu to ordeno — disse Ele ao paralítico — levanta-te, toma a tua enxerga e vai para casa’». O homem levantou-se, tomou a enxerga e saiu diante de toda a gente, de modo que todos ficaram maravilhados e glorificavam a Deus, dizendo:
«Nunca vimos coisa assim».
Para Meditar

O MONGE E A PROSTITUTA
Vivia um monge nas proximidades do templo de Shiva.
Na casa em frente, morava uma prostituta.
Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la.
Você é uma grande pecadora - repreendeu-a. Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites. Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte?
A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão. Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento.
Mas não encontrou nenhum trabalho diferente. E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se. Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho, rezava e pedia perdão.
O monge, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo: "A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa - até o dia da morte desta pecadora."
E desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.
Passado algum tempo, o monge tornou a chamar a prostituta e disse-lhe:
Vê esse monte? Cada pedra dessas representa um dos pecados morais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências. Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!
A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados. Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando:
Ó Senhor, quando Vossa misericórdia me irá livrar desta miserável vida que levo?
Sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o monge consigo.
A alma da prostituta subiu imediatamente ao céu, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno. Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo, e clamou:
Ó Senhor, essa é a Tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu!
Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:
São sempre justos os desígnios de Deus.
Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo. Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher orava fervorosamente dia e noite.
A alma dela ficou tão leve depois de chorar que podemos levá-la até o paraíso.
A sua alma ficou tão carregada de pedras que não conseguimos fazê-la subir até o alto.
Vivia um monge nas proximidades do templo de Shiva.
Na casa em frente, morava uma prostituta.
Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la.
Você é uma grande pecadora - repreendeu-a. Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites. Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte?
A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão. Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento.
Mas não encontrou nenhum trabalho diferente. E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se. Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho, rezava e pedia perdão.
O monge, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo: "A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa - até o dia da morte desta pecadora."
E desde esse dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.
Passado algum tempo, o monge tornou a chamar a prostituta e disse-lhe:
Vê esse monte? Cada pedra dessas representa um dos pecados morais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências. Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!
A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados. Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando:
Ó Senhor, quando Vossa misericórdia me irá livrar desta miserável vida que levo?
Sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou. Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o monge consigo.
A alma da prostituta subiu imediatamente ao céu, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno. Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo, e clamou:
Ó Senhor, essa é a Tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu!
Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:
São sempre justos os desígnios de Deus.
Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo. Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, esta mulher orava fervorosamente dia e noite.
A alma dela ficou tão leve depois de chorar que podemos levá-la até o paraíso.
A sua alma ficou tão carregada de pedras que não conseguimos fazê-la subir até o alto.
Com Interesse
Quaresma: Diocese de Angra ajuda famílias carenciadas
A Diocese de Angra vai destinar a renúncia quaresmal a um Fundo de Solidariedade de ajuda às famílias em maiores dificuldades. Também o peditório e ofertório das eucaristias dos dias 14 e 15 de Março, em coincidência com o Dia Nacional da Caritas, terão igual destino, explica D. António de Sousa Braga, Bispo de Angra, na sua mensagem para a Quaresma de 2009, sob o tema «Jejuar para Ajudar».
Afirma o Bispo diocesano que jejuar não é apenas abster-se de alimentos. “O jejum constitui um apelo à sobriedade de vida, à contenção no consumo”, tendo em vista uma “maior partilha e entreajuda”, valores “tão necessários no mundo em que vivemos, onde cresce o fosso entre ricos e pobres, onde há famílias, que precisam de solidariedade efectiva”.
Acolher a morte com dignidade
Maior Centro de Acolhimento de Cuidados Continuados no Minho «não é resposta à eutanásia», mas de sentido de vida
O Centro de Acolhimento de Cuidados Continuados da Fundação «Domus Fraternitas», cuja primeira pedra foi lançada esta Quarta-feira, em Braga, “não é uma resposta à eutanásia”, mas uma “resposta de acolhimento, de dar um sentido da vida, acolhendo a morte com dignidade”, explica à Agência ECCLESIA, o Frei José Pereira das Neves, Presidente da Fundação
Crise preocupa Igreja no Porto
Diocese diz que a miséria está a crescer e aposta no reforço do seu fundo de solidariedade
A Diocese do Porto está preocupada com o impacto crescente da crise económica na região, temendo que a mesma assuma maior gravidade do que no resto do país.
O tema esteve em debate num encontro de padres com o Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, particularmente centrado nas incidências da actual crise económico-social na população de mais de dois milhões de pessoas que o território da diocese abarca.
Comunicado final do Conselho Presbiteral do Porto
A Diocese do Porto vai ser mais atingida pela crise que o resto do país, prevê o economista Alberto de Castro.
As incidências da crise económico-social, que o país atravessa, na população de mais de dois milhões de pessoas que o território da diocese do Porto abarca, foram ontem, 18 de Fevereiro, objecto de análise e reflexão dos padres desta diocese com o seu Bispo, D. Manuel Clemente.
A reunião decorreu na Casa Diocesana de Vilar, entre as 10 e as 17h. Cerca de cinquenta padres, representando os 350 que servem as 477 paróquias da diocese escutaram a intervenção introdutória do Prof. Alberto de Castro, reputado economista, Presidente da Comissão Diocesana Justiça e Paz
( In Eclésia )
25º Curso para Acolhedores no Santuário de Fátima
O próximo “Curso de Acolhedores”, destinado a todos os que colaboram no acolhimento aos peregrinos neste local, está agendado para os dias 13 a 15 de Março, no Santuário de Fátima.
Terá como tema "Os puros de coração verão a Deus".
O programa é o seguinte:
Sexta-feira - 13/03/09
20:00 – Jantar (só com marcação previa)
Sábado14/03/09«08:00P. Almoço«
09:00Avisos (Acolhimento/Informações)
09:15Acolhimento (Pe Virgílio Antunes)
09:30 – Oração (Irmãs Oblatas de Maria Virgem de Fatima)
10:00 – Tema do ano (Pe. Francisco Pereira)
11:00 – Pausa
11:15 – “Onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (MT6, 21) (frei Carlos Furtado)
12:15 – Diálogo
13:00 – Almoço
14:30 – A pureza de coração e a Mensagem de Fátima (ir. Ângela de Fátima Coelho)
15:30 – Diálogo
15:45 – Pausa
16:00 – Os Pastorinhos, testemunhos de pureza (ir. Ângela de Fátima Coelho)
18:00 – Preparação e Eucaristia
20:00 – Jantar
21:00 – Terço – Capelinha
Domingo - 15/03/09
08:00 – P. Almoço
09:00 – Inscrições (Acolhimento/Informações)
10:00 – Terço
11:00 – Missa na Igreja da Santíssima Trindade
13:00 – Almoço
As inscrições - para maiores de 18 anos - estão abertas e devem ser efectuadas através do contacto com a Secção de Acolhimento/Informações do Santuário de Nossa Senhora de Fátima.
Morada: Apartado 31 - 2495-908 Fátima
A inscrição deve incluir: Carta do Pároco, para certificar que uma pessoa é idónea, e CV. ( in Página do Santuário )
A Diocese de Angra vai destinar a renúncia quaresmal a um Fundo de Solidariedade de ajuda às famílias em maiores dificuldades. Também o peditório e ofertório das eucaristias dos dias 14 e 15 de Março, em coincidência com o Dia Nacional da Caritas, terão igual destino, explica D. António de Sousa Braga, Bispo de Angra, na sua mensagem para a Quaresma de 2009, sob o tema «Jejuar para Ajudar».
Afirma o Bispo diocesano que jejuar não é apenas abster-se de alimentos. “O jejum constitui um apelo à sobriedade de vida, à contenção no consumo”, tendo em vista uma “maior partilha e entreajuda”, valores “tão necessários no mundo em que vivemos, onde cresce o fosso entre ricos e pobres, onde há famílias, que precisam de solidariedade efectiva”.
Acolher a morte com dignidade
Maior Centro de Acolhimento de Cuidados Continuados no Minho «não é resposta à eutanásia», mas de sentido de vida
O Centro de Acolhimento de Cuidados Continuados da Fundação «Domus Fraternitas», cuja primeira pedra foi lançada esta Quarta-feira, em Braga, “não é uma resposta à eutanásia”, mas uma “resposta de acolhimento, de dar um sentido da vida, acolhendo a morte com dignidade”, explica à Agência ECCLESIA, o Frei José Pereira das Neves, Presidente da Fundação
Crise preocupa Igreja no Porto
Diocese diz que a miséria está a crescer e aposta no reforço do seu fundo de solidariedade
A Diocese do Porto está preocupada com o impacto crescente da crise económica na região, temendo que a mesma assuma maior gravidade do que no resto do país.
O tema esteve em debate num encontro de padres com o Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, particularmente centrado nas incidências da actual crise económico-social na população de mais de dois milhões de pessoas que o território da diocese abarca.
Comunicado final do Conselho Presbiteral do Porto
A Diocese do Porto vai ser mais atingida pela crise que o resto do país, prevê o economista Alberto de Castro.
As incidências da crise económico-social, que o país atravessa, na população de mais de dois milhões de pessoas que o território da diocese do Porto abarca, foram ontem, 18 de Fevereiro, objecto de análise e reflexão dos padres desta diocese com o seu Bispo, D. Manuel Clemente.
A reunião decorreu na Casa Diocesana de Vilar, entre as 10 e as 17h. Cerca de cinquenta padres, representando os 350 que servem as 477 paróquias da diocese escutaram a intervenção introdutória do Prof. Alberto de Castro, reputado economista, Presidente da Comissão Diocesana Justiça e Paz
( In Eclésia )
25º Curso para Acolhedores no Santuário de Fátima
O próximo “Curso de Acolhedores”, destinado a todos os que colaboram no acolhimento aos peregrinos neste local, está agendado para os dias 13 a 15 de Março, no Santuário de Fátima.
Terá como tema "Os puros de coração verão a Deus".
O programa é o seguinte:
Sexta-feira - 13/03/09
20:00 – Jantar (só com marcação previa)
Sábado14/03/09«08:00P. Almoço«
09:00Avisos (Acolhimento/Informações)
09:15Acolhimento (Pe Virgílio Antunes)
09:30 – Oração (Irmãs Oblatas de Maria Virgem de Fatima)
10:00 – Tema do ano (Pe. Francisco Pereira)
11:00 – Pausa
11:15 – “Onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (MT6, 21) (frei Carlos Furtado)
12:15 – Diálogo
13:00 – Almoço
14:30 – A pureza de coração e a Mensagem de Fátima (ir. Ângela de Fátima Coelho)
15:30 – Diálogo
15:45 – Pausa
16:00 – Os Pastorinhos, testemunhos de pureza (ir. Ângela de Fátima Coelho)
18:00 – Preparação e Eucaristia
20:00 – Jantar
21:00 – Terço – Capelinha
Domingo - 15/03/09
08:00 – P. Almoço
09:00 – Inscrições (Acolhimento/Informações)
10:00 – Terço
11:00 – Missa na Igreja da Santíssima Trindade
13:00 – Almoço
As inscrições - para maiores de 18 anos - estão abertas e devem ser efectuadas através do contacto com a Secção de Acolhimento/Informações do Santuário de Nossa Senhora de Fátima.
Morada: Apartado 31 - 2495-908 Fátima
A inscrição deve incluir: Carta do Pároco, para certificar que uma pessoa é idónea, e CV. ( in Página do Santuário )
14 fevereiro, 2009
A Mensagem nº 61 de 15 de Fevereiro de 2009

EVANGELHO Mc 1, 40-45
Naquele tempo, veio ter com Jesus um leproso. Prostrou-se de joelhos e suplicou-Lhe:
«Se quiseres, podes curar-me».
Jesus, compadecido, estendeu a mão, tocou-lhe e disse:
«Quero: fica limpo».
No mesmo instante o deixou a lepra e ele ficou limpo.
Advertindo-o severamente, despediu-o com esta ordem:
«Não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela tua cura
o que Moisés ordenou, para lhes servir de testemunho».
Ele, porém, logo que partiu, começou a apregoar e a divulgar o que acontecera,
e assim, Jesus já não podia entrar abertamente em nenhuma cidade.
Ficava fora, em lugares desertos, e vinham ter com Ele de toda a parte.
Naquele tempo, veio ter com Jesus um leproso. Prostrou-se de joelhos e suplicou-Lhe:
«Se quiseres, podes curar-me».
Jesus, compadecido, estendeu a mão, tocou-lhe e disse:
«Quero: fica limpo».
No mesmo instante o deixou a lepra e ele ficou limpo.
Advertindo-o severamente, despediu-o com esta ordem:
«Não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela tua cura
o que Moisés ordenou, para lhes servir de testemunho».
Ele, porém, logo que partiu, começou a apregoar e a divulgar o que acontecera,
e assim, Jesus já não podia entrar abertamente em nenhuma cidade.
Ficava fora, em lugares desertos, e vinham ter com Ele de toda a parte.
A Palavra

Naquele tempo, veio ter com Jesus um leproso.
Um leproso só poderia ser um “grande pecador”… carregando tão horrível fardo por castigo de Deus, segundo a mentalidade de então. O leproso é um impuro por excelência, excluído da convivência dos seus, deveria andar em lugares solitários, não poderia entrar na cidade e muito menos no templo; até o acesso a Deus lhe estava vedado. É um “morto” civil e religioso, que não se podia relacionar com ninguém. Ele deveria guardar distâncias e gritar “impuro, impuro”, como ensina Lv 13,45, alertando, deste modo, quem andava por perto.
Mas, naquele dia, este leproso, vencendo a barreira da lei e da exclusão, não respeitou a distância para as pessoas sãs, correu o risco de ser denunciado e… veio ter com Jesus. Impensável para um “impuro”. O desespero impeliu-o a tamanha loucura. Mas que tem ele a perder, se já nada lhe resta? E assim, naquele dia, o impuro está diante do puro por excelência… e sem mediadores! Que sucederá? Que fará Jesus? Nós já o sabemos; mas, porque tardo eu a ir ter com Jesus? Por mais horrenda que seja a nossa “lepra”, que nos rouba o convívio com os mais queridos e com o próprio Deus… nunca, nunca é tarde para ir ter com Jesus. E o milagre acontecerá!
Senhor Jesus, tu conheces a minha miséria, conheces a “lepra” que me consome, que me mantém afastado de ti e dos que mais amo. Mas hoje venho até ti, assim como sou, assim como estou, talvez irreconhecível, desfiguradas as minhas mãos, porque não constroem o teu reino, desfigurado o meu rosto, porque não reflecte o teu brilho, desfigurado o meu coração, porque se tornou mais frio, longe de ti e dos irmãos… Mas, hoje, Senhor, venho até ti para reencontrar a pureza do meu corpo e do meu coração. Perdoa a minha impureza e o meu atrevimento, mas hoje é um dia especial: hoje estou contigo. É a minha grande oportunidade.
Prostrou-se de joelhos e suplicou-lhe: «Se quiseres, podes curar-me».
Curar a lepra é uma acção exclusiva de Deus: “Serei eu Deus para dar a morte e a vida?” (2Re 5,7), disse Eliseu a quem pretendia que libertasse Naamã da lepra. O querer de Deus é dar a vida. O leproso quer ser purificado, mas como não pode, confia a sua cura à vontade de Jesus.
Este leproso não se limitou a ir ter com Jesus. Certamente ouvira falar dele e depositou nele toda a sua confiança, a sua vida, a sua razão de existir. Jesus era a sua última esperança. Aquela era a sua grande oportunidade. Prostrou-se de joelhos em terra, aceitando a decisão de Jesus, e depois, cheio de fé, suplicou-lhe que o purificasse, que o retirasse do reino dos “mortos” e o restituísse ao convívio dos vivos… “se quiseres, podes curar-me”. Este homem soube depositar a sua sorte nas mãos de Jesus… e não saiu defraudado! Não será isto que Jesus “quer”? Se ainda não conseguimos libertar-nos da nossa “lepra” é porque, talvez, só nos preocupemos com o que “eu quero” e não nos atrevemos a dizer: “Senhor, se quiseres…”. Depois, o resto já o sabemos!
Senhor, aqui me tens, de joelhos por terra, mãos estendidas para ti e olhos fixos nos teus: “Se quiseres, podes curar-me”. Purifica-me, Senhor, restitui-me à vida, restitui força aos meus braços, para me juntar aos teus, restitui amor ao meu coração, para que a minha vida seja uma explosão desse amor, restitui-me à vida dos irmãos, para que possa ser, entre eles, sinal de ti. Aqui me tens, Senhor: “Se quiseres, podes curar-me”. Em ti deposito a minha esperança, a minha vida. Senhor, “se quiseres…”.
Dificilmente poderemos ser grandes apóstolos, se não experimentarmos um verdadeiro encontro com Jesus. Hoje vou ter com Jesus, prostrar-me diante dele e suplicar-lhe humildemente que nos livre das nossas misérias: “Senhor, se quiseres podes curar-me”. Podemos repetir ao longo do dia esta magnífica oração do leproso.
Um leproso só poderia ser um “grande pecador”… carregando tão horrível fardo por castigo de Deus, segundo a mentalidade de então. O leproso é um impuro por excelência, excluído da convivência dos seus, deveria andar em lugares solitários, não poderia entrar na cidade e muito menos no templo; até o acesso a Deus lhe estava vedado. É um “morto” civil e religioso, que não se podia relacionar com ninguém. Ele deveria guardar distâncias e gritar “impuro, impuro”, como ensina Lv 13,45, alertando, deste modo, quem andava por perto.
Mas, naquele dia, este leproso, vencendo a barreira da lei e da exclusão, não respeitou a distância para as pessoas sãs, correu o risco de ser denunciado e… veio ter com Jesus. Impensável para um “impuro”. O desespero impeliu-o a tamanha loucura. Mas que tem ele a perder, se já nada lhe resta? E assim, naquele dia, o impuro está diante do puro por excelência… e sem mediadores! Que sucederá? Que fará Jesus? Nós já o sabemos; mas, porque tardo eu a ir ter com Jesus? Por mais horrenda que seja a nossa “lepra”, que nos rouba o convívio com os mais queridos e com o próprio Deus… nunca, nunca é tarde para ir ter com Jesus. E o milagre acontecerá!
Senhor Jesus, tu conheces a minha miséria, conheces a “lepra” que me consome, que me mantém afastado de ti e dos que mais amo. Mas hoje venho até ti, assim como sou, assim como estou, talvez irreconhecível, desfiguradas as minhas mãos, porque não constroem o teu reino, desfigurado o meu rosto, porque não reflecte o teu brilho, desfigurado o meu coração, porque se tornou mais frio, longe de ti e dos irmãos… Mas, hoje, Senhor, venho até ti para reencontrar a pureza do meu corpo e do meu coração. Perdoa a minha impureza e o meu atrevimento, mas hoje é um dia especial: hoje estou contigo. É a minha grande oportunidade.
Prostrou-se de joelhos e suplicou-lhe: «Se quiseres, podes curar-me».
Curar a lepra é uma acção exclusiva de Deus: “Serei eu Deus para dar a morte e a vida?” (2Re 5,7), disse Eliseu a quem pretendia que libertasse Naamã da lepra. O querer de Deus é dar a vida. O leproso quer ser purificado, mas como não pode, confia a sua cura à vontade de Jesus.
Este leproso não se limitou a ir ter com Jesus. Certamente ouvira falar dele e depositou nele toda a sua confiança, a sua vida, a sua razão de existir. Jesus era a sua última esperança. Aquela era a sua grande oportunidade. Prostrou-se de joelhos em terra, aceitando a decisão de Jesus, e depois, cheio de fé, suplicou-lhe que o purificasse, que o retirasse do reino dos “mortos” e o restituísse ao convívio dos vivos… “se quiseres, podes curar-me”. Este homem soube depositar a sua sorte nas mãos de Jesus… e não saiu defraudado! Não será isto que Jesus “quer”? Se ainda não conseguimos libertar-nos da nossa “lepra” é porque, talvez, só nos preocupemos com o que “eu quero” e não nos atrevemos a dizer: “Senhor, se quiseres…”. Depois, o resto já o sabemos!
Senhor, aqui me tens, de joelhos por terra, mãos estendidas para ti e olhos fixos nos teus: “Se quiseres, podes curar-me”. Purifica-me, Senhor, restitui-me à vida, restitui força aos meus braços, para me juntar aos teus, restitui amor ao meu coração, para que a minha vida seja uma explosão desse amor, restitui-me à vida dos irmãos, para que possa ser, entre eles, sinal de ti. Aqui me tens, Senhor: “Se quiseres, podes curar-me”. Em ti deposito a minha esperança, a minha vida. Senhor, “se quiseres…”.
Dificilmente poderemos ser grandes apóstolos, se não experimentarmos um verdadeiro encontro com Jesus. Hoje vou ter com Jesus, prostrar-me diante dele e suplicar-lhe humildemente que nos livre das nossas misérias: “Senhor, se quiseres podes curar-me”. Podemos repetir ao longo do dia esta magnífica oração do leproso.
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar

Azar ou Sorte?!
Na China havia um garoto pobre que desejava muito um cavalo. Um dia o dono de uma cavalaria, sabendo do seu desejo, deu-lhe um potrinho.
Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: “Seu filho tem sorte” “Por que?”, perguntou o pai. “Ora”, disse ele, “seu filho queria um cavalo e lhe dão um potrinho. Não é sorte?” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, comentou o pai.
Um dia o cavalo foge. O vizinho, chegando ao pai do garoto disse: “Seu filho tem azar” “Por que?”, perguntou o pai. “Ora”, disse ele, “seu filho queria um cavalo e lhe deram um potrinho. Agora o animal que ele tanto gostava fugiu. Nã
o é azar?” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, comentou o pai.
O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: “Seu filho tem sorte! Dão-lhe um potrinho, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens.” “Pode ser sorte ou pode ser azar”, respondeu novamente o pai.
Mais tarde, o rapaz estava treinado um dos cavalos, quando cai e parte umaperna. Vem o vizinho. “Seu filho tem azar! O cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e parte a perna.” “Pode ser sorte ou azar” insiste o pai.
Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho. “Seu filho tem sorte...”
Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece ser azar num momento, pode ser sorte no futuro.
Na China havia um garoto pobre que desejava muito um cavalo. Um dia o dono de uma cavalaria, sabendo do seu desejo, deu-lhe um potrinho.
Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: “Seu filho tem sorte” “Por que?”, perguntou o pai. “Ora”, disse ele, “seu filho queria um cavalo e lhe dão um potrinho. Não é sorte?” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, comentou o pai.
Um dia o cavalo foge. O vizinho, chegando ao pai do garoto disse: “Seu filho tem azar” “Por que?”, perguntou o pai. “Ora”, disse ele, “seu filho queria um cavalo e lhe deram um potrinho. Agora o animal que ele tanto gostava fugiu. Nã
o é azar?” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, comentou o pai.O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: “Seu filho tem sorte! Dão-lhe um potrinho, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens.” “Pode ser sorte ou pode ser azar”, respondeu novamente o pai.
Mais tarde, o rapaz estava treinado um dos cavalos, quando cai e parte umaperna. Vem o vizinho. “Seu filho tem azar! O cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e parte a perna.” “Pode ser sorte ou azar” insiste o pai.
Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho. “Seu filho tem sorte...”
Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece ser azar num momento, pode ser sorte no futuro.
08 fevereiro, 2009
A Mensagem nº60 de 08-02-2009

EVANGELHO Mc 1, 29-39
Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, a casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama com febre e logo Lhe falaram dela. Jesus aproximou-Se, tomou-a pela mão e levantou-a. A febre deixou-a e ela começou a servi-los. Ao cair da tarde, já depois do sol-posto, trouxeram-Lhe todos os doentes e possessos e a cidade inteira ficou reunida diante da porta. Jesus curou muitas pessoas, que eram atonnentadas por várias doenças, e expulsou muitos demónios. Mas não deixava que os demónios falassem, porque sabiam quem Ele era. De manhã, muito cedo, levantou-Se e saiu. Retirou-Se para um sítio ermo e aí começou a orar. Simão e os companheiros foram à procura d’Ele e, quando O encontraram, disseram-Lhe:
«Todos Te procuram». Ele respondeu-lhes:
«Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de pregar aí também, porque foi para isso que Eu vim». E foi por toda a Galileia, pregando nas sinagogas e expulsando os demónios.
A Palavra
O Sofrimento
A Liturgia dominical procura sempre iluminar a nossa vida nas mais diversas situações.
Uma situação concreta que aflige o homem de todos os tempos é o SOFRIMENTO.
Por que há no mundo tantas pessoas a sofrer? Ninguém gosta de sofrer… mas o sofrimento existe:
injustiças, guerras, calamidades, pobreza, fome, discórdias, doenças…
Quem é o culpado? São os nossos pecados? É um castigo de Deus? Como explicar então os inocentes... o Cristo na cruz? Por que Deus permite essas coisas sem intervir? Por que é que o justo também sofre e o malvado parece estar em situação melhor? As leituras bíblicas levam-nos a refletir sobre o Mistério do sofrimento e a nossa atitude diante dele.
Na 1ª leitura, vemos a experiência do Sofrimento de Job
Job é um homem justo e fiel ao Senhor. Possuía muitos bens e uma família generosa.
De repente, viu-se privado de todos os seus bens, perdeu a família e foi atingido por uma doença grave.
Essa triste situação fazem surgir no coração de Job sentimentos de amargura e de revolta contra esse Deus incompreensível.
Até os amigos insinuam ser castigo de Deus…
Job lamenta sua condição de sofredor, mas confia em Deus, pois tem a certeza de que só em Deus pode encontrar esperança e o sentido para a sua existência.
* A experiência de Job no sofrimento é um modelo para todos os que têm fé.
Job permanece fiel a Deus, mesmo quando vive o drama do sofrimento inocente e luta incansavelmente para obter uma palavra de Deus para iluminar sua situação.
- Deus não pode ser explicado como um comerciante que paga conforme a qualidade da mercadoria que recebe...
- Diante do sofrimento, ou descobrimos o rosto verdadeiro de Deus, ou fazemos dele um monstro, que nos devora e inferniza a nossa vida…
- Não nos esqueçamos: o Sofrimento pode ser uma visita de Deus…
E quando entendermos isso, tudo se transforma…
"Não nascemos para sofrer, mas o sofrimento faz-nos crescer..."
Na 2ª Leitura, a expressão "ai de mim se não evangelizar"
traduz o princípio fundamental da vida de São Paulo.
No Evangelho, vemos Jesus diante do sofrimento (Mc 1,29-39)
São Marcos procura mostrar, no seu evangelho "Quem é Jesus…"
Inicialmente, mostra o Messias proclamando o Reino de Deus.
A seguir, mostra a realidade do Reino actuando no mundo como salvação e libertação, nas palavras e gestos de Jesus.
Com a autoridade que lhe vem do Pai e em comunhão total com o Pai, Jesus vence o mal e a dor que escravizam o homem e anuncia um mundo novo de liberdade e de vida plena.
Apresenta Jesus agindo diante de uma multidão de sofredores:
Ele aparece solidário à dor dos homens e atento às suas necessidades:
+ O sofrimento continuará a ser sempre um mistério…
Jesus não elimina o sofrimento, mas ensina-nos a carregá-lo com amor e esperança, para que dê frutos de vida eterna… Jesus garante-nos de que Deus nunca nos abandona…Resta-nos confiar em Deus e entregar-nos em seu amor.
* Qual é a nossa atitude diante do sofrimento dos outros?
- Estendemos a mão e ajudamos a se libertar?
* No dia 11/02, celebramos o dia mundial do doente.
- Como podemos ajudar concretamente os doentes de nossa comunidade?
Padre Amaro Jorge scj
A Liturgia dominical procura sempre iluminar a nossa vida nas mais diversas situações.
Uma situação concreta que aflige o homem de todos os tempos é o SOFRIMENTO.
Por que há no mundo tantas pessoas a sofrer? Ninguém gosta de sofrer… mas o sofrimento existe:
injustiças, guerras, calamidades, pobreza, fome, discórdias, doenças…
Quem é o culpado? São os nossos pecados? É um castigo de Deus? Como explicar então os inocentes... o Cristo na cruz? Por que Deus permite essas coisas sem intervir? Por que é que o justo também sofre e o malvado parece estar em situação melhor? As leituras bíblicas levam-nos a refletir sobre o Mistério do sofrimento e a nossa atitude diante dele.
Na 1ª leitura, vemos a experiência do Sofrimento de Job
Job é um homem justo e fiel ao Senhor. Possuía muitos bens e uma família generosa.
De repente, viu-se privado de todos os seus bens, perdeu a família e foi atingido por uma doença grave.
Essa triste situação fazem surgir no coração de Job sentimentos de amargura e de revolta contra esse Deus incompreensível.
Até os amigos insinuam ser castigo de Deus…
Job lamenta sua condição de sofredor, mas confia em Deus, pois tem a certeza de que só em Deus pode encontrar esperança e o sentido para a sua existência.
* A experiência de Job no sofrimento é um modelo para todos os que têm fé.
Job permanece fiel a Deus, mesmo quando vive o drama do sofrimento inocente e luta incansavelmente para obter uma palavra de Deus para iluminar sua situação.
- Deus não pode ser explicado como um comerciante que paga conforme a qualidade da mercadoria que recebe...
- Diante do sofrimento, ou descobrimos o rosto verdadeiro de Deus, ou fazemos dele um monstro, que nos devora e inferniza a nossa vida…
- Não nos esqueçamos: o Sofrimento pode ser uma visita de Deus…
E quando entendermos isso, tudo se transforma…
"Não nascemos para sofrer, mas o sofrimento faz-nos crescer..."
Na 2ª Leitura, a expressão "ai de mim se não evangelizar"
traduz o princípio fundamental da vida de São Paulo.
No Evangelho, vemos Jesus diante do sofrimento (Mc 1,29-39)
São Marcos procura mostrar, no seu evangelho "Quem é Jesus…"
Inicialmente, mostra o Messias proclamando o Reino de Deus.
A seguir, mostra a realidade do Reino actuando no mundo como salvação e libertação, nas palavras e gestos de Jesus.
Com a autoridade que lhe vem do Pai e em comunhão total com o Pai, Jesus vence o mal e a dor que escravizam o homem e anuncia um mundo novo de liberdade e de vida plena.
Apresenta Jesus agindo diante de uma multidão de sofredores:
Ele aparece solidário à dor dos homens e atento às suas necessidades:
+ O sofrimento continuará a ser sempre um mistério…
Jesus não elimina o sofrimento, mas ensina-nos a carregá-lo com amor e esperança, para que dê frutos de vida eterna… Jesus garante-nos de que Deus nunca nos abandona…Resta-nos confiar em Deus e entregar-nos em seu amor.
* Qual é a nossa atitude diante do sofrimento dos outros?
- Estendemos a mão e ajudamos a se libertar?
* No dia 11/02, celebramos o dia mundial do doente.
- Como podemos ajudar concretamente os doentes de nossa comunidade?
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar

Árvore dos problemas
Eu tinha contratado um carpinteiro para me ajudar a consertar um armário.
No fim o dia dele não tinha sido nada fácil:
Trabalhou duro, sua máquina de cortar madeira estragou-se, ele perdeu uma hora de trabalho a tentar arranja-la, e na hora de sair, seu velho camião negava-se a arrancar.
Peguei no meu carro e levei-o a casa.
Ele sentado ao meu lado não falou o tempo todo.
Quando chegamos, convidou-me para conhecer sua família.
Caminhando até a porta, ele parou um momento diante de uma pequena árvore e tocou-a, com suas mãos nas pontas dos galhos.
Quando se abriu a porta, aconteceu a transformação: a cara dele estava bem iluminada por um grande sorriso. Abraçou o filho e deu um beijo em sua esposa.
Mais tarde ele me acompanhou até o carro.
Quando passamos perto da árvore, fiquei curioso e perguntei-lhe sobre o que tinha observado antes, porque tinha passado a mão pelos ramos da árvore.
Oh, esta é a minha árvore de problemas, respondeu ele.
Sei que não tenho como evitar problemas no trabalho, mas de uma coisa eu sei: eles não pertence à minha casa nem à minha esposa, nem aos meus filhos Por isso, eu simplesmente os penduro na árvore quando chego em casa de noite. Na manhã seguinte, eu os recolho de novo.
Continuou ele falando:
O engraçado é, disse ele sorrindo, que, quando saio de manhã para recolhe-los, nunca há tantos problemas como me lembro de ter colocado na noite anterior....
Eu tinha contratado um carpinteiro para me ajudar a consertar um armário.
No fim o dia dele não tinha sido nada fácil:
Trabalhou duro, sua máquina de cortar madeira estragou-se, ele perdeu uma hora de trabalho a tentar arranja-la, e na hora de sair, seu velho camião negava-se a arrancar.
Peguei no meu carro e levei-o a casa.
Ele sentado ao meu lado não falou o tempo todo.
Quando chegamos, convidou-me para conhecer sua família.
Caminhando até a porta, ele parou um momento diante de uma pequena árvore e tocou-a, com suas mãos nas pontas dos galhos.
Quando se abriu a porta, aconteceu a transformação: a cara dele estava bem iluminada por um grande sorriso. Abraçou o filho e deu um beijo em sua esposa.
Mais tarde ele me acompanhou até o carro.
Quando passamos perto da árvore, fiquei curioso e perguntei-lhe sobre o que tinha observado antes, porque tinha passado a mão pelos ramos da árvore.
Oh, esta é a minha árvore de problemas, respondeu ele.
Sei que não tenho como evitar problemas no trabalho, mas de uma coisa eu sei: eles não pertence à minha casa nem à minha esposa, nem aos meus filhos Por isso, eu simplesmente os penduro na árvore quando chego em casa de noite. Na manhã seguinte, eu os recolho de novo.
Continuou ele falando:
O engraçado é, disse ele sorrindo, que, quando saio de manhã para recolhe-los, nunca há tantos problemas como me lembro de ter colocado na noite anterior....
Com Interesse
Dia Mundial do Doente assinalado em Fátima
No próximo dia 11 de Fevereiro, aniversário da aparição de Nossa Senhora em Lourdes, França, a Igreja Católica celebra do Dia Mundial do Doente. No Santuário de Fátima, por iniciativa do Centro Voluntários do Sofrimento e do Serviço Diocesano de Pastoral da Saúde, será celebrada, às 15h30, na Capelinha das Aparições, a Eucaristia pelos doentes.
Preside à celebração o Padre Adelino Guarda, Director do Serviço de Pastoral da Saúde da Diocese de Leiria-Fátima.
Secretário de Estado do Vaticano critica aborto e eutanásia na Espanha
O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, abordou em Madrid as questões do aborto, eutanásia, casamento homossexual e divórcio, dizendo que a "dignidade do ser humano exige o respeito à vida desde a sua concepção até o seu ocaso natural".
O número dois do Papa acrescentou que "a vida familiar está fundada sobre o casamento de um homem e uma mulher, unidos por um vínculo indissolúvel, livremente contraído".
D. Bertone falava durante a conferência "Os Direitos Humanos no Magistério de Bento XVI", por ele proferida na sede da Conferência Episcopal Espanhola.
A iniciativa encerrou uma visita de dois dias à Espanha na qual se reuniu com o rei Juan Carlos I, com o presidente do Governo, José Luis Rodríguez Zapatero, e outros membros do governo espanhol
Festa da Apresentação do Senhor celebrada no Santuário de Fátima
No dia da Festa da Apresentação de Jesus no Templo e da Purificação da Virgem Santa Maria, Dia dos Consagrados, 2 de Fevereiro, padres, religiosos e religiosas, e muitos leigos, juntaram-se no Santuário de Fátima, onde rezaram pelas vocações e em especial pelos consagrados que este ano celebram o jubileu.
A tarde começou com a bênção e aspersão das velas, na Capelinha das Aparições, e, após uma procissão, seguiu-se a concelebração Eucarística, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, presidida pelo Reitor do Santuário, Padre Virgílio Antunes, e concelebrada por mais de uma dezena de sacerdotes, incluindo o Pároco de Fátima, Padre Rui Marto.
Adeus a D. António dos Reis Rodrigues
O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, enalteceu hoje as qualidades de D. António Reis Rodrigues, falecido na passada Terça-feira, aos 90 anos de idade.
Na homilia da Missa exequial a que presidiu esta Quinta-feira, na Sé Patriarcal, D. José Policarpo falou da missão do falecido Bispo Auxiliar emérito, considerando que a morte é “o último acto neste mundo da missão apostólica do Senhor D. António”.
No próximo dia 11 de Fevereiro, aniversário da aparição de Nossa Senhora em Lourdes, França, a Igreja Católica celebra do Dia Mundial do Doente. No Santuário de Fátima, por iniciativa do Centro Voluntários do Sofrimento e do Serviço Diocesano de Pastoral da Saúde, será celebrada, às 15h30, na Capelinha das Aparições, a Eucaristia pelos doentes.
Preside à celebração o Padre Adelino Guarda, Director do Serviço de Pastoral da Saúde da Diocese de Leiria-Fátima.
Secretário de Estado do Vaticano critica aborto e eutanásia na Espanha
O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, abordou em Madrid as questões do aborto, eutanásia, casamento homossexual e divórcio, dizendo que a "dignidade do ser humano exige o respeito à vida desde a sua concepção até o seu ocaso natural".
O número dois do Papa acrescentou que "a vida familiar está fundada sobre o casamento de um homem e uma mulher, unidos por um vínculo indissolúvel, livremente contraído".
D. Bertone falava durante a conferência "Os Direitos Humanos no Magistério de Bento XVI", por ele proferida na sede da Conferência Episcopal Espanhola.
A iniciativa encerrou uma visita de dois dias à Espanha na qual se reuniu com o rei Juan Carlos I, com o presidente do Governo, José Luis Rodríguez Zapatero, e outros membros do governo espanhol
Festa da Apresentação do Senhor celebrada no Santuário de Fátima
No dia da Festa da Apresentação de Jesus no Templo e da Purificação da Virgem Santa Maria, Dia dos Consagrados, 2 de Fevereiro, padres, religiosos e religiosas, e muitos leigos, juntaram-se no Santuário de Fátima, onde rezaram pelas vocações e em especial pelos consagrados que este ano celebram o jubileu.
A tarde começou com a bênção e aspersão das velas, na Capelinha das Aparições, e, após uma procissão, seguiu-se a concelebração Eucarística, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, presidida pelo Reitor do Santuário, Padre Virgílio Antunes, e concelebrada por mais de uma dezena de sacerdotes, incluindo o Pároco de Fátima, Padre Rui Marto.
Adeus a D. António dos Reis Rodrigues
O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, enalteceu hoje as qualidades de D. António Reis Rodrigues, falecido na passada Terça-feira, aos 90 anos de idade.
Na homilia da Missa exequial a que presidiu esta Quinta-feira, na Sé Patriarcal, D. José Policarpo falou da missão do falecido Bispo Auxiliar emérito, considerando que a morte é “o último acto neste mundo da missão apostólica do Senhor D. António”.
A Mensagem nº 59 de 01-02-2009


EVANGELHO Mc 1,21-28
Jesus chegou a Cafarnaum
e quando, no sábado seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar, todos se maravilhavam com a sua doutrina, porque os ensinava com autoridade e não como os escribas.
Encontrava-se na sinagoga um homem com um espírito impuro, que começou a gritar:
«Que tens Tu a ver connosco, Jesus Nazareno? Vieste para nos perder?
Sei quem Tu és: o Santo de Deus». Jesus repreendeu-o, dizendo:
«Cala-te e sai desse homem». O espírito impuro, agitando-o violentamente, soltou um forte grito e saiu dele.
Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros:
«Que vem a ser isto?
Uma nova doutrina, com tal autoridade, que até manda nos espíritos impuros e eles obedecem-Lhe! » E logo a fama de Jesus se divulgou por toda a parte, em toda a região da Galileia.
Jesus chegou a Cafarnaum
e quando, no sábado seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar, todos se maravilhavam com a sua doutrina, porque os ensinava com autoridade e não como os escribas.
Encontrava-se na sinagoga um homem com um espírito impuro, que começou a gritar:
«Que tens Tu a ver connosco, Jesus Nazareno? Vieste para nos perder?
Sei quem Tu és: o Santo de Deus». Jesus repreendeu-o, dizendo:
«Cala-te e sai desse homem». O espírito impuro, agitando-o violentamente, soltou um forte grito e saiu dele.
Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros:
«Que vem a ser isto?
Uma nova doutrina, com tal autoridade, que até manda nos espíritos impuros e eles obedecem-Lhe! » E logo a fama de Jesus se divulgou por toda a parte, em toda a região da Galileia.
Reflectindo
É um sábado. A comunidade está reunida na sinagoga de Cafarnaum para a liturgia sinagogal. Jesus, recém-chegado à cidade, entra na sinagoga – como qualquer bom judeu – para participar na liturgia sabática. A celebração comunitária começava, normalmente, com a “profissão de fé” (cf. Dt 6,4-9), a que se seguiam orações, cânticos e duas leituras (uma da Torah e outra dos Profetas); depois, vinha o comentário às leituras e as bênçãos. É provável que Jesus tivesse sido convidado, nesse dia, para comentar as leituras feitas. Fê-lo de uma forma original, diferente dos comentários que as pessoas estavam habituadas a ouvir aos “escribas” (os estudiosos das Escrituras). As pessoas ficaram maravilhadas com as palavras de Jesus, “porque ensinava com autoridade e não como os escribas” (vers. 22). A referência à autoridade das palavras de Jesus pretende sugerir que Ele vem de Deus e traz uma proposta que tem a marca de Deus.A “autoridade” que se revela nas palavras de Jesus manifesta-se, também, em acções concretas (como se a “autoridade” das palavras tivesse de ser caucionada pela própria acção). Na sequência das palavras ditas por Jesus e que transmitem aos ouvintes um sinal inegável da presença de Deus, aparece em cena “um homem com um espírito impuro”. Os judeus estavam convencidos que todas as doenças eram provocadas por “espíritos maus” que se apropriavam dos homens e os tornavam prisioneiros. As pessoas afectadas por esses males deixavam de cumprir a Lei (as normas correctas de convivência social e religiosa) e ficavam numa situação de “impureza” – isto é, afastadas de Deus e da comunidade. Na perspectiva dos contemporâneos de Jesus, esses “espíritos maus” que afastavam os homens da órbita de Deus tinham um poder absoluto, que os homens não podiam, com as suas frágeis forças, ultrapassar. Acreditava-se que só Deus, com o seu poder e autoridade absolutos, era capaz de vencer os “espíritos maus” e devolver aos homens a vida e a liberdade perdidas.Numa encenação com um singular poder evocador, Marcos põe o “espírito mau” que domina “um homem” presente na sinagoga, a interpelar violentamente Jesus. Sugere-se, dessa forma, que diante da proposta libertadora que Jesus veio apresentar, em nome de Deus, os “espíritos maus” responsáveis pelas cadeias que oprimem os homens ficam inquietos, pois sentem que o seu poder sobre a humanidade chegou ao fim. A acção da cura do homem “com um espírito impuro” constitui “a prova provada” de que Jesus traz uma proposta de libertação que vem de Deus; pela acção de Jesus, Deus vem ao encontro do homem para o salvar de tudo aquilo que o impede de ter vida em plenitude.Para Marcos, este primeiro episódio é uma espécie de apresentação de um programa de acção: Jesus veio ao encontro dos homens para os libertar de tudo aquilo que os faz prisioneiros e lhes rouba a vida. A libertação que Deus quer oferecer à humanidade está a acontecer. O “Reino de Deus” instalou-se no mundo. Jesus, cumprindo o projecto libertador de Deus, pela sua Palavra e pela sua acção, renova e transforma em homens livres todos aqueles que vivem prisioneiros do egoísmo, do pecado e da morte.
(ecclesia.pt/dehonianos)
(ecclesia.pt/dehonianos)
Para Meditar

SABEDORIA...
"Um sábio atravessava de barco um rio e perguntou ao barqueiro:
- Diga-me uma coisa: você conhece botânica?
O barqueiro olhou para o sábio e respondeu:
- Não meu senhor; nem sei o que é isso.
- Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas? Que pena !....Você perdeu parte de sua vida.
O barqueiro continuava remando.
Em seguida o sábio perguntou, ao pescador, se conhecia astronomia.
O coitado coçou a cabeça e disse:
- Não senhor; não sei o que é astronomia.
- A astronomia é a ciência que estuda os astros, o espaço, as estrelas, - explicou o sábio.......
Que pena ! .... Você perdeu parte de sua vida.
Assim foi perguntando o sábio a respeito de cada ciência: física, química, teologia. De nada o barqueiro sabia. E o sábio sempre terminava com sua lamentação:
- Que pena !.....Você perdeu parte de sua vida.
De repente o barco bateu contra uma pedra, partiu-se e começou a afundar.
O barqueiro perguntou ao sábio:
- O senhor sabe nadar?
- Não, não sei !......respondeu o sábio.
- Que pena! O senhor perdeu toda a sua vida.
"Um sábio atravessava de barco um rio e perguntou ao barqueiro:
- Diga-me uma coisa: você conhece botânica?
O barqueiro olhou para o sábio e respondeu:
- Não meu senhor; nem sei o que é isso.
- Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas? Que pena !....Você perdeu parte de sua vida.
O barqueiro continuava remando.
Em seguida o sábio perguntou, ao pescador, se conhecia astronomia.
O coitado coçou a cabeça e disse:
- Não senhor; não sei o que é astronomia.
- A astronomia é a ciência que estuda os astros, o espaço, as estrelas, - explicou o sábio.......
Que pena ! .... Você perdeu parte de sua vida.
Assim foi perguntando o sábio a respeito de cada ciência: física, química, teologia. De nada o barqueiro sabia. E o sábio sempre terminava com sua lamentação:
- Que pena !.....Você perdeu parte de sua vida.
De repente o barco bateu contra uma pedra, partiu-se e começou a afundar.
O barqueiro perguntou ao sábio:
- O senhor sabe nadar?
- Não, não sei !......respondeu o sábio.
- Que pena! O senhor perdeu toda a sua vida.
Com Interesse
Exposição sobre João Paulo II no Santuário de Fátima
A exposição fotográfica "Karol Wojtyla, a fé, o caminho, a amizade. Excursões com os Amigos (1952-1954)" será inaugurada no Santuário de Fatima no dia 13 de Fevereiro, em hora a anunciar. Ficará patente ao público na sala do topo Sul da Galilé dos Apóstolos Pedro e Paulo, junto à Capela do Lausperene, no complexo da Igreja da Santíssima Trindade
Imagem de Nossa Senhora de Fátima peregrina nas Filipinas
A Arquidiocese de Lipa, nas Filipinas, está a preparar-se para acolher a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, para a sua primeira etapa no país, revela a Rádio Vaticano.
No dia 1 de Fevereiro, abertura do mês das vocações, a imagem portuguesa chegará à cidade de Batangas e será exposta à veneração dos fiéis na paróquia de São Tomé. No mesmo dia, o arcebispo de Lipa, D. Ramon Arguelles celebrará uma Missa e terá início a vigília mariana
Aumenta número de católicos na China
Estão a aumentar os católicos na China. A garantia é dada pelo jornal «China Daily», que cita o Pe. Mattews Zhen Xuebin, secretário-geral da diocese de Pequim. O sacerdote assegura que “Pequim precisa de mais locais de culto. A cidade tem entre 50.000 e 60.000 católicos, mas apenas 20 igrejas, oito no centro e 12 nos arredores
Custódia da Terra Santa e Patriarcado Latino pedem ajuda para Gaza
Custódia da Terra Santa, da Ordem dos Franciscanos, em colaboração com o Patriarcado Latino de Jerusalém, abriram uma campanha de donativos através do site da ONG da Custódia, a Associação da Terra Santa. O objectivo é apoiar economicamente os cristãos de Gaza, especialmente na manutenção das obras de caridade da Igreja nessa região.
Massacre em igreja congolesa no dia de Natal
Um grupo de desconhecidos atacou com machados, até à morte, várias pessoas que se refugiaram numa igreja católica numa zona remota da República Democrática do Congo (RDC), no dia de Natal.
O Exército do Uganda acusou o grupo rebelde Exército de Resistência do Senhor (LRA) de ter assassinado estas pessoas.
"Fomos informados de que os rebeldes mataram 45 pessoas. Usaram machados e pedaços de pau", declarou à AFP o capitão Chris Magezi, porta-voz da operação conjunta contra o LRA realizada pelos Exércitos de Uganda, da RDC e da região autónoma sudanesa do Sudão do Sul.
A exposição fotográfica "Karol Wojtyla, a fé, o caminho, a amizade. Excursões com os Amigos (1952-1954)" será inaugurada no Santuário de Fatima no dia 13 de Fevereiro, em hora a anunciar. Ficará patente ao público na sala do topo Sul da Galilé dos Apóstolos Pedro e Paulo, junto à Capela do Lausperene, no complexo da Igreja da Santíssima Trindade
Imagem de Nossa Senhora de Fátima peregrina nas Filipinas
A Arquidiocese de Lipa, nas Filipinas, está a preparar-se para acolher a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, para a sua primeira etapa no país, revela a Rádio Vaticano.
No dia 1 de Fevereiro, abertura do mês das vocações, a imagem portuguesa chegará à cidade de Batangas e será exposta à veneração dos fiéis na paróquia de São Tomé. No mesmo dia, o arcebispo de Lipa, D. Ramon Arguelles celebrará uma Missa e terá início a vigília mariana
Aumenta número de católicos na China
Estão a aumentar os católicos na China. A garantia é dada pelo jornal «China Daily», que cita o Pe. Mattews Zhen Xuebin, secretário-geral da diocese de Pequim. O sacerdote assegura que “Pequim precisa de mais locais de culto. A cidade tem entre 50.000 e 60.000 católicos, mas apenas 20 igrejas, oito no centro e 12 nos arredores
Custódia da Terra Santa e Patriarcado Latino pedem ajuda para Gaza
Custódia da Terra Santa, da Ordem dos Franciscanos, em colaboração com o Patriarcado Latino de Jerusalém, abriram uma campanha de donativos através do site da ONG da Custódia, a Associação da Terra Santa. O objectivo é apoiar economicamente os cristãos de Gaza, especialmente na manutenção das obras de caridade da Igreja nessa região.
Massacre em igreja congolesa no dia de Natal
Um grupo de desconhecidos atacou com machados, até à morte, várias pessoas que se refugiaram numa igreja católica numa zona remota da República Democrática do Congo (RDC), no dia de Natal.
O Exército do Uganda acusou o grupo rebelde Exército de Resistência do Senhor (LRA) de ter assassinado estas pessoas.
"Fomos informados de que os rebeldes mataram 45 pessoas. Usaram machados e pedaços de pau", declarou à AFP o capitão Chris Magezi, porta-voz da operação conjunta contra o LRA realizada pelos Exércitos de Uganda, da RDC e da região autónoma sudanesa do Sudão do Sul.
24 janeiro, 2009
A Mensagem nº 58 de 25-01-2009

EVANGELHO Mc 1. 14-20
Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a proclamar o Evangelho de Deus, dizendo:
«Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho». Caminhando junto ao mar da Galileia, viu Simão e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus:
«Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens». Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O. Um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco a consertar as redes; e chamou-os.
Eles deixaram logo seu pai Zebedeu no barco com os assalariados e seguiram Jesus.
Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a proclamar o Evangelho de Deus, dizendo:
«Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho». Caminhando junto ao mar da Galileia, viu Simão e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus:
«Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens». Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O. Um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco a consertar as redes; e chamou-os.
Eles deixaram logo seu pai Zebedeu no barco com os assalariados e seguiram Jesus.
Reflectindo
Quando contemplamos a realidade que nos rodeia, notamos a existência de sombras que desfeiam o mundo e criam, tantas vezes, angústia, desilusão, desespero e sofrimento na vida dos homens. Esse quadro não é, no entanto, uma realidade irremediável a que estamos para sempre condenados. Nos projectos de Deus, está um mundo diferente – um mundo de harmonia, de justiça, de reconciliação, de amor e de paz. A esse mundo novo, Jesus chamava o “Reino de Deus”. É esse projecto que Jesus nos apresenta e ao qual nos convida a aderir. Somos chamados a construir, com Jesus, um mundo onde Deus esteja presente e que se edifique de acordo com os projectos e os critérios de Deus. Estamos disponíveis para entrar nessa aventura? • Para que o “Reino de Deus” se torne uma realidade, o que é necessário fazer? Na perspectiva de Jesus, o “Reino de Deus” exige, antes de mais, a “conversão”. Temos de modificar a nossa mentalidade, os nossos valores, as nossas atitudes, a nossa forma de encarar Deus, o mundo e os outros para que se torne possível o nascimento de uma realidade diferente. Temos de alterar as nossas atitudes de egoísmo, de orgulho, de auto-suficiência, de comodismo e de voltar a escutar Deus e as suas propostas, para que aconteça, na nossa vida e à nossa volta, uma transformação radical – uma transformação no sentido do amor, da justiça e da paz. O que é que temos de “converter” – quer em termos pessoais, quer em termos institucionais – para que se manifeste, realmente, esse Reino de Deus tão esperado?• De acordo com a Palavra de Deus que nos é proposta, o “Reino de Deus” exige também o “acreditar” no Evangelho. “Acreditar” não é, na linguagem neo-testamentária, a aceitação de certas afirmações teóricas ou a concordância com um conjunto de definições a propósito de Deus, de Jesus ou da Igreja; mas é, sobretudo, uma adesão total à pessoa de Jesus e ao seu projecto de vida. Com a sua pessoa, com as suas palavras, com os seus gestos e atitudes, Jesus propôs aos homens – a todos os homens – uma vida de amor total, de doação incondicional, de serviço simples e humilde, de perdão sem limites. O “discípulo” é alguém que está disposto a escutar o chamamento de Jesus, a acolher esse chamamento no coração e a seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida. Estou disposto acolher o chamamento de Jesus e a percorrer o caminho do “discípulo”? • O chamamento a integrar a comunidade do “Reino” não é algo reservado a um grupo especial de pessoas, com uma missão especial no mundo e na Igreja; mas é algo que Deus dirige a cada homem e a cada mulher, sem excepção. Todos os baptizados são chamados a ser discípulos de Jesus, a “converter-se”, a “acreditar no Evangelho”, a seguir Jesus nesse caminho de amor e de dom da vida. Esse chamamento é radical e incondicional: exige que o “Reino” se torne o valor fundamental, a prioridade, o principal objectivo do discípulo.• O “Reino” é uma realidade que Jesus começou e que já está decisivamente implantada na nossa história. Não tem fronteiras materiais e definidas; mas está a acontecer e a concretizar-se através dos gestos de bondade, de serviço, de doação, de amor gratuito que acontecem à nossa volta (muitas vezes, até fora das fronteiras institucionais da “Igreja”) e que são um sinal visível do amor de Deus nas nossas vidas. Não é uma realidade que construímos de uma vez, mas é uma realidade sempre em construção, sempre a fazer-se, até à sua realização final, no fim dos tempos, quando o egoísmo e o pecado desaparecerem para sempre. Em cada dia que passa, temos de renovar o compromisso com o “Reino” e empenharmo-nos na sua edificação.
(Página dos Dehonianos)
(Página dos Dehonianos)
Para Meditar

A necessidade de um email
Um homem que estava desempregado, entra num concurso da Microsoft para ser técnico de limpeza.
O Gerente de Recursos Humanos entrevista-o, faz um teste (varrer o chão) e diz-lhe:"O serviço é seu"; dê-me o seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha para preencher, a data e hora a que deverá se apresentar para o serviço.
O homem, desesperado, responde que não tem computador, e muito menos, e-mail.
O Gerente de Recursos Humanos disse que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho.
O homem sai, desesperado, sem saber o que fazer; somente tem 10$ no bolso.
Então decide ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 quilos de tomates.
Bate de porta em porta vendendo os tomates ao Kilo, e, em menos de duas horas, tinha conseguido duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta a casa com 60$
Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta a casa mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro a cada dia.
Pouco tempo depois, compra uma carrinha comercial, depois troca por um camião e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Passados 5 anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos.
Pensando no futuro da sua família, decide fazer um seguro de vida.
Chama um corretor, acerta um plano e quando a conversa acaba, o corretor pede-lhe o e-mail para enviar a proposta. O homem disse que não tem e-mail.
Curioso, o corretor lhe disse: Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que você seria se tivesse e-mail!!.
O homem pensa e responde:
Um homem que estava desempregado, entra num concurso da Microsoft para ser técnico de limpeza.
O Gerente de Recursos Humanos entrevista-o, faz um teste (varrer o chão) e diz-lhe:"O serviço é seu"; dê-me o seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha para preencher, a data e hora a que deverá se apresentar para o serviço.
O homem, desesperado, responde que não tem computador, e muito menos, e-mail.
O Gerente de Recursos Humanos disse que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho.
O homem sai, desesperado, sem saber o que fazer; somente tem 10$ no bolso.
Então decide ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 quilos de tomates.
Bate de porta em porta vendendo os tomates ao Kilo, e, em menos de duas horas, tinha conseguido duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta a casa com 60$
Então, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta a casa mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o dinheiro a cada dia.
Pouco tempo depois, compra uma carrinha comercial, depois troca por um camião e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Passados 5 anos, o homem é dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos.
Pensando no futuro da sua família, decide fazer um seguro de vida.
Chama um corretor, acerta um plano e quando a conversa acaba, o corretor pede-lhe o e-mail para enviar a proposta. O homem disse que não tem e-mail.
Curioso, o corretor lhe disse: Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que você seria se tivesse e-mail!!.
O homem pensa e responde:
* Moral da historia 1: A Internet não soluciona sua vida
* Moral da Historia 2: Se você quer ser técnico de limpeza da Microsoft, procure ter um e-mail.
* Moral da historia 3: Se você não tem e-mail e trabalha muito, pode ser milionário.
Com Interesse

OS DEZ MANDAMENTOS DO LEITOR NA LITURGIA
1- Conhecer a palavra com antecedência_ O leitor deve ler e conhecer o texto a ser proclamado bem antes de realizar o que supõe que a equipe de liturgia faça a preparação e a escolha de cada leitor com antecedência da liturgia
1- Conhecer a palavra com antecedência_ O leitor deve ler e conhecer o texto a ser proclamado bem antes de realizar o que supõe que a equipe de liturgia faça a preparação e a escolha de cada leitor com antecedência da liturgia
2- Refletir e meditar a palavra= Ao conhecer a palavra a ser proclamada, esta deve se tornar " alimento" a ser saboreado com calma e profunda espiritualidade pelo leitor-palavra que penetra em seu coração e traz a novidade de Deus – alimento da fé que inspira o leitor a compartilhar desta experiência com todo o povo reunido na liturgia.
3- Escutar a palavra- fazer-se " "ouvinte "atento", da palavra que deve ser acolhida pela mente e pelo coração""""". – sentir que Deus "fala" e que esta palavra faz diferença para toda a vida daquele que a ouve com atenção. Palavra que não é humana, mas divina e que deve chegar ao mais profundo do ser para ser semente de boa nova
4- Palavra anúncio- que deve ser acolhida e aprofundada na assembléia = tempo de reflexão pessoal de cada um que está presente à liturgia – palavra proclamada com clareza, calma e entusiasmo de quem anuncia uma mensagem de salvação para todos:
5- Palavra solene= anuncio que supõe seriedade e solenidade, que exige uma proclamação- não ser confundida com palavra emocional, teatral ou leitura de um texto- leitor deve sentir o momento que está realizando e a dimensão que este acontecimento exige em benefício de todos
6- Respeito e veneração da palavra= gestos visíveis de vênia e de respeito para com a palavra que devem ser vistos por todos e que possam ter significado de profunda consideração por algo sagrado que se celebra
7- Resposta a uma vocação= ministério que não pode ser confundido com " oportunidade" para alguém fazer uma leitura – mas que compreende condições mínimas e adequadas para ser exercida. Chamado de Deus a ser seu arauto é chamado à missão de serviço e de disponibilidade, de testemunho, fé e vivência dessa mesma palavra na vida do leitor:
8- Ter caráter de serviço= Não ser confundido com "status", cargo ou função, mas abranger a dimensão de ministério litúrgico e de instrumento a serviço do Senhor, do povo de Deus e da igreja
9- Ter testemunho de vida= levar o leitor a um testemunho pessoal de vida cristã, em todas as circunstâncias de sua via, realizando em si mesmo aquilo que anuncia por meio de palavras, coerência e esforço pessoal de interação entre fé e vida
10- Instrumento de comunhão= Ser parte de um todo, onde cada membro que serve ao Senhor seja instrumento de comunhão na liturgia, na comunidade, nos diversos ministérios e carismas e no meio do povo. Membro do corpo místico de Cristo que realiza o amor - comunhão e misericórdia e que se torna eixo de ligação entre todos
18 janeiro, 2009
A Mensagem nº 57 de 18-01-2009

EVANGELHO Jo 1, 35-42
Naquele tempo estava João Baptista com dois dos seus discípulos e,
vendo Jesus que passava, disse:
«Eis o Cordeiro de Deus».
Os dois discípulos ouviram-no dizer aquelas palavras e seguiram Jesus.
Entretanto, Jesus voltou-se;
e, ao ver que O seguiam, disse-lhes:
«Que procurais?»
Eles responderam:
«Rabi — que quer dizer ‘Mestre’ — onde moras?» Disse-lhes Jesus: «Vinde ver».
Eles foram ver onde morava e ficaram com I nesse dia.
Era por volta das quatro horas da tarde. André, irmão de Simão Pedro,
foi um dos que ouviram João e seguiram Jesus. Foi procurar primeiro seu irmão Simão e disse-lhe:
«Encontrámos o Messias» — que quer dizer ‘Cristo’ —; e levou-o a Jesus.
Fitando os olhos nele, Jesus disse-lhe:
«Tu és Simão, filho de João.
Chamar-te-ás Cefas» — que quer dizer ‘Pedro’.
A Palavra
Após as festas natalinas, iniciamos os domingos do Tempo Comum, com a apresentação do início da vida pública de Jesus e os primeiros encontros com os discípulos.
A Liturgia de hoje nos propõe uma reflexão sobre a disponibilidade ao CHAMAMENTO de Deus.
Na 1ª Leitura, temos o chamamento de SAMUEL.
A Vocação é sempre uma iniciativa misteriosa e gratuita de Deus.O Profeta torna-se profeta porque um dia escutou Deus a chamá-lo pelo NOME e a confiar-lhe uma missão.
A Voz de Deus faz-se ouvir no silêncio da noite.Longe das preocupações do dia a dia, o coração e a mente estão mais livres e disponíveis para escutar os apelos e os desafios de Deus.
Samuel não reconhece logo e sozinho a voz de Deus. Só consegue após quatro vezes e com a ajuda do sacerdote Eli. Deus não desiste diante de nossa surdez...
Samuel responde:"Fala, Senhor, o teu servo escuta". É a expressão de uma total disponibilidade, abertura e entrega face aos desafios e aos apelos de Deus.A Vocação de Samuel ilustra a vocação de todos nós.
Na 2ª Leitura, Paulo convida os cristãos a viverem de forma coerente com o chamamento que Deus lhes fez. Quem vive em comunhão com Cristo deve manifestar sempre a vida nova de Deus.
No Evangelho, temos o chamamento dos PRIMEIROS DISCÍPULOS.
O chamamento nasce do testemunho de João Batista, a partir do qual formou-se uma corrente. Ninguém chega a Jesus sozinho...
- João Batista reconhece o Cristo que "passa" e aponta a dois discípulos, André e Filipe: "Eis o Cordeiro de Deus…"
Os Dois Discípulos seguem Cristo de longe, timidamente. Cristo vai ao encontro deles e começa o Diálogo:
"Que procurais"? - "Mestre, onde moras"? è "Vinde e vede"… Foram e ficaram com ele …
No dia seguinte: André leva o irmão Pedro até Cristo: Felipe chama Natanael: "Encontramos o Cristo". Só podemos encontrar Jesus, se alguém nos fala dele. A Missão do discípulo é indicar a todos a pessoa de Jesus, o Cordeiro de Deus.
"O que procurais?"
São as primeiras palavras de Jesus no evangelho de João. Nós também estamos à procura de algo e de alguém... Como os discípulos, procuramos saber quem é Jesus...O que procurais na vida? Qual a razão principal que nos move?
"Mestre, onde moras?"
A resposta dos discípulos é movida pelo desejo de comunhão. Os discípulos não estão interessados em teorias sobre Jesus. Querem, ao contrário, criar laços de intimidade com ele. "Onde moras?"
"Vinde e Vede"
Para criar intimidade com Jesus, são convidados: "Vinde e vede". É o encontro com Jesus na intimidade, na simplicidade e acolhimento... E o resultado da experiência aparece:
"Então eles foram e viram onde Jesus morava.
E permaneceram com ele naquele dia".
Discípulo de Jesus é aquele que é capaz de reconhecer no Cristo que passa o Messias libertador,
que está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e da entrega, que aceita o convite de Jesus para entrar na sua casa e para viver em comunhão com ele, que é capaz de testemunhar Jesus e de anunciá-lo aos outros irmãos.
Deus também nos chama e convida
para fazer parte da Comunidade de Jesus...
Temos a mesma disponibilidade de Samuel: "Fala, Senhor, que teu servo escuta".Temos o mesmo ardor missionário dos primeiros discípulos, que partiram com entusiasmo para anunciar aos amigos o tesouro que encontraram?
Padre Amaro Jorge scj
A Liturgia de hoje nos propõe uma reflexão sobre a disponibilidade ao CHAMAMENTO de Deus.
Na 1ª Leitura, temos o chamamento de SAMUEL.
A Vocação é sempre uma iniciativa misteriosa e gratuita de Deus.O Profeta torna-se profeta porque um dia escutou Deus a chamá-lo pelo NOME e a confiar-lhe uma missão.
A Voz de Deus faz-se ouvir no silêncio da noite.Longe das preocupações do dia a dia, o coração e a mente estão mais livres e disponíveis para escutar os apelos e os desafios de Deus.
Samuel não reconhece logo e sozinho a voz de Deus. Só consegue após quatro vezes e com a ajuda do sacerdote Eli. Deus não desiste diante de nossa surdez...
Samuel responde:"Fala, Senhor, o teu servo escuta". É a expressão de uma total disponibilidade, abertura e entrega face aos desafios e aos apelos de Deus.A Vocação de Samuel ilustra a vocação de todos nós.
Na 2ª Leitura, Paulo convida os cristãos a viverem de forma coerente com o chamamento que Deus lhes fez. Quem vive em comunhão com Cristo deve manifestar sempre a vida nova de Deus.
No Evangelho, temos o chamamento dos PRIMEIROS DISCÍPULOS.
O chamamento nasce do testemunho de João Batista, a partir do qual formou-se uma corrente. Ninguém chega a Jesus sozinho...
- João Batista reconhece o Cristo que "passa" e aponta a dois discípulos, André e Filipe: "Eis o Cordeiro de Deus…"
Os Dois Discípulos seguem Cristo de longe, timidamente. Cristo vai ao encontro deles e começa o Diálogo:
"Que procurais"? - "Mestre, onde moras"? è "Vinde e vede"… Foram e ficaram com ele …
No dia seguinte: André leva o irmão Pedro até Cristo: Felipe chama Natanael: "Encontramos o Cristo". Só podemos encontrar Jesus, se alguém nos fala dele. A Missão do discípulo é indicar a todos a pessoa de Jesus, o Cordeiro de Deus.
"O que procurais?"
São as primeiras palavras de Jesus no evangelho de João. Nós também estamos à procura de algo e de alguém... Como os discípulos, procuramos saber quem é Jesus...O que procurais na vida? Qual a razão principal que nos move?
"Mestre, onde moras?"
A resposta dos discípulos é movida pelo desejo de comunhão. Os discípulos não estão interessados em teorias sobre Jesus. Querem, ao contrário, criar laços de intimidade com ele. "Onde moras?"
"Vinde e Vede"
Para criar intimidade com Jesus, são convidados: "Vinde e vede". É o encontro com Jesus na intimidade, na simplicidade e acolhimento... E o resultado da experiência aparece:
"Então eles foram e viram onde Jesus morava.
E permaneceram com ele naquele dia".
Discípulo de Jesus é aquele que é capaz de reconhecer no Cristo que passa o Messias libertador,
que está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e da entrega, que aceita o convite de Jesus para entrar na sua casa e para viver em comunhão com ele, que é capaz de testemunhar Jesus e de anunciá-lo aos outros irmãos.
Deus também nos chama e convida
para fazer parte da Comunidade de Jesus...
Temos a mesma disponibilidade de Samuel: "Fala, Senhor, que teu servo escuta".Temos o mesmo ardor missionário dos primeiros discípulos, que partiram com entusiasmo para anunciar aos amigos o tesouro que encontraram?
Padre Amaro Jorge scj
Para Meditar
A Santa Mão
Na igreja do convento das Bernardas, de Valbona, se conserva uma mão humana seca e apergaminhada. A legenda conta que ela pertenceu a um monge do mosteiro de Santa Creus.Neste mosteiro havia dois monges que, mesmo antes de entrar no convento, eram amigos inseparáveis. Dentro do mosteiro continuaram com a boa amizade, fazendo sempre juntos suas orações, seus passeios e suas meditações. Então prometeram-se mutuamente que, se um deles morresse, o que sobrevivesse rezaria todos os dias pelo outro, dizendo diante de seu túmulo um responsório.Passaram-se os anos, e os dois monges não se separaram nunca, até que um deles morreu. Seguindo o costume do mosteiro, foi sepultado no subterrâneo, no lugar destinado a ele, num sarcófago de pedra, como todos os companheiros que o haviam precedido.No dia seguinte à morte, seu amigo desceu ao subterrâneo. Ajoelhado diante da tumba, rezou devotamente o responsório, tal como havia prometido. Ao terminar, viu, mudo de espanto, que a tampa do sarcófago se levantava para deixar passagem a uma mão. Esta lhe deu a bênção, ficando um momento fora da tumba, quieta, como que esperando que ele a tomasse. Nada disse o monge do que havia ocorrido, por temor de que se tratasse de uma alucinação, devido ao muito afecto que sentia por seu amigo.Desceu no dia seguinte, rezou, e ao terminar, outra vez saiu a mão do amigo da tumba e lhe deu a bênção. Todos os dias descia o monge, e todos os dias a mão do amigo o bendizia piedosamente. O monge não se pôde calar por mais tempo. Deu contas ao prior do que sucedia.No outro dia desceram com ele o prior e toda a comunidade. Iluminaram a tumba com círios bentos e cantaram todos um responsório pelo companheiro. Quando terminaram, levantou-se a tampa do sarcófago, como ocorria todos os dias, e apareceu uma mão pálida, benzeu a seus companheiros e ficou depois um momento imóvel. O prior aproximou-se então da tumba, e com olhos cheios de lágrimas pela emoção, tomou entre as suas a mão do monge. Sem puxar, sem fazer esforço algum, a mão se desprendeu do corpo e ficou entre as do prior, que caiu de joelhos ante o milagre.
Na igreja do convento das Bernardas, de Valbona, se conserva uma mão humana seca e apergaminhada. A legenda conta que ela pertenceu a um monge do mosteiro de Santa Creus.Neste mosteiro havia dois monges que, mesmo antes de entrar no convento, eram amigos inseparáveis. Dentro do mosteiro continuaram com a boa amizade, fazendo sempre juntos suas orações, seus passeios e suas meditações. Então prometeram-se mutuamente que, se um deles morresse, o que sobrevivesse rezaria todos os dias pelo outro, dizendo diante de seu túmulo um responsório.Passaram-se os anos, e os dois monges não se separaram nunca, até que um deles morreu. Seguindo o costume do mosteiro, foi sepultado no subterrâneo, no lugar destinado a ele, num sarcófago de pedra, como todos os companheiros que o haviam precedido.No dia seguinte à morte, seu amigo desceu ao subterrâneo. Ajoelhado diante da tumba, rezou devotamente o responsório, tal como havia prometido. Ao terminar, viu, mudo de espanto, que a tampa do sarcófago se levantava para deixar passagem a uma mão. Esta lhe deu a bênção, ficando um momento fora da tumba, quieta, como que esperando que ele a tomasse. Nada disse o monge do que havia ocorrido, por temor de que se tratasse de uma alucinação, devido ao muito afecto que sentia por seu amigo.Desceu no dia seguinte, rezou, e ao terminar, outra vez saiu a mão do amigo da tumba e lhe deu a bênção. Todos os dias descia o monge, e todos os dias a mão do amigo o bendizia piedosamente. O monge não se pôde calar por mais tempo. Deu contas ao prior do que sucedia.No outro dia desceram com ele o prior e toda a comunidade. Iluminaram a tumba com círios bentos e cantaram todos um responsório pelo companheiro. Quando terminaram, levantou-se a tampa do sarcófago, como ocorria todos os dias, e apareceu uma mão pálida, benzeu a seus companheiros e ficou depois um momento imóvel. O prior aproximou-se então da tumba, e com olhos cheios de lágrimas pela emoção, tomou entre as suas a mão do monge. Sem puxar, sem fazer esforço algum, a mão se desprendeu do corpo e ficou entre as do prior, que caiu de joelhos ante o milagre.
13 janeiro, 2009
A Mensagem nº 56 de 11-01-2009

Evangelho Mc 1, 7-11
Naquele tempo, João começou a pregar, dizendo: “Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu, diante do qual eu não sou digno de me inclinar para desatar as correias das suas sandálias. Eu baptizo na água, mas Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo”. Sucedeu que, naqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi baptizado por João no rio Jordão. Ao subir da água, viu os céus rasgarem-se e o Espírito, como uma pomba, descer sobre Ele. E dos céus ouviu-se uma voz: «Tu és o meu Filho muito amado, em Ti pus toda a minha complacência».
Naquele tempo, João começou a pregar, dizendo: “Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu, diante do qual eu não sou digno de me inclinar para desatar as correias das suas sandálias. Eu baptizo na água, mas Ele baptizar-vos-á no Espírito Santo”. Sucedeu que, naqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi baptizado por João no rio Jordão. Ao subir da água, viu os céus rasgarem-se e o Espírito, como uma pomba, descer sobre Ele. E dos céus ouviu-se uma voz: «Tu és o meu Filho muito amado, em Ti pus toda a minha complacência».
Reflectindo
¨ No episódio do baptismo, Jesus aparece como o Filho amado, que o Pai enviou ao
encontro dos homens para os libertar e para os inserir numa dinâmica de
comunhão e de vida nova. Nessa cena revela-se, portanto, a preocupação de
Deus e o imenso amor que Ele nos dedica… É bonita esta história de um Deus
que envia o próprio Filho ao mundo, que pede a esse Filho que Se solidarize com
as dores e limitações dos homens e que, através da acção do Filho, reconcilia os
homens consigo e fá-los chegar à vida em plenitude. Aquilo que nos é pedido é
que correspondamos ao amor do Pai, acolhendo a sua oferta de salvação e
seguindo Jesus no amor, na entrega, no dom da vida. Ora, no dia do nosso
baptismo, comprometemo-nos com esse projecto… Temos, depois disso,
renovado diariamente o nosso compromisso e percorrido, com coerência, esse
caminho que Jesus veio propor-nos?
¨ A celebração do baptismo do Senhor leva-nos até um Jesus que assume
plenamente a sua condição de “Filho” e que se faz obediente ao Pai, cumprindo
integralmente o projecto do Pai de dar vida ao homem. É esta mesma atitude de
obediência radical, de entrega incondicional, de confiança absoluta que eu assumo
na minha relação com Deus? O projecto de Deus é, para mim, mais importante de
que os meus projectos pessoais ou do que os desafios que o mundo me faz?
¨ O episódio do baptismo de Jesus coloca-nos frente a frente com um Deus que
aceitou identificar-Se com o homem, partilhar a sua humanidade e fragilidade, a
fim de oferecer ao homem um caminho de liberdade e de vida plena. Eu, filho
deste Deus, aceito ir ao encontro dos meus irmãos mais desfavorecidos e
estender-lhes a mão? Partilho a sorte dos pobres, dos sofredores, dos
injustiçados, sofro na alma as suas dores, aceito identificar-me com eles e
participar dos seus sofrimentos, a fim de melhor os ajudar a conquistar a liberdade
e a vida plena? Não tenho medo de me sujar ao lado dos pecadores, dos
marginalizados, se isso contribuir para os promover e para lhes dar mais dignidade
e mais esperança?
¨ No baptismo, Jesus tomou consciência da sua missão (essa missão que o Pai Lhe confiou), recebeu o Espírito e partiu em viagem pelos caminhos poeirentos da
Palestina, a testemunhar o projecto libertador do Pai. Eu, que no baptismo aderi a
Jesus e recebi o Espírito que me capacitou para a missão, tenho sido uma
testemunha séria e comprometida desse programa em que Jesus Se empenhou e
pelo qual Ele deu a vida?
(da página dos Dheonianos)
encontro dos homens para os libertar e para os inserir numa dinâmica de
comunhão e de vida nova. Nessa cena revela-se, portanto, a preocupação de
Deus e o imenso amor que Ele nos dedica… É bonita esta história de um Deus
que envia o próprio Filho ao mundo, que pede a esse Filho que Se solidarize com
as dores e limitações dos homens e que, através da acção do Filho, reconcilia os
homens consigo e fá-los chegar à vida em plenitude. Aquilo que nos é pedido é
que correspondamos ao amor do Pai, acolhendo a sua oferta de salvação e
seguindo Jesus no amor, na entrega, no dom da vida. Ora, no dia do nosso
baptismo, comprometemo-nos com esse projecto… Temos, depois disso,
renovado diariamente o nosso compromisso e percorrido, com coerência, esse
caminho que Jesus veio propor-nos?
¨ A celebração do baptismo do Senhor leva-nos até um Jesus que assume
plenamente a sua condição de “Filho” e que se faz obediente ao Pai, cumprindo
integralmente o projecto do Pai de dar vida ao homem. É esta mesma atitude de
obediência radical, de entrega incondicional, de confiança absoluta que eu assumo
na minha relação com Deus? O projecto de Deus é, para mim, mais importante de
que os meus projectos pessoais ou do que os desafios que o mundo me faz?
¨ O episódio do baptismo de Jesus coloca-nos frente a frente com um Deus que
aceitou identificar-Se com o homem, partilhar a sua humanidade e fragilidade, a
fim de oferecer ao homem um caminho de liberdade e de vida plena. Eu, filho
deste Deus, aceito ir ao encontro dos meus irmãos mais desfavorecidos e
estender-lhes a mão? Partilho a sorte dos pobres, dos sofredores, dos
injustiçados, sofro na alma as suas dores, aceito identificar-me com eles e
participar dos seus sofrimentos, a fim de melhor os ajudar a conquistar a liberdade
e a vida plena? Não tenho medo de me sujar ao lado dos pecadores, dos
marginalizados, se isso contribuir para os promover e para lhes dar mais dignidade
e mais esperança?
¨ No baptismo, Jesus tomou consciência da sua missão (essa missão que o Pai Lhe confiou), recebeu o Espírito e partiu em viagem pelos caminhos poeirentos da
Palestina, a testemunhar o projecto libertador do Pai. Eu, que no baptismo aderi a
Jesus e recebi o Espírito que me capacitou para a missão, tenho sido uma
testemunha séria e comprometida desse programa em que Jesus Se empenhou e
pelo qual Ele deu a vida?
(da página dos Dheonianos)
Para Meditar

A OUTRA ASA
Há muito tempo atrás...depois do mundo ser criado e da vida o ter completado ...
Certo dia, numa tarde de céu azul e calor ameno, houve um encontro entre Deus e um de seus incontáveis anjos.
Deus estava sentado, calado. Sob a sombra de uma pé de cerejeira. Lentamente, sem pecado, Deus erguia suas mãos e colhia uma ou outra cereja. Saboreava sua criação vermelha e adocicada. Fechava os olhos e pensava. Permitia-se um sorriso piedoso. Mantinha seu olhar complacente.
Foi então que das nuvens um de seus muitos arcanjos desceu e veio em sua direcção.
Já ouviram a voz de um anjo?
É como o canto de mil baleias.
É como o pranto de todas as crianças do mundo.
É como o sussurro da brisa.
Ele tinha asas lindas....brancas, imaculadas.
Ajoelhou-se aos pés de Deus e falou:
"Senhor...visitei tua criação como pedis-te. Fui a todos os cantos. Estive no sul, no norte. No leste e oeste.
Vi e fiz parte de todas as coisas. Observei cada uma de tuas criações humanas. E por ter visto vim até ti Senhor....para tentar entender.
Por quê?
Por que é que cada uma das pessoas sobre a terra tem apenas uma asa?
Nós anjos temos duas...podemos ir até o amor que o Senhor representa sempre que desejarmos.
Podemos voar para a liberdade sempre que quisermos.
Mas os humanos com sua única asa não podem voar.
Não podem voar com apenas uma asa..."
Deus na brandura dos gestos, respondeu pacientemente ao seu anjo:
"Sim... eu sei disso. Sei que fiz os humanos com apenas uma asa..."
Intrigado, com a consciência absoluta de seu Senhor o anjo queria entender e perguntou:
"Mas por que é que o Senhor deu aos homens apenas uma asa quando são necessárias duas asas para se poder voar....para se poder ser livre?"
Conhecedor que era de todas as respostas Deus não teve pressa para falar. Comeu outra cereja, vermelha e suave. E então respondeu:
"Eles podem voar sim meu anjo. Dei aos humanos apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor que Eu ou vocês meus arcanjos....
Para voar, meu amigo, tu precisas de tuas duas asas... Embora livre, sempre estarás sozinho. Talvez da mesma maneira que Eu...
Mas os humanos... os humanos com sua única asa precisarão sempre dar as mãos para alguém a fim de terem suas duas asas.
Cada um deles tem na verdade um par de asas.... uma outra asa em algum lugar do mundo que completa o par. Assim eles aprenderão a se respeitar pois ao quebrar a única asa de outra pessoa podem estar acabando com as suas próprias chances de voar. Assim meu anjo, eles aprenderão a amar verdadeiramente outra pessoa... Aprenderão que somente se permitindo amar eles poderão voar.
Tocando a mão de outra pessoa num abraço correcto e afectuoso eles poderão encontrar a asa que lhes falta...e poderão finalmente voar.
Somente através do amor irão chegar até onde estou...da mesma forma que tu meu anjo. E eles nunca....nunca estarão sozinhos quando forem voar."
Deus calou-se em seu sorriso.
O anjo compreendeu o que não precisava ser dito.
Há muito tempo atrás...depois do mundo ser criado e da vida o ter completado ...
Certo dia, numa tarde de céu azul e calor ameno, houve um encontro entre Deus e um de seus incontáveis anjos.
Deus estava sentado, calado. Sob a sombra de uma pé de cerejeira. Lentamente, sem pecado, Deus erguia suas mãos e colhia uma ou outra cereja. Saboreava sua criação vermelha e adocicada. Fechava os olhos e pensava. Permitia-se um sorriso piedoso. Mantinha seu olhar complacente.
Foi então que das nuvens um de seus muitos arcanjos desceu e veio em sua direcção.
Já ouviram a voz de um anjo?
É como o canto de mil baleias.
É como o pranto de todas as crianças do mundo.
É como o sussurro da brisa.
Ele tinha asas lindas....brancas, imaculadas.
Ajoelhou-se aos pés de Deus e falou:
"Senhor...visitei tua criação como pedis-te. Fui a todos os cantos. Estive no sul, no norte. No leste e oeste.
Vi e fiz parte de todas as coisas. Observei cada uma de tuas criações humanas. E por ter visto vim até ti Senhor....para tentar entender.
Por quê?
Por que é que cada uma das pessoas sobre a terra tem apenas uma asa?
Nós anjos temos duas...podemos ir até o amor que o Senhor representa sempre que desejarmos.
Podemos voar para a liberdade sempre que quisermos.
Mas os humanos com sua única asa não podem voar.
Não podem voar com apenas uma asa..."
Deus na brandura dos gestos, respondeu pacientemente ao seu anjo:
"Sim... eu sei disso. Sei que fiz os humanos com apenas uma asa..."
Intrigado, com a consciência absoluta de seu Senhor o anjo queria entender e perguntou:
"Mas por que é que o Senhor deu aos homens apenas uma asa quando são necessárias duas asas para se poder voar....para se poder ser livre?"
Conhecedor que era de todas as respostas Deus não teve pressa para falar. Comeu outra cereja, vermelha e suave. E então respondeu:
"Eles podem voar sim meu anjo. Dei aos humanos apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor que Eu ou vocês meus arcanjos....
Para voar, meu amigo, tu precisas de tuas duas asas... Embora livre, sempre estarás sozinho. Talvez da mesma maneira que Eu...
Mas os humanos... os humanos com sua única asa precisarão sempre dar as mãos para alguém a fim de terem suas duas asas.
Cada um deles tem na verdade um par de asas.... uma outra asa em algum lugar do mundo que completa o par. Assim eles aprenderão a se respeitar pois ao quebrar a única asa de outra pessoa podem estar acabando com as suas próprias chances de voar. Assim meu anjo, eles aprenderão a amar verdadeiramente outra pessoa... Aprenderão que somente se permitindo amar eles poderão voar.
Tocando a mão de outra pessoa num abraço correcto e afectuoso eles poderão encontrar a asa que lhes falta...e poderão finalmente voar.
Somente através do amor irão chegar até onde estou...da mesma forma que tu meu anjo. E eles nunca....nunca estarão sozinhos quando forem voar."
Deus calou-se em seu sorriso.
O anjo compreendeu o que não precisava ser dito.
Com Interesse
Políticas actuais ofendem a família
A delegação portuguesa ao Encontro Mundial das Famílias é constituída por seis pessoas: D. António Carrilho, D. Joaquim Mendes, o casal Graça e Bernardo Mira Delgado, o Pe. Luis Inácio João e Pedro Vaz Patto. Este encontro, a realizar no México, de 14 a 18 deste mês terá como tema «A transmissão de valores humanos e cristãos na família»
Em declarações à Agência ECCLESIA, o Pe. Luis Inácio João, secretário da Comissão Episcopal Laicado e Família, realça que este acontecimento - concretizar-se-á no segundo país do mundo com mais católicos – tem “uma temática muito pertinente” porque “quando dizemos valores na família esquecemos de sublinhar o valor que é a família”.
Quando as actuais políticas “ofendem tanto a família”, o Pe. Luis Inácio sublinha que “esperamos que as políticas se alterem e valorizam mais a família”.
Crise é consequência de ausência de princípios
D. Carlos Azevedo pede «nova forma de fazer política, diferente do clientelismo e dos interesses partidários»
Em ano de eleições, D. Carlos Azevedo afirma ser fundamental as pessoas terem critérios assentes em princípios, “para que a sua decisão corresponda aos valores que querem ver continuados”.
O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social afirma que se percebe uma “ausência de princípios e a crise é uma consequência disso mesmo. O que vale são os objectivos, independentemente de estarem ou não de acordo com princípios
Comunidade Medancelhe
Hoje dia 11 de Janeiro irá decorrer no ginásio do ABC uma peça de Teatro contamos com a vossa presença
No Próximo Domingo dia 18 de Janeiro haverá nas instalações do ABC um já tradicional almoço convívio oferecido por um membro da comunidade e para o qual estão todos convidados, apenas deverão fazer sua inscrição na sacristia ou junto das pessoas habituais
A delegação portuguesa ao Encontro Mundial das Famílias é constituída por seis pessoas: D. António Carrilho, D. Joaquim Mendes, o casal Graça e Bernardo Mira Delgado, o Pe. Luis Inácio João e Pedro Vaz Patto. Este encontro, a realizar no México, de 14 a 18 deste mês terá como tema «A transmissão de valores humanos e cristãos na família»
Em declarações à Agência ECCLESIA, o Pe. Luis Inácio João, secretário da Comissão Episcopal Laicado e Família, realça que este acontecimento - concretizar-se-á no segundo país do mundo com mais católicos – tem “uma temática muito pertinente” porque “quando dizemos valores na família esquecemos de sublinhar o valor que é a família”.
Quando as actuais políticas “ofendem tanto a família”, o Pe. Luis Inácio sublinha que “esperamos que as políticas se alterem e valorizam mais a família”.
Crise é consequência de ausência de princípios
D. Carlos Azevedo pede «nova forma de fazer política, diferente do clientelismo e dos interesses partidários»
Em ano de eleições, D. Carlos Azevedo afirma ser fundamental as pessoas terem critérios assentes em princípios, “para que a sua decisão corresponda aos valores que querem ver continuados”.
O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social afirma que se percebe uma “ausência de princípios e a crise é uma consequência disso mesmo. O que vale são os objectivos, independentemente de estarem ou não de acordo com princípios
Comunidade Medancelhe
Hoje dia 11 de Janeiro irá decorrer no ginásio do ABC uma peça de Teatro contamos com a vossa presença
No Próximo Domingo dia 18 de Janeiro haverá nas instalações do ABC um já tradicional almoço convívio oferecido por um membro da comunidade e para o qual estão todos convidados, apenas deverão fazer sua inscrição na sacristia ou junto das pessoas habituais
03 janeiro, 2009
A Mensagem nº 55 de 04-01-2009

Evangelho ( Mateus 2,1-12
Epifania do Senhor
1Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, 2perguntando: "Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo".3Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém.4Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. 5Eles responderam: "Em Belém, na Judéia, pois assim foi escrito pelo profeta: 6E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo".7Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. 8Depois os enviou a Belém, dizendo: "Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo".9Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. 10Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande.11Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra.12Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.
Para Meditar

Sonhei que tinha uma entrevista com Deus."
Então você gostaria de me entrevistar?" perguntou Deus."Se você tiver tempo," disse eu.Deus sorriu. "Meu tempo é a eternidade; que perguntas você tem em mente para me fazer?""O que na humanidade mais surpreende você?...".Deus respondeu..."Que eles fiquem entediados com a infância - se apressem" em crescer e depois desejam ser crianças novamente.Que eles percam sua saúde para ganhar dinheiro e em seguida percam o dinheiro para recuperar sua saúde.Que eles pensem ansiosamente sobre o futuro e se esqueçam de viver o presente, de tal forma que não vivem nem o presente nem o futuro. Que "eles vivam suas vidas como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido..."As mãos de Deus tocaram as minhas, ficamos em silêncio por um momento e então eu perguntei..."Sendo um pai, quais lições de vida você quer que seus" filhos aprendam?Deus respondeu com um sorriso: "Aprendam que eles não podem fazer ninguém os amar. O que eles podem fazer é deixarem-se ser amados.Aprendam que o que é mais valioso não é o que eles têm em suas vidas, mas quem eles têm em suas vidas.Aprendam que não é bom compararem-se uns aos outros.Aprendam que uma pessoa rica não é aquela que tem o máximo, mas sim aquela que precisa do mínimo.Aprendam que leva apenas uns poucos segundos para abrir feridas profundas na pessoa que se ama, e que pode levar muitos anos para curá-las.Aprendam a perdoar praticando o perdão.Aprendam que existem muitas pessoas que as amam encarecidamente, mas simplesmente não sabem como expressar ou mostrar seus sentimentos.Aprendam que dinheiro pode comprar tudo excepto..FELICIDADE!!!!Aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-la de maneira diferente.Aprendam que nem sempre é suficiente ser perdoado pelos outros, mas que se devem perdoar a si mesmos.E aprendam que eu
"estou aqui - sempre."
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