"Fica conosco, Senhor"
A liturgia deste domingo nos convida a descobrir o Cristo vivo, que acompanha os homens pelos caminhos do mundo, muitas vezes sem ser reconhecido.
Mas onde o podemos encontrar?
Na 1ª Leitura, a COMUNIDADE CRISTÃ transformada pelo Espírito, deixou a segurança das paredes do cenáculo e prepara-se para dar testemunho de Jesus, em Jerusalém e até aos confins da terra.
A 2ª Leitura exorta os crentes a manterem a fidelidade à sua fé, apesar da hostilidade actual e dos sofrimentos futuros.
O Evangelho aponta o caminho para descobrir o Cristo vivo, através do episódio dos Discípulos de Emaús.
Onde encontrar, então, o Ressuscitado?
O episódio de Emaús aponta-nos o caminho:
- Na PALAVRA DE DEUS, escutada, meditada, partilhada, acolhida, Jesus indica-nos caminhos, aponta novas perspectivas, dá-nos a coragem de continuar, depois dos nossos fracassos. Acolhem a Palavra do Peregrino e oferecem-lhe hospedagem em sua casa.
- NA PARTILHA DO PÃO EUCARÍSTICO.
A narração apresenta o esquema da Missa: Liturgia da Palavra e do Pão. É na celebração comunitária da Eucaristia, que nós fazemos a experiência do encontro pessoal com Jesus vivo e ressuscitado.
- Na COMUNIDADE:
A Comunidade sempre foi e continua sendo o lugar privilegiado do encontro...
(Experiência dos discípulos... e de São Tomé...)
Quem são os Peregrinos de Emaús de Hoje,
que continuam andando pelos caminhos da vida, "tristes", desanimados?
Talvez também eu estou a caminho da minha Emaús... cansado e desiludido...
Caíram os meus castelos e a vida parece ter perdido sentido. Esperava tanto... mas tudo terminou...
(quem sabe lá o que aconteceu ... a morte de um parente ou amigo, um fracasso na vida profissional... a família desunida... a traição do esposo (esposa), a doença que limita tanto a minha vida ...)
É triste quando a esperança morre... Parece nada mais ter sentido.
Somos tentados a abandonar a luta e voltar...
Nesses momentos, mais do que nunca, nossos lábios deverão suplicar:
"Fica conosco, Senhor".
Padre Amaro Jorge, scj
05 abril, 2008
Histórias para Meditar
A FLOR DA HONESTIDADE...!!!!"
Por volta do ano 250 a.C., na China antiga, um certo príncipe da região de Thing-Zda, norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria casar-se. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua auspiciosa proposta.No dia seguinte, o Príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre ospreparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo Príncipe.
Ao chegar a casa e ao relatar o facto á jovem, espantou-se ao ouvir que ela pretenderia ircelebração, e perguntou incrédula:Minha filha, o que irás lá fazer ? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tira essa ideia insensata da cabeça, eu sei que deves estar sofrendo, mas não tornes o sofrimento numa loucura.
E a filha respondeu:Não querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas terei oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do Príncipe, isto já me torna feliz, pois sei que meu destino é outro.À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções.Então, finalmente, o Príncipe anunciou o desafio:Darei, a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizavam muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc...O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem de tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido e dia a dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.
Por fim, os seis meses haviam passado e ela nada havia cultivado e, consciente do seu esforço e dedicação, comunicou a sua mãe que independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além do que mais alguns momentos na companhia do príncipe.Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, de todas as mais variadas formas e cores.Ela estava absorta, nunca havia presenciado tal bela cena.
Finalmente chega o momento esperado: o príncipe chega e observa cada uma daspretendentes com muito cuidado e atenção e após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a jovem como sua futura esposa.As pessoas presentes tiveram as mais inusitadas reacções.
Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada haviacultivado. E então, calmamente ele esclareceu:Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz, a FLOR DA HONESTIDADE, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis"
( Não podiam dar flor )
Por volta do ano 250 a.C., na China antiga, um certo príncipe da região de Thing-Zda, norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria casar-se. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua auspiciosa proposta.No dia seguinte, o Príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre ospreparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo Príncipe.
Ao chegar a casa e ao relatar o facto á jovem, espantou-se ao ouvir que ela pretenderia ircelebração, e perguntou incrédula:Minha filha, o que irás lá fazer ? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tira essa ideia insensata da cabeça, eu sei que deves estar sofrendo, mas não tornes o sofrimento numa loucura.
E a filha respondeu:Não querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas terei oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do Príncipe, isto já me torna feliz, pois sei que meu destino é outro.À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções.Então, finalmente, o Príncipe anunciou o desafio:Darei, a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizavam muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc...O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem de tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido e dia a dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.
Por fim, os seis meses haviam passado e ela nada havia cultivado e, consciente do seu esforço e dedicação, comunicou a sua mãe que independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além do que mais alguns momentos na companhia do príncipe.Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, de todas as mais variadas formas e cores.Ela estava absorta, nunca havia presenciado tal bela cena.
Finalmente chega o momento esperado: o príncipe chega e observa cada uma daspretendentes com muito cuidado e atenção e após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a jovem como sua futura esposa.As pessoas presentes tiveram as mais inusitadas reacções.
Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada haviacultivado. E então, calmamente ele esclareceu:Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz, a FLOR DA HONESTIDADE, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis"
( Não podiam dar flor )
Notícias da Comunidade

- CAMINHADA QUARESMA – PÁSCOA 2008:
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
3º DOMINGO DE PÁSCOA: propósito = ALEGRAR
A alegria de Jesus ressuscitado não está reservada apenas aos apóstolos. Também a nós, na Eucaristia, o Senhor Jesus se nos dá a conhecer, introduzindo-nos na Sua intimidade. Por isso, fortificados pela presença ressuscitada de Jesus em nós, que nos alimenta com a Sua Palavra e o Seu Corpo, não podemos ficar parados. Temos de partir, pelos caminhos da vida, a comunicar aos nossos irmãos a alegria da nossa fé. É a alegria do encontro com Jesus e, consequentemente, do envio e do anúncio da ressurreição a todos.
- Actividades (desafio em família):
● Explicar e apelar a vivência e participação da semana das vocações.
● Alertar para a alegria da vocação.
- RECOMEÇO DA CATEQUESE – 3º PERÍODO
- . Este fim de semana recomeça a catequese no centro de Medancelhe, nos horários e locais habituais; também voltamos a celebrar a partir deste domingo a Eucaristia das 10,30h.
- ESTANDARTE A NOSSA SENHORA
- . No passado domingo (dia 30) no final da Eucaristia das 9horas foi apresentado aos representantes dos vários grupos da comunidade a imagem e dizeres que irão constar do Estandarte que utilizaremos nas procissões a Nossa Senhora na nossa comunidade, e para o qual todos nós contribuímos e podemos ainda continuar a colaborar (pois ainda foi angariado somente cerca de metade do custo total).
- SACRAMENTO DO CRISMA / CONFIRMAÇÃO – dia 19 Outubro 2008
. Está a terminar o prazo das inscrições para quem pretenda receber o Sacramento do Crisma que se irá realizar em Outubro próximo na nossa Paróquia. As respectivas preparações terão início no próximo mês de Maio (daremos notícia da data concreta aqui neste espaço, assim como do local e horário que estão ainda a ser decididos).
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
3º DOMINGO DE PÁSCOA: propósito = ALEGRAR
A alegria de Jesus ressuscitado não está reservada apenas aos apóstolos. Também a nós, na Eucaristia, o Senhor Jesus se nos dá a conhecer, introduzindo-nos na Sua intimidade. Por isso, fortificados pela presença ressuscitada de Jesus em nós, que nos alimenta com a Sua Palavra e o Seu Corpo, não podemos ficar parados. Temos de partir, pelos caminhos da vida, a comunicar aos nossos irmãos a alegria da nossa fé. É a alegria do encontro com Jesus e, consequentemente, do envio e do anúncio da ressurreição a todos.
- Actividades (desafio em família):
● Explicar e apelar a vivência e participação da semana das vocações.
● Alertar para a alegria da vocação.
- RECOMEÇO DA CATEQUESE – 3º PERÍODO
- . Este fim de semana recomeça a catequese no centro de Medancelhe, nos horários e locais habituais; também voltamos a celebrar a partir deste domingo a Eucaristia das 10,30h.
- ESTANDARTE A NOSSA SENHORA
- . No passado domingo (dia 30) no final da Eucaristia das 9horas foi apresentado aos representantes dos vários grupos da comunidade a imagem e dizeres que irão constar do Estandarte que utilizaremos nas procissões a Nossa Senhora na nossa comunidade, e para o qual todos nós contribuímos e podemos ainda continuar a colaborar (pois ainda foi angariado somente cerca de metade do custo total).
- SACRAMENTO DO CRISMA / CONFIRMAÇÃO – dia 19 Outubro 2008
. Está a terminar o prazo das inscrições para quem pretenda receber o Sacramento do Crisma que se irá realizar em Outubro próximo na nossa Paróquia. As respectivas preparações terão início no próximo mês de Maio (daremos notícia da data concreta aqui neste espaço, assim como do local e horário que estão ainda a ser decididos).
Colaboração de Paula Rocha ( Centro de Catequese )
29 março, 2008
A Mensagem nº 19 de 30-03-2008

Evangelho (João 20,19-31)
19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: "A paz esteja convosco". 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: "A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio". 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos". 24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: "Vimos o Senhor!" Mas Tomé disse-lhes: "Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei". 26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco". 27Depois disse a Tomé: "Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel". 28Tomé respondeu: "Meu Senhor e meu Deus!" 29Jesus lhe disse: "Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!"30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.
19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: "A paz esteja convosco". 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: "A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio". 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos". 24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: "Vimos o Senhor!" Mas Tomé disse-lhes: "Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei". 26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco". 27Depois disse a Tomé: "Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel". 28Tomé respondeu: "Meu Senhor e meu Deus!" 29Jesus lhe disse: "Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!"30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.
A Palavra
Na primeira leitura temos, na “fotografia” da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: é uma comunidade fraterna, preocupada em conhecer Jesus e a sua proposta de salvação, que se reúne para louvar o seu Senhor na oração e na Eucaristia, que vive na partilha, na doação e no serviço e que testemunha – com gestos concretos – a salvação que Jesus veio propor aos homens e ao mundo.
A comunidade cristã é uma comunidade de partilha. No centro dessa comunidade está o Cristo do amor, do serviço, do dom da vida… O cristão não pode, portanto, viver fechado no seu egoísmo, indiferente à sorte dos outros irmãos. Em concreto, o nosso texto fala na partilha dos bens… Uma comunidade onde alguns esbanjam os bens e onde outros não têm o suficiente para viver dignamente será uma comunidade que testemunha, diante dos homens, esse mundo novo de amor que Jesus veio propor?
A segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã que a identificação de cada crente com Cristo – nomeadamente com a sua entrega por amor ao Pai e aos homens – conduzirá à ressurreição. Por isso, os crentes são convidados a percorrer a vida com esperança (apesar das dificuldades, dos sofrimentos e da hostilidade do “mundo”), de olhos postos nesse horizonte onde se desenha a salvação definitiva.
A questão do sentido do sofrimento (sobretudo do sofrimento que atinge o justo) é tão antiga como o homem; as respostas que o homem foi encontrando para essa questão foram sempre parciais e insatisfatórias… A Palavra de Deus que hoje nos é proposta não esclarece definitivamente a questão, mas acrescenta mais uma achega: o sofrimento ajuda-nos, muitas vezes, a crescer, a amadurecer, a despirmo-nos de orgulhos e auto-suficiências, a confiar mais em Deus… Somos convidados a tomar consciência de que o sofrimento pode ser, também, um caminho para ressuscitarmos como homens novos, para chegarmos à vida plena e definitiva.
No Evangelho sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da
comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as
perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.
A comunidade tem de ser o lugar onde fazemos verdadeiramente a experiência do encontro com Jesus ressuscitado. É nos gestos de amor, de partilha, de serviço, de encontro, de fraternidade, que encontramos Jesus vivo, a transformar e a renovar o mundo. É isso que a nossa comunidade testemunha? Quem procura Cristo, encontra-O em nós?
Padre Amaro Jorge, scj
A comunidade cristã é uma comunidade de partilha. No centro dessa comunidade está o Cristo do amor, do serviço, do dom da vida… O cristão não pode, portanto, viver fechado no seu egoísmo, indiferente à sorte dos outros irmãos. Em concreto, o nosso texto fala na partilha dos bens… Uma comunidade onde alguns esbanjam os bens e onde outros não têm o suficiente para viver dignamente será uma comunidade que testemunha, diante dos homens, esse mundo novo de amor que Jesus veio propor?
A segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã que a identificação de cada crente com Cristo – nomeadamente com a sua entrega por amor ao Pai e aos homens – conduzirá à ressurreição. Por isso, os crentes são convidados a percorrer a vida com esperança (apesar das dificuldades, dos sofrimentos e da hostilidade do “mundo”), de olhos postos nesse horizonte onde se desenha a salvação definitiva.
A questão do sentido do sofrimento (sobretudo do sofrimento que atinge o justo) é tão antiga como o homem; as respostas que o homem foi encontrando para essa questão foram sempre parciais e insatisfatórias… A Palavra de Deus que hoje nos é proposta não esclarece definitivamente a questão, mas acrescenta mais uma achega: o sofrimento ajuda-nos, muitas vezes, a crescer, a amadurecer, a despirmo-nos de orgulhos e auto-suficiências, a confiar mais em Deus… Somos convidados a tomar consciência de que o sofrimento pode ser, também, um caminho para ressuscitarmos como homens novos, para chegarmos à vida plena e definitiva.
No Evangelho sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da
comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as
perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.
A comunidade tem de ser o lugar onde fazemos verdadeiramente a experiência do encontro com Jesus ressuscitado. É nos gestos de amor, de partilha, de serviço, de encontro, de fraternidade, que encontramos Jesus vivo, a transformar e a renovar o mundo. É isso que a nossa comunidade testemunha? Quem procura Cristo, encontra-O em nós?
Padre Amaro Jorge, scj
Uma cama só para você ?
Quando acordamos pela manhã, levantamo-nos da cama quentinha, fazemos todo aquele ritual higiénico, tomamos um café delicioso, vamos para um trabalho digno, almoçamos e continuamos naquela rotina, nem imaginamos que do outro lado, existem pessoas que fariam de tudo para ter essa rotina, para ganhar um pouco de dignidade e respeito.
Quase ninguém valoriza a vida que tem e que leva até conhecer a outra face desta mesma vida.E como é bom saber que somos privilegiados, que somos seres perfeitos, dotados de uma enorme riqueza que é a da saúde, da boa família, do carinho, do trabalho digno e da auto-estima elevada. Estou escrevendo esta mensagem porque a experiência que tive e estou tendo é tão grande e gratificante que vale a pena contar e dividir.Passei dois anos convivendo com crianças carentes de carinho e de teto que me ensinaram a maior das sabedorias que é transformar o pouco em muito, valorizar tudo o que se tem e amar o próximo sem distinção.
A primeira vez que ouvi frases do tipo:- Tia você tem uma cama só para você?- Porque Deus te deu essa vida boa e eu passo fome e sou espancado?- Sou pobre mas sou feliz, comi sopa ontem à noite... (era água com farinha).
Percebi que as minhas reclamações eram fúteis, sem cabimento. Quem era eu para exigir as melhores calças jeans, diversidade no almoço de todos os dias, viagem longa nas férias?
Meu Deus !!.., pensei, obrigada por eu ter uma cama (alguém já pensou nisso? É tão normal ter uma cama, não é ?).
Que direito eu tinha de falar que a minha vida ia mal em algum aspecto, que bom ter uma rotina, uma mãe para reclamar que a roupa não está arrumada, que todas as manhãs só tem pão com manteiga, doce, café, leite, bolo... Que vergonha..!! Mulheres reclamam por falta da máquina-lava-louça, do microondas último modelo, que a televisão da vizinha é mais moderna, mas esquecem que têm um teto, uma família, carinho e não passam fome nem frio.
Enfim os sentimentos de ganância, ambição, egoísmo, inveja, materialismo, sobrepõem aos de valorização, humildade, fraternidade, honestidade...
Haverá maneira para o mundo melhorar?
Para o país ir para frente?
Na mais recente visita a uma instituição ( Solidariedade), como membro do Projecto Criança, meu desejo foi cair prostrada de joelhos em agradecimento e, a minha vontade, transformar o pouco que eu faço, em muito.
Vi uma criança de cinco anos espancada, em casa, cheia de hematomas pelo corpo, totalmente aterrorizada e frustrada, sem aquele brilho no olhar característico das crianças activas e saudáveis.
Percebi a carência em seus olhos, a vontade de ser amada, de ver um sorriso de obter um "olá". Ela não queria uma casa grande, brinquedos sofisticados, andar no carro do ano e, sim, AMOR, carinho, compreensão, tanta coisa abstracta mas de infinito valor. Ela olhou-me nos olhos estendeu a mão e disse:-
Posso te dar um "abaço" ?-
Você me dá um "bezo" ?
Meu Deus.., pensei, o que eu preciso dar é tão pouco, não me custa nada.
Porque nós não cultivamos, não damos e não dividimos afecto?
Não precisa ter dinheiro para ajudar, nem tempo de sobra...Basta possuir a capacidade de amar sem distinção e exteriorizar isso, nem que seja com um sorriso, um aperto de mão, um muito obrigado.
O tempo todo que esta criança brincou ao meu lado, não demonstrou revolta, rebeldia nem mesmo agressividade, apenas gritava com o coração:
Dá-me uma oportunidade de ser feliz, de provar que sou um ser humano, que eu posso crescer, progredir...
Quando eu estava indo embora (já dentro do carro) em grandes reflexões, vi aquela pequenininha vindo em minha direcção e dizendo :-
Espele, espele,
ó... é pa vochê...!!!
...........................Era uma flor.
Quase ninguém valoriza a vida que tem e que leva até conhecer a outra face desta mesma vida.E como é bom saber que somos privilegiados, que somos seres perfeitos, dotados de uma enorme riqueza que é a da saúde, da boa família, do carinho, do trabalho digno e da auto-estima elevada. Estou escrevendo esta mensagem porque a experiência que tive e estou tendo é tão grande e gratificante que vale a pena contar e dividir.Passei dois anos convivendo com crianças carentes de carinho e de teto que me ensinaram a maior das sabedorias que é transformar o pouco em muito, valorizar tudo o que se tem e amar o próximo sem distinção.
A primeira vez que ouvi frases do tipo:- Tia você tem uma cama só para você?- Porque Deus te deu essa vida boa e eu passo fome e sou espancado?- Sou pobre mas sou feliz, comi sopa ontem à noite... (era água com farinha).
Percebi que as minhas reclamações eram fúteis, sem cabimento. Quem era eu para exigir as melhores calças jeans, diversidade no almoço de todos os dias, viagem longa nas férias?
Meu Deus !!.., pensei, obrigada por eu ter uma cama (alguém já pensou nisso? É tão normal ter uma cama, não é ?).
Que direito eu tinha de falar que a minha vida ia mal em algum aspecto, que bom ter uma rotina, uma mãe para reclamar que a roupa não está arrumada, que todas as manhãs só tem pão com manteiga, doce, café, leite, bolo... Que vergonha..!! Mulheres reclamam por falta da máquina-lava-louça, do microondas último modelo, que a televisão da vizinha é mais moderna, mas esquecem que têm um teto, uma família, carinho e não passam fome nem frio.
Enfim os sentimentos de ganância, ambição, egoísmo, inveja, materialismo, sobrepõem aos de valorização, humildade, fraternidade, honestidade...
Haverá maneira para o mundo melhorar?
Para o país ir para frente?
Na mais recente visita a uma instituição ( Solidariedade), como membro do Projecto Criança, meu desejo foi cair prostrada de joelhos em agradecimento e, a minha vontade, transformar o pouco que eu faço, em muito.
Vi uma criança de cinco anos espancada, em casa, cheia de hematomas pelo corpo, totalmente aterrorizada e frustrada, sem aquele brilho no olhar característico das crianças activas e saudáveis.
Percebi a carência em seus olhos, a vontade de ser amada, de ver um sorriso de obter um "olá". Ela não queria uma casa grande, brinquedos sofisticados, andar no carro do ano e, sim, AMOR, carinho, compreensão, tanta coisa abstracta mas de infinito valor. Ela olhou-me nos olhos estendeu a mão e disse:-
Posso te dar um "abaço" ?-
Você me dá um "bezo" ?
Meu Deus.., pensei, o que eu preciso dar é tão pouco, não me custa nada.
Porque nós não cultivamos, não damos e não dividimos afecto?
Não precisa ter dinheiro para ajudar, nem tempo de sobra...Basta possuir a capacidade de amar sem distinção e exteriorizar isso, nem que seja com um sorriso, um aperto de mão, um muito obrigado.
O tempo todo que esta criança brincou ao meu lado, não demonstrou revolta, rebeldia nem mesmo agressividade, apenas gritava com o coração:
Dá-me uma oportunidade de ser feliz, de provar que sou um ser humano, que eu posso crescer, progredir...
Quando eu estava indo embora (já dentro do carro) em grandes reflexões, vi aquela pequenininha vindo em minha direcção e dizendo :-
Espele, espele,
ó... é pa vochê...!!!
...........................Era uma flor.
Notícias da Comunidade
- CAMINHADA QUARESMA – PÁSCOA 2008:
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
2º DOMINGO DE PÁSCOA: propósito = ACREDITAR
A dúvida insinua-se no coração do discípulo que também tinha ouvido Jesus e tinha visto os sinais do seu poder divino durante os dias terrenos. Agora, no entanto, o Ressuscitado está ali, diante dos olhos de Tomé, na realidade viva da sua presença. E o discípulo retorna à luz da certeza e pronuncia a sua límpida profissão de fé: «Meu Senhor e meu Deus!». E aqui entramos nós: «felizes os que acreditam sem terem visto». Apoiados no ver dos discípulos acolhemos a mensagem pascal de encontrar o Ressuscitado na fé. Entramos no mistério de amor, porque o Amor não se vê, mas quem ama sempre o Amor, vê-se!
Jesus Cristo mostra-nos, pelo apóstolo Tomé, que a fé é um risco: não se trata de tocar e de ver, mas sim de acolher o anúncio que nos é transmitido, de acreditar e sentir o compromisso que a fé na ressurreição gera nos crentes.
- Actividades (desafio em família):
● Dialogar em família sobre o tema “a fé sem obras é vã”. O que fazemos para pôr em prática, no dia a dia, a nossa Fé em Cristo ressuscitado?.
- FÉRIAS DA CATEQUESE
. Este fim de semana continuam as férias da catequese, e também não será celebrada a Eucaristia Dominical das 10,30h.
- A catequese recomeça no próximo sábado dia 05 de Abril.
- A Eucaristia Dominical das 10,30h voltará a ser celebrada no dia 06 de Abril.
- REUNIÃO DE CATEQUISTAS
. Aproveitando as férias de catequese, irá ser realizada uma REUNIÃO DE CATEQUISTAS do centro de Medancelhe este sábado, dia 29 de Março, com início às 18 horas. Apela-se à participação de todos os catequistas e auxiliares de catequese do Centro de Medancelhe.
- FESTA DA LUZ – 1º ANO DE CATEQUESE
. As crianças que frequentam o 1º ano de catequese celebram este sábado (29.03) a sua FESTA DA LUZ. É a primeira “meta” da sua caminhada de Fé, pelo que todos rezamos por estas crianças, assim como pelos seus pais e catequistas, para que se deixem iluminar pela Luz de Cristo Ressuscitado.
Às catequistas Carla e Catarina, e às auxiliares de catequese Rosa e Marta, os nossos votos de que continuem com ânimo e perseverança a difícil tarefa de “educadoras de fé”, tanto a nível doutrinal como pedagógico.
- REUNIÃO COM OS REPRESENTANTES DOS GRUPOS DA COMUNIDADE
. Neste domingo dia 30.03 irá realizar-se uma REUNIÃO com os representantes dos GRUPOS DA COMUNIDADE DE MEDANCELHE e o Padre Amaro, no final da Eucaristia das 9 horas.
Colaboração de Paula Rocha ( Centro de Catequese )
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
2º DOMINGO DE PÁSCOA: propósito = ACREDITAR
A dúvida insinua-se no coração do discípulo que também tinha ouvido Jesus e tinha visto os sinais do seu poder divino durante os dias terrenos. Agora, no entanto, o Ressuscitado está ali, diante dos olhos de Tomé, na realidade viva da sua presença. E o discípulo retorna à luz da certeza e pronuncia a sua límpida profissão de fé: «Meu Senhor e meu Deus!». E aqui entramos nós: «felizes os que acreditam sem terem visto». Apoiados no ver dos discípulos acolhemos a mensagem pascal de encontrar o Ressuscitado na fé. Entramos no mistério de amor, porque o Amor não se vê, mas quem ama sempre o Amor, vê-se!
Jesus Cristo mostra-nos, pelo apóstolo Tomé, que a fé é um risco: não se trata de tocar e de ver, mas sim de acolher o anúncio que nos é transmitido, de acreditar e sentir o compromisso que a fé na ressurreição gera nos crentes.
- Actividades (desafio em família):
● Dialogar em família sobre o tema “a fé sem obras é vã”. O que fazemos para pôr em prática, no dia a dia, a nossa Fé em Cristo ressuscitado?.
- FÉRIAS DA CATEQUESE
. Este fim de semana continuam as férias da catequese, e também não será celebrada a Eucaristia Dominical das 10,30h.
- A catequese recomeça no próximo sábado dia 05 de Abril.
- A Eucaristia Dominical das 10,30h voltará a ser celebrada no dia 06 de Abril.
- REUNIÃO DE CATEQUISTAS
. Aproveitando as férias de catequese, irá ser realizada uma REUNIÃO DE CATEQUISTAS do centro de Medancelhe este sábado, dia 29 de Março, com início às 18 horas. Apela-se à participação de todos os catequistas e auxiliares de catequese do Centro de Medancelhe.
- FESTA DA LUZ – 1º ANO DE CATEQUESE
. As crianças que frequentam o 1º ano de catequese celebram este sábado (29.03) a sua FESTA DA LUZ. É a primeira “meta” da sua caminhada de Fé, pelo que todos rezamos por estas crianças, assim como pelos seus pais e catequistas, para que se deixem iluminar pela Luz de Cristo Ressuscitado.
Às catequistas Carla e Catarina, e às auxiliares de catequese Rosa e Marta, os nossos votos de que continuem com ânimo e perseverança a difícil tarefa de “educadoras de fé”, tanto a nível doutrinal como pedagógico.
- REUNIÃO COM OS REPRESENTANTES DOS GRUPOS DA COMUNIDADE
. Neste domingo dia 30.03 irá realizar-se uma REUNIÃO com os representantes dos GRUPOS DA COMUNIDADE DE MEDANCELHE e o Padre Amaro, no final da Eucaristia das 9 horas.
Colaboração de Paula Rocha ( Centro de Catequese )
22 março, 2008
MENSAGEM Nº 18 «23-03-08»

Evangelho (João 20,1-9)
1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo. 2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: "Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram". 3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. 8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. 9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos
A PALAVRA
A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, Se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os homens.
A ressurreição de Jesus é a consequência de uma vida gasta a “fazer o bem e a
libertar os oprimidos”. Isso significa que, sempre que alguém – na linha de Jesus – se esforça por vencer o egoísmo, a mentira, a injustiça e por fazer triunfar o amor, está a ressuscitar; significa que, sempre que alguém – na linha de Jesus – se dá aos outros e manifesta, em gestos concretos, a sua entrega aos irmãos, está a construir vida nova e plena. Eu estou a ressuscitar (porque caminho pelo mundo fazendo o bem e libertando os oprimidos), ou a minha vida é um repisar os velhos esquemas do egoísmo, do orgulho, do comodismo?
A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova até à transformação plena (que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última barreira da nossa finitude).
A minha vida tem sido uma caminhada coerente com esta dinâmica de vida nova
que começou no dia em que fui baptizado? Esforço-me, realmente, por me libertar do “homem velho”, egoísta e escravo do pecado, e por me revestir do “homem novo”, que se identifica com Cristo e que vive no amor, no serviço, na doação aos irmãos?
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua maneira de pensar, o amor total e a doação da vida nunca podem ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta (a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira).
A lógica humana diz que o amor partilhado até à morte, o serviço simples e sem pretensões, a entrega da vida, só conduzem ao fracasso e não são um caminho sólido e consistente para chegar ao êxito, ao triunfo, à glória; da cruz, do amor radical, da doação de si, não pode resultar realização, felicidade, vida plena. É verdade que é esta a perspectiva da cultura dominante; é verdade que é esta a perspectiva de muitos cristãos (representados na figura de Simão Pedro). Como me situo face a isto?
Padre Amaro Jorge scj
A ressurreição de Jesus é a consequência de uma vida gasta a “fazer o bem e a
libertar os oprimidos”. Isso significa que, sempre que alguém – na linha de Jesus – se esforça por vencer o egoísmo, a mentira, a injustiça e por fazer triunfar o amor, está a ressuscitar; significa que, sempre que alguém – na linha de Jesus – se dá aos outros e manifesta, em gestos concretos, a sua entrega aos irmãos, está a construir vida nova e plena. Eu estou a ressuscitar (porque caminho pelo mundo fazendo o bem e libertando os oprimidos), ou a minha vida é um repisar os velhos esquemas do egoísmo, do orgulho, do comodismo?
A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova até à transformação plena (que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última barreira da nossa finitude).
A minha vida tem sido uma caminhada coerente com esta dinâmica de vida nova
que começou no dia em que fui baptizado? Esforço-me, realmente, por me libertar do “homem velho”, egoísta e escravo do pecado, e por me revestir do “homem novo”, que se identifica com Cristo e que vive no amor, no serviço, na doação aos irmãos?
O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua maneira de pensar, o amor total e a doação da vida nunca podem ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta (a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira).
A lógica humana diz que o amor partilhado até à morte, o serviço simples e sem pretensões, a entrega da vida, só conduzem ao fracasso e não são um caminho sólido e consistente para chegar ao êxito, ao triunfo, à glória; da cruz, do amor radical, da doação de si, não pode resultar realização, felicidade, vida plena. É verdade que é esta a perspectiva da cultura dominante; é verdade que é esta a perspectiva de muitos cristãos (representados na figura de Simão Pedro). Como me situo face a isto?
Padre Amaro Jorge scj
JESUS AMA-TE
Olha para trás!
Vê os obstáculos que já superas-te. Vê quanto já aprendes-te nesta vida e quanto já cresceste.
Olha para frente!
Não fiques parado, levanta-te quando tropeçares e caíres. Estabelece metas, faz planos e prossegue com firmeza.
Olha para dentro!
Conhece seu coração e analise teus projectos;
Mantém puros teus sentimentos. Não deixes que o orgulho, a vaidade e a inveja dominem teus pensamentos e teu coração.
Olha para o lado! Socorre quem precisa de ti. Ama o próximo e sê sensível para perceber as necessidades daqueles que te cercam.
Olha para baixo!
Não pises em ninguém... percebe as pequenas coisas e aprende
a valorizá-las.
Olha para cima!
Há um Deus maior do que tu, que te ama muito e tem todas as coisas sob seu controle.
Olha para Deus!
Percebe a profundidade, a riqueza e o poder da bondade divina. Sente esse Deus que olha por ti em todos os dias da tua vida!
Psiuuu....O Pai está olhando para ti neste momento,
dá um sorriso e diz que o amas muito !
NOTÍCIAS DA COMUNIDADE
- CAMINHADA QUARESMA – PÁSCOA 2008:
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
DOMINGO DE PÁSCOA: símbolo/dom = CÍRIO PASCAL
O círio pascal é símbolo de Cristo Ressuscitado. É a nova Luz que, acesa na noite de Páscoa, ilumina a humanidade. As trevas dão lugar à nova claridade da Páscoa. Nesta vela são gravadas as letras "Alfa e Omega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, significando que Deus é o princípio e o fim de tudo. Pela sua luz é o símbolo de Jesus Cristo ressuscitado.”
Representa a Vida Nova, o sepulcro aberto, o maior Dom de Deus à humanidade e que nos compromete a sermos sementes de vida uns para os outros.
- Actividades (desafio em família): Descobrir a Páscoa e os seus significados
● O Cordeiro Pascal - Jesus Cristo é o cordeiro de Deus. Sacrificou-se por nós para que pudéssemos ser santificados na verdade. Ele morreu e ressuscitou para que pudéssemos ser livres, para que tivéssemos vida nova de pureza, verdade, justiça.
● O Feliz Páscoa - Significa, acima de tudo, um grito de libertação, pois Páscoa é a passagem da escravidão para a liberdade. É neste sentimento verdadeiro que reside o principal da mensagem que desejamos a todos. É somente assim que Feliz Páscoa se torna realidade e tem sido como voto de congratulação entre os cristãos.
● O Ovo - É um óptimo símbolo da ressurreição. De facto, aparentemente morto, inanimado e petrificado, contém dentro de si uma vida nova que surge pujante para a luz. Originalmente, porém, tratava-se de ovos verdadeiros que os cristãos trocavam como presentes principalmente durante as perseguições.
● Os Sinos - Na Páscoa marcam a alegria de uma nova vida após o longo silêncio do período da paixão.
● A Aleluia - É uma das mais expressivas aclamações de louvor e alegria. A expressão é hebraica e significa Louvai a Javé.
● O Girassol - É um dos símbolos pascais menos conhecidos, e, contudo, muito rico em significado. Para sobreviver precisa estar continuamente do nascente ao poente voltado para o Sol. Assim como nós, que devemos estar voltados para o nosso Deus, compartilhando a sua energia, bondade e amor.
● O Coelho - Pela sua grande fecundidade significa a Igreja que, pela força de Cristo ressuscitado, é fecunda em reproduzir e espalhar, por todo o mundo, novos discípulos de Cristo.
Para o verdadeiro Cristão o compromisso de Páscoa significa iluminar o caminho de outro para ajudá-lo a sair da ignorância, da fome, da exploração, do crime, da guerra… Ele é luz e força para a saída da falta de amor e de justiça... Feliz Páscoa!
- FÉRIAS DA CATEQUESE
. No centro de Medancelhe não haverá catequese nos fins de semana de 22 e 29 de Março devido às férias de Páscoa. A catequese recomeça no dia 05 de Abril.
. No mesmo período também não será celebrada a Eucaristia Dominical das 10,30h, que voltará no dia 06 de Abril.
Colaboração de Paula Rocha ( Centro de Catequese )
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
DOMINGO DE PÁSCOA: símbolo/dom = CÍRIO PASCAL
O círio pascal é símbolo de Cristo Ressuscitado. É a nova Luz que, acesa na noite de Páscoa, ilumina a humanidade. As trevas dão lugar à nova claridade da Páscoa. Nesta vela são gravadas as letras "Alfa e Omega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, significando que Deus é o princípio e o fim de tudo. Pela sua luz é o símbolo de Jesus Cristo ressuscitado.”
Representa a Vida Nova, o sepulcro aberto, o maior Dom de Deus à humanidade e que nos compromete a sermos sementes de vida uns para os outros.
- Actividades (desafio em família): Descobrir a Páscoa e os seus significados
● O Cordeiro Pascal - Jesus Cristo é o cordeiro de Deus. Sacrificou-se por nós para que pudéssemos ser santificados na verdade. Ele morreu e ressuscitou para que pudéssemos ser livres, para que tivéssemos vida nova de pureza, verdade, justiça.
● O Feliz Páscoa - Significa, acima de tudo, um grito de libertação, pois Páscoa é a passagem da escravidão para a liberdade. É neste sentimento verdadeiro que reside o principal da mensagem que desejamos a todos. É somente assim que Feliz Páscoa se torna realidade e tem sido como voto de congratulação entre os cristãos.
● O Ovo - É um óptimo símbolo da ressurreição. De facto, aparentemente morto, inanimado e petrificado, contém dentro de si uma vida nova que surge pujante para a luz. Originalmente, porém, tratava-se de ovos verdadeiros que os cristãos trocavam como presentes principalmente durante as perseguições.
● Os Sinos - Na Páscoa marcam a alegria de uma nova vida após o longo silêncio do período da paixão.
● A Aleluia - É uma das mais expressivas aclamações de louvor e alegria. A expressão é hebraica e significa Louvai a Javé.
● O Girassol - É um dos símbolos pascais menos conhecidos, e, contudo, muito rico em significado. Para sobreviver precisa estar continuamente do nascente ao poente voltado para o Sol. Assim como nós, que devemos estar voltados para o nosso Deus, compartilhando a sua energia, bondade e amor.
● O Coelho - Pela sua grande fecundidade significa a Igreja que, pela força de Cristo ressuscitado, é fecunda em reproduzir e espalhar, por todo o mundo, novos discípulos de Cristo.
Para o verdadeiro Cristão o compromisso de Páscoa significa iluminar o caminho de outro para ajudá-lo a sair da ignorância, da fome, da exploração, do crime, da guerra… Ele é luz e força para a saída da falta de amor e de justiça... Feliz Páscoa!
- FÉRIAS DA CATEQUESE
. No centro de Medancelhe não haverá catequese nos fins de semana de 22 e 29 de Março devido às férias de Páscoa. A catequese recomeça no dia 05 de Abril.
. No mesmo período também não será celebrada a Eucaristia Dominical das 10,30h, que voltará no dia 06 de Abril.
Colaboração de Paula Rocha ( Centro de Catequese )
15 março, 2008
Mensagem nº 17 de 16 de Março 2008

Evangelho (Mateus 21,1-11)
Naquele tempo, 1Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo-lhes: "Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! 3Se alguém vos disser alguma coisa, direis: 'O Senhor precisa deles’, mas logo os devolverá'".4Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: 5"Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta".6Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. 7Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. 8A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: "Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!" 10Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: "Quem é este homem?" 11E as multidões respondiam: "Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galiléia".
A Palavra
A liturgia deste último domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor.
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz, revela-se o amor de Deus – esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz entrega total.
Contemplar a cruz, onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus, significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com aqueles que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade… Olhar a cruz de Jesus significa denunciar tudo o que gera ódio, divisão, medo, em termos de estruturas, valores, práticas, ideologias; significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens; significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor… Viver desta maneira pode conduzir à morte; mas o cristão sabe que amar como Jesus é viver a partir de uma dinâmica que a morte não pode vencer: o amor gera vida nova e introduz na nossa carne os dinamismos da ressurreição.
Padre Amaro Jorge scj
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anónimo, chamado por Deus a testemunhar no meio das nações a Palavra da salvação. Apesar do sofrimento e da perseguição, o profeta confiou em Deus e concretizou, com teimosa fidelidade, os projectos de Deus. Os primeiros cristãos viram neste “servo” a figura de Jesus.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de Cristo. Ele prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher a obediência ao Pai e o serviço aos homens, até ao dom da vida. É esse mesmo caminho de vida que a Palavra de Deus nos propõe.
O Evangelho convida-nos a contemplar a paixão e morte de Jesus: é o momento supremo de uma vida feita dom e serviço, a fim de libertar os homens de tudo aquilo que gera egoísmo e escravidão. Na cruz, revela-se o amor de Deus – esse amor que não guarda nada para si, mas que se faz entrega total.
Contemplar a cruz, onde se manifesta o amor e a entrega de Jesus, significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com aqueles que são crucificados neste mundo: os que sofrem violência, os que são explorados, os que são excluídos, os que são privados de direitos e de dignidade… Olhar a cruz de Jesus significa denunciar tudo o que gera ódio, divisão, medo, em termos de estruturas, valores, práticas, ideologias; significa evitar que os homens continuem a crucificar outros homens; significa aprender com Jesus a entregar a vida por amor… Viver desta maneira pode conduzir à morte; mas o cristão sabe que amar como Jesus é viver a partir de uma dinâmica que a morte não pode vencer: o amor gera vida nova e introduz na nossa carne os dinamismos da ressurreição.
Padre Amaro Jorge scj
Histórias para Meditar
O Tamanho da Cruz
Um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súbditos. Certa vez prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança. Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias. Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fraquinhos. Um deles, revoltado, resolveu dar um "jeitinho": pegou na sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade. Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo. Foi quando um dos caminhantes teve a ideia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio. Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exactamente o da distância de uma margem a outra. Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida. Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela correnteza do rio, que não conseguiu atravessar, por ser curta. A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.
Um rei muito justo e bondoso que fazia tudo pelos seus súbditos. Certa vez prometeu que levaria todos os que merecessem para uma terra maravilhosa onde viveriam com abundância e segurança. Mas, para merecer tal lugar, cada habitante deveria carregar uma cruz até a terra prometida, e isto significava uma caminhada de alguns dias. Todas as cruzes tinham o mesmo tamanho, o que causou um protesto por parte dos mais fraquinhos. Um deles, revoltado, resolveu dar um "jeitinho": pegou na sua cruz e, no meio da caminhada, resolveu serrá-la e diminuir-lhe o tamanho para o peso que ele achava ser o mais justo para a sua capacidade. Logo depois disto, todo o grupo se deparou com uma situação que os impedia de continuar a caminhada: havia um rio, com margens bem altas, íngremes e rochosas que impedia a passagem de todo o grupo. Foi quando um dos caminhantes teve a ideia de utilizar a sua cruz como ponte para atravessar o rio. Assim, todos descobriram que o tamanho da cruz era exactamente o da distância de uma margem a outra. Todos atravessaram o rio e continuaram a sua caminhada com as respectivas cruzes até a terra prometida. Todos, menos um, que perdeu a sua cruz levada pela correnteza do rio, que não conseguiu atravessar, por ser curta. A melhor maneira de se levar uma vida bem sucedida é encarar as crises como oportunidades e os obstáculos do caminho como pontes para o sucesso.
08 março, 2008
A Mensagem nº 16 »09-03-08«

Evangelho (João 11,3-7.17.20-27.33b-45
Naquele tempo, 3as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: "Senhor, aquele que amas está doente".4Ouvindo isto, Jesus disse: "Esta doença não leva à morte; ela serve para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela".5Jesus era muito amigo de Marta, de sua irmã Maria e de Lázaro. 6Quando ouviu que este estava doente, Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava. 7Então, disse aos discípulos: "Vamos de novo à Judéia".17Quando Jesus chegou, encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. 20Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. 21Então Marta disse a Jesus: "Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. 22Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele te concederá".23Respondeu-lhe Jesus: "Teu irmão ressuscitará".24Disse Marta: "Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia".25Então Jesus disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. 26E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?"27Respondeu ela: "Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo".33bJesus ficou profundamente comovido 34e perguntou: "Onde o colocastes?"Responderam: "Vem ver, Senhor". 35E Jesus chorou.36Então os judeus disseram: "Vede como ele o amava!"37Alguns deles, porém, diziam: "Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?"38De novo, Jesus ficou interiormente comovido. Chegou ao túmulo. Era uma caverna, fechada com uma pedra.39Disse Jesus: "Tirai a pedra!"Marta, a irmã do morto, interveio: "Senhor, já cheira mal. Está morto há quatro dias".40Jesus lhe respondeu: "Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?"41Tiraram então a pedra. Jesus levantou os olhos para o alto e disse: "Pai, eu te dou graças porque me ouviste. 42Eu sei que sempre me escutas. Mas digo isto por causa do povo que me rodeia, para que creia que tu me enviaste".43Tendo dito isso, exclamou com voz forte: "Lázaro, vem para fora!"44O morto saiu, atado de mãos e pés com os lençóis mortuários e o rosto coberto com um pano. Então Jesus lhes disse: "Desatai-o e deixai-o caminhar!"45Então, muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele.
A Palavra
A primeira leitura deste domingo, mostra-nos a situação de desespero em que se encontram os exilados israelitas - é uma situação de morte. Eles sentem-se próximos da ruína e do aniquilamento e não vêem no horizonte quaisquer perspectivas de futuro. O texto define a situação de ausência total de esperança como “estar no túmulo”. No entanto, é aqui que Deus entra. Jahwéh vai transformar a morte em vida, o desespero em esperança, a escravidão em libertação. O que é que Deus vai fazer, nesse sentido?
O Espírito que aqui é transmitido ao Povo que jaz no túmulo, é mais do que a simples “força vital”, que dá vida física ao homem: é a vida divina que transforma completamente os homens, fazendo com que os corações de pedra – duros, insensíveis, auto-suficientes – se transformem em corações de carne, sensíveis e bons, capazes de amar Deus e os irmãos (cf. Ez 36,26-27).
Então, com um coração de carne capaz de compreender o amor, o Povo reconhecerá a bondade de Deus, a sua fidelidade à Aliança e às promessas que fez ao seu Povo.
Ver os telejornais ou ler os jornais é – mais do que nos mantermos a par dos passos que o mundo vai dando – um autêntico exercício de masoquismo: parece que só há dramas, sofrimentos, injustiças e violências, como se o mundo fosse um imenso campo de morte. No entanto, nós os crentes sabemos que, apesar do sofrimento que faz parte da condição de fragilidade em que vivemos, Deus está presente na história humana, criando vida e oferecendo a esperança aos homens nesses mil e um gestos de bondade, de ternura e de amor que acontecem a cada instante (e que não chegam aos jornais ou às objectivas da televisão porque “não vendem” e, por isso, não são notícia). A Palavra Deus que hoje nos é proposta sugere que o crente – pelo simples facto de acreditar em Deus – deve ser um arauto da esperança.
O Evangelho garante-nos que Jesus veio realizar o desígnio de Deus e dar aos homens a vida de Deus. Ser “amigo” de Jesus e aderir à sua proposta (fazendo da vida uma entrega obediente ao Pai e um dom aos irmãos) é entrar na vida definitiva. Os crentes que vivem desse jeito experimentam a morte física; mas não estão mortos: vivem para sempre em Deus.
Ao longo da nossa existência nesta terra, convivemos com situações em que somos tocados pela morte física daqueles a quem amamos… É natural que fiquemos tristes pela sua partida e por eles deixarem de estar fisicamente presentes a nosso lado. A nossa fé convida-nos, no entanto, a ter a certeza de que os “amigos” não são aniquilados: apenas encontraram essa vida definitiva, longe da debilidade e da finitude humana.
Diante da certeza que a fé nos dá, somos convidados a viver a vida sem medo. O medo da morte como aniquilamento total torna o homem doente e impotente face à opressão e ao poder dos opressores; mas libertando-nos do medo da morte, Jesus torna-nos livres e capacita-nos para gastar a vida ao serviço dos irmãos, lutando generosamente contra tudo aquilo que oprime e que rouba ao homem a vida plena.
Padre Amaro Jorge scj
O Espírito que aqui é transmitido ao Povo que jaz no túmulo, é mais do que a simples “força vital”, que dá vida física ao homem: é a vida divina que transforma completamente os homens, fazendo com que os corações de pedra – duros, insensíveis, auto-suficientes – se transformem em corações de carne, sensíveis e bons, capazes de amar Deus e os irmãos (cf. Ez 36,26-27).
Então, com um coração de carne capaz de compreender o amor, o Povo reconhecerá a bondade de Deus, a sua fidelidade à Aliança e às promessas que fez ao seu Povo.
Ver os telejornais ou ler os jornais é – mais do que nos mantermos a par dos passos que o mundo vai dando – um autêntico exercício de masoquismo: parece que só há dramas, sofrimentos, injustiças e violências, como se o mundo fosse um imenso campo de morte. No entanto, nós os crentes sabemos que, apesar do sofrimento que faz parte da condição de fragilidade em que vivemos, Deus está presente na história humana, criando vida e oferecendo a esperança aos homens nesses mil e um gestos de bondade, de ternura e de amor que acontecem a cada instante (e que não chegam aos jornais ou às objectivas da televisão porque “não vendem” e, por isso, não são notícia). A Palavra Deus que hoje nos é proposta sugere que o crente – pelo simples facto de acreditar em Deus – deve ser um arauto da esperança.
O Evangelho garante-nos que Jesus veio realizar o desígnio de Deus e dar aos homens a vida de Deus. Ser “amigo” de Jesus e aderir à sua proposta (fazendo da vida uma entrega obediente ao Pai e um dom aos irmãos) é entrar na vida definitiva. Os crentes que vivem desse jeito experimentam a morte física; mas não estão mortos: vivem para sempre em Deus.
Ao longo da nossa existência nesta terra, convivemos com situações em que somos tocados pela morte física daqueles a quem amamos… É natural que fiquemos tristes pela sua partida e por eles deixarem de estar fisicamente presentes a nosso lado. A nossa fé convida-nos, no entanto, a ter a certeza de que os “amigos” não são aniquilados: apenas encontraram essa vida definitiva, longe da debilidade e da finitude humana.
Diante da certeza que a fé nos dá, somos convidados a viver a vida sem medo. O medo da morte como aniquilamento total torna o homem doente e impotente face à opressão e ao poder dos opressores; mas libertando-nos do medo da morte, Jesus torna-nos livres e capacita-nos para gastar a vida ao serviço dos irmãos, lutando generosamente contra tudo aquilo que oprime e que rouba ao homem a vida plena.
Padre Amaro Jorge scj
A Palavra
A primeira leitura deste domingo, mostra-nos a situação de desespero em que se encontram os exilados israelitas - é uma situação de morte. Eles sentem-se próximos da ruína e do aniquilamento e não vêem no horizonte quaisquer perspectivas de futuro. O texto define a situação de ausência total de esperança como “estar no túmulo”. No entanto, é aqui que Deus entra. Jahwéh vai transformar a morte em vida, o desespero em esperança, a escravidão em libertação. O que é que Deus vai fazer, nesse sentido?
O Espírito que aqui é transmitido ao Povo que jaz no túmulo, é mais do que a simples “força vital”, que dá vida física ao homem: é a vida divina que transforma completamente os homens, fazendo com que os corações de pedra – duros, insensíveis, auto-suficientes – se transformem em corações de carne, sensíveis e bons, capazes de amar Deus e os irmãos (cf. Ez 36,26-27).
Então, com um coração de carne capaz de compreender o amor, o Povo reconhecerá a bondade de Deus, a sua fidelidade à Aliança e às promessas que fez ao seu Povo.
Ver os telejornais ou ler os jornais é – mais do que nos mantermos a par dos passos que o mundo vai dando – um autêntico exercício de masoquismo: parece que só há dramas, sofrimentos, injustiças e violências, como se o mundo fosse um imenso campo de morte. No entanto, nós os crentes sabemos que, apesar do sofrimento que faz parte da condição de fragilidade em que vivemos, Deus está presente na história humana, criando vida e oferecendo a esperança aos homens nesses mil e um gestos de bondade, de ternura e de amor que acontecem a cada instante (e que não chegam aos jornais ou às objectivas da televisão porque “não vendem” e, por isso, não são notícia). A Palavra Deus que hoje nos é proposta sugere que o crente – pelo simples facto de acreditar em Deus – deve ser um arauto da esperança.
O Evangelho garante-nos que Jesus veio realizar o desígnio de Deus e dar aos homens a vida de Deus. Ser “amigo” de Jesus e aderir à sua proposta (fazendo da vida uma entrega obediente ao Pai e um dom aos irmãos) é entrar na vida definitiva. Os crentes que vivem desse jeito experimentam a morte física; mas não estão mortos: vivem para sempre em Deus.
Ao longo da nossa existência nesta terra, convivemos com situações em que somos tocados pela morte física daqueles a quem amamos… É natural que fiquemos tristes pela sua partida e por eles deixarem de estar fisicamente presentes a nosso lado. A nossa fé convida-nos, no entanto, a ter a certeza de que os “amigos” não são aniquilados: apenas encontraram essa vida definitiva, longe da debilidade e da finitude humana.
Diante da certeza que a fé nos dá, somos convidados a viver a vida sem medo. O medo da morte como aniquilamento total torna o homem doente e impotente face à opressão e ao poder dos opressores; mas libertando-nos do medo da morte, Jesus torna-nos livres e capacita-nos para gastar a vida ao serviço dos irmãos, lutando generosamente contra tudo aquilo que oprime e que rouba ao homem a vida plena.
Padre Amaro Jorge scj
O Espírito que aqui é transmitido ao Povo que jaz no túmulo, é mais do que a simples “força vital”, que dá vida física ao homem: é a vida divina que transforma completamente os homens, fazendo com que os corações de pedra – duros, insensíveis, auto-suficientes – se transformem em corações de carne, sensíveis e bons, capazes de amar Deus e os irmãos (cf. Ez 36,26-27).
Então, com um coração de carne capaz de compreender o amor, o Povo reconhecerá a bondade de Deus, a sua fidelidade à Aliança e às promessas que fez ao seu Povo.
Ver os telejornais ou ler os jornais é – mais do que nos mantermos a par dos passos que o mundo vai dando – um autêntico exercício de masoquismo: parece que só há dramas, sofrimentos, injustiças e violências, como se o mundo fosse um imenso campo de morte. No entanto, nós os crentes sabemos que, apesar do sofrimento que faz parte da condição de fragilidade em que vivemos, Deus está presente na história humana, criando vida e oferecendo a esperança aos homens nesses mil e um gestos de bondade, de ternura e de amor que acontecem a cada instante (e que não chegam aos jornais ou às objectivas da televisão porque “não vendem” e, por isso, não são notícia). A Palavra Deus que hoje nos é proposta sugere que o crente – pelo simples facto de acreditar em Deus – deve ser um arauto da esperança.
O Evangelho garante-nos que Jesus veio realizar o desígnio de Deus e dar aos homens a vida de Deus. Ser “amigo” de Jesus e aderir à sua proposta (fazendo da vida uma entrega obediente ao Pai e um dom aos irmãos) é entrar na vida definitiva. Os crentes que vivem desse jeito experimentam a morte física; mas não estão mortos: vivem para sempre em Deus.
Ao longo da nossa existência nesta terra, convivemos com situações em que somos tocados pela morte física daqueles a quem amamos… É natural que fiquemos tristes pela sua partida e por eles deixarem de estar fisicamente presentes a nosso lado. A nossa fé convida-nos, no entanto, a ter a certeza de que os “amigos” não são aniquilados: apenas encontraram essa vida definitiva, longe da debilidade e da finitude humana.
Diante da certeza que a fé nos dá, somos convidados a viver a vida sem medo. O medo da morte como aniquilamento total torna o homem doente e impotente face à opressão e ao poder dos opressores; mas libertando-nos do medo da morte, Jesus torna-nos livres e capacita-nos para gastar a vida ao serviço dos irmãos, lutando generosamente contra tudo aquilo que oprime e que rouba ao homem a vida plena.
Padre Amaro Jorge scj
Histórias para Meditar
O CARPINTEIRO GALILEU
Cristo, o carpinteiro galileu...Não foi médico - e curou todas as enfermidades...Não foi advogado - e explicou os princípios básicos de toda lei...Não foi escritor - e inspirou as maiores obras da literatura mundial...Não foi poeta, nem músico - e é a alma de todos os poemas e de toda a música da vida...Não foi orador - e é o intérprete de todos os corações...Não foi literato - e escreveu no livro dos séculos a mais bela página...Não foi artista - e enche de luz os génios de todos os tempos...Não foi estadista - e fundou as mais sólidas instituições da sociedade...Não foi general - e conquistou milhões de almas e países inteiros...Não foi inventor - e inventou o elixir de perene felicidade...Cristo, o carpinteiro galileu...Diáfano como um cristão - e misterioso como a noite...Simples como uma criança - e profundo como um filósofo...Severo como um juiz - e carinhoso como uma mãe...Terrível como a tempestade - e meigo como a luz solar...Amigo de madalenas contritas - e inimigo de fariseus impenitentes...Humilde entre vivas e hosanas - sereno entre "morras" e "crucifiques"...Cristo, o carpinteiro galileu...Nós, os mortais, te amamos - porque nos amaste...Cremos em ti - porque és o caminho, a verdade e a vida...Em ti esperamos - porque o teu reino não é deste mundo...Não podemos viver sem ti - porque és a alma da nossa vida e a vida da nossa alma.Não podemos lutar sem ti - porque és o sustentado em nossa fraqueza e avitória em nossas derrotas...Não podemos sofrer sem ti - porque és o bálsamo das nossas chagas e a aurora das nossas noites...Nada sabemos sem ti - porque és a sede de toda a ciência e sabedoria...Nada valemos sem ti - porque és o único factor positivo no meio dos nossos zeros...Intolerável nos é o mundo sem ti - porque intolerável nos é o próprio eu...Contigo nos é fácil todo o difícil - porque suave é o teu jugo e leve o teu peso...Somos infelizes sem ti - porque inquieto está nosso coração até que descanse em ti...Cristo - carpinteiro galileu...Cristo - filho de Deus...
Cristo, o carpinteiro galileu...Não foi médico - e curou todas as enfermidades...Não foi advogado - e explicou os princípios básicos de toda lei...Não foi escritor - e inspirou as maiores obras da literatura mundial...Não foi poeta, nem músico - e é a alma de todos os poemas e de toda a música da vida...Não foi orador - e é o intérprete de todos os corações...Não foi literato - e escreveu no livro dos séculos a mais bela página...Não foi artista - e enche de luz os génios de todos os tempos...Não foi estadista - e fundou as mais sólidas instituições da sociedade...Não foi general - e conquistou milhões de almas e países inteiros...Não foi inventor - e inventou o elixir de perene felicidade...Cristo, o carpinteiro galileu...Diáfano como um cristão - e misterioso como a noite...Simples como uma criança - e profundo como um filósofo...Severo como um juiz - e carinhoso como uma mãe...Terrível como a tempestade - e meigo como a luz solar...Amigo de madalenas contritas - e inimigo de fariseus impenitentes...Humilde entre vivas e hosanas - sereno entre "morras" e "crucifiques"...Cristo, o carpinteiro galileu...Nós, os mortais, te amamos - porque nos amaste...Cremos em ti - porque és o caminho, a verdade e a vida...Em ti esperamos - porque o teu reino não é deste mundo...Não podemos viver sem ti - porque és a alma da nossa vida e a vida da nossa alma.Não podemos lutar sem ti - porque és o sustentado em nossa fraqueza e avitória em nossas derrotas...Não podemos sofrer sem ti - porque és o bálsamo das nossas chagas e a aurora das nossas noites...Nada sabemos sem ti - porque és a sede de toda a ciência e sabedoria...Nada valemos sem ti - porque és o único factor positivo no meio dos nossos zeros...Intolerável nos é o mundo sem ti - porque intolerável nos é o próprio eu...Contigo nos é fácil todo o difícil - porque suave é o teu jugo e leve o teu peso...Somos infelizes sem ti - porque inquieto está nosso coração até que descanse em ti...Cristo - carpinteiro galileu...Cristo - filho de Deus...
Notícias da Comunidade
- CAMINHADA QUARESMA – PÁSCOA 2008:
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
5º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = PLANTA
Mostra-se, pela ressurreição de Lázaro, que acreditar em Jesus é acreditar na Vida Nova.
“Se o grão de trigo lançado à terra morrer dará muito fruto” (Jo 12), ou seja, a semente depois de morrer gera vida em abundância numa planta, sinal de vida, da passagem da morte para a vida, tal como aconteceu com Lázaro, morto e ressuscitado.
A ressurreição de Lázaro foi, assim, o último sinal do morrer para nascer de novo que Jesus realizou antes do grande sinal: a Sua própria Ressurreição.
- Actividades (desafio em família):
● Experimentar uma forte experiência, tantas vezes perdida na nossa vida do dia-a-dia, tantos são os afazeres: a ORAÇÃO EM FAMÍLIA.
Aqui deixamos um exemplo… mas o importante é rezar, rezar intensamente e com simplicidade – pois rezar é DIALOGAR com Deus.
«Senhor Jesus Cristo, ensina-nos a, cada vez mais conscientemente, revelarmos na vida aqueles valores que de Vós recebemos e que queremos que sejam a nossa marca de filhos de Deus.
Ajuda-nos a partilhar a nossa vida com todos aqueles que se encontram em dificuldade, como tão bem fez S. Francisco de Assis.»
- CAMPANHA QUARESMAL
Depende do nosso empenho a compra do ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora na nossa comunidade de Medancelhe. A equipa responsável já está a movimentar-se para encontrar o melhor e ao mais baixo custo… Com a ajuda de todos, talvez ainda mesmo este ano consigamos este belo elemento para a nossa Procissão de Maio!
Na parte da frente terá a imagem de Maria, e na parte de trás uma inscrição referente à localidade. E aqui fica a pergunta, para toda a comunidade se poder pronunciar, para chegarmos a um consenso sobre o texto a colocar: «Comunidade de Medancelhe – Rio Tinto – ABC / Srª da Lapa» O que acham? Dêem a vossa opinião…
- VIA SACRA ENCENADA PELAS RUAS DE MEDANCELHE
. É já na próxima 6ª feira (14/03) a nossa via sacra encenada pelas ruas de Medancelhe. Convida-se toda a comunidade a participar nesta oração especial, neste caminhar que recorda, actualiza e vivencia a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o nosso Salvador. O início será às 21,30h, com a primeira estação encenada no Pavilhão da Obra ABC. O restante percurso será feito pelas ruas, segundo o itinerário habitual – poderão encontrar um esquisso do percurso nos cartazes que serão espalhados pelas ruas, e também no nosso blog.
. Neste domingo (09/03), será o ensaio geral pelas ruas, que terá início às 21,15h na Obra ABC. Pede-se a comparência de todos os participantes.
- SACRAMENTO DO CRISMA / CONFIRMAÇÃO
. “Nascidos para a vida da graça pelo Baptismo, é pelo Sacramento do Crisma que recebemos a maturidade da vida espiritual. Ou seja, somos fortalecidos pelo Divino Espírito Santo, que nos torna capazes de defender a nossa Fé, de vencer as tentações, de procurarmos a santidade com todas as forças da alma. Pelo Baptismo nós nascemos, pelo Crisma nós crescemos na vida da graça.”
Este ano irá celebrar-se na nossa Paróquia de Rio Tinto o Sacramento do Crisma, no dia 19 de Outubro de 2008. Brevemente estarão à disposição as respectivas fichas de inscrição para aqueles que pretendam receber este Sacramento. As preparações para o mesmo terão início em Abril.
Colaboração de Paula Rocha ( Centro de Catequese)
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
5º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = PLANTA
Mostra-se, pela ressurreição de Lázaro, que acreditar em Jesus é acreditar na Vida Nova.
“Se o grão de trigo lançado à terra morrer dará muito fruto” (Jo 12), ou seja, a semente depois de morrer gera vida em abundância numa planta, sinal de vida, da passagem da morte para a vida, tal como aconteceu com Lázaro, morto e ressuscitado.
A ressurreição de Lázaro foi, assim, o último sinal do morrer para nascer de novo que Jesus realizou antes do grande sinal: a Sua própria Ressurreição.
- Actividades (desafio em família):
● Experimentar uma forte experiência, tantas vezes perdida na nossa vida do dia-a-dia, tantos são os afazeres: a ORAÇÃO EM FAMÍLIA.
Aqui deixamos um exemplo… mas o importante é rezar, rezar intensamente e com simplicidade – pois rezar é DIALOGAR com Deus.
«Senhor Jesus Cristo, ensina-nos a, cada vez mais conscientemente, revelarmos na vida aqueles valores que de Vós recebemos e que queremos que sejam a nossa marca de filhos de Deus.
Ajuda-nos a partilhar a nossa vida com todos aqueles que se encontram em dificuldade, como tão bem fez S. Francisco de Assis.»
- CAMPANHA QUARESMAL
Depende do nosso empenho a compra do ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora na nossa comunidade de Medancelhe. A equipa responsável já está a movimentar-se para encontrar o melhor e ao mais baixo custo… Com a ajuda de todos, talvez ainda mesmo este ano consigamos este belo elemento para a nossa Procissão de Maio!
Na parte da frente terá a imagem de Maria, e na parte de trás uma inscrição referente à localidade. E aqui fica a pergunta, para toda a comunidade se poder pronunciar, para chegarmos a um consenso sobre o texto a colocar: «Comunidade de Medancelhe – Rio Tinto – ABC / Srª da Lapa» O que acham? Dêem a vossa opinião…
- VIA SACRA ENCENADA PELAS RUAS DE MEDANCELHE
. É já na próxima 6ª feira (14/03) a nossa via sacra encenada pelas ruas de Medancelhe. Convida-se toda a comunidade a participar nesta oração especial, neste caminhar que recorda, actualiza e vivencia a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o nosso Salvador. O início será às 21,30h, com a primeira estação encenada no Pavilhão da Obra ABC. O restante percurso será feito pelas ruas, segundo o itinerário habitual – poderão encontrar um esquisso do percurso nos cartazes que serão espalhados pelas ruas, e também no nosso blog.
. Neste domingo (09/03), será o ensaio geral pelas ruas, que terá início às 21,15h na Obra ABC. Pede-se a comparência de todos os participantes.
- SACRAMENTO DO CRISMA / CONFIRMAÇÃO
. “Nascidos para a vida da graça pelo Baptismo, é pelo Sacramento do Crisma que recebemos a maturidade da vida espiritual. Ou seja, somos fortalecidos pelo Divino Espírito Santo, que nos torna capazes de defender a nossa Fé, de vencer as tentações, de procurarmos a santidade com todas as forças da alma. Pelo Baptismo nós nascemos, pelo Crisma nós crescemos na vida da graça.”
Este ano irá celebrar-se na nossa Paróquia de Rio Tinto o Sacramento do Crisma, no dia 19 de Outubro de 2008. Brevemente estarão à disposição as respectivas fichas de inscrição para aqueles que pretendam receber este Sacramento. As preparações para o mesmo terão início em Abril.
Colaboração de Paula Rocha ( Centro de Catequese)
01 março, 2008
Evangelho

Evangelho (João 9,1.6-9.13-17.34-38)
Naquele tempo, 1ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. 6E cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. 7E disse-lhe: “Vai lavar-te na piscina de Siloé” (que quer dizer enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando. 8Os vizinhos e os que costumavam ver o cego – pois ele era mendigo – diziam: “Não é aquele que ficava pedindo esmola?” 9Uns diziam: “Sim, é ele!” Outros afirmavam: “Não é ele, mas alguém parecido com ele”. Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo!”. 13Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego. 14Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego. 15Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: “Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!” 16Disseram, então, alguns dos fariseus: “Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”. Mas outros diziam: “Como pode um pecador fazer tais sinais?” 17E havia divergência entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: “E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?” Respondeu: “É um profeta”. 34Os fariseus disseram-lhe: “Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?” E expulsaram-no da comunidade. 35Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: “Acreditas no Filho do homem?” 36Respondeu ele: “Quem é, Senhor, para que eu creia nele?” 37Jesus disse: “Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”. Exclamou ele: 38”Eu creio, Senhor!” E prostrou-se diante de Jesus.
Naquele tempo, 1ao passar, Jesus viu um homem cego de nascença. 6E cuspiu no chão, fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego. 7E disse-lhe: “Vai lavar-te na piscina de Siloé” (que quer dizer enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando. 8Os vizinhos e os que costumavam ver o cego – pois ele era mendigo – diziam: “Não é aquele que ficava pedindo esmola?” 9Uns diziam: “Sim, é ele!” Outros afirmavam: “Não é ele, mas alguém parecido com ele”. Ele, porém, dizia: “Sou eu mesmo!”. 13Levaram então aos fariseus o homem que tinha sido cego. 14Ora, era sábado, o dia em que Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego. 15Novamente, então, lhe perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: “Colocou lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!” 16Disseram, então, alguns dos fariseus: “Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”. Mas outros diziam: “Como pode um pecador fazer tais sinais?” 17E havia divergência entre eles. Perguntaram outra vez ao cego: “E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?” Respondeu: “É um profeta”. 34Os fariseus disseram-lhe: “Tu nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?” E expulsaram-no da comunidade. 35Jesus soube que o tinham expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: “Acreditas no Filho do homem?” 36Respondeu ele: “Quem é, Senhor, para que eu creia nele?” 37Jesus disse: “Tu o estás vendo; é aquele que está falando contigo”. Exclamou ele: 38”Eu creio, Senhor!” E prostrou-se diante de Jesus.
A Palavra
As leituras deste Domingo propõem-nos o tema da “LUZ”. Definem a experiência cristã
como “viver na luz”.
Na segunda leitura, Paulo propõe aos cristãos de Éfeso que recusem viver à margem de Deus (“trevas”) e que escolham a “luz”. Em concreto, Paulo explica que viver na “luz” é praticar as obras de Deus (a bondade, a justiça, a generosidade, a partilha, o serviço e a verdade).
“Luz” e “trevas” são duas formas de poder capazes de tomar conta do homem e de condicionar a sua vida, as suas opções, os seus valores e comportamentos. O cristão, no entanto, é aquele que optou por “viver na luz”. Para mim, o que significa, em concreto, “viver na luz”? O que é que isso, em termos práticos, implica? Quais são os esquemas, comportamentos e valores que devem ser definitivamente banidos da minha vida, a fim de que eu seja um testemunhoda “luz”?
O cristão não é só chamado a viver na “luz”; mas deve desmascarar as “trevas” e denunciar as obras e os comportamentos daqueles que escolhem viver nas “trevas” do egoísmo, da mentira, da escravidão e do pecado. O cristão não deve só escolher a luz, mas deve também desmascarar as obras das “trevas”, de forma aberta e decidida.
No Evangelho, Jesus apresenta-se como “a luz do mundo”; a sua missão é libertar os homens das trevas do egoísmo, do orgulho e da auto-suficiência. Aderir à proposta de Jesus é enveredar por um caminho de liberdade e de realização que conduz à Luz. O Evangelho descreve várias formas de responder negativamente à “luz” libertadora que Jesus oferece. Há aqueles que se opõem decididamente à proposta de Jesus porque estão instalados na mentira e a “luz” de Jesus só os incomoda; há aqueles que têm medo de enfrentar as “bocas”, as críticas, que se deixam manipular pela opinião dominante, e que, por medo, preferem continuar escravos do que arriscar ser livres; há aqueles que, apesar de reconhecerem as vantagens da “luz”, deixam que o comodismo e a inércia os prendam numa vida de escravos… Eu identifico-me com algum destes grupos?
Padre Amaro Jorge scj
como “viver na luz”.
Na segunda leitura, Paulo propõe aos cristãos de Éfeso que recusem viver à margem de Deus (“trevas”) e que escolham a “luz”. Em concreto, Paulo explica que viver na “luz” é praticar as obras de Deus (a bondade, a justiça, a generosidade, a partilha, o serviço e a verdade).
“Luz” e “trevas” são duas formas de poder capazes de tomar conta do homem e de condicionar a sua vida, as suas opções, os seus valores e comportamentos. O cristão, no entanto, é aquele que optou por “viver na luz”. Para mim, o que significa, em concreto, “viver na luz”? O que é que isso, em termos práticos, implica? Quais são os esquemas, comportamentos e valores que devem ser definitivamente banidos da minha vida, a fim de que eu seja um testemunhoda “luz”?
O cristão não é só chamado a viver na “luz”; mas deve desmascarar as “trevas” e denunciar as obras e os comportamentos daqueles que escolhem viver nas “trevas” do egoísmo, da mentira, da escravidão e do pecado. O cristão não deve só escolher a luz, mas deve também desmascarar as obras das “trevas”, de forma aberta e decidida.
No Evangelho, Jesus apresenta-se como “a luz do mundo”; a sua missão é libertar os homens das trevas do egoísmo, do orgulho e da auto-suficiência. Aderir à proposta de Jesus é enveredar por um caminho de liberdade e de realização que conduz à Luz. O Evangelho descreve várias formas de responder negativamente à “luz” libertadora que Jesus oferece. Há aqueles que se opõem decididamente à proposta de Jesus porque estão instalados na mentira e a “luz” de Jesus só os incomoda; há aqueles que têm medo de enfrentar as “bocas”, as críticas, que se deixam manipular pela opinião dominante, e que, por medo, preferem continuar escravos do que arriscar ser livres; há aqueles que, apesar de reconhecerem as vantagens da “luz”, deixam que o comodismo e a inércia os prendam numa vida de escravos… Eu identifico-me com algum destes grupos?
Padre Amaro Jorge scj
Histórias para Meditar
A mesa do velho avô
Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto.
As mãos do velho homem pelo peso da idade tremiam bastante, a vista era enevoada, e o seus passos já eram bastante irregulares. A família como era normal comia na mesa da sala de jantar.
As mãos trémulas do velho Avô e a sua má visão , tornou difícil o simples acto de comer. As ervilhas rolavam da colher dele para o chão. Quando ele pegava no seu copo, o leite derramava-se na toalha da mesa os talheres caiam constantemente.
Tudo isto irritava fortemente seu filho e nora: "Nós temos que fazer algo sobre o avô." disse o filho. "Já tivemos bastante leite derramado, muita de sua comida no chão."Já chega de confusão.
Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala. Lá o avô comia sozinho enquanto o resto da família comia na mesa grande com lindas toalhas e lindos pratos.
E como o avô já tinha quebrado alguns pratos, agora a comida era-lhe servida numa tigela de madeira, e o copo era de plástico, no chão havia um grande lençol que depois se levantava e sacudia e assim ficavam as coisas mais limpas.
Quando a família olhava de relance na direcção dele, às vezes percebiam uma lágrima a cair de seus olhos por estar só.
Mesmo assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências quando ele deixava cair o garfo ou derramava comida, ou entornava o copo. O neto de quatro anos assistia a tudo em silêncio.
Uma noite antes do jantar, o pai notou que o filho estava a brincar no chão com bocados de madeira velha.
Ele perguntou docemente á criança, "O que estás a fazer?"
Da mesma maneira dócil, o menino respondeu:
"Ho, estou a fabricar uma pequena tigela para tu e a mãe comerem a comida quando eu crescer."
E lá continuou a trabalhar. As palavras do menino entraram nos ouvidos dos pais como setas dirigidas ao coração, eles ficaram mudos. Então as lágrimas começaram a cair em seus rostos. E apesar de nenhuma palavra ter sido dita, ambos souberam o que devia ser feito.
Naquela noite o marido pegou a mão do velho avô e com suavidade conduziu-o á mesa familiar. Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família, e aquilo que antes era um problema tinha deixado de o ser.
Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto.
As mãos do velho homem pelo peso da idade tremiam bastante, a vista era enevoada, e o seus passos já eram bastante irregulares. A família como era normal comia na mesa da sala de jantar.
As mãos trémulas do velho Avô e a sua má visão , tornou difícil o simples acto de comer. As ervilhas rolavam da colher dele para o chão. Quando ele pegava no seu copo, o leite derramava-se na toalha da mesa os talheres caiam constantemente.
Tudo isto irritava fortemente seu filho e nora: "Nós temos que fazer algo sobre o avô." disse o filho. "Já tivemos bastante leite derramado, muita de sua comida no chão."Já chega de confusão.
Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala. Lá o avô comia sozinho enquanto o resto da família comia na mesa grande com lindas toalhas e lindos pratos.
E como o avô já tinha quebrado alguns pratos, agora a comida era-lhe servida numa tigela de madeira, e o copo era de plástico, no chão havia um grande lençol que depois se levantava e sacudia e assim ficavam as coisas mais limpas.
Quando a família olhava de relance na direcção dele, às vezes percebiam uma lágrima a cair de seus olhos por estar só.
Mesmo assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências quando ele deixava cair o garfo ou derramava comida, ou entornava o copo. O neto de quatro anos assistia a tudo em silêncio.
Uma noite antes do jantar, o pai notou que o filho estava a brincar no chão com bocados de madeira velha.
Ele perguntou docemente á criança, "O que estás a fazer?"
Da mesma maneira dócil, o menino respondeu:
"Ho, estou a fabricar uma pequena tigela para tu e a mãe comerem a comida quando eu crescer."
E lá continuou a trabalhar. As palavras do menino entraram nos ouvidos dos pais como setas dirigidas ao coração, eles ficaram mudos. Então as lágrimas começaram a cair em seus rostos. E apesar de nenhuma palavra ter sido dita, ambos souberam o que devia ser feito.
Naquela noite o marido pegou a mão do velho avô e com suavidade conduziu-o á mesa familiar. Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família, e aquilo que antes era um problema tinha deixado de o ser.
Notícias
- CAMINHADA QUARESMA – PÁSCOA 2008:
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
4º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = VELA / LUZ
Mostra-se, pela figura da cura do cego de nascença, que acreditar em Jesus, LUZ do mundo, é acreditar no dom da cura, da vida, da luz e da reconciliação do homem: consigo, com os outros e com Deus.
Há que nos deixar tocar por Jesus – aproximando-nos do Sacramento da reconciliação ou penitência (confissão).
- Actividades (desafio em família):
● Explicar o sentido e o valor do sacrifício quando contribui para o bem próprio e dos outros, integrado no sentido das atitudes quaresmais da penitência / sacramento da reconciliação e da esmola/contributo penitencial. De que somos capazes de prescindir para dar aos outros?
● Explicar e apelar à vivência do Sacramento da Reconciliação / confissão.
- CAMPANHA QUARESMAL
Que o nosso contributo penitencial / esmola seja a ajuda (tão necessária…) para contribuirmos para a compra do ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora, na nossa comunidade de Medancelhe.
- VIA SACRA
. Neste domingo (02/03), no pavilhão da Obra ABC, das 21,30h às 23horas, realiza-se o penúltimo ensaio para a Via Sacra dramatizada.
O ensaio geral pelas ruas será já no próximo domingo (09/03), para o qual se pede a comparência de todos os participantes.
Apela-se a todas as pessoas que nos anos anteriores contribuíram com a cedência da luz em cada estação para a possibilidade de o voltar a fazer este ano. Durante os próximos dias serão contactados pela equipa de logística. . Na próxima 6ª feira dia 07.03 a Via-Sacra será dinamizada pelo Grupo de Luzeiros, com início às 21,30h na Capela da Obra ABC.
Colaboração de : Paula Rocha ( Centro de Catequese )
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
4º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = VELA / LUZ
Mostra-se, pela figura da cura do cego de nascença, que acreditar em Jesus, LUZ do mundo, é acreditar no dom da cura, da vida, da luz e da reconciliação do homem: consigo, com os outros e com Deus.
Há que nos deixar tocar por Jesus – aproximando-nos do Sacramento da reconciliação ou penitência (confissão).
- Actividades (desafio em família):
● Explicar o sentido e o valor do sacrifício quando contribui para o bem próprio e dos outros, integrado no sentido das atitudes quaresmais da penitência / sacramento da reconciliação e da esmola/contributo penitencial. De que somos capazes de prescindir para dar aos outros?
● Explicar e apelar à vivência do Sacramento da Reconciliação / confissão.
- CAMPANHA QUARESMAL
Que o nosso contributo penitencial / esmola seja a ajuda (tão necessária…) para contribuirmos para a compra do ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora, na nossa comunidade de Medancelhe.
- VIA SACRA
. Neste domingo (02/03), no pavilhão da Obra ABC, das 21,30h às 23horas, realiza-se o penúltimo ensaio para a Via Sacra dramatizada.
O ensaio geral pelas ruas será já no próximo domingo (09/03), para o qual se pede a comparência de todos os participantes.
Apela-se a todas as pessoas que nos anos anteriores contribuíram com a cedência da luz em cada estação para a possibilidade de o voltar a fazer este ano. Durante os próximos dias serão contactados pela equipa de logística. . Na próxima 6ª feira dia 07.03 a Via-Sacra será dinamizada pelo Grupo de Luzeiros, com início às 21,30h na Capela da Obra ABC.
Colaboração de : Paula Rocha ( Centro de Catequese )
23 fevereiro, 2008
COMENTÁRIOS
Para nós é muito importante que deixem o vosso comentário, ajudarnos-á a crescer melhorando este Blog que é de e para toda a cumunidade e não só, pois já temos recebido alguns comentários de pessoas que não são de nossa comunidade.
Sem comentários não sabemos o que para vós está bem ou mal.
Critiquem, façam sugestões, digam bem, digam mal, mas digam, precisamos saber o que pensam para continuar e para melhorar.
Ficamos a aguardar os vossos comentários.
Desde já o nosso obrigado
A Redacção de ( A Mensagem )
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Ficamos a aguardar os vossos comentários.
Desde já o nosso obrigado
A Redacção de ( A Mensagem )
A Mensagem Nº 14 de 24/02/2008
Evangelho (João 4,5-15.19b-26.39a.40-42)
Naquele tempo, 5Jesus chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6Era aí que ficava o poço de Jacó. Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poço. Era por volta de meio-dia. 7Chegou uma mulher de Samaria para tirar água. Jesus lhe disse: "Dá-me de beber".8Os discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. 9A mulher samaritana disse então a Jesus: "Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?" De fato, os judeus não se dão com os samaritanos. 10Respondeu-lhe Jesus: "Se tu conhecesses o dom de Deus e quem é que te pede: 'Dá-me de beber', tu mesma lhe pedirias a ele, e ele te daria água viva".11A mulher disse a Jesus: "Senhor, nem sequer tens balde e o poço é fundo. De onde vais tirar água viva? 12Por acaso, és maior que nosso pai Jacó, que nos deu o poço e que dele bebeu, como também seus filhos e seus animais?"13Respondeu Jesus: "Todo aquele que bebe desta água terá sede de novo. 14Mas quem beber da água que eu lhe darei, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna".15A mulher disse a Jesus: "Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede e nem tenha de vir aqui para tirá-la". 19b"Senhor, vejo que és um profeta! 20Os nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que em Jerusalém é que se deve adorar".21Disse-lhe Jesus: "Acredita-me, mulher: está chegando a hora em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22Vós adorais o que não conheceis. Nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus.23Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade. De fato, estes são os adoradores que o Pai procura. 24Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade".25A mulher disse a Jesus: "Sei que o Messias (que se chama Cristo) vai chegar. Quando ele vier, vai nos fazer conhecer todas as coisas". 26Disse-lhe Jesus: "Sou eu, que estou falando contigo".39a Muitos samaritanos daquela cidade abraçaram a fé em Jesus. 40Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus e pediram que permanecesse com eles. Jesus permaneceu aí dois dias. 41E muitos outros creram por causa da sua palavra. 42E disseram à mulher: "Já não cremos por causa das tuas palavras, pois nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o salvador do mundo
Naquele tempo, 5Jesus chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6Era aí que ficava o poço de Jacó. Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poço. Era por volta de meio-dia. 7Chegou uma mulher de Samaria para tirar água. Jesus lhe disse: "Dá-me de beber".8Os discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. 9A mulher samaritana disse então a Jesus: "Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?" De fato, os judeus não se dão com os samaritanos. 10Respondeu-lhe Jesus: "Se tu conhecesses o dom de Deus e quem é que te pede: 'Dá-me de beber', tu mesma lhe pedirias a ele, e ele te daria água viva".11A mulher disse a Jesus: "Senhor, nem sequer tens balde e o poço é fundo. De onde vais tirar água viva? 12Por acaso, és maior que nosso pai Jacó, que nos deu o poço e que dele bebeu, como também seus filhos e seus animais?"13Respondeu Jesus: "Todo aquele que bebe desta água terá sede de novo. 14Mas quem beber da água que eu lhe darei, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna".15A mulher disse a Jesus: "Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede e nem tenha de vir aqui para tirá-la". 19b"Senhor, vejo que és um profeta! 20Os nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que em Jerusalém é que se deve adorar".21Disse-lhe Jesus: "Acredita-me, mulher: está chegando a hora em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22Vós adorais o que não conheceis. Nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus.23Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade. De fato, estes são os adoradores que o Pai procura. 24Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade".25A mulher disse a Jesus: "Sei que o Messias (que se chama Cristo) vai chegar. Quando ele vier, vai nos fazer conhecer todas as coisas". 26Disse-lhe Jesus: "Sou eu, que estou falando contigo".39a Muitos samaritanos daquela cidade abraçaram a fé em Jesus. 40Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus e pediram que permanecesse com eles. Jesus permaneceu aí dois dias. 41E muitos outros creram por causa da sua palavra. 42E disseram à mulher: "Já não cremos por causa das tuas palavras, pois nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o salvador do mundo
A Palavra
A Palavra de Deus que hoje nos é proposta afirma, essencialmente, que o nosso Deus está sempre presente ao longo da nossa caminhada neste mundo e que só Ele nos oferece um horizonte de vida eterna, de realização plena, de felicidade perfeita.
A primeira leitura mostra como Jahwéh acompanhou a caminhada dos hebreus pelo deserto do Sinai e como, nos momentos de crise, respondeu às necessidades do seu Povo.
A caminhada dos hebreus pelo deserto é, um pouco, o espelho da nossa caminhada pela vida. Ao longo da travessia do deserto que é a vida, experimentamos, em certas circunstâncias, a nossa pequenez, a nossa dependência, as nossas limitações e a nossa finitude; as dificuldades, o sofrimento e o desencanto fazem-nos duvidar da bondade de Deus, do seu amor, do seu projecto para nos salvar e para nos conduzir em direcção à verdadeira felicidade. No entanto, a Palavra de Deus deste Domingo, garante-nos: Deus nunca abandona o seu Povo em caminhada pela história… Ele está ao nosso lado, em cada passo da caminhada, para nos oferecer gratuitamente e com amor a água que mata a nossa sede de vida e de felicidade.
A segunda leitura repete, noutros termos, o ensinamento da primeira: Deus acompanha o seu Povo em marcha pela história; e, apesar do pecado e da infidelidade, insiste em oferecer ao seu Povo – de forma gratuita e incondicional – a salvação.
Está em moda uma certa atitude de indiferença face a Deus, ao seu amor e às suas propostas. Em geral, os homens de hoje preocupam-se mais com os resultados da última jornada do campeonato de futebol, com as últimas peripécias da “telenovela das nove”, com os investimentos na Bolsa, com as vantagens da última geração de computadores ou com o caminho mais rápido e mais seguro para atingir o topo da carreira profissional do que com Deus e com o seu amor. Não será tempo de redescobrirmos o Deus que nos ama, de reconhecermos o seu empenho em conduzir nos rumo à felicidade plena e de aceitarmos essa proposta de caminho que Ele nos faz?
O Evangelho garante-nos que, através de Jesus, Deus oferece ao homem a felicidade (não a felicidade ilusória, parcial e falível, mas a vida eterna). Quem acolhe o dom de Deus e aceita Jesus como “o salvador do mundo” torna-se um Homem Novo, que vive do Espírito e que caminha ao encontro da vida plena e definitiva.
O progresso que não tem parado criou-nos grandes expectativas. Disse-nos que tinha a resposta para todas as nossas procuras e que podia responder a todas as nossas necessidades. Garantiu-nos que a vida plena estava na liberdade absoluta, numa vida vivida sem dependência de Deus; disse-nos que a vida plena estava nos avanços tecnológicos, que iriam tornar a nossa existência cómoda, eliminar a doença e adiar a morte; afirmou que a vida plena estava na conta bancária, no reconhecimento social, no êxito profissional, nos aplausos das multidões, nos “cinco minutos” de fama que a televisão oferece… No entanto, todas as conquistas do nosso tempo não conseguem calar a nossa sede de eternidade, de plenitude, dessa “mais qualquer coisa” que nos falta para sermos, realmente, felizes. A afirmação essencial que o Evangelho de hoje faz é: só Jesus Cristo oferece a água que mata definitivamente a sede de vida e de felicidade do homem.
Padre Amaro Jorge scj
A primeira leitura mostra como Jahwéh acompanhou a caminhada dos hebreus pelo deserto do Sinai e como, nos momentos de crise, respondeu às necessidades do seu Povo.
A caminhada dos hebreus pelo deserto é, um pouco, o espelho da nossa caminhada pela vida. Ao longo da travessia do deserto que é a vida, experimentamos, em certas circunstâncias, a nossa pequenez, a nossa dependência, as nossas limitações e a nossa finitude; as dificuldades, o sofrimento e o desencanto fazem-nos duvidar da bondade de Deus, do seu amor, do seu projecto para nos salvar e para nos conduzir em direcção à verdadeira felicidade. No entanto, a Palavra de Deus deste Domingo, garante-nos: Deus nunca abandona o seu Povo em caminhada pela história… Ele está ao nosso lado, em cada passo da caminhada, para nos oferecer gratuitamente e com amor a água que mata a nossa sede de vida e de felicidade.
A segunda leitura repete, noutros termos, o ensinamento da primeira: Deus acompanha o seu Povo em marcha pela história; e, apesar do pecado e da infidelidade, insiste em oferecer ao seu Povo – de forma gratuita e incondicional – a salvação.
Está em moda uma certa atitude de indiferença face a Deus, ao seu amor e às suas propostas. Em geral, os homens de hoje preocupam-se mais com os resultados da última jornada do campeonato de futebol, com as últimas peripécias da “telenovela das nove”, com os investimentos na Bolsa, com as vantagens da última geração de computadores ou com o caminho mais rápido e mais seguro para atingir o topo da carreira profissional do que com Deus e com o seu amor. Não será tempo de redescobrirmos o Deus que nos ama, de reconhecermos o seu empenho em conduzir nos rumo à felicidade plena e de aceitarmos essa proposta de caminho que Ele nos faz?
O Evangelho garante-nos que, através de Jesus, Deus oferece ao homem a felicidade (não a felicidade ilusória, parcial e falível, mas a vida eterna). Quem acolhe o dom de Deus e aceita Jesus como “o salvador do mundo” torna-se um Homem Novo, que vive do Espírito e que caminha ao encontro da vida plena e definitiva.
O progresso que não tem parado criou-nos grandes expectativas. Disse-nos que tinha a resposta para todas as nossas procuras e que podia responder a todas as nossas necessidades. Garantiu-nos que a vida plena estava na liberdade absoluta, numa vida vivida sem dependência de Deus; disse-nos que a vida plena estava nos avanços tecnológicos, que iriam tornar a nossa existência cómoda, eliminar a doença e adiar a morte; afirmou que a vida plena estava na conta bancária, no reconhecimento social, no êxito profissional, nos aplausos das multidões, nos “cinco minutos” de fama que a televisão oferece… No entanto, todas as conquistas do nosso tempo não conseguem calar a nossa sede de eternidade, de plenitude, dessa “mais qualquer coisa” que nos falta para sermos, realmente, felizes. A afirmação essencial que o Evangelho de hoje faz é: só Jesus Cristo oferece a água que mata definitivamente a sede de vida e de felicidade do homem.
Padre Amaro Jorge scj
Histórias Para Meditar
A GALINHA VERMELHA
Era uma vez uma galinha vermelha. Vivia numa linda fazenda e comia daquilo que ali crescia. Um dia, a galinha encontrou um grão de trigo. Pensou em plantá-lo para fazer crescer mais trigo para si.
“Quem vai me ajudar a plantar este grão de trigo?”, perguntou a galinha vermelha.
“Eu não”, disse a patinha, “mas posso vender-te uma planta de café. Vais ganhar muito dinheiro se plantares café em vez de trigo!”
“Eu também não”, disse o porco, “mas vou comprar o café que cultivares e venderes.”
“Eu não”, disse o rato, “mas posso emprestar-te o dinheiro para começar esse trabalho.”
E foi assim que a galinha vermelha semeou café em vez de trigo na fazenda. “Quem me ajudará a fazer crescer o café?”, perguntou a galinha vermelha.
“Eu não”, disse a patinha, “mas posso vender-te adubo para fazer crescer melhor o café.”
“Eu não”, disse o porco, “mas posso vender-te o pesticida para preservá-lo das pragas.”
“Eu não”, disse o rato, “mas posso emprestar-te o dinheiro pata comprar o adubo e o pesticida que te faltam.”
A galinha vermelha trabalhou muito tempo. Espalhou também o adubo e borrifou o pesticida nas plantas de café. Mesmo sabendo que plantar café ficava mais caro do que plantar trigo, a galinha continuava a pensar no dinheiro que ganharia.
Chegou finalmente o tempo da colheita.
“Quem me ajudará a vender o café?”, perguntou a galinha vermelha.
“Eu não”, disse a patinha, “mas vais precisar da minha fábrica para tostá-lo e colocá-lo na embalagem.”
“Eu não”, disse o porco, “porque agora todo o mundo está cultivando café e os preços são muito baixos.”
“Eu não”, disse o rato, “mas deves devolver-me o dinheiro que te emprestei.”
Assim a galinha vermelha compreendeu ter cometido um grande erro ao cultivar café ao invés do trigo, pois tinha contraído muitas dívidas e nada tinha para comer.
“Quem me dá um pratinho de comida?”, pediu a galinha vermelha.
“Eu não”, disse a patinha, “ não tens dinheiro para pagar.”
“Eu não”, disse o porco, “não há nada para comer desde que todos resolveram plantar café.” “Eu não”, disse o rato, “mas posso ficar com tua terra em troco do dinheiro que me deves e... talvez te deixarei trabalhar para mim.”
Era uma vez uma galinha vermelha. Vivia numa linda fazenda e comia daquilo que ali crescia. Um dia, a galinha encontrou um grão de trigo. Pensou em plantá-lo para fazer crescer mais trigo para si.
“Quem vai me ajudar a plantar este grão de trigo?”, perguntou a galinha vermelha.
“Eu não”, disse a patinha, “mas posso vender-te uma planta de café. Vais ganhar muito dinheiro se plantares café em vez de trigo!”
“Eu também não”, disse o porco, “mas vou comprar o café que cultivares e venderes.”
“Eu não”, disse o rato, “mas posso emprestar-te o dinheiro para começar esse trabalho.”
E foi assim que a galinha vermelha semeou café em vez de trigo na fazenda. “Quem me ajudará a fazer crescer o café?”, perguntou a galinha vermelha.
“Eu não”, disse a patinha, “mas posso vender-te adubo para fazer crescer melhor o café.”
“Eu não”, disse o porco, “mas posso vender-te o pesticida para preservá-lo das pragas.”
“Eu não”, disse o rato, “mas posso emprestar-te o dinheiro pata comprar o adubo e o pesticida que te faltam.”
A galinha vermelha trabalhou muito tempo. Espalhou também o adubo e borrifou o pesticida nas plantas de café. Mesmo sabendo que plantar café ficava mais caro do que plantar trigo, a galinha continuava a pensar no dinheiro que ganharia.
Chegou finalmente o tempo da colheita.
“Quem me ajudará a vender o café?”, perguntou a galinha vermelha.
“Eu não”, disse a patinha, “mas vais precisar da minha fábrica para tostá-lo e colocá-lo na embalagem.”
“Eu não”, disse o porco, “porque agora todo o mundo está cultivando café e os preços são muito baixos.”
“Eu não”, disse o rato, “mas deves devolver-me o dinheiro que te emprestei.”
Assim a galinha vermelha compreendeu ter cometido um grande erro ao cultivar café ao invés do trigo, pois tinha contraído muitas dívidas e nada tinha para comer.
“Quem me dá um pratinho de comida?”, pediu a galinha vermelha.
“Eu não”, disse a patinha, “ não tens dinheiro para pagar.”
“Eu não”, disse o porco, “não há nada para comer desde que todos resolveram plantar café.” “Eu não”, disse o rato, “mas posso ficar com tua terra em troco do dinheiro que me deves e... talvez te deixarei trabalhar para mim.”
Notícias da Comunidade
- CAMINHADA QUARESMA – PÁSCOA 2008:
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
3º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = ÁGUA
Nas tradições orientais a água é tomada como símbolo da vida. Na linguagem de Jesus, a vida é identificada com a graça. Na verdade, a água exprime a salvação, a vida sobrenatural, participação da própria vida divina, a que Deus “decidiu elevar os homens uma vez caídos em Adão”. Esta água brotará de Cristo Redentor, Rocha Viva, na hora da Sua morte-glorificação. Ele é a fonte da «água viva».
Mostra-se este domingo, pela figura da Samaritana, que Jesus é a fonte da água viva.
Abrindo-se o coração a Jesus, reconhecemo-nos pecadores e encontramos a água que sacia a nossa sede de amor e de uma vida nova.
- Actividades (desafio em família):
● Referência à atitude do programa quaresmal: jejum, ou seja, a nossa sede e a nossa fome encontram o seu principal alimento em Jesus?
● Que compromisso para esta semana, em família, de forma a te reconheceres pecador? A quem vais dar perdão? A quem vais pedir perdão?
- CAMPANHA QUARESMAL
Lembramos que os ofertórios das missas celebradas na Capela da Lapa e na Capela do ABC durante a Quaresma reverterão a favor da compra de um ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora, na nossa comunidade de Medancelhe.
Em cada uma das capelas encontra-se um “cântaro” para a recolha das ofertas.
- VIA SACRA
. Os ensaios para a Via Sacra dramatizada continuam: domingo, no pavilhão da Obra ABC, das 21,30h às 23horas.
. Na próxima 6ª feira dia 29.02 a Via-Sacra será dinamizada pelo Grupo Coral, com início às 21,30h na Capela da Obra ABC.
- FESTAS DA CATEQUESE
. No próximo dia 01 de Março (sábado), de tarde, as crianças do 2º ano do nosso centro de catequese de Medancelhe vão celebrar na Paróquia a FESTA DO PERDÃO. Será um marco importante na sua caminhada de Fé, e por isso desde já os nossos parabéns pelo percurso feito até agora, e que o Espírito Santo os ilumine no entendimento do que é PERDOAR E SER PERDOADO, e também na continuação da caminhada.
À catequista Tânia Andrade, e aos auxiliares Soraia, Filipe e Ana, os nossos votos de que o Pai do Céu os ilumine: que lhes dê inspiração, forças e ânimo para continuarem com criatividade a sua acção de educadores na Fé.
Colaboração de : Paula Rocha ( Centro de Catequese )
«A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
3º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = ÁGUA
Nas tradições orientais a água é tomada como símbolo da vida. Na linguagem de Jesus, a vida é identificada com a graça. Na verdade, a água exprime a salvação, a vida sobrenatural, participação da própria vida divina, a que Deus “decidiu elevar os homens uma vez caídos em Adão”. Esta água brotará de Cristo Redentor, Rocha Viva, na hora da Sua morte-glorificação. Ele é a fonte da «água viva».
Mostra-se este domingo, pela figura da Samaritana, que Jesus é a fonte da água viva.
Abrindo-se o coração a Jesus, reconhecemo-nos pecadores e encontramos a água que sacia a nossa sede de amor e de uma vida nova.
- Actividades (desafio em família):
● Referência à atitude do programa quaresmal: jejum, ou seja, a nossa sede e a nossa fome encontram o seu principal alimento em Jesus?
● Que compromisso para esta semana, em família, de forma a te reconheceres pecador? A quem vais dar perdão? A quem vais pedir perdão?
- CAMPANHA QUARESMAL
Lembramos que os ofertórios das missas celebradas na Capela da Lapa e na Capela do ABC durante a Quaresma reverterão a favor da compra de um ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora, na nossa comunidade de Medancelhe.
Em cada uma das capelas encontra-se um “cântaro” para a recolha das ofertas.
- VIA SACRA
. Os ensaios para a Via Sacra dramatizada continuam: domingo, no pavilhão da Obra ABC, das 21,30h às 23horas.
. Na próxima 6ª feira dia 29.02 a Via-Sacra será dinamizada pelo Grupo Coral, com início às 21,30h na Capela da Obra ABC.
- FESTAS DA CATEQUESE
. No próximo dia 01 de Março (sábado), de tarde, as crianças do 2º ano do nosso centro de catequese de Medancelhe vão celebrar na Paróquia a FESTA DO PERDÃO. Será um marco importante na sua caminhada de Fé, e por isso desde já os nossos parabéns pelo percurso feito até agora, e que o Espírito Santo os ilumine no entendimento do que é PERDOAR E SER PERDOADO, e também na continuação da caminhada.
À catequista Tânia Andrade, e aos auxiliares Soraia, Filipe e Ana, os nossos votos de que o Pai do Céu os ilumine: que lhes dê inspiração, forças e ânimo para continuarem com criatividade a sua acção de educadores na Fé.
Colaboração de : Paula Rocha ( Centro de Catequese )
16 fevereiro, 2008
A MENSAGEM Nº 13««DE 17 DE FEVEREIRO DE 2008
Evangelho (Mateus 17,1-9)
Naquele tempo, 1Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. 2E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz. 3Nisto apareceram-lhe Moisés e Elias, conversando com Jesus. 4Então Pedro tomou a palavra e disse: "Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias". 5Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz dizia: "Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!"6Quando ouviram isto, os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o rosto em terra. 7Jesus se aproximou, tocou neles e disse: "Levantai-vos e não tenhais medo". 8Os discípulos ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. 9Quando desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes: "Não conteis a ninguém esta visão até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos
A PALAVRA
Na primeira leitura apresenta-se a figura de Abraão. Abraão é o homem de fé, que vive numa constante escuta de Deus, que sabe ler os seus sinais, que aceita os apelos de Deus e que lhes responde com a obediência total e com a entrega confiada.
Nesta perspectiva, ele é o modelo do crente que percebe o projecto de Deus e o segue de todo o coração.
A figura de Abraão questiona o homem instalado e comodista, que prefere apostar na segurança do que já tem, em vez de arriscar na novidade de Deus, ou deixar que a Palavra de Deus ponha em causa os seus velhos hábitos, a sua forma de vida e a sua instalação. Estou disposto a mudar, a “pôr-me a caminho” em direcção a essa terra nova da vida plena e autêntica, ou prefiro continuar prisioneiro dos meus esquemas pré-concebidos, dos meus medos, dos meus velhos hábitos, das minhas velhas formas de pensar, de agir e de julgar os outros?
Na segunda leitura, há um apelo aos seguidores de Jesus, no sentido de que sejam, de forma verdadeira, empenhada e coerente, as testemunhas do projecto de Deus no mundo. Nada – muito menos o medo, o comodismo e a instalação – pode distrair o discípulo das suas responsabilidades.
É verdade que não é fácil ser testemunha de Deus e do seu projecto. O mundo de hoje tende a ignorar os apelos de Deus ou até manifesta desprezo pelos valores do Evangelho (esses valores que temos de testemunhar, a fim de sermos sinais do mundo novo que Deus quer propor aos homens). No entanto, as dificuldades não podem ser uma desculpa para nos demitirmos das nossas responsabilidades e de levarmos a sério a vocação a que Deus nos chama.
O Evangelho relata a transfiguração de Jesus. Recorrendo a elementos simbólicos do Antigo Testamento, o autor apresenta-nos uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que vai concretizar o seu projecto libertador em favor dos homens através da dádiva da vida. Aos discípulos, desanimados e assustados, Jesus diz: o caminho do dom da vida não conduz ao fracasso, mas à vida plena e definitiva. Segui-o, vós também.
Por vezes somos tentados pelo desânimo, porque não percebemos o alcance dos esquemas de Deus; ou então, parece que, seguindo a lógica de Deus, seremos sempre perdedores e fracassados, que nunca integraremos a elite dos senhores do mundo e que nunca chegaremos a conquistar o reconhecimento daqueles que caminham ao nosso lado… A transfiguração de Jesus grita-nos, do alto daquele monte: não desanimeis, pois a lógica de Deus não conduz ao fracasso, mas à ressurreição, à vida definitiva, à felicidade sem fim.
Padre Amaro Jorge scj
Nesta perspectiva, ele é o modelo do crente que percebe o projecto de Deus e o segue de todo o coração.
A figura de Abraão questiona o homem instalado e comodista, que prefere apostar na segurança do que já tem, em vez de arriscar na novidade de Deus, ou deixar que a Palavra de Deus ponha em causa os seus velhos hábitos, a sua forma de vida e a sua instalação. Estou disposto a mudar, a “pôr-me a caminho” em direcção a essa terra nova da vida plena e autêntica, ou prefiro continuar prisioneiro dos meus esquemas pré-concebidos, dos meus medos, dos meus velhos hábitos, das minhas velhas formas de pensar, de agir e de julgar os outros?
Na segunda leitura, há um apelo aos seguidores de Jesus, no sentido de que sejam, de forma verdadeira, empenhada e coerente, as testemunhas do projecto de Deus no mundo. Nada – muito menos o medo, o comodismo e a instalação – pode distrair o discípulo das suas responsabilidades.
É verdade que não é fácil ser testemunha de Deus e do seu projecto. O mundo de hoje tende a ignorar os apelos de Deus ou até manifesta desprezo pelos valores do Evangelho (esses valores que temos de testemunhar, a fim de sermos sinais do mundo novo que Deus quer propor aos homens). No entanto, as dificuldades não podem ser uma desculpa para nos demitirmos das nossas responsabilidades e de levarmos a sério a vocação a que Deus nos chama.
O Evangelho relata a transfiguração de Jesus. Recorrendo a elementos simbólicos do Antigo Testamento, o autor apresenta-nos uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que vai concretizar o seu projecto libertador em favor dos homens através da dádiva da vida. Aos discípulos, desanimados e assustados, Jesus diz: o caminho do dom da vida não conduz ao fracasso, mas à vida plena e definitiva. Segui-o, vós também.
Por vezes somos tentados pelo desânimo, porque não percebemos o alcance dos esquemas de Deus; ou então, parece que, seguindo a lógica de Deus, seremos sempre perdedores e fracassados, que nunca integraremos a elite dos senhores do mundo e que nunca chegaremos a conquistar o reconhecimento daqueles que caminham ao nosso lado… A transfiguração de Jesus grita-nos, do alto daquele monte: não desanimeis, pois a lógica de Deus não conduz ao fracasso, mas à ressurreição, à vida definitiva, à felicidade sem fim.
Padre Amaro Jorge scj
PARA MEDITAR
O Bem maior
Não existe maior bem do que fazer a felicidade de alguém.Nem nada menos caro, nem mais fácil, pois que a felicidade é algo que se pode oferecer em gestos, e atenções.Se olhamos à nossa volta, percebemos que a carência humana está no fato das pessoas terem perdido os valores imateriais a favor dos materiais.Compra-se quase tudo em nossos dias...mas o bem ninguém compra.Compra-se até companhia, mas não a sinceridade.Compra-se conforto, mas não a paz de espírito, não a tranquilidade, menos ainda a felicidade. Esta a gente oferece.Quando damos, estendemos a mão, mas quando oferecemos... é nosso coração que entregamos junto, é um pedacinho de nós que vai caminhando na direcção do outro e o bem que ele provoca retorna ao nosso interior.Tornamos pessoas felizes quando damos de nós mesmos.E damos de nós quando oferecemos o que quer que seja de coração escancarado.O grande mal do mundo consiste no facto das pessoas guardarem coisas para si.Guardam bens, guardam sentimentos, guardam declarações, guardam ressentimentos, falam ou calam na hora errada.Vivem de aparências com as gavetas da alma repletas de coisas inúteis.E quando morrem, tornam-se pó, como todo mundo, sem ter aproveitado o tempo para compartilhar, com honestidade, o bem que a vida lhes ofereceu.A maior herança que podemos deixar à humanidade é o amor que oferecemos de várias formas, são as pequenas felicidades do dia-a-dia que vamos distribuindo aqui e acolá, a compreensão que acalma as almas inquietas e a ternura que abranda os desenganos da vida.E o que representa a felicidade hoje pode não representar amanhã.Por isso ela é tão múltipla, tão incompreendida e tão necessária.Por isso é tão importante distribuir sorrisos, plantar flores... fazer visitas, dar bom dia e boa noite, não se esquecer dos abraços, dos e-mails e dos ‘te amo’ imprescindíveis ao coração.
Letícia Thompson,
Não existe maior bem do que fazer a felicidade de alguém.Nem nada menos caro, nem mais fácil, pois que a felicidade é algo que se pode oferecer em gestos, e atenções.Se olhamos à nossa volta, percebemos que a carência humana está no fato das pessoas terem perdido os valores imateriais a favor dos materiais.Compra-se quase tudo em nossos dias...mas o bem ninguém compra.Compra-se até companhia, mas não a sinceridade.Compra-se conforto, mas não a paz de espírito, não a tranquilidade, menos ainda a felicidade. Esta a gente oferece.Quando damos, estendemos a mão, mas quando oferecemos... é nosso coração que entregamos junto, é um pedacinho de nós que vai caminhando na direcção do outro e o bem que ele provoca retorna ao nosso interior.Tornamos pessoas felizes quando damos de nós mesmos.E damos de nós quando oferecemos o que quer que seja de coração escancarado.O grande mal do mundo consiste no facto das pessoas guardarem coisas para si.Guardam bens, guardam sentimentos, guardam declarações, guardam ressentimentos, falam ou calam na hora errada.Vivem de aparências com as gavetas da alma repletas de coisas inúteis.E quando morrem, tornam-se pó, como todo mundo, sem ter aproveitado o tempo para compartilhar, com honestidade, o bem que a vida lhes ofereceu.A maior herança que podemos deixar à humanidade é o amor que oferecemos de várias formas, são as pequenas felicidades do dia-a-dia que vamos distribuindo aqui e acolá, a compreensão que acalma as almas inquietas e a ternura que abranda os desenganos da vida.E o que representa a felicidade hoje pode não representar amanhã.Por isso ela é tão múltipla, tão incompreendida e tão necessária.Por isso é tão importante distribuir sorrisos, plantar flores... fazer visitas, dar bom dia e boa noite, não se esquecer dos abraços, dos e-mails e dos ‘te amo’ imprescindíveis ao coração.
Letícia Thompson,
NOTÍCIAS
NOTÍCIAS DA COMUNIDADE
CAMINHADA QUARESMA –
PÁSCOA 2008: «A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
2º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = VESTE (pano) BRANCA
A experiência, breve mas maravilhosa, que foi dado viver aos apóstolos na transfiguração, constitui uma antevisão da situação de Jesus depois da ressurreição “O seu rosto ficou resplandescente como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz”, ou seja, este acontecimento quer iluminar o nosso caminho, quer que descubramos a verdadeira missão do Messias e a coragem necessária para seguirmos os seus ensinamentos e a Sua vida de ressuscitado. Mostra que é na cruz que descobriremos o verdadeiro sentido da vida.
A transfiguração é o prenúncio de que o triunfo da vida e da dignidade do Homem nasce da cruz, no dar a vida, e concretiza-se no homem transfigurado, no homem que deixa branquear as vestes do seu Baptismo pela luz da Ressurreição. - Actividades (desafio em família):
● Tenta descobrir quais foram na tua vida em família os momentos de luz, os momentos de transfiguração: quando vistes outras pessoas com quem vives “transfiguradas”, “bonitas”, “atraentes”?
● Onde encontramos hoje a Cristo transfigurado, ressuscitado e que nos transfigura?
● Esta passagem da Transfiguração que motivos te dá para viveres com alegria e esperança este tempo da Quaresma? A que compromisso te leva?
- CAMPANHA QUARESMAL
Lembramos que os ofertórios das missas celebradas na Capela da Lapa e na Capela do ABC durante a Quaresma reverterão a favor da compra de um ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora, na nossa comunidade de Medancelhe.
Em cada uma das capelas encontra-se um “cântaro” para a recolha das ofertas.
- VIA SACRA
Os ensaios para a Via Sacra dramatizada continuam: domingo, no pavilhão da Obra ABC, das 21,30h às 23horas.
Na próxima 6ª feira dia 22.02 a Via-Sacra será dinamizada pelo Grupo dos Leitores, com início às 21,30h na Capela da Obra ABC.
Colaboração de :
Paula Rocha ( Centro de Catequese )
CAMINHADA QUARESMA –
PÁSCOA 2008: «A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
2º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = VESTE (pano) BRANCA
A experiência, breve mas maravilhosa, que foi dado viver aos apóstolos na transfiguração, constitui uma antevisão da situação de Jesus depois da ressurreição “O seu rosto ficou resplandescente como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz”, ou seja, este acontecimento quer iluminar o nosso caminho, quer que descubramos a verdadeira missão do Messias e a coragem necessária para seguirmos os seus ensinamentos e a Sua vida de ressuscitado. Mostra que é na cruz que descobriremos o verdadeiro sentido da vida.
A transfiguração é o prenúncio de que o triunfo da vida e da dignidade do Homem nasce da cruz, no dar a vida, e concretiza-se no homem transfigurado, no homem que deixa branquear as vestes do seu Baptismo pela luz da Ressurreição. - Actividades (desafio em família):
● Tenta descobrir quais foram na tua vida em família os momentos de luz, os momentos de transfiguração: quando vistes outras pessoas com quem vives “transfiguradas”, “bonitas”, “atraentes”?
● Onde encontramos hoje a Cristo transfigurado, ressuscitado e que nos transfigura?
● Esta passagem da Transfiguração que motivos te dá para viveres com alegria e esperança este tempo da Quaresma? A que compromisso te leva?
- CAMPANHA QUARESMAL
Lembramos que os ofertórios das missas celebradas na Capela da Lapa e na Capela do ABC durante a Quaresma reverterão a favor da compra de um ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora, na nossa comunidade de Medancelhe.
Em cada uma das capelas encontra-se um “cântaro” para a recolha das ofertas.
- VIA SACRA
Os ensaios para a Via Sacra dramatizada continuam: domingo, no pavilhão da Obra ABC, das 21,30h às 23horas.
Na próxima 6ª feira dia 22.02 a Via-Sacra será dinamizada pelo Grupo dos Leitores, com início às 21,30h na Capela da Obra ABC.
Colaboração de :
Paula Rocha ( Centro de Catequese )
08 fevereiro, 2008
A MENSAGEM Nº 12 DE 10 DE FEVEREIRO DE 2008

Evangelho (Mateus 4,1-11)
Naquele tempo, 1o Espírito conduziu Jesus ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2Jesus jejuou durante quarenta dias e quarenta noites, e, depois disso, teve fome. 3Então, o tentador aproximou-se e disse a Jesus: "Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães!" 4Mas Jesus respondeu: "Está escrito: 'Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus'". 5Então o diabo levou Jesus à Cidade Santa, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo, 6e lhe disse: "Se és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo! Porque está escrito: 'Deus dará ordens aos seus anjos a teu respeito, e eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra'". 7Jesus lhe respondeu: "Também está escrito: 'Não tentarás o Senhor teu Deus!'"8Novamente, o diabo levou Jesus para um monte muito alto. Mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glória, 9e lhe disse: "Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares diante de mim, para me adorar". 10Jesus lhe disse: "Vai-te embora, Satanás, porque está escrito: 'Adorarás ao Senhor, teu Deus, e somente a ele prestarás culto'". 11Então o diabo o deixou. E os anjos se aproximaram e serviram a Jesus
A PALAVRA
De onde vimos? Para onde vamos? Porque é que estamos aqui? Qual o sentido da nossa vida? São perguntas eternas, que o homem de todos os tempos coloca a si próprio. A Palavra de Deus que hoje nos é proposta responde: é Deus a nossa origem e o nosso destino último. Não somos um minúsculo e insignificante grão de areia perdido numa galáxia qualquer; mas somos seres que Deus criou com amor, a quem Ele deu o seu próprio “sopro”, a quem animou com a sua própria vida. O fim último da nossa existência não é o fracasso, a dissolução no nada, mas a vida definitiva, a felicidade sem fim, a comunhão plena com Deus.
Como é que chegamos a essa felicidade que está inscrita no projecto que Deus tem para os homens e para o mundo? Deus nada impõe e respeita sempre – de forma absoluta – a nossa liberdade; no entanto, insiste em mostrar-nos, todos os dias, o caminho para essa plenitude de vida que Ele sonhou para os homens.
Quando aceitamos a nossa condição de criaturas e reconhecemos em Deus esse Pai que nos dá vida, que nos ama e que nos indica caminhos de realização e de felicidade, construímos uma existência harmoniosa, um "paraíso" onde encontramos vida, harmonia, felicidade e realização.
A questão essencial que a Palavra de Deus hoje nos propõe é, portanto, esta: Jesus recusou, de forma absoluta, conduzir a sua vida à margem de Deus e das suas propostas. Para Ele, só uma coisa é verdadeiramente decisiva e fundamental: a comunhão com o Pai e o cumprimento obediente do seu projecto…
E nós, seguidores de Jesus? É essa também a nossa perspectiva? O que é que é decisivo na minha vida: as propostas de Deus, ou os meus projectos pessoais?
Quando o homem esquece Deus e as suas propostas, e se fecha no egoísmo e na auto-suficiência, facilmente cai na escravidão de outros deuses que, no entanto, estão longe de assegurar vida plena e felicidade duradoura. Quais são os deuses que, hoje, dominam o horizonte desse homem moderno que prescindiu de Deus? Quais são os deuses que estão no centro da minha própria vida e que condicionam as minhas decisões e opções?
Deixar-se conduzir pela tentação dos bens materiais, do acumular mais e mais, do subordinar toda a vida à lógica do “ter mais”, é seguir o caminho de Jesus? Olhar apenas para o seu próprio conforto e comodidade, fechar-se à partilha e às necessidades dos outros, pagar salários de miséria e malbaratar fortunas em noitadas de jogo ou em coisas supérfluas… é seguir o exemplo de Jesus?
Usar Deus ou os seus dons para saciar a nossa vaidade, para promover o nosso êxito pessoal, para brilhar, para dar espectáculo, para levar os outros a admirarnos e a bater-nos palmas… é seguir o exemplo de Jesus?
Procurar o poder a todo o custo (às vezes, entregando ao diabo os nossos valores mais importantes e as nossas convicções mais sagradas) e exercê-lo com prepotência, com intolerância, com autoritarismo (quantas vezes humilhando e magoando os pobres, os débeis, os humildes)… é seguir o exemplo de Jesus?
Padre Amaro Jorge scj
Como é que chegamos a essa felicidade que está inscrita no projecto que Deus tem para os homens e para o mundo? Deus nada impõe e respeita sempre – de forma absoluta – a nossa liberdade; no entanto, insiste em mostrar-nos, todos os dias, o caminho para essa plenitude de vida que Ele sonhou para os homens.
Quando aceitamos a nossa condição de criaturas e reconhecemos em Deus esse Pai que nos dá vida, que nos ama e que nos indica caminhos de realização e de felicidade, construímos uma existência harmoniosa, um "paraíso" onde encontramos vida, harmonia, felicidade e realização.
A questão essencial que a Palavra de Deus hoje nos propõe é, portanto, esta: Jesus recusou, de forma absoluta, conduzir a sua vida à margem de Deus e das suas propostas. Para Ele, só uma coisa é verdadeiramente decisiva e fundamental: a comunhão com o Pai e o cumprimento obediente do seu projecto…
E nós, seguidores de Jesus? É essa também a nossa perspectiva? O que é que é decisivo na minha vida: as propostas de Deus, ou os meus projectos pessoais?
Quando o homem esquece Deus e as suas propostas, e se fecha no egoísmo e na auto-suficiência, facilmente cai na escravidão de outros deuses que, no entanto, estão longe de assegurar vida plena e felicidade duradoura. Quais são os deuses que, hoje, dominam o horizonte desse homem moderno que prescindiu de Deus? Quais são os deuses que estão no centro da minha própria vida e que condicionam as minhas decisões e opções?
Deixar-se conduzir pela tentação dos bens materiais, do acumular mais e mais, do subordinar toda a vida à lógica do “ter mais”, é seguir o caminho de Jesus? Olhar apenas para o seu próprio conforto e comodidade, fechar-se à partilha e às necessidades dos outros, pagar salários de miséria e malbaratar fortunas em noitadas de jogo ou em coisas supérfluas… é seguir o exemplo de Jesus?
Usar Deus ou os seus dons para saciar a nossa vaidade, para promover o nosso êxito pessoal, para brilhar, para dar espectáculo, para levar os outros a admirarnos e a bater-nos palmas… é seguir o exemplo de Jesus?
Procurar o poder a todo o custo (às vezes, entregando ao diabo os nossos valores mais importantes e as nossas convicções mais sagradas) e exercê-lo com prepotência, com intolerância, com autoritarismo (quantas vezes humilhando e magoando os pobres, os débeis, os humildes)… é seguir o exemplo de Jesus?
Padre Amaro Jorge scj
HISTÓRIAS PARA MEDITAR
Era uma vez um rapaz que tinha muitos problemasConstantemente, nas suas orações, ele pedia que Jesus viesse visitá-lo no seu sofrimento.Um dia, Jesus bateu à sua porta, ele maravilhado, convidou-o a entrar, e Jesus sentou-se no sofá da sala.Na mesinha de centro encontrava-se uma Bíblia aberta no Salmo 91. Numa das paredes estava pendurado um quadro com o Salmo 23 e na outra um quadro da santa ceia."Senhor Jesus", disse o jovem, "em primeiro lugar gostaria de dizer que é uma honra recebê-lo em minha casa, conforme o Senhor deve saber, estou passando por algumas dificuldades e preciso muito da Sua ajuda...""Filho", interrompeu Jesus, "antes de conversarmos sobre os teus pedidos, gostaria de conhecer tua casa. Onde é o lugar que dormes?"No mesmo instante o rapaz lembrou-se que guardava, no quarto, umas revistas terríveis e apressou-se em dar uma desculpa:"Não, Jesus, lá não! Meu quarto não está arrumado!""Bem", disse Jesus, "e a cozinha, posso conhecer tua cozinha?"O rapaz lembrou-se que na cozinha havia algumas garrafas de bebidas que ele não gostaria que Jesus visse."Senhor, desculpe, mas prefiro que não", respondeu o rapaz, "a minha cozinha está vazia, não tenho nada de bom para oferecer."Neste instante, um barulho forte interrompe a conversa.Pam, pam, pam...! Era alguém que batia furiosamente na porta, o rapaz levantou-se, assustado, e foi ver quem era.Abriu a porta meio desconfiado, e viu que era o diabo."Sai da frente que eu quero entrar!", gritou o tentador."De jeito nenhum", respondeu o rapaz, e assim começou a briga. Com muita dificuldade o homem conseguiu empurrar o diabo e fechar a porta.Cansado, o rapaz voltou para sala e continuou:"Então, Jesus", disse ele, "como eu estava falando com o Senhor, estou precisando de tantas coisas..."Mas, outra vez a conversa é interrompida por um barulho forte que vinha da janela do quarto. O rapaz correu para ver quem era e ao abri-la deparou-se, novamente, com o diabo:"Agora não tens maneira de me deter, eu vou entrar!", disse o inimigo.Mais uma vez o rapaz debateu-se com ele e conseguiu trancar a janela."Senhor", disse ele, "desculpe a interrupção, conforme lhe dizia..."Outra vez, dos fundos da casa, se ouvia tamanho barulho como se alguém quisesse arrombar a porta, era novamente o diabo:"Eu quero entrar!"O rapaz, já exausto, lutou com ele e conseguiu mantê-lo do lado de fora.Ao voltar, contrariado, disse a Jesus:"Eu não entendo. O Senhor está na minha casa e por que o diabo fica insistindo em entrar?""Sabes o que é meu filho", explicou Jesus, "é que na tua casa só me deste a sala."O rapaz humildemente entendeu a lição de Jesus e fez uma limpeza na casa para entregá-la aos cuidados do Senhor.Neste instante, o diabo bateu mais uma vez à porta.O rapaz olhou para Jesus sem entender, e Jesus disse:"Deixa que eu vou atender."Quando o diabo viu que era Jesus, que atendia a porta, disse:"Desculpe, foi engano",
e fugiu rápido
e fugiu rápido
NOTÍCIAS
NOTÍCIAS DA COMUNIDADE
- CAMINHADA QUARESMA – PÁSCOA 2008: «A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
Procurar acolher o Dom da Vida na Família: é este o convite que fazemos a todos os membros da comunidade nesta Quaresma/Páscoa 2008.
Esta caminhada será levada a efeito e meditada desde o 1º domingo da Quaresma e prolongando-se até ao Domingo de Pentecostes.
Compreendendo o mistério deste dom da vida em família, também em família seremos mais capazes de nos comprometer com essa mesma Vida que a Páscoa nos oferece gratuita e generosamente por Jesus morto e ressuscitado.
Todas as semanas iremos deixar aqui um “desafio”, propôr uma actividade com ligação à família. A melhor forma de dar beleza a esta caminhada… é viver e descobrir esse dom da vida na VOSSA FAMÍLIA!
1º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = BÍBLIA ABERTA
Mostra que nem só de pão vive o homem, mas também da Palavra de Deus. É o dom do alimento da Palavra de Deus que fortalece o homem e o afasta de todas as tentações.
- Actividade (desafio em família): explicar e apelar à vivência da Quaresma – referência às atitudes do programa quaresmal: oração/Palavra de Deus e esmola/contributo penitencial.
- CAMPANHA QUARESMAL
Os ofertórios das missas celebradas na Capela da Lapa e na Capela do ABC durante a Quaresma reverterão a favor da compra de um ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora, na nossa comunidade de Medancelhe.
Em cada uma das capelas encontra-se um “cântaro” para a recolha das ofertas.
- VIA SACRA
. Retomamos este domingo dia 10/02 os ensaios para a Via Sacra dramatizada: no pavilhão da Obra ABC, das 21,30h às 23horas. Apareçam!
. Na próxima 6ª feira dia 15.02 a Via-Sacra será dinamizada pelo Grupo dos Luzeiros, com início às 21,30h na Capela da Obra ABC.
- LUZEIROS DE SANTA MARIA
«O Grupo dos Luzeiros de Stª Maria de Rio Tinto é um grupo que está integrado na Comunidade de Medancelhe. Reúne-se uma vez por semana - segunda-feira pelas 21h - e pertencem a um grupo de Luzeiros a Nível Nacional que está ligado à Congregação Aliança de Santa Maria.
Nos encontros semanais recitam um terço a Maria, seguido de uma leitura e posterior meditação sobre a mesma. Todos os dias 13, dias dedicados à Mãe, rezam o terço em comunidade pelas 21h na capela ABC ou na Sra Lapa se fôr um sábado.
Os Luzeiros a nível nacional têm alguns encontros/peregrinações em que se reza em conjunto e se cria convívio entre os vários Luzeiros espalhados pelo país. Estas peregrinações podem estar abertas a elementos que não pertençam aos Luzeiros, desde que o pretendam.»
Colaboração de :
Paula Rocha ( Centro de Catequese de Medancelhe )
- CAMINHADA QUARESMA – PÁSCOA 2008: «A VIDA: DOM NA FAMÍLIA»
Procurar acolher o Dom da Vida na Família: é este o convite que fazemos a todos os membros da comunidade nesta Quaresma/Páscoa 2008.
Esta caminhada será levada a efeito e meditada desde o 1º domingo da Quaresma e prolongando-se até ao Domingo de Pentecostes.
Compreendendo o mistério deste dom da vida em família, também em família seremos mais capazes de nos comprometer com essa mesma Vida que a Páscoa nos oferece gratuita e generosamente por Jesus morto e ressuscitado.
Todas as semanas iremos deixar aqui um “desafio”, propôr uma actividade com ligação à família. A melhor forma de dar beleza a esta caminhada… é viver e descobrir esse dom da vida na VOSSA FAMÍLIA!
1º Domingo da Quaresma: símbolo/dom = BÍBLIA ABERTA
Mostra que nem só de pão vive o homem, mas também da Palavra de Deus. É o dom do alimento da Palavra de Deus que fortalece o homem e o afasta de todas as tentações.
- Actividade (desafio em família): explicar e apelar à vivência da Quaresma – referência às atitudes do programa quaresmal: oração/Palavra de Deus e esmola/contributo penitencial.
- CAMPANHA QUARESMAL
Os ofertórios das missas celebradas na Capela da Lapa e na Capela do ABC durante a Quaresma reverterão a favor da compra de um ESTANDARTE que será utilizado nas Procissões de Nossa Senhora, na nossa comunidade de Medancelhe.
Em cada uma das capelas encontra-se um “cântaro” para a recolha das ofertas.
- VIA SACRA
. Retomamos este domingo dia 10/02 os ensaios para a Via Sacra dramatizada: no pavilhão da Obra ABC, das 21,30h às 23horas. Apareçam!
. Na próxima 6ª feira dia 15.02 a Via-Sacra será dinamizada pelo Grupo dos Luzeiros, com início às 21,30h na Capela da Obra ABC.
- LUZEIROS DE SANTA MARIA
«O Grupo dos Luzeiros de Stª Maria de Rio Tinto é um grupo que está integrado na Comunidade de Medancelhe. Reúne-se uma vez por semana - segunda-feira pelas 21h - e pertencem a um grupo de Luzeiros a Nível Nacional que está ligado à Congregação Aliança de Santa Maria.
Nos encontros semanais recitam um terço a Maria, seguido de uma leitura e posterior meditação sobre a mesma. Todos os dias 13, dias dedicados à Mãe, rezam o terço em comunidade pelas 21h na capela ABC ou na Sra Lapa se fôr um sábado.
Os Luzeiros a nível nacional têm alguns encontros/peregrinações em que se reza em conjunto e se cria convívio entre os vários Luzeiros espalhados pelo país. Estas peregrinações podem estar abertas a elementos que não pertençam aos Luzeiros, desde que o pretendam.»
Colaboração de :
Paula Rocha ( Centro de Catequese de Medancelhe )
02 fevereiro, 2008
BOAS VINDAS
A Partir de hoje contamos com a colaboração de , Paula Rocha, do Centro de Catequese de Medancelhe como colaboradora de ( A Mensagem) terá sob sua responsabilidade a página das Notícias.
Conhecendo a Paula e conhecendo toda a sua Dinâmica, achamos que foi uma boa aquisição .Obrigado por ter aceite o desafio, e temos a certeza de será uma mais valia para a nossa folhinha.
Redação de A Mensagem
Conhecendo a Paula e conhecendo toda a sua Dinâmica, achamos que foi uma boa aquisição .Obrigado por ter aceite o desafio, e temos a certeza de será uma mais valia para a nossa folhinha.
Redação de A Mensagem
EVANGELHO DO DIA

Evangelho segundo S. Mateus 5,1-12.
Ao ver a multidão, Jesus subiu a um monte. Depois de se ter sentado, os discípulos aproximaram-se dele. Então tomou a palavra e começou a ensiná-los, dizendo: «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu. Felizes os que choram, porque serão consolados. Felizes os mansos, porque possuirão a terra. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Felizes os puros de coração, porque verão a Deus. Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Felizes os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu. Felizes sereis, quando vos insultarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o género de calúnias contra vós, por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque grande será a vossa recompensa no Céu; pois também assim perseguiram os profetas que vos precederam.»
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